Em rota de colisão com Luciano Huck: ‘Quero disputar com alguém com o logotipo da Globo na testa’, diz Lula

Pré-candidato ao Planalto em 2018, o ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) disse, nesta quinta-feira (23), ao comentar uma possível candidatura do apresentador Luciano Huck, que quer “disputar com alguém com o logotipo da Globo na testa”, emissora onde ele trabalha.

Embora Huck não admita publicamente a vontade em disputar a eleição do ano que vem, o apresentador tem emitido sinais de interesse em concorrer. Nos bastidores, PPS e o DEM já teriam até oferecido legenda ao apresentador.

A declaração de Lula foi dada em entrevista à rádio 730 AM, de Goiás, logo após ser questionado sobre as candidaturas de Huck e do deputado federal Jair Bolsonaro (PSC-RJ).

“Tudo o que eu quero na vida é disputar com alguém com o logotipo da Globo na testa”, afirmou o petista, que diz acreditar ser alvo de perseguição política da Globo, emissora de maior audiência do país.

Lula disse não acreditar no termo “candidaturas outsiders”, ou seja, de gente considerada de fora da política, como o caso de Huck. “Quero ver o que essa gente pensa e vai propor para o Brasil”, declarou o petista. Para o petista, não possível “encontrar alguém de fora dos partidos políticos que possa salvar esse país”.

Pesquisa do instituto Ipsos, divulgada hoje pelo jornal ‘O Estado de S. Paulo”, mostra que 60% dos entrevistados aprovam a maneira como Huck vem atuando no Brasil. Sobre Lula, o índice é de 43%.

O apresentador, que não é filiado a nenhum partido político, também apareceu com 5% das intenções de voto em pesquisa do Ibope divulgada no final de outubro. Já Lula registra 35%, segundo o mesmo levantamento.

Condenado a nove anos e seis meses de prisão pelo juiz federal Sergio Moro no processo do tríplex, o ex-presidente pode ficar fora da disputa presidencial caso a segunda instância confirme a sentença do magistrado. Nesse caso, liminares ainda podem permitir que Lula esteja no pleito enquanto recursos são avaliados. Por isso, Lula não vê a possibilidade de não ser candidato.

Em um cenário em que ele e Bolsonaro aparecem na liderança das pesquisas, o ex-presidente avalia que estão “tentando encontrar o caminho do meio”. “Muitas vezes vejo dizerem que há uma disputa entre a extrema esquerda e a extrema direita. Estão tentando inventar o Huck, o Joaquim Barbosa [ex-presidente do Supremo Tribunal Federal], o Moro, inventar não sei quem”, disse na entrevista.

“Acho que cada um inventa o que quiser. Isso é como jogo de futebol. Quando começar a gente vai ver quem tem garra, que é que tem força, quem é que tem time, e quem é quem vai marcar os gols necessários para ganhar a partida”, completou.

UOL

 

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Keyla  23/11/2017

Só votarei no Lula caso ele esteja no segundo turno contra o Bolsonaro. Afinal, nada pode ser pior que o Bolsonaro, ele consegue ser mais burro que o cara de 9 dedos e ensino médio incompleto. - Responder

Junior Nat  23/11/2017

Lula não é, em hipótese alguma, um candidato "votável", já que é um condenado, ja que é um bandido. - Responder

!+  23/11/2017

Não tem condição. Vai está preso pra deixar de ser burro. - Responder


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MAIS UMA PÉROLA: Se eu for condenado, não vale a pena ser honesto no Brasil, diz Lula

O ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) afirmou nessa terça-feira (27) que, se ele for condenado na Lava Jato, “não vale a pena ser honesto no Brasil”. A declaração foi dada durante entrevista à rádio Itatiaia, de Minas Gerais, ao ser questionado sobre uma possível condenação em uma das ações penais que está nas mãos do juiz federal Sérgio Moro, responsável pelos processos relativos à Operação Lava Jato na primeira instância.

“Eu, sinceramente, se, tiver uma decisão que não seja a minha inocência, sabe? Eu quero dizer para você que não vale a pena ser honesto neste país. E quero dizer que não vale a pena você ser inocente, porque ser inocente é você não dar aos acusadores o direito de prova, então, eles ficam nervosos e vão te acusar mesmo que não tenham provas”, afirmou.

A sentença de uma das cinco ações penais em que Lula é réu pode sair a qualquer momento. Desde o dia 21 de junho, Moro está com os autos do processo para decidir se o ex-presidente é culpado ou inocente. Nesse processo, Lula é acusado de corrupção passiva e lavagem de dinheiro por ter recebido R$ 3,7 milhões em propina por conta de três contratos entre a OAS e a Petrobras.

Segundo o MPF (Ministério Público Federal), o pagamento foi feito por meio da reforma de um tríplex no edifício Solaris, no Guarujá, litoral de São Paulo, e do armazenamento, entre 2011 e 2016, de presentes recebidos por Lula, a época que ele era presidente (2003-2010).

“Desafio o Ministério Público a provar que o apartamento é meu, que tem um documento, que tem um centavo, que tem R$ 1, que tem um documento assinado, que tem alguma coisa no cartório…ou seja, eu continuo desafiando o Ministério Público a apresentar uma prova”, acrescentou.

Lula também comentou a sentença dada ontem por Moro ao ex-ministro Antônio Palocci, que foi condenado a 12 anos de prisão por corrupção e lavagem de dinheiro.

O ex-presidente acrescentou ainda que a “delação não pode ser avacalhada” e falou que “fomos nós que a criamos”. “A delação não pode ser avacalhada. É um instrumento sério, que fomos nós que aprovamos, nós que criamos, e não pode ser avacalhada, de o cidadão dizer: “olha, foi fulano de tal”, sem ter nenhuma prova”, disse.

A lei que instituiu a colaboração premiada –concessão de benefícios àquele que tenha colaborado efetiva e voluntariamente com a investigação e com o processo criminal– foi sancionada em agosto de 2013, pela então presidente Dilma Rousseff (PT).

Com informações do UOL

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LUCY  28/06/2017

LULA 2018, 2022........ - Responder

Eliane Patrício  28/06/2017

Isso só pode ser uma piada de mal gosto um corrupto desse ladrão de marca maior. - Responder

Dr. Reno  28/06/2017

O Jornalista Kennedy Alencar comentou nesta quarta-feira, 28, que a decisão do Tribunal Regional Federal da 4ª Região (TRF-4) que inocentou o ex-tesoureiro do PT João Vaccari Neto de condenação do juiz Sérgio Moro impôs um limite para o uso delações premiadas; "O tribunal deixou claro, como manda a lei, que as delações não podem ser provas únicas, mas dependem da produção de outras para que sejam suficientes a fim de condenar alguém. Essa decisão ganha mais importância ainda porque se trata do tribunal que examina as decisões do juiz Sérgio Moro a respeito dos processos da Lava Jato", disse Kennedy. Pra condenar é preciso de provas, não apenas de convicções! - Responder


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AINDA DESAFIA: “Duvido que tenha um empresário que possa dizer que pedi cinco centavos”, diz Lula

Um dia após o empreiteiro Marcelo Odebrecht afirmar, em depoimento ao juiz Sergio Moro, que repassou quase R$ 13 milhões para o Instituto Lula, o ex-presidente disse nesta terça-feira (11) que não há um empresário que tenha provas contra ele. “Estou há três anos esperando [uma prova contra mim], há três anos…”, ponderou.

A declaração do ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) foi dada em entrevista à rádio Meio Norte, do Piauí. O petista respondia a uma pergunta sobre os rumores de que ele pode ser preso pela Lava Jato a qualquer momento.

“Eu parto do pressuposto que alguém, para ser preso, precisa ter cometido um crime e a polícia e a Justiça tem que ter prova para condenar uma pessoa”, disse.

Réu em cinco ações na Justiça, sendo três no âmbito da Operação Lava Jato, Lula afirmou que está tranquilo a respeito das investigações.

“E eu volto a repetir: eu duvido que tenha um empresário neste país –qualquer que seja, daqueles que estão presos, daqueles que estão livres– que possam dizer, em alto e bom som, que um dia o ex-presidente Lula pediu cinco centavos para eles”, declarou sem citar o nome de Marcelo Odebrecht.

Lembrando que já teve seus sigilos bancário e telefônico quebrados, Lula disse esperar que seja apresentada uma prova contra ele. “A única coisa que eu peço isso. Não tendo prova, peçam desculpas a mim. Eu volto para casa para cuidar da minha família”, comentou. “Prenda quem quiser para me denunciar e espero que apresentem uma prova contra mim. Só isso”.

Candidato em 2018

Apontado como o principal nome do PT para a disputa pelo Planalto em 2018, o ex-presidente também disse que a liderança nas últimas pesquisas reflete uma saudade da população sobre sua gestão. “Sinceramente, acho que o povo brasileiro tem saudade do tempo em que eu fui presidente da República”, afirmou à rádio.

A última pesquisa Datafolha sobre a corrida presidencial de 2018, realizada em dezembro do ano passado, mostrou Lula em primeiro lugar nas quatros simulações de primeiro turno. Pesquisa CNT/MDA, de fevereiro deste ano, também trazia o petista à frente.

Segundo Lula, seus seguidores acreditam que ele representava um presidente que cuidava do povo. “Eu acho que a arte de governar é você cuidar do povo”, comentou.

O ex-presidente diz que está se preparando para ser candidato e disputará a Presidência se o PT precisar. “Não sei o que vai acontecer comigo. Eu estou muito preparado para voltar a ser presidente da República”, declarou.

“Quanto mais eu penso em não concorrer, mais eles me provocam, mais eu penso em concorrer. Eles sabem, eles têm consciência de que sou capaz de consertar esse país. Não por mérito meu, mas porque eu tenho capacidade de ouvir o povo”.

Esta foi a terceira entrevista que Lula concedeu a rádios do Nordeste em uma semana. A região é onde o PT obteve os melhores resultados nas últimas quatro eleições presidenciais. O Nordeste também foi a região onde o presidente Michel Temer (PMDB) obteve os piores índices de popularidade, segundo pesquisa Ibope da semana passada.

Com informações do UOL

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Fabio  11/04/2017

Esse aleijado brinca com o povo. - Responder

ALERTA  11/04/2017

Só cinco centavos.....??????? Não!! - Responder

ALERTA  11/04/2017

Só cinco centavos.....??????? Não! - Responder


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‘Temer cortou até o almoço de Dilma. Amanhã vamos comer marmitex’, diz Lula

2kan9ki9yf_880ji7g3jv_fileFoto: Ricardo Stuckert/Instituto Lula

Na primeira manifestação pública após o impeachment, o ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva reclamou dos cortes na alimentação e nas viagens em aviões da FAB, decididos pelo governo do presidente em exercício, Michel Temer, em relação à presidente afastada Dilma Rousseff. Mas reconheceu falhas na gestão da sucessora e disse esperar que ela volte ao cargo. “Não estou dizendo que Dilma não cometeu erros, cometeu. Mas queremos que ela volte para corrigir os erros que cometemos”, disse.

No discurso, Lula fez poucas referências à sucessora. “Temer deu um golpe não na Dilma, mas na decisão do Senado que o colocou como interino. Temer não tinha o direito de fazer o que fez. Ele cortou até o almoço da Dilma. Amanhã vamos comer marmitex”, ironizou o ex-presidente, em ato organizado por centrais sindicais no centro do Rio.

Segundo Lula, as medidas adotadas contra Dilma, como a restrição ao uso de aviões oficiais, “não vão impedir [a presidente afastada] de sair pelo País para denunciar esse governo”. Mais magro e com voz ainda mais rouca que o habitual, Lula avaliou que tem uma “dívida com a sociedade brasileira”, mas evitou se posicionar sobre as eleições de 2018. “Estão me acusando de tudo quanto é nome, divulgando as bobagens que falo. É medo de eu voltar. Ainda é muito cedo para pensar em 2018. Já estou com idade de me aposentar. Mas não pensem que vão destruir aquilo que nós construímos”, afirmou.

Lula criticou a escolha do ministério do governo provisório, acusando a suposta influência do presidente afastado da Câmara, Eduardo Cunha (PMDB-RJ). Ele ironizou manifestantes pró-impeachment. “Os coxinhas agora estão com vergonha por que foram para a rua bater panela e o resultado não foi um risoto, foi Temer. Os coxinhas sabem que o ministério de Temer é o ministério do [Eduardo] Cunha. Mas sempre haverá nesse País mais gente de cabeça erguida, decente, do que coxinhas”.

Na única referência direta à Lava Jato, o ex-presidente indicou que a operação “submeteu os petroleiros a condições humilhantes”. Lula afirmou que ter sido o presidente que mais investiu na companhia e que a descoberta do pré-sal foi “seu maior orgulho como presidente e como cidadão”.

O petista também afirmou que a “elite nunca aceitou a Petrobras” e teceu diversas críticas às “elites”, discurso comum em seu governo. “A elite brasileira, incompetente para governar este País, achava que tudo iria se resolver se a gente vendesse as empresas. Eu queria provar que o peão seria capaz de pensar politicamente o Estado brasileiro melhor do que toda a elite”, completou.

Lula defendeu ações de seu governo junto ao BNDES e demais bancos públicos. O ato “Se é público, é para todos” defendeu a mobilização da sociedade contra a privatização de empresas e serviços públicos, além de criticar a agenda econômica do governo Temer. A manifestação ocorreu na Fundição Progresso, na Lapa, região central do Rio, com público reduzido apesar do acesso liberado. Não houve estimativa de quantas pessoas estiveram no evento.

R7, com Estadão

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Valquiria  14/03/2017

Ia ser tanta gente sem mão... - Responder

Teresa cortez  07/06/2016

Vamos pra rua fazer a caminhada da marmitex. Kkkkk - Responder

Lucy  07/06/2016

O MELHOR PRESIDENTE DO BRASIL. - Responder


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‘Delegado não pode desrespeitar político’, diz Lula

lula-ministro-adriano-machado-reuters-575x350Foto: Adriano Machado/Reuters

O ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva afirmou que delegados da Polícia Federal não podem “desrespeitar político”, defendeu o afastamento de autoridades da Operação Lava Jato e criticou a autonomia policial, em conversa monitorada com o senador Lindbergh Farias (PT-RJ). ÁUDIO AQUI

“O problema é que nós temos que fazer nos respeitar. O delegado não pode desrespeitar um político, um senador, um deputado, sabe? Não tem sentido. Um cara do Ministério Público tem que respeitar”, afirmou o ex-presidente, que teve seu telefone monitorado com autorização da Justiça Federal na Operação Aletheia – no dia 4 de março, Lula foi conduzido coercitivamente pela PF para depor.

Para a força-tarefa da Lava Jato, o diálogo mostra a intenção de o ex-presidente buscar mudanças no quadro de investigadores que conduzem a operação, missão conjunta da PF e da Procuradoria da República. Aletheia atribui a Lula e familiares deles supostos crimes de corrupção, lavagem de dinheiro e organização criminosa.

As críticas de Lula atingem o coração da Polícia Federal naquilo que mais os delegados prezam: a autonomia. Eles não admitem interferência na independência da PF. Há alguns anos, os delegados lutam na Câmara para fazer andar a PEC 412/2009, que assegura autonomia à PF.

No grampo, tornado público no dia 16, Lindbergh questiona o ex-presidente, no início do diálogo, sobre “aquelas notícias”. A Lava Jato tem elementos para apontar que Lula sabia que seria alvo. A conversa gravada aconteceu antes do dia 4 de março, quando foi deflagrada a Aletheia – 24ª fase da Lava Jato – em que o petista foi levado coercitivamente para depor e endereços dele e familiares alvo de buscas.

“Aquelas notícias todas que falaram que ia ter não houve, né?”, pergunta Lindbergh.

Lula responde: “É, mas pode ter, a gente não sabe, porque é um bando de louco”.
Autonomia. “Você ouviu o delegado da Polícia Federal ontem dizendo que quer autonomia, que a troca de ministro é interferência política?”, perguntou Lula ao senador petista. Os dois estariam falando das críticas do delegado Carlos Eduardo Sobral, da Associação dos Delegados da Polícia Federal (ADPF), que havia criticado a substituição do então ministro da Justiça, José Eduardo Cardozo, por Wellington Silva – que acabou não assumindo.

“Esse delegado tem que tomar no c…, esse delegado tem que ser afastado para não falar merda”, ataca Lula.

“Todo mundo quer autonomia… Quem está precisando de autonomia nesse Pais é a Dilma. Que tem o Tribunal de Contas em cima dela, tem o Ministério Público em cima dela, tem a Polícia Federal em cima dela, tem a Justiça…, to certo? Todo mundo em cima da coitada e todo mundo quer autonomia, autonomia, vai tomar no c…, porra”, completa o ex-presidente.

Fausto Macedo, Estadão

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flavio junior  31/08/2017

tambem acho lula ladrão - Responder

Elves Alves  23/03/2016

Continuem votando em cafajestes do quilate do Lulalau. As eleições deste ano são apenas uma prévia... - Responder

Charles  22/03/2016

Realmente tem que respeitar metendo o cacete nesses bandidos. E ainda dizendo: esse é o respeito que vc merece: peia no lombo. - Responder


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Luciano  10/12/2015

O seu argumento "Ad Hominem" já demonstra o seu caráter. Passo. - Responder

Val Lima  10/12/2015

Paulo o Ex Pte fala em arroz sem "mistura".....mas o povo brasileiro com essa política ressessiva do Governo Dilma\PT tá comendo é " O PÃO Q O DIABO AMASSOU' sem direito a um copo dágua ....parabéns pelo comentário.... - Responder

Alexandre  10/12/2015

Não defendo Legenda, nem muito menos sou a favor de qualquer político, inclusive votei em Aécio, mas o comentário do Luciano logo abaixo está coberto de razão, basta fazer uma pesquisa no google sobre economia de 2001 a 2015 e comparar. Realmente o país foi recebido em recessão. http://memoria.ebc.com.br/agenciabrasil/noticia/2003-01-10/inflacao-em-2002-ultrapassou-meta-acertada-com-fmi - Responder


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Dilma fez pedaladas para repassar dinheiro a programas sociais, diz Lula

O ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva afirmou nesta terça-feira (13) que sua sucessora, a presidente Dilma Rousseff, realizou as pedaladas fiscais para honrar pagamentos de programas sociais, como o Bolsa Família e o Minha Casa, Minha Vida.

Em discurso no 1º Congresso do MPA (Movimento dos Pequenos Agricultores), em São Bernardo do Campo, Lula disse: “Eu agora estou vendo a Dilma ser atacada por culpa de umas pedaladas. Eu não conheço o processo, não li. Mas uma coisa, Patrus, que vocês têm que dizer é que talvez a Dilma, em algum momento, tenha deixado de repassar dinheiro do Orçamento para a Caixa [Econômica Federal] ou não sei pra quem, por conta de algumas coisas que ela tinha que pagar e não tinha dinheiro”.

E completou: “E quais eram as coisas que a Dilma tinha que pagar? Ela fez as pedaladas para pagar o Bolsa Família. Ela fez as pedaladas para pagar o Minha Casa, Minha Vida”.

Na semana passada, o TCU (Tribunal de Contas da União) rejeitou, por unanimidade, as contas de 2014 do governo Dilma, principalmente por causa das pedaladas fiscais. A decisão deve ser usada pela oposição no Congresso Nacional para justificar um pedido de impeachment.

Ao lado dos petistas Patrus Ananias, ministro do Desenvolvimento Agrário, e Luiz Marinho, prefeito de São Bernardo, Lula criticou ainda a oposição: “Vocês são testemunhas. Eu perdi três eleições neste país. Três. Voltava para casa, e como diria o velho [Leonel] Brizola, ia lamber minhas feridas. Eles governavam com a maior tranquilidade”, disse.

“Agora, eles perderam a quarta [eleição]. E eles não se conformam de ter perdido a quarta. Ao invés de esperar a quinta, eles não saíram do palanque, e deveriam criar vergonha, porque é importante que eles deixassem a Dilma governar este país.”

O ex-presidente destacou também os programas sociais dos governos de seu partido. “Foi exatamente para gente como vocês que nós inventamos de criar um partido político”, afirmou o ex-presidente. “Foi exatamente para gente igual a vocês, que valeu a pena a gente eleger vereador, eleger deputado, eleger governador e eleger presidente da República.”

Lula citou o Fome Zero, primeiro programa social lançado em seu governo, em 2003, como base para a criação do Bolsa Família. O petista também mencionou o ProUni e o Fies como exemplos de diminuição da desigualdade no Brasil. “É por isso que não tinha negro na universidade, é por isso que não tinha pobre na universidade, é por isso que não tinha camponês na universidade. O ventre de que uma criança nascia, a gente já sabia: ou ele vai ser engenheiro ou ele vai ser pedreiro, ou ela vai ser professora, ou ela vai ser empregada doméstica, e nós acabamos com isso neste país”.

“É exatamente na universidade, na escola de qualidade, que a gente garante igualdade de oportunidade para todas as pessoas neste país. Emana daí o ódio que está instalado neste país”, completou.

Na noite desta terça (13), Lula deve ir à abertura do 12º Congresso da CUT ao lado do ex-presidente do Uruguai e senador Pepe Mujica, em São Paulo.

Folha Press

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Caso precise, PT deve pedir doações privadas ‘de cabeça erguida’, diz Lula

O ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva disse nesta sexta (12) que, caso o PT precise recorrer a doações empresariais, a sigla deve pedir as contribuições de “cabeça erguida”, mas com a consciência de que “não pode depender só disso”.

“Não é que a gente nunca mais vai precisar [de doações privadas]. Se precisar, com a mesma cabeça erguida com que a gente dá nossos R$ 10, a gente vai pedir. Mas não podemos depender só disso, temos que depender de nós”, disse o ex-presidente durante o 5º congresso petista, em Salvador.

Nesta sexta, o PT lançou uma ferramenta na internet para receber doações de pessoas físicas e pediu a ajuda da militância.

Em discurso para delegados e lideranças de seu partido, Lula disse que não vê problema em fazer campanha de arrecadação.

“Isso não é o problema. O partido vai decidir isso na reunião do Diretório Nacional [se a legenda vai aceitar ou não doações privadas]. O problema é que o partido não pode depender só disso. O partido tem que ter consciência de que o verdadeiro militante precisa ter, como já teve, a obrigação de dar uma pequena contribuição.”

Em abril, a direção do PT decidiu que o partido não receberia mais dinheiro de empresas privadas. A decisão, porém, tinha que ser referendada no congresso da sigla, em Salvador, mas a discussão foi adiada até a votação da reforma política pelo Congresso.

Dirigentes petistas defendem a ideia de que o partido recorra ao financiamento privado somente em período eleitoral, por exemplo.

MOMENTO DELICADO

Sob alguns gritos de “volta Lula” na plateia, o ex-presidente disse que vai viajar o Brasil para “ajudar o PT a voltar a ser o que era”.

“Esse é um momento delicado do PT, mas é o momento de ressurgimento do PT, é uma questão de honra”, disse Lula.

Para ele, os parlamentares do partido precisam dedicar um fim de semana por mês a fazer o debate político partidário, nos Estados e municípios, para recuperar a imagem histórica da sigla, próxima das bases sociais.

“O PT é nosso instrumento de luta, nós temos que ajudá-lo, oxigená-lo, e fazer com que ele possa respirar aliviado”, completou.

Folha Press

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Flavio  12/06/2015

Meu Deus!!! Eles acham que somos o que???? - Responder

JOAO MARIA  12/06/2015

ainda querem mais dinheiro, estão achando pouco o que levaram - Responder

“A única prova que existe nesse processo é a da minha inocência”, diz Lula em pronunciamento oficial

O ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva se pronunciou (13) publicamente após ter sido condenado a nove anos e meio de prisão por corrupção pelo juiz federal Sérgio Moro. Em declaração à imprensa na sede do PT na capital paulista, Lula diz que a sentença aplicada por Moro tem componente político e que provará sua inocência no processo.

“A única prova que existe nesse processo é a da minha inocência”, disse o ex-presidente. “Eu acho que o Moro tem que prestar contas à história, que vai dizer quem está certo e errado”, completou. “Quem acha que é o fim do Lula, quebrou a cara”, disse.

Lula foi condenado pelo juiz em um dos processos da Operação Lava Jato por corrupção passiva e lavagem de dinheiro. O ex-presidente é acusado de favorecimento na reforma de um apartamento triplex em Guarujá, no litoral de São Paulo. Na mesma decisão judicial, Lula também fica interditado para o exercício de cargo ou função pública pelo dobro do tempo da pena privativa de liberdade, ou seja, por 19 anos. A decisão, no entanto, precisa ser confirmada pela segunda instância. Moro não decretou a prisão de Lula, que pode recorrer da sentença em liberdade.

Para Lula, a condenação é uma tentativa de tirá-lo do cenário político. Ele disse que continua candidato à presidência do país nas eleições de 2018. O ex-presidente rebateu a tese de que existem provas contra ele no processo, que o levou a ser condenado. “Queria desafiar os meus inimigos e donos meios de comunicação que fizessem um esforço incomensurável para apresentar uma única prova. Porque a única prova que eles apresentam foi um papel rasurado”, criticou.

Na decisão, Moro afirma que as reformas executadas no apartamento pela empresa OAS provam que o imóvel era destinado ao ex-presidente e que ficou provado nos autos que Lula e sua esposa Marisa Letícia (já falecida) eram os proprietários de fato do apartamento.

O ex-presidente e seus advogados disseram que vão recorrer em todas as instâncias e irão questionar a sentença do juiz Moro no Conselho Nacional de Justiça. Lula criticou o juiz, que, na sua visão, escreveu 60 páginas na condenação para se justificar pela falta de provas.

Agência Brasil

 

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Tarcísio Eimar  13/07/2017

Aí mente - Responder

Waldemir  13/07/2017

Cara de pau esse vagabundo ladrão - Responder

Maria Dantas  13/07/2017

Ele devia ganhar o troféu de o maior mentiroso do mundo, talvez do universo, por que não dizer da Via Láctea. Vixi... Esse troféu serve para o infinito e além. .. - Responder


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Vai chegar o dia em que vão pedir desculpas ao PT, diz Lula

O ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva respondeu na noite dessa quinta-feira, 1, às acusações do empresário Joesley Batista, dono da JBS, contra ele e a ex-presidente Dilma Rousseff.

Ao citar informações delatadas pelo empresário, de que a empresa teria criado uma conta bancária para abastecer as campanhas petistas à Presidência, Lula chamou Batista de “canalha” e ironizou a denúncia.

“Não quero que vocês se preocupem com meu problema pessoal”, disse Lula, sem se referir diretamente às acusações na Justiça.

“Eu provei minha inocência e vou exigir que eles provem minha culpa. Vai chegar o dia em que estaremos assistindo TV e vão pedir desculpas ao PT por tudo. Um canalha de um empresário disse que fez uma conta para mim e outra para Dilma, mas a conta está no nome dele e é ele quem mexia na conta”, disse o petista, que arrancou gargalhadas dos filiados durante o 6º Congresso Nacional do partido, realizado em Brasília.

O ex-presidente defendeu que a sigla necessita “radicalizar” politicamente e falar “para fora de casa”, para mulheres, negros quilombolas e indígenas.

“Eles estão destruindo tudo que conquistamos, eles querem a volta do trabalho escravo no nosso País. O PT tem que radicalizar em defesa da liberdade”, disse.

Ao falar sobre a necessidade do PT de tocar os “corações” de milhões de brasileiros, Lula citou como exemplo os protestos de junho de 2013.

O ex-presidente admitiu que ele e o partido não entenderam, até agora, as manifestações que tomaram conta do País há quatro anos. “Tentamos achar a resposta mais fácil”, disse, ao citar políticas de incentivo ao consumo para as classes mais baixas.

O petista aproveito para cutucar o rival Aécio Neves, senador do PSDB afastado das funções por denúncias de corrupção. “Aécio plantou vento e colheu tempestade.”

Exame, com Estadão

 

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Francisco  02/06/2017

Será que todo mundo (testemunhas, delatores, procuradores, delegados do PF etc) está mentindo e somente ele é que fala a verdade ou esse cara é muito petulante? O cara nem celular tem em seu nome e pensa que existe crime perfeito. Vamos ver onde isso vai dar. - Responder

paulo martins  02/06/2017

O Grande Chefe e seus ladrões subalternos menores saqueiam os cofres públicos e ainda têm a cara de pau de sugerir que os saqueados lhes peçam desculpas... É como dizia Millôr: o Brasil é o único lugar do mundo onde os ratos põem a culpa no queijo. - Responder

JOAO MARIA  02/06/2017

desculpa por ter acabado o Pais em poucos anos desculpa pela rede de corrupção desculpa por enganar o povo por tanto tempo desculpa por ter fudido a petrobras desculpa pelos elefantes brancos depois da copa desculpa pela quadrilha que se instalou no poder desculpa pelo projeto de perpetuação no poder................................. - Responder


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Lula volta a culpar imprensa e opositores, e diz que em todas as pesquisas vai aparecer na frente: “Vou matar eles de raiva”

Em interrogatório na Justiça Federal, o ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva disse que, apesar do volume de notícias de cunho negativo a seu respeito, seu desempenho em sondagens eleitorais continuará incomodando opositores.

“Vou matar eles de raiva, porque em todas as pesquisas vou aparecer na frente”, declarou.

A afirmação de Lula foi feita nesta terça-feira, 14, durante depoimento prestado como réu em ação penal na qual é acusado de ser o mandante de uma operação para viabilizar pagamentos ao ex-diretor da Petrobras Nestor Cerveró e evitar que ele firmasse um acordo de delação premiada com a Lava Jato.

A suposta participação de Lula no esquema foi descrita pelo ex-senador Delcídio Amaral (sem partido, ex-PT-MS) em colaboração fechada com o Ministério Público Federal (MPF) depois de ser preso.

O depoimento de Lula durou cerca de 45 minutos. O ex-presidente dedicou boa parte de seu discurso a exaltar realizações de seu governo e a reclamar da imprensa.

Citou conquistas sociais e reiterou que os órgãos de investigação tiveram mais estrutura e autonomia durante os seus oito anos de mandatos. Em alguns momentos, Lula falou em tom de desabafo.

Exame

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guilherme  14/03/2017

o pior e ele vai morrer antes de ir para cadeia seguir o exemplo da esposa - Responder

Emerson Gabriel Vieira Santos  14/03/2017

Isso prova uma coisa, ele pirou de vez ou comprou os institutos de pesquisa. Se não for uma dessas, não passa de mais um capítulo da novela: VITIMIZAÇÃO, o dramalhão mexicano vivenciado pelo PT. Quem vota em Lula? Quem vai bancar a campanha dele? Quem acredita em Lula? A militância PAGA foi embora, não tem mais cargos para distribuir, nem odebrecht, oas, camargo correia, petrobrás, correios, BNDES e os fundos de pensões para financiar o povo carente e necessitado como seus eleitores. Quem dos 13 milhões de desempregados vai votar nele? O discurso decorado dele acaba no primeiro discurso, quando não tiver mais que meia dúzia de gatos pingados em frente ao palanque para ouvir ele se vitimizar e prometer o que jamais fará. - Responder

Valquiria  14/03/2017

Pois se ninguém vota nele você nem precisava ficar aqui dizendo isso! Vocês que ficam metendo o pau em Lula é porque sabem que ele vai ganhar em 2018. - Responder


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‘Eu vou pra casa’, diz Lula, abatido após Dilma deixar o Planalto

O ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva estava abatido. Quem esteve com ele às vésperas do afastamento de Dilma Rousseff da Presidência da República diz que nunca o viu tão chateado.

Nos últimos dias, Lula teve raiva, sentiu tristeza, brigou, chorou. Mas nesta quinta-feira (12) o ex-presidente parecia apático. Ao lado da sucessora e diante de uma plateia que gritava e chamava por seu nome, Lula não reagia.

Durante o discurso de Dilma em frente ao Palácio do Planalto, poucas vezes bateu palmas, ficava com o olhar distante e, segundo aliados, parecia não estar ali. Sua chegada e saída foram os momentos em que o ex-presidente acenou ao público e cumprimentou alguns amigos e militantes petistas que o abordavam.

Pouco antes de entrar no carro e seguir para um almoço no Palácio da Alvorada junto com a sucessora, Lula despistou jornalistas numa frase que pareceu mais um desabafo: “Agora eu vou pra casa”.

Vestindo camisa social azul e blazer cinza, o ex-presidente fugiu do vermelho, cor do PT, que costumava adotar em atos simbólicos. Desta vez, foi conselho do próprio ex-presidente não fazer desta quinta-feira um dia com cara de “fim de governo” Dilma.

Lula aconselhou a sucessora a não descer a rampa do Palácio do Planalto, como ela pensava inicialmente em fazer. No lugar, disse, “saia pela porta da frente, no térreo, que estarei esperando você”.

Na terça-feira (10), quando chegou a Brasília, o ex-presidente jantou com Dilma no Palácio da Alvorada junto com o presidente do PT, Rui Falcão, Jaques Wagner (Gabinete Pessoal da Presidência) e Ricardo Berzoini (Secretaria de Governo). Na quarta-feira (11), porém, quando o Senado votou o impeachment numa sessão de mais de vinte horas, Lula não quis acompanhar a votação pela TV ao lado de Dilma.

Assessores diziam que o resultado “era esperado” e que “não tinha motivo” de fazer daquilo “um evento”.

Naquele dia, Dilma se recolheu à área privada do Alvorada por volta das 22h. Dispensou assessores e alguns ministros que a acompanhavam para assistir à sessão. Queria descansar.

Lula, hospedado em um hotel da capital perto dali, também estava exausto. O ex-presidente não conseguiu fazer desta quinta um dia sem cara de fim de festa.

Folha Press

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LUTA  12/05/2016

O bixim... - Responder

guilherme  12/05/2016

covarde tipico de um petista - Responder

Nelson Corretor  12/05/2016

Agora a farra acabou Lulinha, acorda... - Responder


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‘Se me matarem, viro mártir. Se me prenderem, eu viro herói. Se me deixarem solto, viro presidente’, diz Lula

4jan2016---o-ex-presidente-luiz-inacio-lula-da-silva-pt-convocou-as-ruas-em-seu-discurso-a-militantes-no-sindicato-dos-bancarios-em-sao-paulo-sp-apos-ser-forcado-a-prestar-depoimento-na-policia-1457138273649_Foto: Nelson Almeida/AFP

O ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva tem feito um diagnóstico positivo sobre o impacto da ação da Operação Lava Jato que o levou para prestar depoimento de forma coercitiva. A pessoas de sua confiança, ele tem dito que o PT e o governo mais ganharam do que perderam com o episódio.

“A partir de agora, se me prenderem, eu viro herói. Se me matarem, viro mártir. E, se me deixarem solto, viro presidente de novo”, disse Lula a mais de um interlocutor. Conforme o jornal “O Estado de S. Paulo” apurou, o ex-presidente mostrou-se confiante em resgatar a imagem do partido.

Lula chegou nesta terça-feira (8) à tarde a Brasília para reunir-se com a presidente Dilma Rousseff pela segunda vez em quatro dias. Nesta quarta pela manhã, o ex-presidente tem encontro marcado com o presidente do Senado, Renan Calheiros (PMDB-AL), que tem sido pressionado por alguns colegas a aderir ao impeachment.

No Congresso, a avaliação é que a ação da Lava Jato causou um efeito positivo para Lula em vários aspectos. “O episódio unificou o PT e tirou o partido da paralisia. Atualmente, não há clima mais para falar em disputa entre correntes internas”, disse o deputado Paulo Teixeira (PT-SP). Para ele, a forma como ocorreu a condução coercitiva de Lula também sensibilizou os movimentos sociais. “Até para quem não vota no Lula de jeito nenhum foi transmitida uma sensação de que houve abuso por parte da Lava Jato.”

Os advogados do ex-presidente recorreram da decisão da ministra do Supremo Tribunal Federal Rosa Weber, que negou pedido de liminar para que a Corte suspendesse a 24ª fase da Operação Lava Jato e decidisse qual órgão deve ser responsável pelas investigações contra o petista. As informações são do jornal “O Estado de S. Paulo”.

UOL, com Estadão

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JOAO MARIA  09/03/2016

COMO SE ME PRENDEREM, QUE É A ALMA MAIS HONESTA DESTE MUNDO????????? - Responder

Tarso  09/03/2016

E vai ser preso e vai virar presidiário! - Responder

Helio Motta  09/03/2016

Na Papuda tem eleição para alguma coisa? - Responder


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Serão 3 anos de ‘muita pancadaria’, mas eu vou sobreviver, diz Lula

O ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva reagiu, nesta quinta-feira, 29, às investigações por supostos crimes de corrupção que envolvem sua família. Ele pediu que ninguém fique com pena e afirmou que vai sobreviver ao que classificou de “três anos de muita pancadaria”.

“Aprendi com a vida a enfrentar adversidade. Se o objetivo é truncar qualquer perspectiva de futuro, então vão ser três anos de muita pancadaria. E, podem ficar certos, eu vou sobreviver”, afirmou o ex-presidente em discurso de mais de uma hora durante a reunião do Diretório Nacional do PT, na capital federal. Lula brincou com a Operação Zelotes, em que o seu filho mais novo, Luis Claudio, é investigado por ter recebido dinheiro de uma empresa suspeita de comprar uma Medida Provisória para beneficiar montadoras.

“Tenho mais três filhos que não foram denunciados, sete netos e uma nora que está grávida. Porra, não vai terminar nunca isso?”, disse.O ex-presidente afirmou que as investigações criaram um “problema desgraçado” na família dele. “Disseram que uma nora recebeu R$ 2 milhões. Aí vão perguntar quem está rico na família. Daqui a pouco uma nora entra com um processo contra a outra”, brincou, arrancando risos da plateia.

Eleição em SP

Apesar do desgaste do PT diante dos escândalos de corrupção e da crise econômica e política que abate o governo Dilma Rousseff, Lula avaliou que a legenda tem chances de ganhar as eleições de 2016 em São Paulo, cidade que o partido já comanda, com o prefeito Fernando Haddad.

Ele defendeu que a militância deve reagir às acusações de roubo.”Pode ficar certo que nós temos chances de ganhar a capital de São Paulo”, afirmou o ex-presidente. Ele reconheceu que o PT cometeu erros, “mas qual partido conquistou mais credibilidade do que o nosso, qual fez mais pelo povo do que o nosso?”, questionou.

Lula defendeu que, em época de dificuldades econômicas, a militância tem de ir para a rua. “A única coisa que não vale é se esconder”, afirmou. De acordo ele, o povo votará no pleito de 2016 em função da realidade de cada cidade. “Cada cidade é uma eleição, cada cidade é uma cultura diferente”, disse, defendendo que é preciso construir um programa específico para o clima de cada cidade.

“Portanto, temos que estar preparados para surpreender nossos adversários”, comentou. “Não podemos ficar de cabeça baixa ouvindo o PT ser chamado de ladrão”, acrescentou. O ex-presidente da República afirmou que os petistas que desejarem sair do partido encontrarão a mesma “porta aberta de carinho” que encontraram para entrar.

“O que não dá é para a gente disputar com companheiros que, na primeira dificuldade, querem puxar o carro”, afirmou, sem mencionar nomes em seu discurso de mais de uma hora de duração a membros do Diretório.

Isto É, com AE

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Iranilson Matos  29/10/2015

Fica calado. O cerco está fechando. - Responder

Junior pinheiro  29/10/2015

O que está acontecendo foi pensado e criado dentro das universidades e esse Sr. nunca frequentou uma delas , ao contrario foi usado por ser popular para os ruins chegassem ao poder e foi o que aconteceu!!!!só cego nao ver! era tudo um plano maquiavelico!!! - Responder

Sandro Alves  30/10/2015

Ladrão não tem direito de reclamar. Cadeia neste safado! - Responder


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PT está velho e perdeu utopia, diz Lula, que prega ‘revolução’ na sigla

criseO ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva pregou, nesta segunda-feira (22), uma “revolução” no PT e afirmou que a sigla tem os vícios de todo partido que cresce e chega ao poder.

“Não sei se o defeito é nosso, se é do governo. O PT perdeu a utopia”, afirmou.

Lula disse ainda que os correligionários “só pensam em cargo, em emprego, em ser eleito”.

“Nós temos que definir se queremos salvar nossa pele, nossos cargos, ou nosso projeto”, discursou ele, durante seminário “Novos desafios da democracia” promovido pelo Instituto Lula com a presença do ex-primeiro-ministro espanhol Felipe Gonzalez.

Filiado ao PSOE (Partido Socialista Operário Espanhol), ele foi convidado a falar sobre a experiência de seu partido ao se reerguer após denúncias de corrupção. A sigla ficou nove anos fora do poder na Espanha até conseguir voltar ao governo, quando José Luis Zapatero foi alçado ao cargo de primeiro-ministro (2004-2011).

‘AFLIÇÃO POLÍTICA’

Gonzalez disse acreditar na possibilidade de o Brasil implementar medidas anticíclicas. Segundo ele, o ajuste fiscal praticado pelo governo Dilma Rousseff vai durar cerca de um ano. Avalia, porém, que o Brasil tem “muita capacidade de investimento que pode ser concretizado neste momento”.

“Eu entendo a aflição que existe [no Brasil]. Acredito que seja mais por motivo político do que pela situação econômica.”

O evento foi aberto pelo presidente do Instituto Lula, Paulo Okamotto, convocado a prestar depoimento à CPI da Petrobras na Câmara para explicar as doações de R$ 3 milhões feitas ao instituto pela empreiteira Camargo Corrêa, investigada no esquema de corrupção da Petrobras.

Em sua fala, Okamotto questionou a democracia no Brasil e disse que as redes sociais a “complicam”. Ele definiu democracia como “exercício solitário de pensar o que é bom para as pessoas” disse que fica “com uma grande pulga atrás da orelha” sobre como consolidá-la no país.

“Estamos muito distantes do mundo desenvolvido, do mundo rico”, afirmou.

Segundo ele, a “democracia está ainda mais complicada” com o advento das redes sociais. Okamotto apontou o apoio popular à redução da maioridade penal e o fracasso da reforma política como ameaças.

“Todo mundo quer uma classe política melhor. Mas essa reforma política, para mim, é uma decepção”, discursou.

INTERNACIONAL

Participante do encontro, o ministro da Educação, Renato Janine, afirmou que governos eleitos estão “sofrendo fortes ataques” na América Latina. E perguntou a Gonzalez sua opinião a respeito.

O espanhol -um dos críticos do governo Maduro- respondeu que um governo que não respeita as forças políticas de seu país perde a legitimidade, as eleições e a natureza.

Questionado especificamente sobre sua viagem a Venezuela, Gonzalez disse que está “preocupado” com a crise enfrentada pela Venezuela porque acha improvável que o governo esteja aberto ao diálogo. “Não acredito em conspiração internacional golpista para derrubar os governos”, disse.

Ele disse ainda que está preocupado com ondas de intolerância no Brasil. “Vejo sinais de intolerância. Fico preocupado porque o Brasil é um país de tolerância, de convivência.”

Ao lado de Gonzalez, Lula também criticou o assassinato do ditador Sadam Hussein. “Alguma vez ele te causou problema?”, perguntou a Gonzalez.

A programação original não previa um discurso de Lula -o petista pediu a vez quando o tema foi imprensa. Ao ouvir o debate sobre Venezuela, Lula mandou um bilhete para a assessora Clara Ant, que presidia a mesa, avisando a intenção de falar.

“Nem tem muita oposição aqui. A oposição [no Brasil] é pela imprensa”, disse ele, defendendo a regulamentação da mídia e afirmando que “nove famílias controlam” o setor no país.

Folha Press

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charles  22/06/2015

A revolução que vai acontecer e essa cambada sair do poder o mais rápido possível. - Responder

  23/06/2015

Os correligionários só pensão em cargos, emprego e ser eleito. Uma frase dessa só podia sair de uma pessoa que toma cachaça, o Lula só pode ter tomado uma(51) pra falar uma besteira dessas. E ele só pensa em quer? Ele toma café almoça e janta política e ainda não se tocou que o que ele falou é justamente o que pratica. Basta lembrar o estardalhaço que fez na campanha, para reeleger a mentirosa. Só pode estar de brincadeira ou melado mesmo. - Responder

PT tem chance de continuar governando País com 'reorganização', diz Lula

O ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva, já um virtual candidato petista para as eleições de 2018, afirmou o PT precisa tirar lições da disputa apertada de 2014 e se reorganizar para se manter no poder. “Temos que tirar as lições da dureza desse processo eleitoral, nós temos que saber que uma próxima eleição vai ter se dar numa outra lógica política”, afirmou, em mais um vídeo de uma série que tem sido divulgada pelo Instituto Lula.

Para o ex-presidente, “o aperto” dessas eleições pode ser explicado pelo desgaste do partido, que comanda o País há 12 anos – sendo dois mandatos do próprio Lula e um da presidente reeleita Dilma Rousseff. “Tem um processo de ascensão de outro lado. Eles foram muito duros e acho que serviu como lição para nós”, disse, sem citar diretamente o PSDB, partido com o qual o PT tem travado a polarização na política brasileira. Lula disse ainda que a quantidade de votos angariados pelos tucanos tem mantido o patamar nos últimos anos, com exceção da candidatura de Geraldo Alckmin, em 2006. “Isso significa que tem uma quantidade de votos no País para o setores conservadores”, afirmou.

Segundo ele, o que explica a margem de votos mais apertada no pleito deste ano é que o PT sofreu um processo de desmobilização. “Nós perdemos um pouco de base”, afirmou, destacando que partidos como o Psol e o PSTU saíram do PT e que o partido perdeu figuras importantes como a ex-ministra e candidata derrotada à Presidência Marina Silva. “O Eduardo Campos saiu da nossa base de apoio”, completou, referindo-se ao ex-governador morto em acidente aéreo durante a campanha eleitoral. “Nós perdemos um pouco de apoio e esse apoio foi para o outro lado.”

O ex-presidente afirmou que o partido precisa aproveitar os próximos quatro anos do mandato da presidente Dilma para “tentar reorganizar a base de alianças com setores mais a esquerda da sociedade”. “Se fizermos isso acho que nós voltaremos a ter grandes chances de continuar governando o país”, disse.

Lula tem sido tratado por lideranças do partido como o candidato natural para disputar a Presidência em 2018. O ex-presidente tem usado o discurso de que “ainda é cedo” e que precisa ver “estará vivo até lá”. No entanto, antes mesmo de Dilma começar o segundo mandato, Lula tem mostrado que pretende ser um homem mais ativo no governo e no cenário político, o que lhe daria ainda mais força para a disputa.

Reforma política

No vídeo, Lula voltou a defender a necessidade de uma reforma política e defendeu o financiamento público de campanha. “A reforma política passa a ser imprescindível a começar pelo financiamento público, quem sabe pelo fim das coligações proporcionais, quem sabe pela lista apresentada por cada partido mas não pode continuar do jeito que está”, disse.

fonte: Estadão Conteúdo

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