FOTO: 'Termômetro' para Copa, protestos mobilizam menos que o esperado

2014-714468311-2014051506451.jpg_20140515A quinta-feira foi marcada por protestos em diversas cidades do Brasil. A maioria das manifestações criticava os gastos do governo com a Copa do Mundo, mas também houve protestos de grupos como profissionais em greve e associações de sem-teto.

Apesar das mobilizações em 14 capitais do país e algumas ações de impacto, a mobilização ficou aquém do esperado pelos grupos envolvidos na convocação dos protestos, que anunciavam a volta das grandes multidões de manifestantes às ruas, como em junho do ano passado.

Os protestos simultâneos, batizados de “15M” pelos organizadores, eram considerados por analistas e membros do governo como um “termômetro” de como poderiam ser as manifestações populares durante a Copa do Mundo.

Coordenados pelo Comitê Popular da Copa de São Paulo e com participação de dezenas de movimentos sociais, grupos de estudantes, sindicatos e diferentes entidades, os protestos desta quinta-feira reuniram poucos milhares de pessoas, concentrados em menos cidades do que o anunciado inicialmente.

Os organizadores também haviam anunciado a realização de protestos internacionais, em várias cidades do mundo, mas não houve nenhuma mobilização significativa contra a Copa do Mundo fora do Brasil.

Movimentos organizados

O que se viu nas ruas do Brasil nesta quinta-feira foi, de fato, um número menor de manifestantes exclusivamente ligados aos grupos anti-Copa ou até sem afiliação alguma, como em junho do ano passado, e um contingente muito mais expressivo de diferentes movimentos sociais organizados e setores já em greve ou ameaçando paralisações.

As maiores mobilizações ocorreram em São Paulo, onde um protesto de sem-teto pela manhã reuniu cerca de 2 mil pessoas em frente ao Itaquerão, estádio que sediará a abertura da Copa, 5 mil professores da rede municipal em greve fizeram passeata em vias do centro expandido e cerca de 1.500 protestaram à noite contra os gastos para a Copa na avenida Paulista.

No centro do Rio, professores que marchavam por melhores condições de trabalho se uniram a manifestantes que protestavam contra a Copa. Houve alguns confrontos e a polícia usou spray de pimenta para dispersar manifestantes.

Em Recife, o dia foi caótico, com o envio da Força Nacional e do Exército para tentar conter saques e distúrbios após três dias de greve da Polícia Militar – que já cruzou os braços no mês passado em Salvador, e, segundo analistas, ameaça parar também no Rio Grande do Norte. Os policiais pernambucanos decidiram encerrar a greve por volta de 20h, depois de serem vistas cenas como a de um grupo dando tiros para o alto e dando início a um saque a um supermercado.

Brasília, Belo Horizonte e Porto Alegre também tiveram protestos, e na capital mineira houve mais confrontos do que no Rio, por exemplo, mas nada comparável às cenas registradas na capital paulista.

Outra diferença são as demandas atuais. Em junho de 2013, os manifestantes tinham como demandas mais concretas as exigidas pelo Movimento do Passe Livre (MPL) – redução das tarifas e adoção do passe livre – em meio a uma série de outras queixas bastante amplas, como corrupção, falta de investimentos em saúde e educação, e gastos com a Copa.

Agora, há grupos com demandas muito específicas, como moradia. Em São Paulo, não só o problema é palpável e diário, como os movimentos tomam ação concreta (vide as mais de 20 ocupações em curso, inclusive a que ocorre a poucos metros do estádio que sediará a abertura da Copa).

“O momento é extremamente difícil. Nós estamos há três anos tentando contato com o governo. Temos reintegrações de posse marcadas, remoções forçadas. Aumento dos aluguéis, pessoas perdendo moradia. Em abril os movimentos realizaram mais de 20 ocupações só em São Paulo”, explica à BBC Brasil Benedito Roberto Barbosa, de 53 anos, advogado e membro da coordenação da UMM (União dos Movimentos de Moradia).

Ele diz que duas reintegrações de posse estão marcadas na capital paulista para os dias 25 e 30 de junho, já durante o Mundial, e que certamente haverá resistência. “A questão da moradia mostra duas das faces mais perversas dos efeitos do megaevento para o país. De um lado as remoções forçadas para as obras, e do outro a especulação que faz com que os preços dos aluguéis se tornem impagáveis”, diz.

Planalto e protestos na Copa

Diante deste cenário, é difícil prever o que está por vir nestes 26 dias que antecedem o Mundial e também durante o torneio.

Relatos apontam que na visão do Planalto houve”baixa adesão” e que tanto a presidente Dilma Rousseff quanto seus principais assessores comemoraram como positivo o saldo desta quinta-feira, que poderia ter sido uma reedição de junho de 2013 caso as mobilizações tivessem tomado as proporções que seus organizadores esperavam.

Mas seja com o retorno do público que saiu às ruas no ano passado ou com a nova configuração que mescla sindicalistas, movimentos sociais e estudantes, uma eventual intensificação dos protestos durante a Copa pode forçar o governo a colocar em prática sua estratégia de segurança de quase R$ 2 bilhões e fazer uso das milhares de armas não letais (como balas de borracha e bombas de gás lacrimogêneo) compradas nos últimos meses – o que certamente deve ter um impacto internacional, como afirmou recentemente à BBC Brasil o especialista americano Christopher Gaffney.

“Para os executivos e grandes corporações internacionais, agrada ver que o Estado brasileiro está disposto a usar a força para defender seus interesses. Para o turismo e para mostrar que aqui se vive um estado democrático de direito, no entanto, será péssimo se as cenas de violência de junho do ano passado se repetirem agora”, avalia o geógrafo, que é professor-visitante de pós-graduação na Universidade Federal Fluminense (UFF) e vem analisando as mudanças em curso no Brasil devido aos grandes eventos.

UOL via BBC Brasil

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Afra Andrade  16/05/2014

Temos em nosso país, uma saúde que mutila e mata a míngua seus patriotas, uma segurança pública ineficaz que expõe o cidadão as piores aberrações já vistas neste planeta, uma educação que é de dar vergonha, temos uma corja de políticos farsantes que vivem da miséria do povo, somos a sétima potência econômica do mundo e também uma das primeiras em corrupção. É esse mesmo (Brasil) o país “da copa”, da pouca vergonha, dos altos impostos, da roubalheira e da impunidade! - Responder

Júlio Dalcin  16/05/2014

Tá minguando. " Nós podemos falar de futuro." - Responder

TITICO  16/05/2014

SÓ TAVA A IMPRENSA BOTANDO PILHA. VERGONHA, VAMOS TRABALHAR PARA CONTINUAR MUDANDO NOSSO PAÍS. O MUNDO ESTÁ NO BRASIL E DEVEMOS FAZER O MELHOR. - Responder

Projeto federal veda anonimato em protestos

O projeto de lei que o governo enviará ao Congresso para conter a violência em manifestações aumenta as punições em caso de dano ao patrimônio público e proíbe mascarados de circularem sem identificação pelas ruas. Prevista para ser apresentada nesta semana, em regime de urgência, a proposta também prevê o agravamento da pena para quem cometer atos de lesão corporal.

“Quem quiser pintar o rosto pode pintar, mas o projeto veda o anonimato. É permitido o uso de máscara desde que as pessoas se identifiquem à autoridade policial”, disse ao Estado o ministro da Justiça, José Eduardo Cardozo. “As pessoas têm de arcar com as consequências do que fazem, não podem se esconder atrás de uma camisa cobrindo o rosto. Ninguém pode se infiltrar em manifestações para depredar o patrimônio, agredir, matar e não ser punido.”

Pelo projeto de lei, os manifestantes mascarados que se recusarem a apresentar a identificação incorrerão em crime de desobediência. “E casos de reincidência configuram sanção penal mais elevada”, afirmou Cardozo.

A pena existente hoje para danos ao patrimônio público é de seis meses a um ano de reclusão. Na avaliação do governo, trata-se de penalidade “muito baixa”, que precisa ser reforçada. “Em vários países, como a França e o Canadá, existem leis mais duras, que garantem a liberdade de expressão, mas coíbem com rigor a prática de crimes, os atos de vandalismo. É isso que estamos fazendo”, insistiu o ministro.

O governo está preocupado com o clima de insegurança provocado no País perto da Copa do Mundo, num ano em que a presidente Dilma Rousseff disputará a reeleição. Além disso, na avaliação do Palácio do Planalto, a participação dos black blocs e mascarados em protestos provoca medo generalizado, sensação de descontrole e acaba diminuindo a adesão de pessoas que só querem se manifestar livremente.

Apesar desse diagnóstico, o governo não aprovou a ideia do secretário da Segurança do Rio, José Mariano Beltrame, que dá nova configuração ao crime de formação de quadrilha. Para Beltrame, a quadrilha já poderia ser caracterizada quando duas pessoas – e não três, como é hoje – se reunissem para cometer atos ilícitos. Na semana passada, um cinegrafista da TV Bandeirantes foi morto após ser atingido por um rojão durante manifestação no Rio.

Crítica. A proposta de Cardozo, no entanto, já provoca polêmica. Na opinião do presidente da Força Sindical, Miguel Torres, o Palácio do Planalto quer restringir a liberdade de expressão. “Esse projeto é antidemocrático e chavista. Parece que estamos na Venezuela”, criticou Torres. “O que nos causa estranheza é ver integrantes do governo Dilma, que sofreram a repressão do Estado na época da ditadura, quererem agora criminalizar as manifestações com uma espécie de A-I 5 social.”

Cardozo negou que o projeto de lei tenha o objetivo de coibir atos públicos e protestos contra o governo. “Queremos garantir a liberdade de manifestação, mas vamos atuar com rigor contra a violência e a prática de crimes”, insistiu o ministro.

Estadão

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Dilma convoca ministros para reunião de emergência sobre protestos anticopa

DilmaBicoAMar300Em viagem ao exterior, Dilma Rousseff convocou uma reunião de emergência para quando retornar ao Brasil. Chamou para o encontro três ministros: José Eduardo Cardozo (Justiça), Celso Amorim (Defesa) e Aldo Rebelo (Esportes). Pretende esboçar uma estratégia para lidar com os protestos contra a realização da Copa do Mundo.

Dilma tomou essa decisão após ouvir relato sobre as manifestações de rua ocorridas no final de semana, informa o Estadão. Num desses protestos, em São Paulo, a PM perseguiu um jovem de 22 anos. Baleado por um policial, o manifestante foi levado para o hospital, onde se encontra em estado grave.

Surpreendida pelo ronco de junho do ano passado, uma espécie de sorvo de gigante que levou embora quase metade de sua popularidade, a presidente agora se esforça para antever os fatos, esvaziando-os. Tenta evitar que as ruas voltem a ferver durante a Copa. Parece intuir que o prejuízo eleitoral pode ser grande.

Josias de Souza – UOL

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Luciano  27/01/2014

É só compara o que foi feito no RN pelo governo federal na época de Lula/Dilma com tudo que foi feito na época de FHC e cia. O grande problema do Brasil é gestão municipal e estadual....no RN a governadora do DEMO é exemplo de incompetência. Infelizmente para o menos esclarecidos, tudo de problema é colocado na conta do governo federal. Errado! Saúde e educação de base é dever do estado e múnicípio!!!! Para mim federalizava tudo! Será q a polícia federal é ruim? E o presídio federal de Mossoró? Já fugiu algum preso de lá? E as escolas técnicas federais? O ensino é bom nessas escola ou se assemelha as escolas de dona Rosa? E as UPAS com ajuda do governo Federal? E as BRs têm os mesmo padrões das RNs da dona Rosa? A gerência estadual é que é um desastre! A do município melhorou um pouco com a gestão do sr Carlos Eduardo. Para os mais novos que nao viveram os desastrososs anos 80 e 90, sugiro ao governo federal começãr a passar uns filmes mostrado o desespero da época..... - Responder

Rômulo Sartoretto  27/01/2014

Quando o país foi escolhido para sediar a copa, ninguém protestou. Quando a construção das arenas e seus respectivos valores foram exposto a público, ninguém protestou. Agora que a estrutura da Copa está praticamente pronta, querem protestar? Eu acho que os protestos estão totalmente fora de tempo. De que adianta, depois de todo o dinheiro público gasto, quererem sabotar o evento? A quem o fracasso da Copa do Mundo interessa? Quem está por trás desses pseudo-anarquistas que protestam querendo destruir tudo o que encontram pela frente? São perguntas que nos levam à reflexão... - Responder

Carlos Alexandre  27/01/2014

Isso é sério mesmo? O PT preparando uma operação ABAFA? Direito a liberdade de expressão e comunicação só vale para o PT quando não está no poder??? Dizem que foi o PT que desvirtuou o foco dos protestos ano passado dando corda e visibilidade aos baderneiros , será?? Vou repetir a pergunta que está na moda, Que país é esse?? Onde vamos chegar?? - Responder

MPRN e demais órgãos atuarão de forma contundente contra protestos

O Ministério Público do Rio Grande do Norte participará dos esforços do Município de Natal e das polícias civil, militar e rodoviária federal, que atuarão integrados com planos emergenciais de pronta resposta para evitar que se repitam novos protestos com obstrução de vias públicas que causem danos à coletividade e ao regular fluxo de pessoas e veículos, como o registrado na última quarta-feira, dia 04/12, promovido por um pequeno grupo de permissionários do sistema de transporte alternativo.

Em reunião articulada pelo MP e realizada na manhã desta sexta-feira, dia 06/12, na sede da Procuradoria-Geral de Justiça, foi deliberado pelo esforço conjunto para uma resposta contundente de todos os órgãos participantes, contra manifestações consideradas abusivas, irresponsáveis e criminosas.

Ficou certo que serão instaurados inquéritos policiais para apurar a responsabilidade de todos os autores dos fatos ocorridos no meio da semana, identificando supostamente àqueles que são permissionários do município, e que em se tratando do cometimento de novas manifestações semelhantes, a polícia deverá promover a apreensão e retirada imediata de qualquer instrumento utilizado para a obstrução das vias públicas, empregando progressivamente o uso da força necessária.

A mesma orientação para o desbloqueio das ruas e avenidas da cidade foi direcionada à autoridade municipal de trânsito que deverá usar seu poder de polícia para remoção de veículos, solicitando, caso preciso, o apoio policial.

Os representantes ministeriais reforçaram ao Procurador-Geral do Município a importância de se excluir da licitação do transporte qualquer cláusula imposta por grupos de pressão e comemoraram a decisão do desembargador Amaury Moura Sobrinho, que deferiu liminar em Ação Direta de Inconstitucionalidade (ADIN) proposta pelo MP, dispensando de aprovação da Câmara Municipal de Natal ato de concessão ou permissão do serviço público como o do transporte coletivo ou do lixo  urbano.

Entre as medidas para evitar abusos como o vivenciado na última quarta-feira e antecipar eventuais respostas, o Ministério Público Estadual e os demais órgãos envolvidos, alvos de Recomendação da Instituição, compartilharão informações estratégicas para o melhor cumprimento de suas atribuições.

MPRN

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Luciana Morais Gama  06/12/2013

No caso dos alternativos o Ministerio Publico deveria observar os seguintes topicos; 1) Quanto eh pago por ano de ISS pelos alternativos e se nao pagam, porque. 2) Verificar atraves de BLITZ ou pelo sindicato da categoria a documentaçao de todos os micros que circulam, se estao em dia com o pagamento de IPVA, seguro obrigatorio, seguro de passageiros, taxas do detran e quantidades de multas de transito que os mesmos tem e porque. 3) Solicitar as carteiras de motoristas de todos os condutores para saber se sao habilitados para a funçao. 4)Verificar se as carteiras de trabalhos dos motoristas e cobradores estao assinadas e se os salarios sao os das categorias. 5) Inspecionar o estado de manutençao dos micros, como estado dos pneus, freios, vidros, bancos etc. Fica aqui a minha simples ajuda, para que a populaçao tenha um transporte alternativo de QUALIDADE. - Responder

O MAIS HUMILDE: Morador de rua é o 1º condenado após onda de protestos no país

 Um morador de rua é o primeiro condenado após participação em manifestação ocorrida no Rio neste ano –provavelmente, também o primeiro no país.

Acusado de porte de artefato explosivo, ele terá de cumprir cinco anos e dez meses de prisão em regime fechado, segundo decisão de primeira instância da Justiça estadual. Cabe recurso.

Rafael Braga Vieira, 26, foi detido em 20 de junho, dia da maior manifestação ocorrida na cidade, com participação de 300 mil pessoas, segundo especialistas da Coppe/UFRJ.

O protesto terminou com um rastro de destruição no centro. Naquele dia, cinco pessoas foram presas e três menores de idade foram apreendidos por policiais.

De acordo com a polícia e o Ministério Público, Vieira foi detido com dois coquetéis molotov saindo de uma loja abandonada na avenida Presidente Vargas.

‘PINHO SOL’

Na delegacia, ele afirmou ser morador de rua e catador de latinhas. A defesa alegou que nas garrafas havia desinfetante da marca “Pinho Sol” e água sanitária.

O caso ganhou as redes sociais. Em uma delas, o grupo Anonymous lançou uma campanha por sua liberdade.

O nome de Vieira e de outros presos durante manifestações consta do relatório encaminhado pela ONG Justiça Global à comissão de direitos humanos da OEA (Organização dos Estados Americanos).

Em sua sentença, o juiz Guilherme Schilling Pollo Duarte, da 32ª Vara Criminal, considerou a versão da defesa “pueril” e “inverossímil”. De acordo com o magistrado, laudo pericial “atesta que uma das garrafas tinha mínima aptidão para funcionar como coquetel molotov”.

“O etanol encontrado dentro de uma das garrafas pode ser utilizado como combustível em incêndios, com capacidade para causar danos materiais, lesões corporais e o evento morte”, diz o juiz.

Duarte definiu a pena em regime fechado considerando a reincidência de Vieira. Ele já foi condenado e cumpriu pena duas vezes por roubo. Vieira já está preso preventivamente em Japeri.

A Defensoria Pública, responsável pela defesa dele, disse que não foi notificada.

Folha

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Sergio Nogueira  04/12/2013

Independente da condição social de quem participa destes atos de terrorismo urbano, as penas devem ser deveras. A sociedade não pode ficar refém de um grupelho de arruaceiros. - Responder

Cobertura negativa sobre o Brasil na mídia internacional bate recorde após protestos de junho

O número de reportagens com teor negativo sobre o Brasil veiculadas na imprensa internacional atingiu 36% do total no 2º trimestre do ano, um recorde desde que a pesquisa começou a ser feita, em 2009.

Foram 425 reportagens negativas nos meses de abril, maio e junho, de um total de 1.167, segundo levantamento da agência Imagem Corporativa em 15 veículos internacionais. O principal motivo da alta é a cobertura dos protestos de rua de junho. Também contribuiu para o índice o estupro de uma turista americana em uma van do Rio de Janeiro, em abril.

Para efeito de comparação, no trimestre anterior apenas 24% dos artigos monitorados apresentaram viés negativo sobre o país (gráfico abaixo).

teor-das-reportagens-evolucao-no-tempoEm números absolutos, o 2º trimestre registrou um crescimento de 64% de reportagens negativas em relação ao período anterior. No 1º trimestre, a pesquisa havia captado 259 textos com esse teor, de um total de 1.069 artigos.

O levantamento aponta crescimento de 9,16% do número de reportagens citando o Brasil no 2º trimestre, tanto negativas quanto positivas. Além dos protestos, contribuíram para a alta a Copa das Confederações e a eleição do embaixador brasileiro Roberto Azevêdo para a direção da Organização Mundial do Comércio.

Veículos. O meio de comunicação que mais publicou reportagens sobre o Brasil no 2º trimestre foi o chileno El Mercurio, com 18,77% dos textos monitorados. Em seguida vem o britânico Financial Times, com 15,08% das reportagens, seguido pelo argentino Clarín, com 14,57% (gráfico abaixo).
textos-por-veiculo

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Rosalba diz que democracia brasileira suporta manifestações populares

“Nós podemos fazer, sim, realizar manifestações pacíficas como a que ocorreu ontem, não só em Natal, em todo o País”, disse a governadora Rosalba Ciarlini, ao analisar o movimento que reuniu cerca de 20 mil pessoas na tarde de quinta-feira, na capital.

Segundo a governadora, a manifestação, na maior parte do tempo, “foi marcada pelo equilíbrio, muito embora tenha sido necessário conter algumas explosões daqueles que não estavam sintonizados com os objetivos da manifestação”.

Rosalba ressaltou que, “apesar de muito jovem, a democracia brasileira deu uma demonstração de amadurecimento. Milhares de pessoas tomaram as ruas de todas as capitais brasileiras de maneira pacífica sem que essas manifestações, em nenhum momento, colocassem em risco as instituições brasileiras”.

A ausência de partidos políticos e de entidades sindicais foi um ponto ressaltado pela governadora. “Talvez isso tenha contribuído para dar mais força e dimensão às manifestações populares em todo o País”.

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VILMA LÚCIA S. NEVES  23/06/2013

Mais uma vez a governadora do RN se pronuncia como se ela fosse parte dos anseios do povo, como se fosse parte do exercício democrático. Não, ela não faz parte. Ela é tão resquício do modelo de governos centralizadores, conservadores e do descaso com a sociedade quando Agripino Maia e outros de igual amoralidade política. Rosalba ao deveria se pronunciar num momento como este porque seu governo é um dos grandes motivos para que este MOVIMENTO exista no RN. Mais uma vez ela se mostra "cara de pau", sem o mínimo de responsabilidade e coerência entre o diz e o que faz. Crianças (bem como pessoas de todas as idades) morrem à míngua nos hospitais do RN), e ainda, deve-se levar em consideração que o RN conta de fato como 1 (um) único hospital que deveria ter condições de atender prontamente a toda população em casos de risco. Todavia, pessoas doentes são tratadas como lixo humano. A realidade é cruel. A coisa mais difícil é ter um leito na UTI. sempre falta leitos de qualquer natureza. Os médicos SEMPRE insuficientes para atender a demanda. Medicamentos? Meus Deus!! Não existe. É vergonhoso ir aos hospitais no RN. Pessoas deitadas no chão do Hospital Walfredo Gurgel enquanto esperam atendimento é uma constante. Uma criança de 6 (seis) anos de idade esperou para operar o braço quebrado em 2 (dois) lugares por 2 (dois) dias! Isto é um absurdo. Mas não é NADA tendo em vista o que acontece diariamente naquele inferno que costumamos chamar de hospital. As escolas do RN estão sucateadas. As estruturas das escolas, os equipamentos, as condições de trabalho, a merenda escolar, a qualificação profissional, os salários dos profissionais da educação, tudo faz vergonha. Tudo é uma questão de indignação da população. Entretanto, a ignorância política da sociedade em geral faz com que esta situação se perpetue. Se a sociedade começar, mesmo tarde, dizer NÃO a políticos oportunistas, corruptos e incompetentes no que diz respeito a elaboração, implantação e implementação das políticas públicas, toda esta situação de descaso IRÁ DIMINUIR, já que acabar é um sonho distante. Digam NÃO o Rosalba e toda sua corja! Rosalba não pertence a este momento de despertar democrático. Rosalba não respeita a população que a elegeu, não merece está no cargo que a população lhe concedeu nas urnas. Mas, não vamos nos restringir a uma crítica única. Que os Movimentos sociais que acabam de se iniciar tomem forma mais organizada. Que seus organizadores saibam dirigir suas reivindicações de maneira clara e direcionada. Que os orquestradores e patrocinadores do vandalismo existente em todas as cidades sejam punidos com o rigor da lei. O patrimônio chamada público é porque somos nós, todos nós cidadãos seus donos. Zelemos por ele. Nos custa muito caro. O patrimônio público é o que nos resta depois de todos os milhões que nos são roubados pelos políticos que elegemos por falta de conhecimento, por falta de cultura cívica, por sermos uma ainda uma Nação nanica no que diz respeito a prática da cidadania, ao exercício da democracia. Ainda votamos em troca de um emprego, de uma cesta básica, de um saco de cimento ou de uma prótese dentária. Mas, não somos de todo responsáveis. Somos vítimas também dos nossos governantes que a todo custo nos mantém sob o domínio da ignorância. Discordam? Pesquisem: 1. percentual de brasileiros analfabetos; 2. percentual de brasileiros alfabéticos funcionais; 3. percentual de brasileiros que concluem o ensino fundamental; 4. percentual de brasileiros que concluem o ensino médio; 5. percentual de brasileiros que concluem o ensino superior. E pasmem o os ridículos números de mestre e doutores. Chega ser patético se compararmos com os percentuais de muitos países da América Latina. Bem, vamos refletir. Falei de percentuais no Brasil, mais chamo atenção de todos vocês, no RN estes números são CRUÉIS. temos a penúltima educação do Brasil em qualidade de forma geral, bem como: em índices de aprovações, em salários dos professores, em estrutura física e números de escolas, e, lamentavelmente nas condições de trabalho dos profissionais da educação e da distribuição da merenda escolar. Lamentemos! Vamos aos Movimentos legítimos e dignos. Que os políticos que estão ainda no poder, se recolham de medo da democracia (pois Ela, a democracia, deve ser um monstro horrível na visão deles)! Que eles passem a nos respeitar, pois é o mínimo que merecemos. - Responder

Fábio  22/06/2013

Ela não teve coragem de renunciar ao ICMS do diesel q ia baixar 5 centavos na passagem de onibus. ELA TA É COM MEDO. MAS JAJÁ CHEGA SUA HORA ROSA MURCHA. - Responder

DJ' Manynho  22/06/2013

Ela ta é com medo do povo pedir a sua saída o que já merece faz tempo, FORA ROSALBA! - Responder


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Dilma vai fazer pronunciamento em rede nacional às 21h desta sexta-feira

A presidente Dilma Rousseff vai fazer um pronunciamento em cadeia de rádio e TV nesta sexta-feira (21) às 21h. A decisão pela declaração foi tomada durante reunião pela manhã com seus ministros, convocada ontem para avaliar o efeito dos protestos sobre a imagem do país e decidir o que fazer em termos de segurança.

Em seu discurso, a presidente pretende sinalizar com mais ênfase que há total controle das políticas públicas do governo, sobretudo as com impacto social junto à classe média, e quer lembrar os canais institucionais de participação social. Isso, na avaliação de assessores do Planalto, é uma forma de mostrar respeito às cobranças dos movimentos mais afins à política petista.

A guinada conservadora dos discursos, também detectada pelo Planalto e exposta à presidente nas várias reuniões ao longo do dia, porém, ainda é objeto de análise. A declaração à nação seria uma forma de diminuir uma parte dos descontentamentos, para que haja tempo de diagnosticar a guinada conservadora de algumas parcelas de manifestantes.

Dilma deve ainda agendar reunião com governadores e também prefeitos para debater a pauta de reivindicações dos manifestantes e discutir formas de adotá-la.

Ela fez mais de uma reunião pela manhã com ministros para discutir o risco de as manifestações seguirem sem controle no país, o que pode colocar em risco os jogos da Copa das Confederações, além de prejudicar a imagem do país perante investidores estrangeiros.

Da Folha

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Justiça nega pedido de liminar para proibir "tropa de braço" da PM em protesto

A Justiça de São Paulo negou hoje (13) pedido de liminar em mandado de segurança apresentado pelo grupo Advogados Ativistas que pedia a proibição da chamada “tropa de braço” da Polícia Militar (PM) na manifestação contra a Copa do Mundo programado para hoje. A decisão é provisória e cabe recurso.

Em seu pedido, os Advogados Ativistas, grupo formado por voluntários da área jurídica que acompanham as manifestações de rua em São Paulo, solicitaram o fim do cordão de isolamento e das revistas sem fundamento e ainda para que não houvesse ação policial contra os manifestantes. Os advogados pediram também que os policiais que atuarem na manifestação utilizem “de forma visível” a tarjeta de identificação, que não utilizem táticas de cercar e isolar participantes das marchas e que não sejam feitas prisões para averiguação.

No documento que foi encaminhado à Justiça, os advogados lembraram da última manifestação contra a Copa, ocorrida no dia 22 de fevereiro, quando 262 pessoas foram detidas, entre elas diversos jornalistas. “Enquanto a manifestação percorria pacificamente as ruas do centro de São Paulo, a Polícia Militar interrompeu, sem legítima causa, utilizando-se da tática denominada Panela de Hamburgo ou kettling, nome derivado do termo em inglês kettle para chaleira e do alemão kessel para caldeirão, técnica que consiste em cercar e isolar as pessoas dentro de um cordão policial para posteriormente encaminhá-las ao Distrito Policial. Feita a Panela de Hamburgo, os policiais fecharam a rua com dois cordões de isolamento, de forma a manter, nos limites dos mesmos, isolados, os manifestantes que, repita-se, permaneciam em atitude claramente passiva”, diz o pedido dos advogados.

O protesto Não Vai Ter Copa, feito em fevereiro, reuniu aproximadamente 1,5 mil pessoas. Os 262 detidos foram encaminhados para sete distritos policiais da região central da capital paulista. Todos foram liberados após prestarem depoimento. Durante o ato, agências bancárias foram depredadas e houve confronto entre manifestantes e policiais. De acordo com a PM, 2,3 mil homens participaram da operação, sendo 200 com treinamento em artes marciais.

Um levantamento feito pela Associação Brasileira de Jornalismo Investigativo (Abraji) apontou que 19 jornalistas foram detidos ou agredidos durante esse protesto. Segundo o levantamento, em todos os casos os jornalistas apontaram a Polícia Militar como agressora.

O terceiro ato contra a Copa foi convocado pelo Facebook e, até o início da tarde de hoje, contava com a confirmação de quase 14 mil pessoas. O protesto está marcado para hoje, a partir das 18h, com saída prevista do Largo da Batata. “O Brasil receberá a Copa do Mundo de 2014, porém a população que não foi consultada é quem vai pagar o preço. Tudo não passa de um grande espetáculo com o dinheiro do contribuinte”, diz a mensagem no Facebook, que convida os internautas a participarem do protesto.

Procurada pela Agência Brasil, a Polícia Militar ainda não confirmou a intenção de utilizar a “tropa de braço” na manifestação de hoje.

Agência Brasil

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Sergio Nogueira  13/03/2014

Eu sinceramente me recuso a acreditar que com mais esse tipo de ação não exista um Advogado sequer que não se enoje com a lama que outros profissionais fazem questão de lançar à sociedade. Proibir a ação da PM contra essa corja de maconheiros, essa horda de vândalos? Como alguém se presta a isso? Talvez isso explique bem o conceito que essa outrora respeitada classe tem hoje nos mais variados meios de nossa população. Uma pena que não faz muito tempo usar o anel de rubi era motivo de orgulho, hoje de vergonha. - Responder

neto  14/03/2014

Esses profissional que esta defendendo esses vandalos por quer esses advogados nao leva eles para morar na casa deles ja que sao tam bonzinho esses bando de vagabundo isso e uma vergonha para agente nao adianta ja estao feitos todos os estadios entao fiquen calados - Responder

FOTOS: Por segurança, moradores interditam rodovia em Baraúna-RN

82f9e6c4fcf79375b91482bbe18b0a7c d50b82752a64da7c02acce3fb8978ea5Fotos: Marcos Jacinto – Extraídas de O Câmera

Moradores de Baraúna, município situado na região Oeste do RN, e das comunidades vizinhas, interditaram a RN 015 na manhã desta segunda-feira (3) cobrando por segurança. O protesto está sendo realizado na comunidade de Juremal.  Segundo informações preliminares, muitos pneus e troncos de arvores estão sendo queimados no meio da via, que se encontra fechada para o trânsito. Apesar da fúria dos moradores, o movimento é considerado até o momento pacífico.

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Patrocinadores da Copa temem fazer promoções na rua por protestos

No início de seu planejamento para 2014, alguns patrocinadores da Copa do Mundo temem realizar promoções na rua durante o evento por temor de protestos como os que ocorreram na Copa das Confederações. Isso tem sido manifestado a empresas que organizam eventos de ativação dos patrocinícios, segundo apurou o blog.

No meio do ano passado, patrocinadores do Mundial tiveram prejudicadas suas atividades por conta das manifestações. A Coca-Cola, por exemplo, chegou a tampar outdoors próximos do Maracanã para evitar depredações.

Com temor de que isso se repita, alguns patrocinadores da Copa têm retardado o seu planejamento para aproveitar a exposição do evento pelo qual pagaram caro.  Há um temor de que eventos na rua, pelo menos mais próximo do Mundial, sejam alvo de protestos.

Atividades como cessão de ingressos estão em pleno curso porque não envolvem exposição na rua. Ou seja, são vistas como de baixo risco. Os bilhetes, aliás, são vistos como pontos-chave da promoção dos parceiros da Fifa, afinal, ingressos são um bem que poucos podem disponibilizar.

Já o planejamento para usar painéis, estandes e outdoors tendem a gerar mais cautela. Estão presentes na memória das empresas parceiras da Fifa as depredações feitas no terreirão do samba, no Rio de Janeiro, em um ônibus da entidade em Salvador e a lojas dos patrocinadores.

Uma das lembranças é que promotores das marcas da Copa não puderam vender as marcas nos arredores dos estádios da Copa das Confederações por conta das manifestações. Quando começaram a ocorrer conflitos, vários dos promotores tiveram de correr para dentro do estádio e desistir do contato com torcedores. O temor é de que isso volte a acontecer no Mundial, por isso, o planejamento de marketing está em suspenso.

Na verdade, já existe uma preocupação de que empresas que pagaram caro pela Copa não possam aproveitar todo o seu potencial. Claro que isso ainda depende do ambiente das ruas até junho quando começará, de fato, a Copa.

Rodrigo Mattos – UOL

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PROTESTOS: MP discute medidas para evitar novos bloqueios de ruas de Natal

O Ministério Público Estadual realiza reunião na manhã desta quinta-feira, dia 05/12, às 10h, na sede da Procuradoria-Geral de Justiça, em Candelária, para discutir sobre o protesto que parou a cidade em boa parte do dia de ontem, promovido por permissionários do sistema de transporte opcional de passageiros.

O MP vai definir medidas a serem adotadas nas áreas de atuação do Procurador-Geral de Justiça, das Promotorias de Justiça de Defesa do Patrimônio Público, Investigação Criminal e Cidadania, além do Núcleo de Controle Externo da Atividade Policial, em face dos acontecimentos, para evitar que bloqueios de ruas como os que tem se registrado em Natal prejudiquem à população.

MPRN

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Renato  05/12/2013

Levando em consideração que o MPRN não tem poder para alterar o texto constitucional, então significa que eles não farão nada a respeito e esse release tem o simples objetivo de dar a falsa impressão que o MPRN está trabalhando no assunto. Qualquer um pode fazer protesto aonde quiser, basta avisar as autoridades previamente. Avisar não é pedir autorização. O mais ridículo é que quando a população é prejudicada no seu direito de ir e vir por causa de uma manifestação ela deveria, pelo menos em sua minoria, se envolver na solicitação daquela classe, pois muitas das vezes o benefício é coletivo. Mas não. O povo só quer saber de chegar logo em casa e a cidade que se exploda. - Responder

O roteirista  05/12/2013

?????? "Qualquer um pode fazer protesto aonde quiser, basta avisar as autoridades previamente. Avisar não é pedir autorização. " ?????? Desculpe caro Renato, mas seu raciocínio está completamente equivocado. Outra coisa, esse tipo de manifestação que procura causar o caos perde o apoio popular e consequentemente se enfraquece. Caos o povo só gosta de ver no cinema. - Responder

fernando fernandes  05/12/2013

Caro blogueiro, com relação a ontem tenho um relato a fazer: minha mão que tem efisemar pulmonar e recentemente fez uma cirurgia para colocação de uma prótese, foi se consultar numa e foi liberada para voltar pra casa às 10:40, porem devido a essa bagunça ficou presa no trânsito só chegando em casa às 13,20hrs, perdendo horário de almoço, de tomar remédios e fazer sua necessidades e ressaltando que ela tem 78 anos de idade. A pergunta que se faz: quantos pessoas não passaram por essa mesma situação no dia de ontem, cadê as autoridades que não coíbem esse abusos, esse permissionários não tem pai e nem mãe, até quando iremos conviver com isso? Finalizando estou entrando com uma ação na justiça contra esses vândalos por tudo que minha mãe passou. - Responder


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Um Sete de Setembro único em 190 celebrados

Manifestações públicas de insatisfação houve muitas desde 1823, incontáveis em tantas cidades, fossem de sentido mais político ou mais social. Mas as referências oficiais a manifestações prometidas para este Sete de Setembro encobriram a verdadeira razão das medidas preventivas extraordinárias. Não foram manifestações que as motivaram.

Foi o temor, ou a convicção mesmo, de ataques depredadores indiscriminados, de grandes proporções e com ameaças pessoais implícitas, em várias capitais e cidades de porte maior. Uma ação de violência pública que nenhum Sete de Setembro pretextou jamais.

Mesmo as celebrações da dita Independência durante a paranoica ditadura militar não precisaram prevenir além de manifestações individuais e grupais com cartazes e coros, não ataques físicos. Prevenção, aliás, que nunca funcionou, levando às habituais reações de pancadaria e prisão.

Curiosa também, neste ano, é a completa desconexão entre os simbolismos pespegados no Sete de Setembro e as convocações para ocupá-lo sem nelas incluir, sequer remotamente, algo da ideia de nacionalidade, ou de soberania, de independência mesmo.

Pelo visto, não faria diferença se, em vez do Sete de Setembro, a celebração mais próxima fosse o Natal. Ou Finados.

Folha

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francisco das c a costa  08/09/2013

O POVO TÁ CONFUSO. O POVO TÁ COM MÊDO. O POVO NÃO SABE O QUE FAZER DIANTE DA DESGOVERNABILIDADE DESTE PAÍS. E PIOR AINDA A CAMARA FEDERAL TEM QUE VÊ SEU VALORES. O NEGOCIO É MUITO SÉRIO. OU FAZ OU DEIXA COMO ESTÁ. - Responder

Sergio Nogueira  08/09/2013

Defendo que essas manifestações só tem servido para que um grupelho, em sua maioria formada por estudantes das federais em cursos de baixíssima expressão e importância, promovam arruaças. Eles não querem mudar nada, eles querem apenas quebrar e assustar. Como não recebem resposta a altura e quando recebem a imprensa lança a versão que eles são singelos e inocentes estudantes, eles ganham força para a próxima ação. Entreguem a solução aos Militares com carta branca e duvido que isso continue. - Responder

Uso de máscaras em manifestações é proibido em Pernambuco

Diante das últimas ocorrências registradas na manifestação realizada em Pernambuco na tarde da última quarta-feira, a Secretaria de Defesa Social (SDS) adotou uma nova postura para coibir as manifestações. Segundo a Secretaria, não irá tolerar “qualquer ato de vandalismo e presença de pessoas mascaradas e as mochilas serão revistadas”.

“A Constituição Federal no seu Artigo 5° garante a livre manifestação, porém veda o anonimato”, lembrou o secretário Wilson Damázio durante coletiva de Imprensa. A presença do Batalhão de Choque que em outros atos permanecia apenas na retaguarda, passará a atuar em todas as manifestações.

“A polícia estava retraída, apenas acompanhando e oferecendo seguranças aos manifestações, desde o dia 20 de junho, mas agora foi surpreendida com esse ato de vandalismo que não será permito em hipótese alguma” contou Damázio. Segundo o secretário, a ação desta quinta-feira pegou a polícia de surpresa. “Nossos movimentos sempre foram considerados os mais pacíficos em relação aos outros estados e não esperávamos que o movimento fosse radicalizado como aconteceu”, revelou.

À caça dos Black Bloc

De acordo com o Chefe Geral da Polícia Civil, Osvaldo Morais um inquérito policial foi instaurado para investigar as ações praticadas nesta quinta, quando três pessoas chegaram a ser detidas, mas liberadas por falta de provas. “O delegado Darlison Macedo, foi designado para ficar à frente das investigações e tem um prazo de 30 dias para concluir os trabalhos”, informou.

“O serviço de inteligência da polícia está atuando com a troca de informações entre as policiais de São Paulo e Rio de Janeiro, para tentar identificar os integrantes de grupos conhecidos como Black Bloc”, contou Osvaldo.

Durante a coletiva foram mostradas as imagens captadas pelas câmaras do Centro Integrado de Operações de Defesa Social (Ciods) e ainda pedras que teriam sido jogadas pelos manifestantes e bexigas cheias de material inflamável.

O Comandante Geral da Polícia Militar, Coronel Carlos Pereira também participou da coletiva e garantiu que o efetivo foi orientado não apenas no Recife, mas também em Petrolina e demais cidades para endurecer com os as de protestos.

O Dia

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Luciana Morais Gama  23/08/2013

O uso de mascaras nas manifestaçoes deveria ser proibido em todo Brasil, quem nao quer mostrar a cara ta mal intencionado. - Responder

Manuel Sabino  24/08/2013

Tem razão!!! É como no carnaval!!! Todos mal-intencionados!!! Céus!!! - Responder

João  24/08/2013

Não, Luciana... alguns apenas querem poder protestar de foram legítima mas com segurança... ou tu acha que a polícia poupa os "bons manifestantes" que não estão mascarados? - Responder


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Leitora do Blog detalha como foi o protesto da última quinta em Natal

Ontem (20/06/2013) foi lindo e digno. Todos fomos às ruas na cidade de Natal/RN. Gritamos, cantamos o hino, proclamamos que tínhamos orgulho e amor de ser BRASILEIRO, ok, entendo que meio clima de Copa do Mundo, porque esse trocadilho se usa na mesma, porém, achei válido. Se não tivéssemos amor e orgulho pelo nosso PAÍS (e quando digo país NÃO ME REFIRO, de maneira alguma, a corja de safados que o presidem e o governam) não tinha pra quê e nem por que querermos lutar por um melhor.

Tudo começou com centenas de pessoas por volta das 16h30 gritando “abaixa a bandeira”; Calma, pensem comigo, se clamamos por liberdade e democracia porque gritamos pedindo pra um certo partido baixar as bandeiras? É tão analfabetismo politico pedirem pra eles baixarem a bandeira, ainda mais, sendo partido de esquerda! Creio eu que mais da metade das pessoas que gritavam aquilo em frente ao Via Direta não tinha conhecimento nem de que bandeiras estavam se referindo. Voltaire falou sabiamente “Posso não concordar com nenhuma das palavras que você disser, mas defenderei até a morte o direito de você dizê-las”, e isto me lembrou muito a estupidez de alguns que perderam o foco logo no começo.

Não concordo com as bandeiras, acho que não havia necessidade, mas o movimento/ato é plural, e devemos acolher a todos, AGREGANDO, não segregando. Enfim, não tinha motivo maior pra nós gritarmos e defendermos do que a revolta/indignação contra um partido politico?! Vale salientar que, quando os ânimos acalmam e as pessoas desistem de ir às ruas, são eles que continuam na luta. Ainda ouvi algumas mentes “inteligentes” dizendo que todo o caos brasileiro é devido a existência de partidos e que os mesmos não deviam existir em nosso país, minha indignação foi tanta que, além de pena, eu senti vontade de perguntar se ela preferia, pros dias atuais, uma monarquia ou uma ditadura e o seu AI-5 “maravilhoso”, que defendia a extinção dos partidos, e que sentimos suas consequências até hoje. E, o cúmulo, no ápice, partiram pra agressão. Foi a primeira “carreira” que levei.

O mais interessante é que eu via no rosto de cada um daqueles que partiram pra agressão que estavam se divertindo, que não tinham ideia do que é ser apartidário, partidário ou antipartidário, que não tinham idéia do que é o PSTU (e não duvido nada que o confundam com PT, PMDB e os “de direita”), e que estavam na “algazarra”, por brincadeira. Era tudo que a Globo queria para mostrar que “logo cedo começou a violência”, como foi dito no RNTV. Os manifestantes se voltam contra eles próprios. Seria engraçado, se não fosse cômico, tamanha idiotice.

Continuamos pela BR 101 sentido Midway. Logo consegui ver do meu lado esquerdo vários trabalhadores (não conseguir especificar a área de trabalho mas estavam fardados) portando cartazes e apoiando o nosso MANIFESTO, defendendo a causa deles. Foi a primeira cena admirável que vi. Aplaudimos. Pois bem, logo depois disso, levei a minha “segunda carreira”. O por quê? Não sei exatamente, só vi todos correndo, ainda tentei ficar parada para ver o motivo, mas confesso que não permaneci nessa valentia por mais de 10 segundos. Vi também portadores de deficiência andando de cadeira de rodas, um amigo meu que tem deficiência visual indo as ruas louvavelmente com a frase “Politicos, sou cego mas estou de olho em vocês!”. Realmente, lindo.

Enfim, seguimos na Salgado Filho. As quatro vias completamente entupidas de gente, e comecei a ver os primeiros indícios de “micareta”/dia de jogo do Brasil na Copa do Mundo/ Natal Fashion Week; presença de bebidas alcoólicas, de coolers, de beijos, de “vou por aqui que as boyzinhas tão indo também”, de pessoas sorrindo, embreagadas oscilando entre o grau alcoólico e o grau de patriotismo exacerbado e fingido. Não entendi pois vi vários também com a camisa da seleção brasileira (será que eles realmente pensavam que ia ter um pit stop depois pra ver o jogo do Brasil na Copa das Confederações ou que Neymar estaria lá pra autografar suas camisetas?). Pessoas festejando, virou festa, virou ponto de encontro da galera. Mas festejando o que? Diabos é quem sabe!

Pois pra mim, quem tava nas ruas e tinha conhecimento CONCRETO das causas pelas quais nos faziam está ali não tinha motivos pra sorrir e festejar. Pra sair pulando e gritando “Olê, Olê, Olê, Olá, Brasil”, só faltou a “ôla” tão famosa nos estádios de futebol e a narração de Galvão Bueno gritando GOL. Pessoas agarradas na bandeira nacional SORRINDO pras fotos, como fazem dentro dos estádios na Copa, uma espécie de “Mãe, to na Globo”. Pessoas fazendo PRÉVIA, pasmem, se juntando antes da REVOLTA para “aquecer” os ânimos alcoolicamente para ir ao “estádio”. Só faltou ter o caminho da roça e uma quadrilha de São João.

Eu andava entre as pessoas, ficava as observando, e me questionava se essas pessoas sabiam ao certo porque estavam ali, se essas pessoas sabem o que é partido de direita e de esquerda, e suas diferenças, se essas pessoas sabem o que é POLÍTICA, se essas pessoas sabem o que é a PEC 37 (ou ao menos o que é PEC), se essas pessoas sabem o que são as POLÍTICAS PÚBLICAS URBANA (e se sabem que elas vivem ausentes, enquanto deveriam estar presentes) ou pelo menos se sabem o que é FORO PRIVILEGIADO (que é uma das coisas que eu defendo a extinção). Não sei se fui a única que, por ser “novata” em movimentos, decidi estudar as causas/consequências, o que já tinha acontecido sobre movimentos até então, sobre partidos, sobre politica, me inteirar com as pessoas que já participaram, ajudar na plenária, enfim, decidi estudar e “ficar por dentro” para saber se poderia ir a rua defender os ideais juntos aos outros. Fui, sabiamente, sabendo o porque de está ali, com convicção que não era momentos de risada, festejos e comemorações; Pena que vi que 70% dos que ali estavam não tinham nem conhecimento do porque danado ali estavam.

Sei que todos estão indignados com a situação atual do BRASIL, não estou em momento nenhum retirando o direito de lutarmos contra temas abrangentes como a educação, saúde e transporte; o que me indignou, durante todo o percurso, foram os ânimos de festejos e comemorações. E isso, com certeza, só pode ter vindo de quem não se informou ao certo o real motivo de ir as ruas. Eu espero que ao menos 10% das aproximadas cinquenta mil pessoas que ali estavam soubessem ao certo o motivo de está ali e, além do motivo, soubessem também que não tavam ali pra sorrir e ser bonito. Não sei se estou ficando louca, mas isso me indignou bem mais do que os atos de vandalismo praticados.

E seguíamos. Na minha cabeça, por ter participado da plenária, iriamos para a governadoria. Local que achava mais adequado pra focar a manifestação; Ou até a prefeitura, a câmara dos vereadores, a assembleia legislativa, enfim, QUALQUER LOCAL, exceto um shopping privado. Mas, seguimos, passamos pela governadoria sentido Petrópolis. Nesse meio tempo, levei outra “carreira”, nas proximidades do Bob’s; corri, sem nem ver o que ocasionou essa dispersão, quando retorno descubro o motivo; Desta vez era porque alguns espertos “manifestantes” estavam em clima de São João e soltavam track’s e bombas no meio da galera. “Alavantu” e “Anarriê” para eles.

Continuamos em passeata. E paramos em frente ao MIDWAY, o shopping privado. Mas, pera aí? O que danado o MIDWAY tem a ver com o que defendíamos? Estávamos em luta contra o capitalismo e eu não sabia? Fizemos uma passeata de um shopping ao outro. Não sei como os alcoolizados ou os pegadores não concluíram com sua mente cheia de “ideais” que também estávamos lutando contra shoppings centers e contra o capitalismo. Ao questionar isso a pessoas próximas, sobre o porque da parada em um shopping, disseram-me “Ah, mas aqui é o canto que mais tem movimento na cidade”; Sim, pera aí, agora é um movimento contra o movimento dos natalenses? Foi tudo tão organizado que nem movimento se tinha, se a idéia de ir ao Midway era causar transtorno e caos no trânsito, chamando a atenção, foi inválida, até porque, carro circulando nas ruas eu não vi. A cidade era tão deserta que tive até dificuldade para comprar água durante o trajeto pois tudo estava fechado.

Voltando, sinceramente, falha grande da organização do movimento ou da falta de organização ir em direção e fazer uma parada no Midway. Ocasionou a dispersão de diversos manifestantes pacíficos, inclusive eu, que sentia o vazio do movimento e das pessoas que pararam na rua e começaram a fazer uma “social” entre si. E quebra-se o Midway, além de vândalos, são ignorantes. Eu NÃO apoio o vandalismo, porém, sério, o que danado o MIDWAY tem a ver com isso? Ainda não entendi nem vi o motivo pra vandalismo. E ouvi também “se ficarmos parados, só andando, os políticos vão rir da gente”. Ah povo ignorante, nós paramos a cidade, não tinha movimento em canto nenhum, os comércios e clínicas fecharam, era breu total, vocês não já acham que isso já afeta? De forma pacifica, não damos “motivos” para críticas, nosso maior poder é nossa indignação, é mostrar que somos capazes de ir a rua, de tomar conhecimento das causas que defendemos, de lutar e de não cansarmos até alcançar a reforma e melhorias que almejamos.

Sai logo ali quando se parou no Midway pois tinha um compromisso as 19h. E vi após nas redes sociais que o clima só piorou por lá. Que dissipamos. Que nos assustamos. Que deixamos um grupo de 20 pessoas, que não tinha nada haver com o nosso movimento, comandar a partir de então.

Foi bonito, foi legal ver que as pessoas que antes criticavam agora decidiram ir as ruas. Ver que o povo realmente está saindo da comodidade e acordando (inclusive eu). Que o povo está cansado da falta de clareza e justiça na politica. O poder emanou do povo, conseguimos parar Natal, como almejávamos, mas, e agora? Agora meu humilde conselho é que se comece a estudar sobre o assunto pra aprender o que é manifestar, como é manifestar e, principalmente, o porquê de se manifestar. Demos um passo sim, o começo, meio vergonhoso, meio torto, troncho, como defini acima, mas demos o primeiro passo. Somos uma geração nova, concordo que estamos aprendemos; porém ninguém vai nos ensinar enquanto estivermos interessados apenas em festejar e, principalmente, enquanto não estivermos procurando aprender.

O movimento está bonito por fora. Vamos encher o movimento internamente, vamos entender que não é espaço para sorrisos, que não é espaço para alegria, não é espaço para desfiles, que não é espaço para comemorações como se fosse Jogo da Copa ou 7 de Setembro. Vamos encher nossas cabeças para proclamarmos algo concreto. Vamos nos unir. Ser fortes. Estudar as causas. Saber porque lutamos. Vestir a camisa do manifesto. Nos informar. Outro manifesto com tanta mente vazia como havia ontem não nos acrescenta muita coisa. Que possamos refletir sobre as causas que “mancharam”, de alguma forma, ao meu ver, o manifesto.

Esse relato foi elaborado por mim mesma e é a MINHA opinião, pode não ser a sua mas espero que respeite o direito de eu dize-la e respeite o que foi dito.

Gabriella Tavares

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Fernando badita  22/06/2013

Minha querida, cada um protesta do seu jeito,sorrindo,cantando,dancando, oque importa e fazer parte da massa e quanto aos que ali estavam , acho que todos sabiam o pq, nunca substime a inteligencia nem a capacidade de ninguem. A luta e de todos e para todos. - Responder

Anderson  22/06/2013

Gabriella, ótimo texto. Concordo com você. Acima de tudo, temos que ter bom senso. - Responder

Roque Campelo Galvao de Queiroa  22/06/2013

Gabriela, voce demonstra ser muito inteligente, parabens por esta virtude. Pelo que ja li ate hoje todas as revoluçoes sociais começam desta mesma maneira. Se possivel tente ler o livro (17 dias que abalaram o mundo) cujo tema eh a revoluçao na Russia em 1917. Ali esta o desenho do envolvimento da parcela popular que se envolve sem conciencia programatica no movimento. Forte abraço de um baiano que lutou contra o golpe de 1964 que tambem envolveu muitos inocentes que pensavam estar salvando o BRASIL. Roque - Responder


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Protesto em Fortaleza pode impedir jogo da seleção

Um ato previsto para a cidade de Fortaleza, nesta quarta-feira, poderá ter consequências imprevisíveis. Pelo Facebook, 31 mil jovens confirmaram presença no evento “Pão + Circo – Copa para quem?”, com concentração às 10 horas no centro da capital cearense, de onde todos partirão para a Arena Castelão, onde o Brasil deverá enfrentar o México, pela Copa das Confederações.

O protesto tem como um dos seus objetivos evitar a realização da partida, marcada para as 16h, ou impedir a chegada dos torcedores. O dado mais significativo é que policiais prometem aderir à manifestação, que contesta gastos da Copa. O Castelão foi reformado por R$ 516 milhões.

Leia, abaixo, carta aberta que os jovens escreveram ao governador Cid Gomes:

“À V. Ex.ª Governador do Estado do Ceará, Cid Gomes.

Carta de Reivindicação.

Nós, população de Fortaleza, viemos, através dessa, solicitar de V.Exa., medidas emergenciais que visam a melhoria da qualidade de vida dos cidadãos desta tão estimada cidade, no que diz respeito aos investimentos em segurança, saúde, educação, transporte, lazer e qualidade de vida.

Queremos pedir transparência na prestação de conta dos gastos públicos e deixar claro que não aprovamos e não apoiamos o sistema de governo adotado por V.Exa. Cujo prioriza obras que não visam a melhoria da qualidade de vida dos mais necessitados. Não visam a real necessidade do povo.

Queremos expressar, por meio, não apenas dessa carta, mas por meio do protesto ocorrido hoje (19/06/2013), que não estamos de acordo com os milhões investidos em obras que nunca ficam prontas, em estádios e estradas. E que queremos mais investimentos nos hospitais públicos, que estão sucateados, com falta de médicos e enfermeiros, enquanto a população morre à míngua nos corredores super-lotados das unidades de saúde não apenas de Fortaleza, bem como de todo Estado. Queremos investimentos na educação, que sofre com a falta de estruturação das escolas e a desvalorização dos profissionais da educação. Queremos pedir policiamento e segurança nas ruas, nos ônibus, nos terminais rodoviários. Queremos um plano, claro e objetivo, de enfrentamento à seca e combate à falta d’água no interior do Estado.

Não queremos uma polícia repressiva e sim uma polícia preventiva. Queremos de V.Exa. um plano emergencial de combate a impunidade e de transparência política. Exigimos, como cidadãos contribuintes, a prestação de contas do estado para conosco de forma limpa e clara; de forma a ser compreendida pela população e de fácil acesso através de links na Internet.”

Do Brasil247

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marcos wilson  19/06/2013

A coisa está esquentando.Políticos corruptos devem se esconder,o quanto antes,para não serem linchados por manifestantes revoltados pelos inúmeros desmandos desses safados. - Responder

Marcos Aurelio  19/06/2013

Bebida é água! Comida é pasto! Você tem sede de que? Você tem fome de que?... A gente não quer só comida A gente quer comida Diversão e arte A gente não quer só comida A gente quer saída Para qualquer parte... A gente não quer só comida A gente quer bebida Diversão, balé A gente não quer só comida A gente quer a vida Como a vida quer... Bebida é água! Comida é pasto! Você tem sede de que? Você tem fome de que?... A gente não quer só comer A gente quer comer E quer fazer amor A gente não quer só comer A gente quer prazer Prá aliviar a dor... A gente não quer Só dinheiro A gente quer dinheiro E felicidade A gente não quer Só dinheiro A gente quer inteiro E não pela metade... - Responder