Mudanças no Rádio Potiguar

Quem me conhece e convive comigo há muito tempo sabe da minha inquietude.

Sou inquieto e hiperativo por natureza.

Desde muito cedo resolvi que precisava trilhar o meu caminho.

Assim tem sido desde a minha pré-adolescência.

Ao longo dos últimos 30 anos foram muitos acertos e muitos erros.

Foram muitas e muitas cabeçadas.

Muita gente aprendeu a enfrentar dificuldades graças à teoria.

Eu aprendi na prática.

Nos últimos meses, a vida me apresentou novas oportunidades. E eu tratei de aproveitá-las, encarando novos projetos. E novos desafios.

Agora vou enfrentar um desafio ainda maior, que é sair de um programa espetacular e de audiência consolidada como o MEIO-DIA CIDADE, projetado e criado por esse que vos fala – inclusive tendo a ousadia de ir para um horário diferente – de uma rádio que me abraçou por completo para enfrentar um novo projeto. Arrojado e arriscado.

Depois de três meses e de muitas análises e reflexões, a minha natureza e a minha história falaram mais alto.

Vou alçar um novo voo. Encarar um novo desafio. Iniciar um novo projeto.

Deixarei o conforto e o sucesso estrondoso do Meio Dia Cidade, programa que, na opinião de quem entende e também de quem não entende, inovou e resgatou o hábito de ouvir rádio de muita gente que já não fazia parte da audiência.

Falo de milhares de ouvintes. Falo de 200 mensagens diárias, em média, por programa. E um pico de 500 mensagens.

Falo de um programa que tem apenas um ano de vida e que tem toda a sua pauta comercial vendida.

Todo esse sucesso se deve única e exclusivamente a este apresentador?

Lógico que não.

Digo desde sempre que não existe defeito pior do que a ingratidão.

Amanhã será o último meu último programa no comando do MEIO-DIA CIDADE.

Por isso é importante reconhecer aqui a participação de companheiros que estiveram comigo neste programa.

Companheiros como Rilder Medeiros e Paulo Araujo que dividiram comigo 10 meses do programa e Gerson de Castro, Alexandre Mulatinho e Gustavo Rocha que tiveram participações importantíssimas.

Mais importante ainda é reconhecer a colaboração valiosa dos funcionários desta casa que me abraçaram e da produção do programa por todo apoio e conforto.

E aqui preciso fazer uma menção toda especial a Haroldo Azevedo.

Amigo de muitos anos, assim como de seus familiares, mas nunca antes termos tido a oportunidade de ser parceiros comerciais.

Haroldo me abraçou da mesma forma como abracei o programa Meio Dia Cidade.

Foi um abraço amigo, fraterno e companheiro.

Na Rádio Cidade tive a liberdade para entrevistar quem eu quis entrevistar.

Para falar o que eu quis falar e para fazer o programa da forma como desejei fazer.

A Haroldo Azevedo, os anunciantes e os milhares de companheiros diários, o meu muito, muito, muito obrigado. E minha eterna gratidão.

Vou sair da Rádio Cidade da mesma forma como entrei. Como diz o próprio Haroldo “BG, AS PORTAS DA RADIO CIDADE ESTARÃO SEMPRE ABERTAS PARA VC!”

Ruptura nenhuma. Os laços de amizade e profissionalismo estão ainda mais fortes.

Entre o conforto e a inquietude, venceu de novo a minha inquietação.

O tempo dirá se estou certo ou errado e em breve divulgaremos o nosso novo projeto.

Valeu e que DEUS ME ILUMINE.

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bruno  01/08/2016

Oi Fábio, porque o projeto da 98 era maior, então quando recebi o convite resolvi apostar. - Responder

Fábio  30/07/2016

BG, rasga aí, pq vc saiu da 94Fm? - Responder

Vivian  27/05/2016

Oi BG! Tb sinto muita falta das conversas descontraídas que eu estava acostumada a ouvir a caminho do trabalho. Claro que o programa não é o mesmo. Mas, sucesso no novo desafio. Estarei ouvindo.? - Responder


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