AMPERN divulga Nota Pública sobre o julgamento de Guilherme Wanderley Lopes

Foi aprazado para a próxima terça-feira (11/12) o julgamento de Guilherme Wanderley Lopes, que, em 24 de março do ano passado, atentou contra as vidas dos promotores de Justiça Rinaldo Reis Lima, Wendell Beetoven Ribeiro Agra e jovino Pereira da Costa Sobrinho. O acusado foi pronunciado pela tripla tentativa de homicídio com a qualificadora de ter agido mediante dissimulação, tendo atingido com tiros de arma de fogo o então Procurador-Geral de Justiça Adjunto, Jovino Pereira, e o Coordenador da Assessoria Jurídica Administrativa, Wendell Beetoven. O réu também atirou contra Rinaldo Reis, que, felizmente, não foi atingido.

O ataque perpetrado contra os referidos membros do Ministério Público, além de inaceitável e injustificável sob a perspectiva da dignidade da pessoa humana e do direito à vida, mostra-se ainda mais grave em razão de se constituir também uma afronta à Instituição Ministério Público e a própria sociedade, destinatária de sua atuação, e ao próprio Estado de Direito, já que as vítimas sofreram os atentados em seus locais de trabalho, em pleno exercício de suas funções.

Assim, a ASSOCIAÇÃO DO MINISTÉRIO PÚBLICO DO ESTADO DO RIO GRANDE DO NORTE – AMPERN vem a público manifestar, mais uma vez, a sua total e irrestrita solidariedade às vítimas e seus familiares, e a sua confiança de que a sociedade, através do Tribunal do Júri, procederá a um julgamento justo, que levará, certamente, a condenação do acusado.

 

OPINIÃO DOS LEITORES:
  1. Maria de Fatima disse:

    Certeza que o JURI absolverá o a cara!
    Esses semideuses tem que ter semancol!
    E as regalias deles, cade as providencias???
    Ferias 60 dias, recesso, licença premio e agora inventaram a moda de vender licença premio para turbinar os salarios
    PALHAÇADA

  2. Marcelo disse:

    Eles omitem de forma ardilosa que o Guilherme à epoca dos fatos era semi imputável, conforme laudo do Médico Psiquiatra Forense do ITEP/ RN, Dr. João Batista.

  3. Justiceiro disse:

    E se o atentado tivesse ocorrido de maneira inversa, ou seja, promotor tentasse homicídio contra servidores, será que a providência seria tão rápida e eficaz, seria o promotor demitido antes mesmo de qualquer julgamento? será?

    • Maria de Fátima disse:

      Não teria nem sido publicado!

    • paulo disse:

      BG
      Se todos os processos andassem nessa CELERIDADE, seria ótimo, infelizmente não é assim oque acontece.

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