Política

Governo do RN adota o calote como regra, causa demissões e vai quebrar os prestadores de serviço

Foto: Thyago Macedo

Virou rotina a paralização ou suspensão dos mais diversos serviços prestados pelo Governo do RN por falta de pagamento aos seus fornecedores. Entre os mais recentes podemos citar: a Liga Mossoroense de Estudos e Combate ao Câncer (LMECC); o Programa do Leite; os terceirizados do Hospital Walfredo Gurgel e os Restaurantes Populares.

Os fornecedores padecem por falta de um cronograma regular de pagamento, fato este que prejudica os serviços que são prestados a população. Contrapondo a isso, o discurso dos secretários, inclusive o de Planejamento – Ademir Freire, é que os fornecedores do estado tem que suportar 90 dias sem receber nada do governo. Faz isso se valendo de uma interpretação equivocada do artigo 78, inciso XV da lei 8.666/1993 que diz, que constituem motivo para a recisão do contrato o atraso superior a 90 dias devidos pelo estado, assegurado ao contratado a suspensão do cumprimento de suas obrigações até que seja normalizada a situação.

A gestão de Fátima Bezerra, cria uma narrativa distorcida sobre o calote quem vem virando corriqueiro com os fornecedores.

Lembramos que ao celebrar um contrato, o adimplemento é a regra, e o atraso a exceção e não o contrário, como fez valer Ademir Freire em entrevistas recentes.

A compreensão mais adequada desse dispositivo implica reconhecer que, ocorrendo atrasos nos pagamentos, o particular deverá aguardar 90 dias para solicitar a rescisão contratual. Mas na parte final do mesmo dispositivo, diz que o fornecedor poderá optar pela suspensão do cumprimento de suas obrigações até que seja normalizada a situação. Ou seja, tão logo constatado o atraso, a contratada poderá suspender a execução dos serviços até que se regularize os pagamentos.

Caso o governo continue com essa política de pagamento, veremos o fechamento de várias empresas, principalmente as locais que não suportam o passivo deixado pelo estado, e consequentemente uma escalada de demissão em massa.

Opinião dos leitores

  1. FATÃO GENOCIDA, ALÉM DE MATAR MILHARES DE PESSOAS NO RN, DEIXOU CENTENAS CEGAS. O NOSSO PROBLEMA É A SUA IMPUNIDADE, VOCÊ ROUBA E TEM COMO CERTO QUE EM NADA DARÁ. ONDE UMA JUSTIÇA SERIA VAI DA UM HC PARA UM BANDIDÃO COMO GARBAS, O DELINQUENTE SAIU SORRINDO DOS POTIGUARES. ISSO É O VERDADEIRO RACHAÃO. COMO DA HC PARA UM BANDIDO LADRÃO GRATES?

  2. E as Terceirizadas? coitadas desde a GESTAO DE ROBINSON FARIA QUE VEM LUTANDO PELA SOBREVIVÊNCIA …

  3. Roubar e/ou não pagar , essa é o binômio petista ladroes e velhacos , vota neles os doutrinados !

  4. Se não quebrou nos governos anteriores, agora é que não quebra. Salientando que , em todos os governos há prestadores de serviços, que querem uma laminha do governo a mais. Agora, sabendo que EM TODOS OS GOVERNOS, tem essa pilinga, por que será que insiste em ficar? Por que será?

    1. Esquerdopata fanático detectado. Esse não tira a viseira. No Centro Administrativo tem bastante grama.

  5. EU ACHO É POUCO, VOTEM DE NOVO NELA, QUE O COMEÇO É ASSIM, DEPOIS PIORA, TENHO PENA DO RN QUE ESTÁ EM QUEDA LIVRE

  6. Absurdo! O (des)Governo de Fátima Bezerra promovendo o desemprego. Os fornecedores não podem bancar a incompetência de FB.

  7. Isso pq o governo do estado recebeu bastante verbas do governo federal.
    Mas calotes faz parte dos governos do PT.

  8. E não é por falta de dinheiro, mas a propaganda é outra. Lembrando que ano que vem, 2022, tem eleição. Votar errado duas vezes seguidas é burrice mesmo.

    1. Lembrando aos babões de plantão que em governos anteriores nunca se institucionalizou a falta de pagamentos como regra. Nem no governo Robinson os fornecedores sofreram tamanho calote.

  9. Avaliação perfeita. A Governadora FB esqueceu dos seus discursos. da defesa acertada que fazia dos pequenos empresários do Rn.
    Hora de mudar : BRENNO JÁ.

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Política

Lira diz que Bolsonaro deve “pagar” se falar sem “base científica”

Foto: Igo Estrela / Metrópoles

O presidente da Câmara dos Deputados, Arthur Lira (PP-AL), reagiu à declaração que o presidente Jair Bolsonaro (sem partido) fez em sua live semanal relacionando a vacina contra Covid-19 ao desenvolvimento de Aids.

O comentário do deputado foi feito durante sua participação em um seminário sobre agronegócio. Na ocasião, Lira afirmou que Bolsonaro precisará “pagar” se não conseguir comprovar, com fundamentos científicos, a afirmação feita na transmissão ao vivo nas redes sociais.

“Se não tiver nenhuma base científica para isso [que disse], ele vai pagar pela declaração”, declarou o presidente da Câmara.

O Facebook e o Instagram derrubaram a live da última quinta-feira (21/10) do presidente por causa da fake news divulgada por Bolsonaro.

Em nota, o porta-voz das redes sociais afirmou: “Nossas políticas não permitem alegações de que as vacinas de Covid-19 matam ou podem causar danos graves às pessoas”. A empresa também é responsável pelo Instagram.

“Outra coisa grave aqui: só vou dar notícia, não vou comentar: ‘Relatórios oficiais do governo do Reino Unido sugerem que os totalmente vacinados […] estão desenvolvendo a síndrome imunodeficiência adquirida muito mais rápido que o previsto’. Recomendo que leiam a matéria. Talvez eu tenha sido o único chefe de Estado do mundo que teve a coragem de colocar a cara a tapa nessa questão”, disse Bolsonaro, ao ler uma suposta notícia, na transmissão ao vivo.

A informação apresentada pelo chefe do Executivo federal, contudo, é falsa.

O Comitê Científico de HIV/Aids da Sociedade Brasileira de Infectologia (SBI) afirmou não existir nenhuma relação entre qualquer vacina contra a Covid-19 e o desenvolvimento de síndrome da imunodeficiência adquirida.

“Pessoas que vivem com HIV/Aids devem ser completamente vacinados para Covid-19. Destacamos inclusive a liberação da dose de reforço (terceira dose) para todos que receberam a segunda dose há mais de 28 dias”, prosseguiu a entidade, ao repudiar toda e qualquer notícia falsa que circule e faça menção a esta associação inexistente.

Metrópoles 

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Celebridades

Alec Baldwin apontava para a câmera quando a arma disparou e matou Halyna Hutchins, segundo depoimento

Foto: Sonia Recchia / Getty Images / AFP; Angela Weiss / AFP

O ator Alec Baldwin apontava o revólver para a câmera no set de “Rust” quando a arma disparou, atingiu a diretora de fotografia Halyna Hutchins no peito e a matou, de acordo com um depoimento do diretor do filme, Joel Souza, divulgado neste domingo (24).

Baldwin recebeu a arma e disse que ela estava descarregada, disseram as autoridades de Santa Fé, no Novo México, em documentos judiciais.

“Joel disse que estava olhando por cima do ombro de Hutchins, quando ouviu o que parecia um chicote e um estalo alto”, diz o depoimento.

A diretora de fotografia foi baleada na região do peito. “Joel então se lembra vagamente de que ela reclamou de dor no estômago e agarrou a barriga. Ele também disse que Hutchins começou a tropeçar para trás até ser ajudada.”

Já Reid Russel, cinegrafista que estava ao lado de Halyna no momento em que ela foi baleada, afirmou em depoimento que ela dizia não conseguir sentir as pernas.

Também neste domingo, o pai de Halyna, Anatoly Androsovych, afirmou que Baldwin não teve culpa pela morte da filha.

“Alec Baldwin não tem culpa, a responsabilidade é da equipe responsável pelos objetos de cena, que cuida das armas”, disse Anatoly Androsovych em entrevista ao jornal britânico “The Sun”.

À publicação, Anatoly afirmou que o ator tem mantido contato constante com sua família. O pai de Halyna tenta chegar aos Estados Unidos para se despedir da filha e ficar com o neto.

“O menino foi bastante afetado, ele está perdido sem a mãe”, afirmou o avô.

Para ler a matéria na íntegra acesse AQUI.

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Economia

Governo pede abertura de crédito de R$ 9,4 bilhões para Auxílio Brasil

Foto: © Marcello Casal Jr / Agência Brasil

O governo federal encaminhou ao Congresso Nacional um projeto de lei (PL) que pede a abertura de crédito especial de R$ 9,4 bilhões para o Programa Auxílio Brasil. O despacho do presidente Jair Bolsonaro foi publicado hoje (25) no Diário Oficial da União.

Em nota, a Secretaria-Geral da Presidência explicou que a proposta remaneja o saldo do Bolsa Família para o novo programa social. Os recursos são em favor do Ministério da Cidadania.

Instituído pelo governo em agosto, por meio da Medida Provisória nº 1.061/2021, o Auxílio Brasil substitui o Bolsa Família, que será extinto em novembro. O início dos pagamentos do novo programa coincide com o fim do auxílio emergencial, lançado no ano passado para apoiar famílias vulneráveis durante a pandemia e que terá a última parcela creditada este mês de outubro.

“O remanejamento evitará a esterilização de recursos orçamentários destinados à transferência de renda, que representa um dos instrumentos mais importantes de proteção social no país”, diz a nota.

Normas constitucionais

Ainda de acordo com a Presidência, o projeto de lei “está de acordo com a normas constitucionais e infraconstitucionais que regem a matéria, de modo que não afeta a regra de ouro, tampouco o Novo Regime Fiscal (EC 95/2016) [teto de gastos], e é compatível com a obtenção da meta de resultado primário, prevista na Lei de Diretrizes Orçamentárias (LDO) para o exercício de 2021”.

A regra de ouro estabelece que o governo só pode emitir dívida pública para rolar (renovar) a própria dívida ou para cobrir despesas de capital, como investimentos em obras públicas e amortizações.

Para cobrir gastos correntes, o governo precisa pedir autorização ao Congresso. Já o teto de gastos limita o aumento das despesas federais ao aumento da inflação do ano anterior, calculado de julho do ano anterior a junho do ano atual.

O déficit primário representa o resultado negativo nas contas do governo desconsiderando os juros da dívida pública. A estimativa de resultado negativo em 2021 é de R$ 139,4 bilhões (1,6% do PIB). A meta determinada pela LDO é de R$ 247,1 bilhões para o Governo Central, com a possibilidade de abatimento até R$ 40 bilhões de gastos relacionados ao enfrentamento da pandemia de covid-19.

Valor médio de R$ 400

O Auxílio Brasil deverá ser ampliado para 17 milhões de beneficiários, com um valor mínimo médio de R$ 400 por família, até o final do ano que vem. Desse valor, R$ 100 correspondem a aporte extra, fora do teto de gastos, em um total de R$ 30 bilhões. O valor médio do Bolsa Família, hoje, é de R$ 189.

Para isso, o governo encaminhou ao Congresso, na semana passada, uma proposta que muda o período de cálculo do teto de gastos, de janeiro a dezembro do ano atual, para acomodar o benefício de R$ 400 do Auxílio Brasil que vigorará até o fim de 2022. Com a subida da inflação nos últimos meses, a medida dará uma folga no teto de gastos. O Índice Nacional de Preços ao Consumidor Amplo (IPCA), que é a inflação oficial, acumula alta de 6,90% até setembro.

A proposta original do Projeto da Lei Orçamentária de 2022 (PLOA), enviada no fim de agosto, previa déficit primário de 0,6% do Produto Interno Bruto (PIB) para o próximo ano. Com o impacto do Auxílio Brasil, o texto terá de ser alterado na Comissão Mista de Orçamento do Congresso (CMO).

Agência Brasil

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Política

Privatização da Petrobras “entrou no radar”, diz Bolsonaro

Foto: Evaristo Sá / EM / D.A Press

O presidente Jair Bolsonaro confirmou nesta segunda-feira (25), em entrevista para uma rádio de Mato Grosso do Sul, que a privatização da Petrobras “entrou no radar” do governo, mas disse que não é um processo imediato.

“Isso entrou no nosso radar. Mas privatizar qualquer empresa não é como alguns pensam, que é pegar a empresa botar na prateleira e amanhã quem der mais leva embora. É uma complicação enorme. Ainda mais quando se fala em combustível. Se você tirar do monopólio do Estado, que existe, e botar no monopólio de uma pessoa particular, fica a mesma coisa ou talvez até pior”, disse Bolsonaro à rádio Caçula, de Três Lagoas (MS).

Essa é pelo menos a segunda vez que o presidente levanta a possibilidade de privatização da petroleira, um tema que estava nos planos do ministro da Economia, Paulo Guedes, mas não tinha sido analisado por Bolsonaro até agora. O aumento dos combustíveis, no entanto, levou Bolsonaro a falar nesse assunto.

Bolsonaro já disse neste mês que “tem vontade” de privatizar a Petrobras e acrescentou que avaliará com a equipe econômica o que pode fazer a este respeito.

A Petrobras tem sido alvo de discussão política à medida que os custos de energia ajudaram a levar a inflação ao consumidor no país a dois dígitos, prejudicando a popularidade do Bolsonaro antes da eleição presidencial do próximo ano.

Bolsonaro já se opôs anteriormente à privatização da Petrobras, por considerar a empresa “estratégica” para os interesses nacionais do Brasil. No entanto, mesmo com seu apoio, alguns participantes do mercado acreditam que um processo de privatização seria difícil, já que precisa haver mudança na legislação a ser aprovada pelo Congresso Nacional.

O presidente reclamou ainda na entrevista das críticas que tem recebido por conta da inflação em alta no país, mas reafirmou que não vai interferir em preços.

“Eu não sou malvado, eu não quero aumento de combustível, mas é uma realidade. O mundo todo está sofrendo com a economia neste pós-pandemia”, disse. “Eu não quero aumentar o preço de nada, mas eu não posso interferir em nada.”

CNN Brasil

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Geral

Mulher dá à luz dentro de elevador de condomínio da Grande Natal: ‘Quando eu vi já estava nascendo’, diz o pai

Foto: Arquivo pessoal

Uma bebê nasceu dentro do elevador de um condomínio na noite deste domingo (24) no bairro Nova Parnamirim, no município de Parnamirim, na Grande Natal. Clara Manuela Costa Chaves teve tanta pressa de chegar ao mundo que sequer esperou a descida do 13° andar para o térreo do prédio.

O fato aconteceu às 20h47, quando os pais já se encaminhavam ao hospital após a bolsa da mãe ter estourado. Foi aí que a bebê, o primeiro filho do casal, resolveu antecipar o caminho.

“Quando a gente chegou no elevador, eu apertei pra descer, aí minha esposa falou: ‘Ai meu Deus do céu, está nascendo’. E eu disse: ‘O quê? O que está nascendo?’. E nasceu. Aí estava lá no elevador ela com o bebê no braço, cordão umbilical e tudo”, contou Emanoel Chaves Junior, o pai da bebê.

“O elevador estava chegando no andar térreo do prédio. A bebê escorregou mesmo. A fisioterapeuta, Aline Alves, que estava no acompanhamento, que segurou a bebê e a enrolou em uma toalha”.

Segundo ele, a esposa – a médica Mariela Costa – sentiu contrações durante praticamente todo o dia no domingo. O obstetra da família, que é amigo dela, chegou a ir na casa deles verificar contrações e dilatações e projetou que o bebê nasceria pela madrugada.

Ela estava grávida de 39 semanas e seis dias – completaria as tradicionais 40 semanas nesta segunda (25).

“A gente estava ontem lá em casa e minha esposa começou a sentir logo de manhã uma ‘contraçãozinha’, que poderia ser um alarme falso. Só que aí essas contrações foram começando a ter uma frequência, a cada 20 minutos. E isso deixou minha esposa preocupada” explicou Emanoel.

“Ela já tinha acertado com uma fisioterapeuta para acompanhá-la quando ela começasse a sentir essas contrações. E aí gente entrou em contato com a fisioterapeuta, ela mandou a gente fazer uns exercícios. O obstetra da gente, que ia fazer o parto, foi lá mais cedo, ver a situação. E disse que esse bebê só ia nascer lá pra de madrugada. E a gente foi se preparando pra ir de madrugada”.

Em determinado momento, o alerta veio por parte da própria fisioterapeuta Aline Alves, após perceber que as contrações ficaram mais fortes em Mariela.

“A fisioterapeuta começou a ver uma coisa estranha. Ela estava suspeitando que a bolsa tinha estourado. E aí disse para irmos para o hospital ‘agora’. Ela chega engrossou a voz”, contou Emanoel.

“Depois que terminou uma contração, ela puxou minha esposa. Minha esposa disse que queria ir ao banheiro, aí a fisioterapeuta examinou e constatou que a bolsa tinha estourado”.

A bebê e a mãe passam bem e estão sendo acompanhadas em um hospital particular de Natal.

G1 RN

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Emprego

Sine oferece 22 vagas de emprego para Natal, Região Metropolitana e Mossoró nesta segunda (25)

Foto: Agência Brasil

O Serviço Nacional do Emprego (Sine), oferece 22 vagas de emprego formal para Natal, Região Metropolitana e Mossoró e Currais Novos nesta segunda-feira (24).

Há oportunidades para consultor de vendas, manicure, fiscal de loja, dentre outros.

Para concorrer às oportunidades, os candidatos devem se cadastrar via Internet através do Portal Emprega Brasil do Ministério do Trabalho e Emprego ou nos aplicativos Sine Fácil e Carteira de Trabalho Digital, disponíveis para Android e IOS.

Os telefones de agendamento estão disponíveis para informações: 3190-0783, 3190-0788. O atendimento é de segunda a sexta, das 8h às 12h.

De acordo com o Sine, todas as oportunidades estão sujeitas a alteração. Para saber em tempo real qual ocupação está de acordo com o perfil profissional, o interessado deve acessar o portal.

Vagas

Natal e Região Metropolitana

  • AUXILIAR MECÂNICO DE AR CONDICIONADO 02
  • CONSULTOR DE VENDAS 01
  • CORTADOR, A MÃO 01
  • MANICURE 02
  • TÉCNICO EM MANUTENÇÃO DE EQUIPAMENTOS DE INFORMÁTICA 01

Vagas Pessoas com Deficiência

  • AUXILIAR ADMINISTRATIVO 06
  • FISCAL DE LOJA 04

Mossoró e Região

  • AUXILIAR ADMINISTRATIVO 01
  • COSTUREIRA EM GERAL 01
  • MECÂNICO DE MANUTENÇÃO DE MÁQUINA INDUSTRIAL 01
  • SOLDADOR 02

G1 RN

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Economia

Após 17 dias, Petrobras anuncia novo reajuste de combustíveis; alta vai até 9%

Foto: Marcello Casal Jr / Agência Brasil

A Petrobras anunciou nesta segunda-feira (25) um ajuste de preços de gasolina A e diesel A para distribuidoras.

A mudança passa a valer a partir de terça-feira (26).

O preço médio de venda da gasolina A da Petrobras, para as distribuidoras, terá reajuste médio de R$ 0,21 por litro, passando de R$ 2,98 para R$ 3,19 por litro, que corresponde a uma alta de 7%.

Nas bombas, essa mudança deve impactar em uma alta R$ 0,15 por litro, segundo a estatal. O cálculo considera a mistura obrigatória de 27% de etanol anidro e 73% de gasolina A para a composição da gasolina comercializada nos postos.

Para o diesel A, o preço médio de venda da Petrobras para as distribuidoras passará de R$ 3,06 para R$ 3,34 por litro, refletindo reajuste médio de R$ 0,28 por litro.

Nas bombas, essa variação deve refletir numa alta de R$ 0,24 por litro, o equivalente a 9,15%

O cálculo leva em conta a mistura obrigatória de 12% de biodiesel e 88% de diesel A para a composição do diesel comercializado nos postos.

Os reajustes haviam sido adiantados pelo presidente Jair Bolsonaro (sem partido) neste domingo.

O comunicado desta segunda-feira vem 17 dias após o último reajuste anunciado pela companhia, em 8 de outubro, quando a gasolina foi reajustada em 7,19% e o gás de cozinha, em 7,22%.

Defasagem dos preços

Mesmo com o aumento desta segunda-feira, vale dizer que ainda existe uma defasagem dos preços no Brasil em relação ao mercado externo.

Até hoje de manhã, essa defasagem chegava a 21% no caso da gasolina e de 19% no caso do diesel, segundo o Centro Brasileiro de Infraestrutura.

Isso sinaliza que, além desses reajustes, o mercado ainda pode ter novas altas. Além disso, existe a perspectiva de que o Petróleo continue se valorizando, já que os maiores produtores da commoditie têm dado sinalizações de que não vão aumentar a oferta no mercado global.

CNN Brasil

Opinião dos leitores

  1. Eu só queria que algum comentarista inteligente me respondesse uma pergunta:

    – Se baixar o ICMS, o preço da gasolina, do diesel e do gás vai parar de subir?????

  2. Esses governadores são os culpados por esses aumentos nos combustíveis já que aumentam o ICMS toda semana né?! Muuuuuu

  3. Ah vai! 17 dias sem aumento e os petralhas vão reclamar. Queriam o que ? Fosse igual aos governos do nine e da estocadora que ficava até 600 dias sem aumento? Não pode pagar gasolina vende o carro, melhor, vão pra Cuba. Mitoooo.

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Mundo

Veterano da Segunda Guerra reencontra três irmãos italianos que salvou em 1944

Foto: Antonio Calanni / AP

Mais de sete décadas separam o abraço fraterno entre o americano Martin Adler e os irmãos italianos Bruno, Mafalda e Giuliana Naldi da foto em preto e branco que Martin guardou em sua casa como um tesouro de guerra.

No fim de agosto, aos 97 anos, o ex-soldado Martin Adler viajou até a Bolonha, na Itália, para finalmente realizar o desejo de reencontrar os irmãos italianos que ele salvou durante a Segunda Guerra Mundial.

O reencontro histórico foi possível graças à filha de Adler. Decidida a ajudar o pai em seu desejo antigo, ela postou a foto nas redes sociais e contou aquela história. Um jornalista italiano encontrou a publicação, se interessou por ela e topou ajudar.

Especializado em segunda guerra, o jornalista conseguiu identificar o regimento e a localização de Martin na época por um detalhe na foto. Assim, encontrou os irmãos Naldi e colocou os quatro em contato.

1944, uma quase tragédia

Era outubro de 1944, na cidade de Cassano di Monterenzio, ao sul de Bolonha, quando os países aliados faziam uma ofensiva na região. Os soldados realizavam uma busca de porta em porta atrás de militares alemães.

Eles andavam cautelosos quando viram um objeto que parecia uma caçamba coberta se mover. Imediatamente, se prepararam para atirar contra ela, pensando se tratar de algum alemão escondido.

Os dois soldados estavam com as armas apontadas quando uma mulher desesperada surgiu e se colocou à frente deles. Ela chorava e gritava “bambini, bambini, bambini”, que significa crianças em italiano.

Duas meninas e um menino pularam, assustados, de dentro do esconderijo. Era, na verdade, um berço protegido com vime pela mãe quando viu a ação dos militares.

Adler, então, baixou a arma e orientou que o colega fizesse o mesmo. Em seguida, tirou a foto com as crianças e o momento ficou imortalizado. Na foto antiga, ele aparece sorridente ao lado dos três, vestidos impecavelmente. A mesma alegria era registrada agora. “Olhem o meu sorriso”, disse, empolgado.

O veterano diz que a mãe destemida é a verdadeira heroína da história. “Você consegue imaginar se jogando na frente de uma arma e gritando com soldados?”, disse ele em entrevista à Associtaed Press.

Em meio às memórias aterrorizantes da guerra, aquelas três crianças foram algumas das poucas boas lembranças que o veterano guardou desse tempo. E essa lembrança o ajudou durante as crises e pesadelos causados pelos traumas bélicos.

Giuliana Naldi, a mais nova dos irmãos, se recorda do momento. Ela lembra de ter subido e visto que eles sorriam de alívio por não terem atirado, mas era tão pequena que não se deu conta, no dia, do perigo que correu.

Mas guarda uma memória gostosa: os chocolates que recebeu dos soldados depois do susto.

G1

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Polícia

Suspeito de matar homem na frente da esposa e filha é preso em Natal

Foto Ilustrativa: Divulgação

Policiais civis da Divisão de Homicídios e Proteção à Pessoa (DHPP) prenderam, na última sexta-feira (22), Isaac Francisco Ferreira, conhecido como “Isaac Cocão”, 20 anos. Ele foi detido em Natal, em cumprimento a um mandado de prisão preventiva, expedido pela 2ª Vara Criminal da Comarca de Natal, pelo crime de homicídio que vitimou Francisco Martins da Silva, 45 anos.

O crime aconteceu no dia 20 de abril, por volta das 16h30, quando Isaac Francisco e outro suspeito chegaram à casa da vítima, localizada na Rua Rio Salgado, no bairro da Redinha, em um veículo de cor prata. O condutor ficou dentro do carro, enquanto Isaac Francisco pulou o muro da residência e efetuou cerca de 15 disparos de arma de fogo, possivelmente de calibre .380. No momento do crime, estavam em casa a esposa e a filha da vítima.

Isaac Francisco foi conduzido à delegacia e encaminhado ao sistema prisional, onde permanecerá à disposição da Justiça. A Polícia Civil solicita que a população continue enviando informações, de forma anônima, por meio do Disque Denúncia 181.

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Política

Senadores defendem derrubada do veto de Bolsonaro à distribuição de absorventes

Foto: Sérgio Lima / Poder360

A líder da Bancada Feminina, senadora Simone Tebet (MDB-MS), cobrou a votação urgente do veto parcial do presidente Jair Bolsonaro ao projeto (PL 4.968/2019) que estabeleceu a distribuição gratuita de absorventes para estudantes de baixa renda e mulheres em situação de rua. A medida integrava o Programa de Proteção e Promoção da Saúde Menstrual, sancionado em 7 de outubro, e transformado na Lei 14.214, de 2021.

Simone pediu um amplo acordo, se possível até com o próprio governo, para derrubar o veto.

Para a senadora, o projeto é importante para superar a pobreza menstrual no Brasil e disse que até as pessoas que defendem o veto estão fazendo “mea culpa” e reconhecendo a importância da medida.

Segundo Simone, o projeto custa menos de R$ 5 por pessoa beneficiada, “para que essas meninas não tenham que usar jornal, tecido ou miolo de pão para tratar de algo natural, que é da essência da mulher”.

“Cerca de 5 milhões de meninas e jovens alunas, de baixa renda, perdem cerca de 45 dias de aula no ano letivo porque não têm absorvente no período menstrual“, declarou.

A senadora afirmou que a falta de proteção, com risco de infecção, pode sair mais caro aos cofres públicos e que o governo errou na justificativa do veto, apontando a ausência da indicação da fonte de recursos, informação que constava no projeto.

A parlamentar acrescentou que o programa beneficia principalmente meninas pobres, mulheres em situação de rua e presidiárias.

Simone ainda informou que já vem tratando do assunto com representantes da bancada feminina da Câmara dos Deputados e com lideranças partidárias das duas Casas.

O senador Flávio Arns (Podemos-PR) manifestou apoio à demanda da senadora. Arns disse que o projeto é essencial para a qualidade da educação pública, já que permite uma maior permanência das alunas na escola.

O senador Fabiano Contarato (Rede-ES) também cobrou a derrubada do veto e disse confiar que o presidente do Congresso Nacional, senador Rodrigo Pacheco (PSD), irá pautar o veto o mais rápido possível.

A senadora Leila Barros (Cidadania-DF) também defendeu a derrubada do veto, “por uma questão de dignidade e respeito às mulheres”. Leila disse que o projeto é uma forma de combater as dificuldades da pobreza menstrual.

Em resposta ao pedido dos senadores, Rodrigo Pacheco reafirmou seu compromisso com a pauta da bancada feminina e com os direitos da mulheres. “Na primeira sessão do Congresso Nacional, esse veto será pautado.”

Poder360

Opinião dos leitores

  1. Mais uma pegadinha dos opositores.
    O Presidente só vetou porque quem fez a lei, não disse de que fonte sairia os recursos.
    Isso se ele aprovasse seria processado inclusive com a perda de seu mandato.
    Quem criou este beneficio, fez com a intenção de deixar seu padrinho mais rico.

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