‘O volume de informações mentirosas não tem esse número alarmante’, diz procurador eleitoral

Não há como monitorar mensagens enviadas pelo aplicativo WhatsApp, que preza pela privacidade, nem aplicar a ele a mesma metodologia de combate às fake news empregada em redes sociais como Facebook e Twitter.

O problema das notícias falsas é menor do que parece, e 90% das conversas no WhatsApp são interpessoais, e não por meio de grupos.

Esse é o resumo que o vice-procurador-geral eleitoral, Humberto Jacques de Medeiros, fez de uma videoconferência realizada nesta terça (16) entre membros do conselho consultivo de fake news do TSE (Tribunal Superior Eleitoral) e quatro representantes do WhatsApp, que falaram do Vale do Silício, na Califórnia.

Folhapress

OPINIÃO DOS LEITORES:
  1. duendevermelho disse:

    O político que mais apanhou por meio de Fake News foi o Mito e não está com esse chororô que o poste de presidiário está fazendo…

    Detalhe: as principais Fake News eram produzidos pela própria imprensa tradicional! Quantas matérias bizarras não foram produzidas com o senso de deturpar a imagem do nosso futuro presidente?! Até com a Klux Klux Klan foram mexer, mas não tem jeito. O brasileiro está esperto e muito mais informado do que antes!

    E o PT? Esse partido não só sofre de Fake News, como também o próprio candidato a presidente da república é um Fake do presidiário!

    A Petralhada, aquela mesma que elegeu Michel Temer, ainda tem e terá muito tempo pra chorar!

    Vocês deveriam era está procurando voto para o marmita de vcs, ao invés de tanto chororô!

  2. Flavio disse:

    Esses caras realmente estão fora da realidade.

    • Rosa disse:

      O procurador acertou na mosca, tem muito mimimi, dos dois latos. Um lado só aceita o fake favoravel a ele e vice versa. Uma passa mas por couquissimo tempo. Idiotice.

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