Política

Presidente do PSDB anuncia retomada das prévias neste sábado (27)

Foto: Cristiano Mariz / Agência O Globo

O presidente do PSDB, Bruno Araújo, informou que o partido pretende retomar a votação das prévias neste sábado, das 8h às 17h. A sigla escolheu a empresa BeeVoter para prosseguir a votação, que ocorre por meio de um aplicativo, após inúmeros problemas de instabilidade. Araújo também afirmou que até às 20h de sábado o PSDB já terá o nome do candidato à Presidência para as eleições de 2022.

— (As votações serão) no mesmo horário que se dá no processo de eleições na Justiça Eleitoral. A ideia é que, logo que se encerre (as votações), nós possamos fazer o processo de apuração — afirmou Bruno.

O presidente tucano afirmou também que a sigla testou o sistema da nova empresa durante toda a madrugada desta sexta-feira. Segundo Araújo, o app da BeeVoter foi submetido a um teste de horas feitas pela empresa, pelo partido e também pela equipe técnica dos candidatos — Arthur Virgílio (AM), Eduardo Leite (RS) e João Doria (SP). Ainda segundo Araújo, durante esta tarde serão realizados mais testes e os últimos ajustes para a votação.

Para ler a matéria na íntegra acesse AQUI.

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Política

Alckmin será o seu Temer, diz Dilma a Lula

Uma ala relevante do PT acredita que o ex-governador de São Paulo Geraldo Alckmin, recém-egresso do PSDB, não é confiável para ser candidato a vice-presidente da República numa chapa encabeçada pelo ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva.

Quem tem mais vocalizado essa insatisfação nos bastidores petistas é a ex-presidente Dilma Rousseff, que se encontrou pessoalmente com Lula na última 5ª feira (13.jan.2022). Segundo o ex-mandatário, este foi o 1º encontro entre os 2 neste ano.

Na conversa, segundo apurou o Poder360, Dilma expressou preocupação pelo fato de Alckmin não ter afinidades históricas com o PT. Ao mesmo tempo, seria alguém confiável do establishment conservador dentro da administração federal. Há um certo temor de que o ex-tucano possa trabalhar contra o governo quando houver alguma situação mais difícil.

Com sua conhecida sinceridade, a ex-presidente relatou a Lula suas preocupações e pediu cautela. A frase de Dilma foi mais ou menos assim, segundo relatos: “O Geraldo Alckmin será o seu Michel Temer. Quando você mais precisar, ele ficará à disposição da oposição para tomar seu lugar”.

Quando o governo de Dilma entrou em parafuso, em 2015, o então vice-presidente distanciou-se. Temer passou a trabalhar a favor do impeachment, junto com seu partido, o MDB. A petista foi apeada da Presidência da República em 31 agosto de 2016. Temer assumiu o comando do país naquele mesmo dia.

Poder 360

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Política

Kassab diz não ver ‘a menor chance’ de Alckmin ser vice de Lula pelo PSD

Gilberto Kassab, presidente nacional do PSD e ex-prefeito de São Paulo, afirmou não ver “a menor chance” da sua sigla apoiar o ex-governador Geraldo Alckmin (sem partido) como vice na chapa do ex-presidente da República Luiz Inácio Lula da Silva (PT). “Nós não vamos deixar uma pessoa do gabarito de Geraldo Alckmin se filiar sonhando com algo que possa não acontecer. Ele é muito qualificado, mas não vejo a menor chance dele ser vice do Lula pelo PSD”, disse Kassab em entrevista ao Correio Braziliense. Desde que se desfiliou do PSDB, após 33 anos no partido, Alckmin negocia sua filiação com foco nas eleições de 2022.

Ao analisar a possível chapa Lula-Alckmin, o presidente do PSD se posicionou contra as coligações nas eleições majoritárias. “Eu sou contra a coligação nas eleições. Trabalhei para que a gente acabasse com as coligações nas eleições proporcionais. E se a gente tivesse acabado com as coligações nas eleições majoritárias, a gente não estaria vivendo esse processo. Nós estaríamos discutindo propostas de governo, compromisso com a nação”, disse.

Para Kassab, o foco das discussões agora deveria ser o aumento do distanciamento social causado pela pandemia. “É isso que a gente precisava ficar discutindo, não discutindo se vão apoiar fulano ou sicrano. Não é isso que o brasileiro quer saber, ele quer saber quando nós vamos melhorar o Brasil”, complementou.

IstoÉ

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Saúde

Um ano de vacinação contra Covid no Brasil: veja como cenário evoluiu

A campanha de vacinação contra a Covid-19 no Brasil completa um ano nesta segunda-feira (17/1). Há 12 meses, os brasileiros assistiram a enfermeira Mônica Calazans receber, em São Paulo, a primeira dose de um imunizante aprovado pela Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa) contra o coronavírus, a Coronavac.

Para muitos, a cena é guardada na memória como um momento de renovação de esperanças após um ano de incertezas, com mais de 8 milhões de casos confirmados da doença e cerca de 209 mil óbitos até então.

De lá para cá, muita coisa mudou — para começar, mais de 339 milhões de doses de vacinas foram distribuídas em todo o país. Cerca de 68% da população brasileira completou o esquema de imunização com duas doses ou dose única, e 15% já receberam o reforço, segundo dados do monitoramento Our World in Data, projeto feito em parceria com a Universidade de Oxford para acompanhar o ritmo da vacinação no mundo.

Hoje, mesmo vivendo mais uma onda de novos casos impulsionada pela variante Ômicron, os óbitos em consequência da Covid-19 não têm acompanhado a alta nos diagnósticos: na semana epidemiológica entre os dias 2/1 e 8/1/22, foram registrados 208 mil casos de Covid-19 em todo o Brasil, de acordo com a plataforma do Conselho Nacional de Secretários de Saúde (Conass), e 832 óbitos foram contabilizados.

A título de comparação, entre 15/11 e 21/11 de 2020, antes da vacina, o país teve uma quantidade semelhante de casos (203 mil), mas foram 3.331 mortes. Boa parte desta queda tem a ver com os imunizantes, que se mostram eficientes para evitar casos graves, hospitalizações e óbitos em consequência da infecção causada pelo coronavírus. De acordo com o ministro da Saúde, Marcelo Queiroga, a maioria dos pacientes internados no país não tomou a vacina.

“Estamos vendo a redução progressiva de internações e mortes graças à vacinação. Começamos atrasados, com todas as questões que envolveram a compra de vacinas no início mas, assim que tivemos doses, a vacinação andou rápido. Chegamos a vacinar 2 milhões de pessoas por dia, em maio. Isso mostra o know-how que o Brasil tem no assunto”, afirma a diretora da Sociedade Brasileira de Imunizações (SBIm), Mônica Levi.

A Coronavac, vacina da farmacêutica chinesa Sinovac, distribuída pelo Instituto Butantan, virou alvo de disputa entre o presidente Jair Bolsonaro (PL) e o governador de São Paulo, João Doria (PSDB). O chefe do Executivo se posicionou contra o imunizante, levantando dúvidas sobre a sua segurança e eficácia, e chegou a desautorizar a compra das doses pelo Ministério da Saúde.

Enquanto isso, o governador de São Paulo adotou a vacina e o Instituto Butantan chegou a começar a produção da fórmula antes mesmo de o governo federal adquirir as doses. A queda de braço só acabou no início de janeiro, quando o então ministro Eduardo Pazuello anunciou a compra de 100 milhões de doses da Coronavac e a inclusão da vacina no Plano Nacional de Imunizações (PNI).

A grande aposta do governo federal na época era a vacina de Oxford/AstraZeneca, que seria envasada na Fiocruz antes de começar a ser produzida em território nacional. O Brasil contava com lotes a serem enviados pelo Instituto Serum, da Índia, mas problemas de logística e a situação do país asiático, que vivia uma alta nos casos, causaram o atraso do envio das primeiras doses da vacina. Assim, a primeira dose aplicada por aqui foi da Coronavac.

Até a compra das vacinas da Pfizer/BioNTech, que hoje são os principais imunizantes aplicados no Brasil, foi cercada de problemas: o processo foi parar na Comissão Parlamentar de Inquérito (CPI da Covid), sob a alegação de que o governo brasileiro teria ignorado três ofertas para aquisição das doses em agosto de 2020, evitando que 18,5 milhões de doses fossem enviadas ao Brasil em dezembro do mesmo ano.

Novo fôlego para a vacinação

A vacinação no Brasil começou a ganhar novos traços em meados de maio de 2021. Na avaliação da diretora da SBIm, esse avanço se deve à entrega de maiores volumes de doses de vacinas, a fabricação nacional do Insumos Farmacêuticos Ativos (IFAs) e à organização dos profissionais da saúde e dos estados e municípios.

“Graças à vacinação, a partir da metade de 2021 começaram a diminuir as internações hospitalares, que estavam no limite, e o número de mortes diárias, conforme a população acima de 60 anos foi completando a segunda dose”, afirma Claudio Maierovitch, vice-presidente da Abrasco e médico da Fiocruz.

A ampliação da rede de vacinação também foi crucial. Até então, o país contava com mais de 38 mil salas de vacinação distribuídas em Unidades Básicas de Saúde (UBS). Com a abertura de novas salas e a inclusão de tendas de drive-thru, os espaços físicos qualificados para a imunização passaram de 52 mil e rapidamente a faixa etária elegível para se vacinar começou a cair.

“O Brasil sabe vacinar. Todas as questões de transporte e congelamento das doses aconteceram de forma excelente. De modo geral, a vacinação foi rápida, organizada e sem tumulto nos postos de vacinação”, destaca Mônica.

Vacinação de reforço

Com o passar do ano, estudos feitos ao redor do mundo com pacientes que receberam as vacinas em um primeiro momento mostraram que os níveis de anticorpos necessários para combater a Covid-19 começam a cair a partir do quarto mês depois da segunda dose.

Junto a isso, o surgimento de novas variantes aumentou a preocupação sobre a possibilidade de as cepas sofrerem mutações que permitissem o escape da ação dos imunizantes — com isso, a comunidade científica passou a sugerir a necessidade de doses de reforço com intervalo reduzido.

No Brasil, ficou estabelecido que a terceira dose deve ser aplicada no intervalo de quatro meses após a segunda injeção. A princípio, apenas idosos e pessoas com comorbidades receberam o reforço mas, em seguida, as faixas etárias elegíveis foram expandidas até que todos os adultos com mais 18 anos estivessem contemplados.

“O principal grupo de risco para hospitalização e óbitos é o de pessoas não vacinadas e mais vulneráveis, muito debilitada com comorbidades ou mais idade. Para essas pessoas, é importante ter a dose de reforço para garantir proteção e a gente não ter o colapso do sistema de saúde”, destaca o infectologista Julio Croda, pesquisador da Fundação Oswaldo Cruz (Fiocruz).

Vacinação infantil

Quase um ano após a aplicação das primeiras doses em idosos, chegou a vez das crianças de cinco a 11 anos serem imunizadas. Na última sexta-feira (14/1), Davi Seremramiwe, 8 anos, um menino indígena da etnia Xavante que tem uma deficiência motora, foi a primeira criança a ser imunizada contra a Covid-19 no Brasil.

A autorização para o início da vacinação do grupo etário foi dada pela Anvisa em 16 de dezembro de 2021, mas só recebeu o sinal verde do Ministério da Saúde em janeiro, após muito discussão sobre a segurança das vacinas.

Metrópoles

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Política

Quem pagou folha foi Bolsonaro e Fátima só fala disso porque não tem o que mostrar, diz ministro

O ministro das Comunicações, Fábio Faria, em entrevista à Tribuna do Norte, também falou sobre a folha de pagamento do funcionalismo que tem sido um dos pontos mais abordados pela comunicação do governo Fátima Bezerra. De acordo com Fábio, a origem dos recursos para a realização do pagamento foi exatamente o Governo Federal e o aumento da arrecadação, mas a governadora não fala isso.

“Quem pagou a folha foi Bolsonaro. Não foi ela. Pode ver os recursos a mais que os governadores receberam, inclusive o Rio Grande do Norte. Foram mais de R$ 2 bilhões e meio que ela recebeu a mais. Fora o aumento de arrecadação. Fora os R$ 600 do auxílio, porque quando se coloca dinheiro girando, aumenta a arrecadação. Os estados tiveram aumento grande de arrecadação. A distribuição do dinheiro foi algo extraordinário. E acho engraçado é que ela prometeu quitar as folhas atrasadas no primeiro ano e não quitou. Não fala nada sobre isso, mesmo com esses R$ 2,5 bilhões poderia ter pago as folhas atrasadas, cumprido a promessa dela e com recursos que estão vindo do governo federal e aumento devido os R$ 600 de arrecadação do comércio”, disse.

O ministro também afirma que o Governo Fátima destaca o pagamento das folhas em atraso por não ter nada para mostrar. “Não tem absolutamente nada para entregar. Deixou as crianças um ano e meio sem estudar. Ela é professora, o Hospital Walfredo Gurgel é um caos, todo dia assassinatos, mortes, explosões de farmácias. Vejo que o governo fechou as portas para o Brasil todo. Não vejo ninguém conversando com o Rio Grande do Norte. Nenhuma empresa nova, pelo contrário, saindo. Agora, com dinheiro em caixa entrando e não conseguir pagar a folha? Pelo amor de Deus, na época do governo passado tinham 19 estados com folhas atrasadas. Quantos têm hoje? Nenhum. Não existe hoje nenhum estado com folha atrasada. Não tem nenhuma prefeitura com folha atrasada. Que mérito é esse? Mérito é quando tem 20 estados com folha atrasada e tem um em dia. Mas se tem os 27 em dia, não é mérito. É dinheiro que veio do governo federal. Não vejo nenhum governador fazendo propaganda de folha em dia, porque sabem que isso aí é hipocrisia pura, porque o dinheiro veio sobrando, isso aí é falta do que ter o que falar”.

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Política

‘É decepcionante a meta do governo ser apenas a folha’, diz Fernando Bezerra

Foto: Alex Regis/TN
O ex-senador Fernando Bezerra considera que é “triste e decepcionante” que o governo estadual esteja limitado, na avaliação dele, ao pagamento da folha dos servidores públicos. Ele afirma que o Rio Grande do Norte precisa de uma reforma para que se tenha um plano voltado ao desenvolvimento. Para Fernando Bezerra, essa é uma situação que não está restrita à atual gestão.

“Fico triste e decepcionado quando vejo que a meta do governo é [apenas] pagar a folha de pessoal. Os últimos governadores do Rio Grande do Norte se transformaram em encarregados de pessoal, que buscam [meramente] arranjar dinheiro para pagar a folha. Precisamos de uma reforma urgente. Os últimos governos, talvez os quatro últimos, foram muito mais voltados para a questão política pessoal, de reeleição. E deixaram o Estado em uma situação crítica”, lamenta. Ex-ministro da Integração Nacional e ex-presidente da Confederação Nacional da Indústria, ele afirma que, por isso, o RN cresce apenas onde as condições naturais são as mais favoráveis.

Tribuna do Norte

Opinião dos leitores

  1. Temho dito, esse governo é fraco, medíocre, sem cerebro, sem rumos, sem projetos.
    Não inaugura nada.
    Fraco fraquíssimo!
    Toda semana boto aqui no BG sem medo de está errando.
    SE NÃO FOSSE BOLSONARO, JÁ ESTARIA DR PORTAS FECHADAS.
    NUNCA NA HISTÓRIA DO RN, SE RECEBEU TANTOS REPASSES COMO NESSE GOVERNO BOLSONARO.
    Fora Fatão incompetente.

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Saúde

Brasil bate 23 milhões de casos de covid neste domingo

O Brasil superou neste domingo (16.jan.2022) a marca de 23 milhões de casos de covid-19 desde o começo da pandemia. O Ministério da Saúde confirmou 24.934 novas infecções em 24 horas, e o total agora é de 23.000.657.

Foram registradas 74 novas mortes pela doença no período. O país acumula 621.045 vítimas da covid desde o início da pandemia.

Minas Gerais, Rio Grande do Sul, Mato Grosso, Distrito Federal e Tocantins não atualizaram os dados diários.

Com informações do Diário do Poder.

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Saúde

Curva de transmissão da ômicron deve cair já nas próximas semanas, dizem especialistas

Especialistas de todo o mundo projetam o fim da onda de contaminação provocada pela variante Ômicron.

O epidemiologista Pedro Hallal, responsável pelo Epicovid, trabalho desenvolvido pela Universidade Federal de Pelotas, no Rio Grande do Sul, é mais um deles. De acordo com ele, a curva de transmissão da doença deve começar a cair nas próximas semanas.

Segundo o coordenador do projeto, que é considerado o maior estudo sobre a prevalência da Covid-19 no país, a tendência é que o número diário de novos casos conhecidos da doença caia bastante até o final de fevereiro

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Política

Lula não precisa de muleta, e Alckmin é contradição a tudo o que PT fez, diz Rui Falcão

O deputado federal Rui Falcão, ex-presidente em PT e um dos articuladores das campanhas de Lula, principal nome dentro do PT a falar contra a articulação para que Geraldo Alckmin (sem partido) seja o vice na chapa de Lula, afirma que o ex-tucano representa uma contradição a tudo o que o partido fez e quer fazer.

“Lula não precisa de uma muleta eleitoral”, diz o ex-presidente do PT, que ressalta não falar em nome do partido.

Falcão, que coordenou as campanhas de Lula em 1994 e de Dilma Rousseff em 2014, defende um programa emergencial de combate à fome, desemprego e inflação, com ampliação do investimento do estado.

E diz ver com bons olhos Lula defender a revogação de pontos da reforma trabalhista. “As prioridades não podem ser determinadas pela Faria Lima.”

Folhapress

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Polícia

[FOTOS] CONFUSÃO: Som alto toma conta de Pirambuzios

Na noite do último sábado (16), na famosa praia de Pirambuzios, em Nisia Floresta, os vizinhos acionaram a polícia ambiental por conta de mais uma festa realizada pela empresária Karla Janini Pedroza Juca, filha da empresária Maria Valdenira Juca.

Era por volta das 22h quando os policiais da Polícia Ambiental flagraram o crime de perturbação do sossego alheio onde a festa se realizava. Os policiais encerraram a festa e lavraram um termo de advertência aos proprietários que foi assinado pelo genro da empresária, Marcelo Rochester Alves.

Vizinhos o relataram ao blog que essas mesmas pessoas costumam fazer festas com som alto e eles já respondem a diversas ações na justiça pelos mesmos fatos. São festas costumeiras, que sempre terminam incomodando os vizinhos.

“Eles não respeitam ninguém, nem o Poder Judiciário. Não sabem conviver em sociedade, respeitando os vizinhos. Para eles o dinheiro compra tudo”, afirmou o vizinho José Gonçalves.

No município de Nisia Floresta, o topo das denúncias é a perturbação do sossego alheio e o Ministério Público Estadual não consegue dar conta de tantas denúncias já que a maioria das ações penais terminam prescrevendo, uma vez que a pena estipulada é de no máximo 30 dias.

“Essa residência já é conhecida porque costuma fazer muitas festas com violação às leis ambientais e normas da convivência civilizada entre vizinhos”, disse o Sargento responsável pela ocorrência policial.

Opinião dos leitores

  1. que milagre é esse que a PM mandou um carro pra uma denúncia de som alto? morei 10 anos em um determinado bairro, liguei várias vezes e nunca foram. Chegaram a me dizer que ‘tinham coisas mais importantes para fazer’… concordo que o efetivo ainda é pequeno, mas também sou pagador de impostos e não confio na PM, sempre que precisei dela, me deixou na mão

  2. esse povo de pirambuzios é como o porto Brasil, cheio de frescura. sou mais Búzios (vila imperial)

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Geral

VÍDEO: Bolsonaro dribla segurança do Alvorada e passeia de moto sozinho por Brasília

Foto: reprodução/R7

O presidente Jair Bolsonaro (PL) driblou a segurança do Palácio da Alvorada e saiu neste domingo (16) para passear de moto em Brasília.

Bolsonaro deixou o local por volta de 15h45. O presidente não avisou sobre sua saída à equipe do GSI (Gabinete de Segurança Institucional), comandado pelo ministro Augusto Heleno.

A pedidos do presidente, um funcionário abriu o portão de entrada do Palácio. Outros guardas que fazem a segurança de Bolsonaro saíram para tentar seguir o presidente. Ele foi avistado pilotando na Esplanada dos Ministérios.

Às 16h, o comboio que faz a segurança do presidente saiu da Alvorada junto com uma ambulância que anda com Bolsonaro em eventuais saídas públicas.

Ele chegou a ser acompanhado por uma equipe da Record TV, mas pediu ao cinegrafista Edilson Cordeiro, que fazia a cobertura, para continuar o passeio sozinho.

Com informações de Poder 360 e R7

Opinião dos leitores

  1. eh um moloque mesmo, inrresponsavel, ai depois acontece algo e vai dizer que foi a esquerda, o comunismo, eh um complo contra o governo, ta eh doido vendo o outra la na frente dele nas pesquisas! Abilolou de vez kkkkkk

  2. Em vez de trabalhar e governar o Brasil, gasta o tempo em redes sociais e passeando de moto…. Por que ainda está no cargo???

  3. fazendo o que melhor saber fazer: desordem, procrastinação, inutilidades, e prejuízo ao erário.

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