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[REVISTA OESTE] Golpe em gestação: Ministros apontam articulação de ala de Gilmar Mendes para contestar a eleição se Flávio Bolsonaro ganhar

Foto: Igo Estrela / Getty Images
Por Cristyan Costa para a Revista Oeste
 
“Independência, equilíbrio e prudência.” Nunes Marques escolheu essas três palavras para anunciar como pretendia conduzir as eleições de 2026. Era 12 de maio, e o ministro assumia a presidência do Tribunal Superior Eleitoral (TSE) com uma defesa da liberdade de expressão e uma advertência: combater ameaças à democracia não autorizava “excessos incompatíveis com o Estado democrático de Direito”. Quatro anos antes, sob Alexandre de Moraes, o tribunal havia suspendido a divulgação de um documentário da Brasil Paralelo até depois do segundo turno. Agora, o novo presidente prometia contenção. Restava saber quanto espaço teria para praticá-la.
 
No Supremo Tribunal Federal (STF), a promessa encontrou desconfiança. Segundo apurou Oeste, uma ala da Corte discutia rever decisões da Justiça Eleitoral caso considerasse insuficiente a atuação de Nunes Marques e de seu vice, André Mendonça. A convivência tinha os contornos de uma trégua sob vigilância. Em junho, no programa Roda Viva, Gilmar Mendes tornou pública a disposição do Supremo de atuar como instância revisora diante de eventual parcialidade do TSE.
 
Nos meses seguintes, aquilo que parecia uma divergência jurídica começou a ganhar forma concreta em processos, liminares e decisões contraditórias. Na reta final da campanha, porém, três ministros ouvidos pela reportagem passaram a enxergar algo maior. Para eles, uma ala do Supremo prepara as condições jurídicas e políticas para que a disputa sobre os limites da Justiça Eleitoral não termine com a apuração dos votos. Caso o senador Flávio Bolsonaro (PL-RJ) vença Lula, a batalha seguinte poderá ser pela legitimidade do próprio resultado.
Construção da narrativa
 
Na avaliação dessas fontes, o núcleo político da eventual contestação já está à vista: a suspeita de “interferência estrangeira” na campanha brasileira. Uma iniciativa do PT ajuda a entender por quê. Em 23 de setembro, o partido pediu ao ministro Flávio Dino uma investigação sobre uma possível atuação do governo de Donald Trump em favor de Flávio Bolsonaro. O pedido não foi apresentado em uma ação eleitoral. Entrou em um processo sobre a barragem de Mariana, em Minas Gerais, que já estava sob a relatoria de Dino. A escolha do caminho não era irrelevante. Naquela mesma ação, Dino havia estabelecido meses antes que decisões judiciais estrangeiras referentes ao Brasil só poderiam produzir efeitos no país mediante autorização do Supremo — uma reação às sanções impostas com base na Lei Magnitsky. O PT pediu que essa proteção fosse transportada para a eleição presidencial e alcançasse votação, apuração, proclamação do resultado e até diplomação do vencedor pelo TSE. “São bons de narrativa”, disse a Oeste um ministro, sob reserva. “Querem uma justificativa para questionar a vitória do adversário de Lula e esvaziar o TSE.”
 
O partido também requereu a abertura de investigação pela Polícia Federal e acesso a relatórios da Agência Brasileira de Inteligência. Pediu ainda que fossem avaliadas buscas no comitê de Flávio Bolsonaro e na sede nacional do PL, além de quebras de sigilo, mediante representação policial ou requerimento do Ministério Público. A petição cita relações com a organização norte-americana Rockbridge Network, publicidade no exterior favorável ao candidato e conteúdos utilizados por estruturas ligadas ao PL. O próprio documento, contudo, reconhece que o eventual financiamento estrangeiro precisa ser comprovado. Contatos internacionais, manifestações políticas e publicações produzidas no exterior, isoladamente, não demonstram que uma candidatura recebeu recursos ilegais.
 
É precisamente nesse espaço entre suspeita e prova que está a preocupação dos ministros ouvidos por Oeste. Uma investigação pode comprovar uma irregularidade. Pode também demonstrar que ela nunca existiu. O temor das fontes é outro: que a acusação adquira força política antes de qualquer conclusão e sobreviva até depois da contagem dos votos. A hipótese dos ministros é que, diante de uma derrota de Lula, a discussão deixe de ser apenas sobre propaganda, abuso de poder ou financiamento de campanha e se transforme em uma questão de soberania nacional. Nesse cenário, a controvérsia sairia da Justiça Eleitoral e chegaria ao Supremo com uma pergunta muito mais grave: uma vitória obtida sob alegada influência estrangeira poderia ser reconhecida? É esse salto — da fiscalização da campanha para a contestação do resultado — que dá dimensão à disputa em curso.
 
Disputa de poder
 
Outros processos das últimas semanas ajudam a compreender por que os ministros levam essa hipótese a sério. Em 25 de setembro, o vice-presidente do TSE, André Mendonça, determinou a retirada de publicações ligadas à informação falsa de que Flávio pretendia retirar de Nossa Senhora Aparecida o título de Padroeira do Brasil. A ordem atingiu uma publicação do humorista Antonio Tabet. Para contestá-la, Tabet não abriu uma nova ação no TSE nem esperou o julgamento do colegiado eleitoral. Procurou Flávio Dino no Supremo e pediu que o ministro estendesse à publicação os efeitos de uma decisão tomada meses antes em outro caso — um processo envolvendo um vídeo sobre a inelegibilidade do ex-deputado Deltan Dallagnol.
 
Uma ação originada de uma disputa eleitoral no Paraná recebia, assim, um conflito da campanha presidencial. Dino acolheu o pedido e suspendeu a ordem de Mendonça antes de o TSE concluir o julgamento. A defesa de Flávio reagiu pelo mesmo caminho: recorreu a Luiz Fux em outra ação já existente no Supremo. Fux suspendeu a decisão de Dino e restabeleceu a determinação da Justiça Eleitoral. Dentro do próprio STF, portanto, duas decisões individuais apontavam em sentidos opostos sobre uma controvérsia que estava sob análise do TSE.
 
O tribunal eleitoral resolveu a questão em 30 de setembro. Manteve a retirada das informações falsas, mas preservou o post de Tabet depois de Mendonça ajustar seu voto. No dia seguinte, Dino reconheceu que seu processo havia perdido o objeto. Fez, contudo, uma ressalva: em questões constitucionais, a última palavra continuaria pertencendo ao Supremo. O episódio terminou. A disputa institucional, não. Antes disso, o Bolsa Família já havia mostrado como uma questão com impacto direto na campanha poderia sair da órbita do TSE. Em 18 de setembro, a pedido da Advocacia-Geral da União, o decano do STF reconheceu a legalidade do reajuste de 15% anunciado por Lula na véspera. Faltavam pouco mais de duas semanas para o primeiro turno. Gilmar decidiu dentro de um processo sobre a implementação da renda básica. Considerou que o aumento cumpria determinação anterior do Supremo e recompunha a inflação. Segundo apurou Oeste, integrantes da cúpula do TSE se irritaram com a iniciativa por entender que uma discussão sobre os limites eleitorais do reajuste deveria ocorrer na Justiça Eleitoral. O padrão se repetia: uma controvérsia surgida no meio da campanha era levada ao Supremo por meio de um processo aberto originalmente para discutir outro assunto.
 
Movimentos semelhantes apareceram nos Estados. Em Roraima, uma decisão de Dino sobre prazos de desincompatibilização afetou o registro de Arthur Henrique, candidato do PL apoiado por Flávio Bolsonaro. No Rio de Janeiro, um impasse no Supremo interferiu na sucessão temporária do governo estadual. No Ceará, Floriano de Azevedo Marques impôs restrições a adversários do governador petista Elmano de Freitas, decisão posteriormente suspensa por Mendonça. Os casos têm objetos, personagens e fundamentos diferentes. Não demonstram, isoladamente, uma articulação nacional. Para os três ministros ouvidos por Oeste, porém, ajudam a revelar algo que consideram decisivo: o Supremo já encontrou caminhos processuais para interferir em controvérsias eleitorais enquanto elas ainda estavam submetidas ao TSE.
 
Depois das urnas
 
É aqui que a preocupação muda de escala. Até agora, as intervenções atingiram publicações, registro de candidatura, acesso a recursos partidários, propaganda eleitoral e decisões administrativas com consequência política. A hipótese discutida nos bastidores do Supremo é que o mesmo mecanismo seja utilizado, depois da votação, sobre um objeto incomparavelmente maior: o resultado da eleição presidencial.
 
Na avaliação das fontes, a narrativa de interferência estrangeira daria o fundamento político dessa mudança. A disposição do STF de rever atos do TSE forneceria o caminho jurídico. Os pedidos já apresentados ao Supremo proporcionariam os processos. Faltaria o fato capaz de reunir essas peças: uma derrota de Lula. Se Flávio vencer, dizem os ministros ouvidos pela reportagem, a alegação de ingerência norte-americana poderia deslocar a discussão da contagem dos votos para as condições em que eles foram conquistados. O argumento deixaria de ser apenas o de proteger uma campanha contra uma ameaça estrangeira. Poderia servir para questionar a legitimidade da vitória do adversário.
 
Esse ponto é importante porque uma eleição presidencial não pode ser anulada apenas por suspeitas políticas. Seria necessário transformar a acusação em questão jurídica, apontar fatos, estabelecer nexo com a campanha e demonstrar consequência suficiente para comprometer a legitimidade do pleito. É justamente essa distância entre o discurso político e a consequência jurídica que torna decisivo o que ocorrerá depois do primeiro turno. Os três ministros consultados por Oeste não dizem que exista, hoje, uma decisão tomada para impedir a posse de Flávio Bolsonaro. O que afirmam é que estão sendo construídos argumentos, precedentes e vias processuais que poderiam ser acionados caso Lula seja derrotado.
 
Essa distinção precisa permanecer clara. A petição do PT não comprova uma operação para invalidar as eleições. As decisões de Dino, Gilmar ou outros ministros tampouco demonstram, isoladamente, uma ação coordenada. O alerta decorre da combinação desses movimentos e da leitura feita por integrantes da própria Corte sobre onde eles podem desembocar.
 
Na posse de maio, Nunes Marques prometeu independência, equilíbrio e prudência. Às vésperas da votação, porém, a disputa já ultrapassa os limites de sua presidência no TSE. O que está em jogo, na avaliação dos ministros ouvidos por Oeste, é saber se a autoridade da Justiça Eleitoral continuará valendo quando proclamar um vencedor que uma ala do Supremo não deseja. Se a hipótese dessas fontes se confirmar, a intervenção terá mudado de natureza. Deixará de servir apenas para rever decisões tomadas durante a campanha e alcançará a própria escolha feita nas urnas. A suspeita de interferência estrangeira poderá fornecer o argumento; os processos já abertos, o caminho; e o Supremo, a instância encarregada de decidir até onde vale o resultado proclamado pelo TSE. Nesse cenário, a eleição não terminaria com a contagem dos votos. O eleitor elegeria o presidente, mas a escolha permaneceria sujeita à aprovação de ministros que não receberam um único voto. A vontade popular deixaria de ser soberana. Entre a decisão das urnas e o exercício do poder, estaria a toga.
Revista Oeste

Opinião dos leitores

  1. PODE TER CERTEZA QUE, SE O PRESIDENTE DOS EUA NÃO FOSSE O GALEGO DO ALECRIM, O GOLPE IRIA SE REPETIR. MAS COM O GALEGO DO ALECRIM, LULA CORRE O RISCO DE FICA MADURO, CASO INVENTAR DE DAR GOLPE. SIMPLES ASSIM.

  2. Pega fogo 🔥 cabaré, o PT sabe como ninguém fazer todo tipo de maracutaia para se perpetuar no poder…

    1. Revista oeste? Kkkkk
      E contestar eleição é golpe? O que Aécio neves fez em 2015? Hipocrisia pouca não é nada né

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Eleições 2026

PF arquiva apuração sobre suposta interferência dos EUA nas eleições

Foto: Rafa Neddermeyer/Agência Brasil

A Polícia Federal arquivou a apuração preliminar aberta para investigar uma suposta interferência dos Estados Unidos nas eleições brasileiras de 2026. A análise foi encerrada por falta de elementos mínimos que justificassem a abertura de um inquérito formal.

O procedimento havia sido solicitado pela Advocacia-Geral da União (AGU) após reportagem do jornal britânico The Guardian sobre um projeto do governo americano que previa US$ 1 milhão para iniciativas relacionadas a críticas ao Supremo Tribunal Federal (STF).

A apuração foi anunciada pelo diretor-geral da PF, Andrei Rodrigues, no dia do primeiro turno. Na ocasião, ele ressaltou que ainda se tratava de um procedimento preliminar. Com o arquivamento, a PF concluiu que as informações apresentadas não eram suficientes para comprovar uma interferência estrangeira no processo eleitoral.

Com informações da CNN

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Política

[VÍDEO] Apoiadores de Lula estariam usando a estrutura do DCE da UFRN para produzir panfletos contra Flávio


Leitores do Blog do BG enviaram um vídeo em que apoiadores do presidente Lula (PT) estariam imprimindo material de apoio ao petista e contra Flávio Bolsonaro (PL) nas dependências da Universidade Federal do Rio Grande do Norte (UFRN).

As imagens mostram que a estrutura seria da impressora do Diretório Central dos Estudantes (DCE), que estaria confeccionando diversos panfletos contra o candidato do PL.

Não é a primeira vez que o blog recebe denúncias de aparelhamento de instituições públicas, como a UFRN, pela esquerda durante as eleições de 2026.

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Política

Álvaro participa de encontro nacional do PL e reforça mobilização para ampliar votação de Flávio Bolsonaro no RN

Divulgação

Reunião em Brasília reuniu Flávio Bolsonaro, Michelle Bolsonaro, governadores, candidatos, aliados e principais lideranças nacionais do partido para definir estratégias do segundo turno

Álvaro Dias participou, nesta quarta-feira (7), em Brasília, de um grande encontro promovido pela campanha nacional e pela Executiva Nacional do Partido Liberal (PL) para alinhar as estratégias da candidatura de Flávio Bolsonaro nesta reta final do segundo turno das eleições.

Realizada na sede nacional do PL, a reunião contou com a presença de Flávio Bolsonaro, Alfredo Gaspar, do senador Rogério Marinho, do presidente nacional do partido, Valdemar Costa Neto, de Michelle Bolsonaro, além de governadores, senadores, deputados, candidatos, parlamentares eleitos, aliados e das principais lideranças nacionais da legenda.

O encontro teve como foco a definição das estratégias que serão adotadas em todo o país nos próximos dias de campanha. Álvaro participou das discussões e do alinhamento das ações que serão desenvolvidas no Rio Grande do Norte, onde o PL pretende intensificar a mobilização de suas lideranças e apoiadores.

“Viemos a Brasília para alinhar as estratégias nacionais com o trabalho que vamos desenvolver no Rio Grande do Norte. Agora é hora de intensificar a mobilização, unir nossas lideranças e trabalhar ainda mais para ampliar a votação de Flávio Bolsonaro no nosso estado”, afirmou Álvaro Dias.

Ele ressaltou que o PL e seus aliados no Rio Grande do Norte estarão empenhados durante todo o segundo turno, ampliando as ações nos municípios e buscando novos apoios para a candidatura presidencial.

“Vamos nos dedicar integralmente nesses próximos dias. Temos um grupo forte e mobilizado e vamos levar a mensagem de Flávio a todas as regiões do Rio Grande do Norte. Nosso objetivo é crescer, conquistar novos votos e dar uma contribuição ainda maior para a vitória de Flávio Bolsonaro”, concluiu Álvaro.

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Política

Lula teve três vezes mais votos que Flávio entre presos provisórios

Foto: Douglas Magno e Gledston Tavares

O presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) teve quase três vezes mais votos que Flávio Bolsonaro (PL) entre presos provisórios no primeiro turno. Foram 8,1 mil votos para Lula contra 2,6 mil para Flávio.

O levantamento analisou os registros de 243 seções eleitorais instaladas para receber votos de presos provisórios. Entre os demais candidatos, Augusto Cury teve 177 votos, Ronaldo Caiado, 168, e Renan Santos, 73.

O voto é permitido a presos provisórios que ainda não possuem condenação criminal transitada em julgado, já que não tiveram os direitos políticos suspensos. Já presos com condenação definitiva ficam impedidos de votar enquanto durarem os efeitos da condenação.

Na Papuda, porém, a disputa foi mais equilibrada: Lula recebeu 74 votos (47% dos válidos), enquanto Flávio teve 70 (44%).

Com informações do Metrópoles

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Política

[VÍDEO] Allyson não irá declarar apoio a Lula ou a Flávio e diz que se comportará igual ao primeiro turno


O candidato ao Governo do Rio Grande do Norte, Allyson Bezerra, voltou a evitar um posicionamento sobre a disputa presidencial no segundo turno. Em vídeo publicado nas redes sociais, ele afirmou que respeita os eleitores que escolheram apoiar cada um dos candidatos.

A estratégia de Allyson é manter-se fora da polarização entre os presidenciáveis e evitar uma declaração explícita de apoio a qualquer um dos lados nesta reta final da eleição.

“Quem votou em mim sabia da minha posição. A minha posição, ela é a mesma. É de respeito ao cidadão que está se decidindo a apoiar um ou outro candidato”, declarou.

Allyson disse ainda que independentemente de quem seja eleito presidente, o próximo governador do Estado terá condições de dialogar com o Palácio do Planalto e apresentar as prioridades potiguares.

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Política

[VÍDEO] Caiado reage a colunista e dispara : “Contenha no seu petismo”


O ex-governador de Goiás e ex-candidato à Presidência Ronaldo Caiado (PSD) reagiu ao ser questionado pelo colunista Josias de Souza sobre seu apoio a Flávio Bolsonaro no segundo turno.

Durante a entrevista ao Canal UOL, Caiado reclamou com o jornalista de ter uma postura lulista e afirmou: “Contenha no seu petismo”.

O ex-governador também rejeitou a ideia de que seu apoio a Flávio seja incoerente e defendeu que sua trajetória política deixa claro seu posicionamento na disputa contra Luiz Inácio Lula da Silva (PT).

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Esporte

ABC-União de Extremoz representará o RN na Copa Maria Bonita com transmissão para todo o Nordeste

Reprodução

O futebol feminino de Extremoz ganhará uma importante vitrine regional no mês de novembro. A Sociedade Esportiva União, em parceria com o ABC, será a representante do Rio Grande do Norte na 2ª edição da Copa Maria Bonita, competição que reunirá clubes dos nove estados do Nordeste.

Na disputa, a equipe entrará em campo como ABC União, resultado da parceria entre as duas agremiações e de um trabalho que busca fortalecer a presença do futebol feminino potiguar nas grandes competições.

A Copa Maria Bonita terá ainda uma importante projeção de mídia, com transmissão da Globo para o Nordeste, ampliando a visibilidade das atletas, dos clubes participantes e também das marcas e instituições que investem no desenvolvimento da modalidade.

Para o União, a participação representa mais um passo em uma trajetória construída ao longo dos anos. Com sede em Extremoz e atuação dedicada exclusivamente ao futebol feminino, o clube vem conquistando espaço e evoluindo dentro do cenário esportivo, proporcionando oportunidades para atletas e contribuindo diretamente para o fortalecimento da modalidade no Rio Grande do Norte.

A competição de novembro também poderá abrir caminho para um projeto ainda mais amplo. Após a Copa Maria Bonita, existe a intenção de realização da Maria Bonita Cup, torneio que deverá proporcionar ao campeão e ao vice-campeão confrontos contra duas equipes internacionais. A iniciativa, ainda sem data definida, poderá representar uma nova oportunidade de intercâmbio e projeção para o futebol feminino nordestino.

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Geral

11º Fórum Negócios Experience é lançado com novo formato e aposta em experiências

Ao longo de uma década de história, o Fórum Negócios Experience se tornou o maior festival empreendedor do Brasil. Agora, o evento abre um novo capítulo, dedicando sua 11ª edição a celebrar as conquistas de quem fez parte dessa trajetória e a ampliar o olhar para o futuro do empreendedorismo, com o tema “O Mapa da Expansão”, inspirado no livro do CEO do Fórum Negócios Group, Jean Valério. Os detalhes foram apresentados nesta terça-feira (6), em evento de lançamento realizado na Arena das Dunas.

“O Fórum deste ano tem mais experiência, mais espaço e mais conteúdo. E vocês vão perceber uma evolução na estrutura do evento: plenária maior, praça de alimentação mais completa, área expo ampliada, estandes maiores, mais espaços de experiência e ativação, e novos ambientes de relacionamento”, explicou Jean Valério sobre a edição que acontece nos dias 5 e 6 de novembro, no Centro de Convenções de Natal.

“Teremos também uma produção ainda mais imersiva, com show de luzes, sonorização, pirotecnia, cenografia, ativações e diversas experiências pelo evento. É uma edição pensada para ampliar não apenas o conteúdo, mas toda a experiência de quem participa”, completou o fundador do Fórum.

As novidades são incrementos a um modelo de formação empresarial que já atraiu, no decorrer de sua história, mais 100 mil inscritos, 400 palestrantes e 300 empresas parceiras. Encontros que geraram mais de R$ 350 milhões em negócios.

E são resultados como esses que posicionam o evento como um dos principais vetores de desenvolvimento empresarial do país, destacando a capital potiguar como polo de negócios. Referências do mercado empresarial como Eike Batista, Luiza Helena Trajano, João Kepler, Augusto Cury, Thiago Nigro, Pablo Marçal, Joel Jota, Luciano Huck, Carol Paiffer e Guilherme Benchimol já passaram pelo palco do Fórum Negócios Experience.

Neste ano, o line-up segue a tradição de conter nomes de peso do empresariado brasileiro. Entre os palestrantes já confirmados, estão o economista Ricardo Amorim; o CEO do Rock in Rio, Luis Justo; o estrategista empresarial Antônio Napole; a Shark Tank e empreendedora serial Camila Farani; a psicóloga Heloisa Capelas; o CEO da StartSe, Piero Franceschi; a Fundadora da FLC Lâmpadas e da ONG Amigos do Bem, Alcione Albanesi e o especialista em oratória Giovanni Begossi.

Ao todo, a edição contará com time de mais de 30 especialistas, que irão explorar assuntos relacionados aos tópicos do método M.A.P.A, apresentado no livro que inspirou o tema da edição e no material do Fórum Negócios Select.

“A gente sempre faz uma pesquisa de mercado para entender o que os empresários, o que os empreendedores necessitam atualmente. E, assim, identificou que, no núcleo empresarial brasileiro, eles precisavam de mais segurança nas decisões, mais estabilidade no crescimento, ter mais tempo e crescer mais rápido. Então, se o desafio é crescer mais rápido, com mais segurança e mais consistência, a gente lembrou do método usado no Fórum Negócios Select, que é um acompanhamento empresarial em que a gente reúne empresários de todo o Brasil”, disse o CMO do Fórum Negócios Group, Gabriel Corrêa.

“A gente aplica um método lá e agora está trazendo diretamente para o Fórum Negócios Experience. O [método] M.A.P.A, aborda principalmente quatro quatro pilares que a gente acredita que são capazes de transformar uma empresa – desde a que está começando agora até a que já está em ação -, os quais são: modelo de negócios, alavancagem de posicionamento, propulsão com growth e alta performance em vendas”, concluiu.

Com o elenco que vem sendo anunciado, as novidades no formato e o crescimento que vem conquistando ano a ano, a expectativa para 2026 é de que mais de 7 mil inscritos de todo o Brasil passem pelo Centro de Convenções de Natal nos dois dias de evento.

O 11º Fórum Negócios Experience é apresentado pela Brisanet e conta com patrocínio de Aerotur, Editora Gente, Emprotur, Justiz Terceirização, Kiwify, LocaInfo, Mirella Procópio Arquitetura, NowPro.AI, Viver Saúde, 3corações, Arena das Dunas, Fecomércio RN, Hospital Paulo Gurgel, Humana Saúde, Petisqueria, Universidade Potiguar (UnP), UPChina, Centro Universitário do Rio Grande do Norte (UNI-RN), ClickMassa, Favorito, Lion Brazil, MOV, Nordestão, Pão Cadice, Pittsburg, Plugtech, Produtiva Jr, Sankhya, Slup Sorvetes, Vectacont, Woopo, WRL Boné, Alport Libras e MB Limpeza Urbana.

As vendas dos ingressos já foram iniciadas, e o primeiro lote está disponível no site oficial: forumnegocios.com.br.

SERVIÇO
Fórum Negócios Experience 2026
📍 Centro de Convenções de Natal
📅 5 e 6 de novembro
🎟️ Ingressos: forumnegocios.com.br.

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Geral

“VOU ATRÁS DE VOCÊ”: Senador eleito pelo Novo no Maranhão promete trabalhar para derrubar Flávio Dino

Foto: Reprodução

Eleito senador pelo Maranhão, Lahesio Bonfim (Novo) afirmou que vai trabalhar para derrubar o ministro do Supremo Tribunal Federal (STF) Flávio Dino. Em discurso após a vitória, o ex-prefeito de São Pedro dos Crentes acusou Dino de perseguição política durante o período em que ele governava o estado.

“Agora, Flávio Dino, eu estou indo atrás de você em Brasília”, declarou. Lahesio alegou que seu município recebeu poucas doses de vacina contra a Covid-19 por retaliação política e citou uma operação da Polícia Civil e do Ministério Público realizada quando era prefeito.

Aliado de Flávio Bolsonaro (PL), Lahesio chegará ao Senado em meio à mobilização de parlamentares bolsonaristas pelo impeachment de ministros do STF, principalmente de Alexandre de Moraes.

Com informações da Folha de S.Paulo

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Geral

Rogério Marinho rejeita acordo para salvar Moraes e ironiza Janja: “Nossa grande cabo eleitoral”

Foto: Reprodução/Metrópoles

O senador Rogério Marinho (PL-RN), coordenador-geral da campanha de Flávio Bolsonaro (PL), negou a existência de qualquer acordo político envolvendo o candidato e o ministro do STF Alexandre de Moraes. A declaração foi dada à coluna de Igor Gadelha, do Metrópoles.

“Nas conversas que nós tivemos, não existe nenhuma palavra de acordo. Não queremos vingança contra ninguém, mas não seremos omissos“, afirmou Marinho.

A tese de um eventual acordo é uma tentativa do PT de “virar o jogo” após o resultado do primeiro turno, explicou o senador. Marinho afirmou também que o STF foi um “grande vetor” da vitória da direita e que “claramente tomou um lado”.

O coordenador também comparou a postura de Flávio à de Lula em relação ao passado. “Lula tem um retrovisor maior que pára-brisas. Só vive olhando pro passado. Nós não. Queremos reconstruir o país, reconciliar o povo”, disse.

Sobre o segundo turno, Marinho afirmou que a campanha não pode subestimar Lula e o PT, que classificou como “uma máquina de moer fake news”. Ao comentar a atuação da primeira-dama Janja, o senador ironizou: “Ela é a nossa grande cabo eleitoral. Ela e ele (Lula), aliás“, declarou Marinho ao Metrópoles.

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