Temer deixará legado de obras e projetos, diz ministro das Cidades

O presidente Michel Temer deixará um legado de obras que estão sendo inauguradas este ano e projetos que foram retomados e estarão prontos para execução pelo governo que assumir a partir de 1º de janeiro. A informação é do ministro das Cidades, Alexandre Baldy, que detalhou uma série de iniciativas, principalmente em infraestrutura e habitação, que marcarão os últimos meses da atual administração. Ele falou durante visita, nesta sexta-feira (21), ao estado do Rio.

“São 700 mil moradias contratadas em 2018 que estarão sendo construídas entre 2019 e 2021. Este é um legado na habitação. Temos mais de R$ 11 bilhões em obras de saneamento que são tocadas em todo o país e estarão sendo evoluídas de 2019 em diante. Temos mais de R$ 4 bilhões em obras de mobilidade urbana, como a expansão do metrô de Fortaleza e a ligação da Estação Gávea no Rio. Todas essas obras estão sendo evoluídas e continuadas e nosso desejo é que aquelas paralisadas sejam retomadas, porque ficam como legado sua conclusão e o uso responsável do recurso público”, disse o ministro.

Baldy detalhou os investimentos em habitação, que é um dos setores de maior geração de vagas de trabalho, principalmente para pessoas jovens e de pouca qualificação. “Todos os dias, desde o início do governo do presidente Temer, nós estamos entregando, aproximadamente, 1.200 moradias em todo o Brasil. E também estamos celebrando novas contratações de unidades habitacionais. São R$ 75 bilhões em investimentos, recursos da União, do FGTS, para que, nos próximos dois ou três anos, o volume de entregas continue, gerando empregos. São mais de 1,4 milhão de empregos que serão gerados com esses investimentos”, destacou Baldy

Segundo ele, quando o governo Temer assumiu, em agosto de 2016, havia um grande número de obras paralisadas e que depois foram retomadas. “Nós tínhamos 181 mil moradias paralisadas quando iniciamos o governo. Este mês, estamos concluindo com 29 mil paralisadas ainda. É um número expressivo, mas que desejamos reduzir. Porém, são necessárias medidas judiciais para que as obras sejam retomadas. A gente não quer ter nenhuma moradia paralisada no Brasil”, frisou.

Agência Brasil