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Uma declaração antiga do rapper Emicida voltou a repercutir nas redes sociais e reacendeu críticas ao artista. Em um show, ele afirmou que “a burguesia fede”, frase que ganhou novo peso diante do contexto: o evento tinha ingressos que chegavam a R$ 1.000, enquanto o cantor usava uma blusa da grife Gucci avaliada em cerca de R$ 5.000.
A cena provocou questionamentos sobre a coerência entre o discurso antielitista e a inserção do artista em um circuito marcado por preços elevados e consumo de luxo. Para críticos, há um descompasso evidente entre a retórica de combate às elites e a realidade de apresentações voltadas a um público majoritariamente de alto poder aquisitivo.
Nas redes, o episódio foi usado como exemplo do que alguns chamam de “militância gourmet”, em que discursos políticos fortes acabam diluídos quando associados a marcas caras e eventos exclusivos. A crítica central aponta que a mensagem perde impacto quando emitida a partir de um palco cercado por símbolos de status.
Defensores de Emicida argumentam que a fala não é direcionada ao consumo individual, mas às estruturas de poder e desigualdade social. Ainda assim, o episódio reforça um debate recorrente no meio cultural: até que ponto um discurso político se sustenta quando passa a coexistir com um mercado altamente elitizado e lucrativo.
Com informações de Investi Brasil
O cara é Froide; cobra mil reais por senha e ainda chama os caras de fedidos. Kkkkkk
é tão radical que se quer deu conta de que a dita BURGUESIA FEDE, referia-se a si próprio, coisa de quem quer viver as custas dos outros, sem ter nada a apresentar, a não ser complexo de inferioridade.
Canalha.
Puro suco da esquerda. Gente perdida moralmente e fraca das ideias
Com um nome desse pensei que era mulé, como diz os analfabetos.
Mais um maconheiro, que se criou no sbmundo da esquerda brasileira.
Nojento!