Jair Bolsonaro é craque em fabricar crises. Mas não sabe desfazê-las

Jair Bolsonaro mostra ao país que tem poderes mágicos. Além de extrair crises do nada, o presidente consegue magnificar os problemas, transformando-os em encrencas gigantescas. Na crise com o PSL, Bolsonaro decidiu encenar um personagem conhecido, só que as avessas. Tornou-se um anti-imperador, uma espécie de Napoleão que se descoroa em praça pública.

Numa manhã, o presidente diz aos repórteres que não fala em público sobre o PSL. À noite sua voz soa em gravações captadas por hipotéticos aliados sem o seu conhecimento. Nelas, Bolsonaro aparece tramando a destituição do líder do partido. Queria trocar o Delegado Waldir pelo filho Eduardo Bolsonaro. Jogou o peso da faixa presidencial numa Operação Tabajara em beneficio da sua dinastia.

Uma guerra de listas transformou a representação do PSL na Câmara numa bancada de fancaria. No câmbio oficial, o partido tem 53 deputados. No câmbio negro das listas, a soma dos apoiadores de Waldir e Eduardo deu 59, um ágio de seis cabeças. Depois de uma checagem, descobriu-se que prevaleceu na guerra da liderança o delegado Waldir, convertido pela conjuntura numa versão pós-moderna do Duque de Wellington, o algoz de Napoleão.

Bolsonaro sabe como fabricar crises. Mas não sabe desfazê-las. Até a semana passada, o presidente tinha uma mulher chamada Michelle, dois filhos no controle dos diretórios do PSL em São Paulo e no Rio, tinha um partido cujos deputados votavam 100% fechados com o governo e um cofre milionário do fundo partidário para conquistar. Hoje, Bolsonaro precisa chegar mais cedo em casa, par verificar o que foi feito de Michelle. Depois de armar contra si mesmo uma derrota com ares de Waterloo, a solidariedade da primeira-dama talvez seja a única coisa que restou ao anti-imperador do Planalto.

JOSIAS DE SOUZA

FROUXO É FROUXO: Ex-lider do Governo Bolsonaro diz que respeita os “viados” assumidos, o que são corajosos e não se escondem no conservadorismo para se passaram por machões.

É assustador o nível que a turma do PSL mostrou nessa crise envolvendo o Presidente da Republica, Jair Bolsonaro e o presidente do Partido, Luciano Bivar. É surreal para pessoas que grande parte tem acima de 45 anos. Traição, gravações, escutas, confidencias e agora descambou até para a sexualidade.

A líder do governo Bolsonaro até esta quinta, a deputada Joice Hasselmann, escancarou no seu twitter o que todos comentam em Brasília, que o filho mais novo do presidente seria Homossexual e não poupou, disse que respeita os “viados” assumidos, o que são corajosos e não se escondem no conservadorismo para se passaram por machões.

Nosssssssaaaaaaa……

Marco Aurélio prevê fim de prisão em segunda instância

O ministro Marco Aurélio Mello, do Supremo Tribunal Federal (STF), disse nesta quinta-feira (17) a jornalistas que prevê um placar de 7 a 4 para derrubar a possibilidade de prisão após condenação em segunda instância. Segundo Marco Aurélio, o voto que será lido na próxima quarta-feira (23) tem entre sete e oito páginas, demandando trinta minutos para ser lido no plenário.

Dentro do STF, ministros de diferentes alas ouvidos pelo Estadão/Broadcast dão como certo que o tribunal vai derrubar a prisão após a condenação em segunda instância. A dúvida que permanece é saber se prevaleceria o entendimento de que a execução de pena deve ocorrer após o esgotamento de todos os recursos (o “trânsito em julgado”, em juridiquês) ou depois de uma decisão do Superior Tribunal de Justiça (STJ), que funciona como uma espécie de terceira instância.

A tese do STJ já foi defendida pelo presidente do STF, ministro Dias Toffoli, que poderá desempatar o placar e definir o resultado do julgamento. O ministro Gilmar Mendes, que votou nesse sentido ao analisar um habeas corpus de Lula em abril do ano passado, já avisou que vai mudar de lado e migrar para a corrente “garantista”, pelo trânsito em julgado.

Para a projeção de Marco Aurélio Mello se confirmar, seria necessário que mais um integrante da Corte “mudasse de lado”. Nos últimos dias, circulou nos bastidores do STF a especulação de que Alexandre de Moraes poderia deixar de defender a execução antecipada de pena e votar pelo “trânsito em julgado”, mas interlocutores do ministro descartam essa hipótese.

“7 a 4 é o meu palpite. Não sei, como é que chegamos a sete? Eu costumo julgar os colegas por mim, às vezes sou otimista em excesso”, disse Marco Aurélio a jornalistas, no intervalo da sessão plenária. “É apenas a minha percepção, eu sempre acredito no melhor.”

Indagado pelo Estado/Broadcast sobre o voto que lerá na próxima semana, o ministro Alexandre de Moraes desconversou: “Semana que vem você verá.”

Já o ministro Ricardo Lewandowski – contrário à execução antecipada de pena – afirmou que mantém a sua convicção “como uma rocha”. “Minha opinião também, evidente, eu nunca mudei. Não sei o pensamento dos outros ministros, mas espero que o espírito original dos constituintes de 1988 prevaleça, ou seja, reafirmando a presunção de inocência até o trânsito em julgado da sentença condenatória”, disse.

Manifestações. A sessão plenária desta quinta-feira foi dominada por sustentações orais de entidades interessadas na causa e dos autores das três ações sobre a execução antecipada de pena – o Conselho Federal da Ordem dos Advogados do Brasil (OAB), Patriota e o PC do B. O julgamento será retomado na manhã da próxima quarta-feira, quando deverão se manifestar a Advocacia-Geral da União (AGU) e a Procuradoria-Geral da República (PGR).

Marco Aurélio prevê que a leitura do seu voto levará 30 minutos. “Eu espero que todos percebam que há necessidade de se conciliar celeridade e conteúdo. Que nós temos um dever para com os contribuintes que é entregar prestação jurisdicional no prazo razoável”, comentou.

Twitter. Na última quarta-feira, às vésperas do início do julgamento que decidirá pelo mérito da prisão após condenação em segunda instância, o general Eduardo Villas Bôas, ex-comandante do Exército brasileiro, postou em seu Twitter uma mensagem pedindo a manutenção da “energia” que move o País em direção à “paz social” para evitar uma “convulsão social”.

Para Marco Aurélio, o comentário foi um “arroubo de retórica”. “Mas é ruim, isso não contribui para uma boa percepção do leigo”, avaliou.

ESTADÃO CONTEÚDO

Briga intestina fragiliza imagem de Bolsonaro no Congresso e desmoraliza o PSL

briga intestina do PSL fragilizou a imagem do presidente e de seus aliados no Congresso. O fato de Jair Bolsonaro ter entrado em campo para fazer do filho Eduardo líder da sigla na Câmara e ter perdido a primeira batalha foi visto como erro crasso. “Se ele entra, tem que entrar para matar”, explica um dirigente da centro-direita. Já a sequência de gravações ocultas maculou a agremiação toda, classificada como um aglomerado de “gente inconfiável, sem palavra, sem ética nem lealdade”.

Dois dos nomes mais proeminentes do PSL na Câmara foram afetados pelo tiroteio interno. Joice Hasselmann (SP), que perdeu a liderança do governo no Congresso, terá que “experimentar pela primeira vez a planície”, nas palavras de um colega, sem cargos de assessoria e regalias que tinha no posto.

Já o presidente da Comissão de Constituição e Justiça, Felipe Francischini (PR), que agia para se projetar para o Planalto como uma opção para o comando da Casa, foi gravado falando mal de Jair Bolsonaro e rapidamente classificado como agente duplo.

queda de Joice e a consequente ascensão do senador Eduardo Gomes (MDB-TO) ao posto de líder do governo no Congresso é o marco de uma era de maior dependência de Bolsonaro do partido que foi o fiel da balança para FHC, Lula e Dilma.

Melhor: dependência do MDB do Senado, ala que congrega as figuras mais experientes da sigla, como Renan Calheiros (AL), Eduardo Braga (AM) e Jader Barbalho (PA). O líder do governo no Senado já é do partido, Fernando Bezerra (MDB-PE).

Assim que assumiu, Gomes telefonou para líderes da Câmara. Disse que, apesar de ser senador, “tem cabeça de deputado”. O ministro Luiz Eduardo Ramos (Secretaria de Governo) também comunicou dirigentes do centrão. Resposta: “Líder de governo quem escolhe é o Planalto. A gente não opina”.

O presidente do MDB, Baleia Rossi, fez questão de deixar claro que, apesar de “ter orgulho dos quadros que o partido tem e de seguir apoiando a agenda do governo”, a direção da sigla não tem ingerência nem responsabilidade pela escolha de Gomes –e segue independente.

PAINEL FOLHA

Crise do PSL extrapola partido e atinge articulação de Bolsonaro no Congresso

A crise no PSL extrapolou nesta quinta-feira (17) as barreiras do partido e atingiu a articulação política do governo Jair Bolsonaro no Congresso Nacional.

Em meio ao clima de beligerância no PSL, o presidente sofreu derrotas em série, foi chamado de vagabundo pelo líder do partido na Câmara, deputado Delegado Waldir (GO), e, em um contragolpe, decidiu tirar a deputada Joice Hasselmann (PSL-SP) da liderança do governo no Congresso.

Na Câmara e no Senado, porém, a avaliação é a de que o racha entre Bolsonaro e o presidente nacional do PSL, deputado Luciano Bivar (PE), tem potencial para respingar na agenda do governo no Legislativo.

Para líderes partidários, ainda não é possível dimensionar o tamanho do impacto na interlocução do Palácio do Planalto com o Congresso, mas o sentimento geral é de que, com a nova mudança nos quadros da articulação política, o governo terá de reconstruir o diálogo com deputados e senadores.

Nesta quinta, Bolsonaro decidiu tirar Joice da liderança do governo no Congresso após ter sofrido dois importantes reveses.

A Secretaria-Geral da Mesa da Câmara confirmou a permanência do Delegado Waldir na liderança do PSL na Casa, embora o presidente tenha atuado pessoalmente para colocar seu filho Eduardo Bolsonaro (SP) no posto.

A manobra do presidente teve como pano de fundo não só o racha interno no PSL, mas as indicações do Senado de que, hoje, Eduardo dificilmente teria seu nome aprovado para ser embaixador do Brasil em Washington.

Alçar o filho à liderança do PSL na Câmara seria um movimento para evitar mais uma derrota pessoal de Bolsonaro. No fim do dia, o Planalto suspendeu a indicação de Eduardo ao posto.

Além disso, Eduardo também perderá o comando do PSL em São Paulo. Bivar decidiu destituir ele e o senador Flávio Bolsonaro de seus postos na sigla —o filho mais velho do presidente deve perder a chefia do PSL no Rio.

Na Câmara e no Senado, porém, a avaliação é a de que o racha entre Bolsonaro e o presidente nacional do PSL, deputado Luciano Bivar (PE), tem potencial para respingar na agenda do governo no Legislativo.

Para líderes partidários, ainda não é possível dimensionar o tamanho do impacto na interlocução do Palácio do Planalto com o Congresso, mas o sentimento geral é de que, com a nova mudança nos quadros da articulação política, o governo terá de reconstruir o diálogo com deputados e senadores.

Nesta quinta, Bolsonaro decidiu tirar Joice da liderança do governo no Congresso após ter sofrido dois importantes reveses.

A Secretaria-Geral da Mesa da Câmara confirmou a permanência do Delegado Waldir na liderança do PSL na Casa, embora o presidente tenha atuado pessoalmente para colocar seu filho Eduardo Bolsonaro (SP) no posto.

A manobra do presidente teve como pano de fundo não só o racha interno no PSL, mas as indicações do Senado de que, hoje, Eduardo dificilmente teria seu nome aprovado para ser embaixador do Brasil em Washington.

Alçar o filho à liderança do PSL na Câmara seria um movimento para evitar mais uma derrota pessoal de Bolsonaro. No fim do dia, o Planalto suspendeu a indicação de Eduardo ao posto.

Além disso, Eduardo também perderá o comando do PSL em São Paulo. Bivar decidiu destituir ele e o senador Flávio Bolsonaro de seus postos na sigla —o filho mais velho do presidente deve perder a chefia do PSL no Rio.

FOLHAPRESS

Líder do PSL que prometeu ‘implodir’ Bolsonaro recua e diz não ter nada contra o presidente

O líder do PSL na Câmara, deputado Delegado Waldir (PSL-GO), afirmou nesta quinta-feira (17) não ter “nada” para usar contra o presidente Jair Bolsonaro. Disse também querer “pacificar” a bancada do partido.

Waldir deu a declaração ao ser questionado sobre a gravação na qual afirmar querer “implodir” Bolsonaro, a quem chamou de “vagabundo”. Ele participava de um almoço do presidente do PSL, Luciano Bivar, com aliados.

Bolsonaro fez uma transmissão ao vivo em uma rede social na noite desta quinta-feira, mas não comentou a crise envolvendo o PSL.

Segundo Waldir, a declaração, dada em meio à crise que atinge o PSL, foi feita em um “momento de emoção”.

“O que o senhor tem para implodir o presidente?”, indagou um jornalista.

“Nada. É só questão de… É uma fala de emoção, né? Um momento de sentimento”, respondeu o líder.

“É uma fala num momento de emoção, né? É uma fala quando você percebe a ingratidão. Tenho que buscar as palavras. Tenho que buscar as palavras”, acrescentou.

Questionado, então, se a crise passou, Delagado Waldir respondeu: “Nós somos Bolsonaro. Nós somos que nem mulher traída. Apanha, não é? Mas mesmo assim ela volta ao aconchego”.

Na sequência, o deputado declarou ser possível “pacificar” a bancada do PSL. Segundo ele, os 53 parlamentares votarão “integralmente” conforme os interesses do governo.

“Não tem nenhuma ruptura, não tem nenhuma perseguição, não tem nada”, completou.

Delegado Waldir continua como líder do PSL

O PSL enfrenta uma crise que envolve o comando da legenda, o Palácio do Planalto e os parlamentares no Congresso.

Desde a semana passada, as alas ligadas a Bolsonaro e ao presidente do partido, Luciano Bivar, travaram uma disputa interna.

A crise começou quando o presidente da República se dirigiu a um apoiador e o pediu para “esquecer” o PSL porque Bivar está “queimado para caramba”.

G1

OPINIÃO DOS LEITORES:
  1. hein? cuma? disse:

    ARREGOU??? KKKKKKKKKKK

  2. Luiz Antônio disse:

    Tudo jogo de cena. E o pior é que funciona… as pessoas gostam de ser enganadas.

Júnior Groovador é o convidado do Cara a Cara com BG deste sábado

O baixista potiguar Júnior Bass Groovador, sucesso no Palco Mundo no Rock in Rio 2019 ao tocar ao lado do ator e músico Jack Black, é o entrevistado deste sábado do programa CARA A CARA COM BG.

Cara a Cara com BG, sábado, às 8h30, na TV Ponta Negra.

Acompanhe o programa através dos canais: Cabo Telecom 120 (sinal digital) e 805 (HD); NET 13 (sinal digital) e 513 (HD); Sky HD 313.1.

Bolsonaro diz que 13º do Bolsa Família estará na LOA a partir de 2020

O presidente Jair Bolsonaro afirmou que o pagamento da 13ª parcela do Bolsa Família não valerá apenas para 2019. Em sua live desta semana, transmitida hoje (17), o presidente reiterou que o pagamento entrará na Lei Orçamentária Anual (LOA) a partir do ano que vem.

“O bom programa social é aquele que mais sai gente do que entra. Mas temos uma massa ainda de pessoas que necessitam do amparo do Estado. E não é apenas dezembro agora, não. Como nos outros anos entra na LOA, está garantido o décimo terceiro”.

Na última terça-feira (15), o governo enviou ao Congresso Nacional, na forma de uma medida provisória (MP), a previsão de pagamento do benefício para 2019.

No próprio evento de assinatura da medida provisória, o ministro da Cidadania, Osmar Terra, havia explicado que o recurso extra para este ano teve que ser criado via MP, mas que nos anos seguintes já estaria previsto. “A partir do ano que vem, na própria previsão do Orçamento já vai estar colocada essa questão do décimo terceiro, e daqui pra frente vai ter essa parcela”.

Agência Brasil

Governo sanciona crédito de R$ 3 bilhões para ministérios por votos na Previdência

O presidente Jair Bolsonaro sancionou nesta quinta-feira (17) o texto de crédito suplementar que libera R$ 3 bilhões para o pagamento do acordo costurado na votação da reforma da Previdência no Congresso.

O dinheiro será destinado para ministérios. Receberão as maiores fatias a Defesa (27,6%), Saúde (24,07%) e Desenvolvimento Regional (23,01%). O que sobrar vai para Agricultura, Educação e Cidadania.

O remanejamento do dinheiro foi acertado para o pagamento de emendas negociadas na votação em primeiro turno da reforma da Previdência. O governo precisou cancelar gastos em outras áreas para liberar os recursos. Quase um terço dos R$ 3 bilhões, por exemplo, saiu do orçamento do MEC (Ministério da Educação).

Na semana de análise da reforma em primeiro turno, o presidente Jair Bolsonaro liberou diversos lotes de emendas parlamentares, beneficiando bases eleitorais de deputados federais principalmente na área de saúde. À época, ele negou que a liberação fizesse parte da “velha política”, criticada por bolsonaristas.

Apesar de ter sido eleito com o discurso de que acabaria com o fisiologismo no Congresso, o Planalto fez promessas de liberação que superaram R$ 5 bilhões para as emendas —que tratam de obras e investimentos nos redutos eleitorais dos congressistas. Isso foi feito em troca de voto, um dos clássicos componentes do toma lá dá cá.

O presidente também sancionou nesta quinta o projeto da cessão onerosa, que distribui entre a União, estados e municípios os recursos do megaleilão do pré-sal de novembro, uma medida que representa um alívio para os cofres dos entes subnacionais.

O bônus de assinatura do leilão que definirá o direito de produzir em quatro reservas descobertas pela Petrobras na Bacia de Campos é de aproximadamente R$ 106,6 bilhões. Uma fatia (R$ 33,6 bilhões) ficará com a Petrobras, sendo que o restante será compartilhado entre União e os entes subnacionais.

Pelo texto aprovado, 30% do montante deve ser dividido igualmente entre estados e municípios.

O acordo prevê que a parcela destinada aos municípios (cerca de R$ 11 bilhões) será repartida respeitando as normas do FPM (Fundo de Participação dos Municípios).

Já no caso dos estados a divisão dos outros R$ 11 bilhões deve ocorrer segundo a seguinte composição: 10% pelos critérios do FPE (Fundo de Participação dos Estados), 2,5% do Fex (Auxílio Financeiro para Fomento das Exportações) e 2,5% da Lei Kandir.

Folhapress

Wlademir Capistrano participa de última sessão plenária como membro da corte do TRE-RN

O juiz Wlademir Capistrano participou nesta quinta-feira (17) da última sessão plenária como membro da corte do Tribunal Regional Eleitoral do Rio Grande do Norte (TRE-RN). O magistrado encerra o biênio 2017-2019 no próximo sábado, dia 19. O momento de despedida foi presidido pelo Desembargador Glauber Rêgo, presidente do TRE-RN, e contou com a participação dos demais membros da corte e da Procuradora Regional Eleitoral.

Além disso, estiveram presentes diversos advogados do direito eleitoral e servidores. “Parabéns pelo brilhante trabalho que exerceu aqui no Tribunal. E que tenha sucesso nos novos desafios, quiçá retornando aqui à nossa corte”, comentou o presidente, sendo acompanhado pelos demais membros.

“O agradecimento pelo convívio e paciência aos membros da corte com os quais tive a oportunidade e a satisfação de conviver na bancada de julgamentos a partir da minha chegada. Todos deixaram fortes impressões em minha lembrança. Igual consideração e agradecimento aos Procuradores Eleitorais. A nossa convivência foi respeitosa e profícua, cada um no mais firme exercício de seus cargos, mas sabendo preservar a necessária harmonia entre os atores dos processos judiciais”, destacou o juiz Wlademir Capistrano.

“O que eu sempre quis de um juiz, como advogado, é o juiz que tentei ser aqui no TRE: técnico, independente, preciso, coerente e confiável – no bom sentido”, continuou o juiz ao direcionar a gratidão à classe dos advogados potiguares. Os servidores do gabinete e do Tribunal, além dos familiares, também foram citados com carinho pelo juiz. “Obrigado por existirem em minha vida”, concluiu.

OPINIÃO DOS LEITORES:
  1. LULADRÃO disse:

    Todos marajás. Para quê serve mesmo esse bando? Trabalham de em em dois anos. Bolsonaro precisa acabar urgente com TRE e TRT. Resolveria 50% dos problemas do Brasil

  2. Cigano Lulu disse:

    Pense num figurino ridículo. Parece disfarce de urubu.

SUCUPIRA PERDE: Prefeito interino de Ceará-Mirim assina edital de convenção de seu partido no Diário Oficial do Município

Um fato surreal aconteceu em Ceará-Mirim. O prefeito interino da cidade, Ronaldo Venâncio, publicou no Diário Oficial do Município, no último dia 14 de outubro, o edital de sua convenção partidária para a formação da chapa do seu partido, o Partido Verde (PV), que concorrerá ao pleito municipal.

O Diário Oficial publica diariamente os atos oficiais no âmbito do governo municipal, tais como leis, decretos, portarias, editais de licitação, nomeações e exonerações dentre outros. Porém, em Ceará-Mirim, o prefeito interino faz o uso da máquina pública de forma pessoal, ferindo a legislação municipal e misturando público e privado.

A escolha será para os cargos majoritários de prefeito e vice-prefeito na eleição suplementar deste ano, confirmada pelo Tribunal Regional Eleitoral do Rio Grande do Norte, após cassação e perda dos mandatos de Marconi Barreto e Zélia Pereira dos Santos, por abuso de poder econômico.

A convenção do PV está marcada para o próximo domingo (20), das 8h às 13h, na Escola Estadual Interventor Ubaldo Bezerra de Melo, em Ceará-Mirim. O documento consta ainda o nome e matrícula de um servidor público da Prefeitura, responsável pela publicação no Diário Oficial. Ronaldo Venâncio concorre ao cargo de prefeito, com Renato Martins como candidato a vice-prefeito.

Se interino, está desse modelo, fico imaginando se for prefeito.

Bolsonaro sobre áudio vazado: ‘Se alguém grampeou, é desonestidade’

Após vazamento de áudio sobre suposta articulação para troca do líder do PSL na Câmara, o presidente Jair Bolsonaro disse nesta quinta-feira, 17, que, se alguém o “grampeou”, foi um ato de desonestidade. “Eu não trato publicamente deste assunto. Converso individualmente. Se alguém grampeou telefone, primeiro é uma desonestidade”, afirmou o presidente.

Na noite de quarta-feira, 16, um grupo de 27 deputados do PSL decidiu destituir o líder da bancada na Câmara, Delegado Waldir (GO), substituindo-o por Eduardo Bolsonaro (SP). Deputados do PSL ligados ao presidente da sigla, o deputado federal Luciano Bivar (PSL-PE), apresentaram nova lista, para manter Delegado Waldir no cargo, e abriram uma “guerra de listas”.

O pedido para a troca de líder do PSL na Câmara foi feito pelo próprio presidente Jair Bolsonaro, que conversou com parlamentares do PSL e cobrou apoio para seu filho “zero três”. Na terça-feira, 15, Delegado Waldir havia orientado a bancada do PSL a votar contra uma Medida Provisória que tratava da reestruturação administrativa da Casa Civil e da Secretaria de Governo.

A conversa gravada, atribuída ao presidente, na qual solicitava apoio para derrubada do Delegado Waldir, foi divulgada na noite de quarta pela imprensa. “Eu falei com alguns parlamentares. Me gravaram? Deram uma de jornalista? Eu converso com os deputados”, disse Bolsonaro. Questionado se pedirá investigação sobre o vazamento, Bolsonaro deixou a conversa com a imprensa em frente ao Palácio da Alvorada, onde o presidente costuma fazer selfies com fãs e conversar e responder a perguntas de jornalistas.

Crise

Bolsonaro externou a crise no partido na última semana, ao pedir a um militante que “esquecesse o PSL” e dizer que Bivar estava “queimado para caramba”. Desde então, a sigla está rachada entre os pró-Bivar e os pró-Bolsonaro. Na última terça-feira, 15, uma operação de busca e apreensão deflagrada pela Polícia Federal em endereços ligados a Bivar, no Recife, agravou a crise no partido e ameaça prejudicar o andamento de projetos de interesse do Palácio do Planalto no Congresso.

Estadão Conteúdo

MPF pede a absolvição de Lula e Dilma em ação sobre ‘quadrilhão do PT’

O Ministério Público Federal pediu a absolvição sumária dos ex-presidentes Lula e Dilma, além dos ex-ministros Antonio Palocci Filho, Guido Mantega e João Vaccari Neto, em ação referente ao chamado “quadrilhão do PT”.

O texto, assinado pela procuradora Marcia Brandão Zollinger, diz que “não há o pretendido domínio por parte dos denunciados, especialmente os ex-presidentes da República, a respeito dos atos criminosos, que obviamente merecem apuração e responsabilização e são objeto de ações penais autônomas, cometidos no interior das Diretorias da Petrobras e de outras empresas públicas”.

A denúncia foi apresentada em setembro de 2017 pelo então procurador-geral da República, Rodrigo Janot, ao STF (Supremo Tribunal Federal). Segundo ela, os dois ex-mandatários tiveram participação num esquema montado para coletar propinas de R$ 1,48 bilhão entre 2002 e 2016.

As vantagens ilícitas teriam sido pagas em contratos da Petrobras, do BNDES (Banco Nacional do Desenvolvimento) e do Ministério do Planejamento.

Mônica Bergamo/Folha de S.Paulo

Confira a lista completa de previsão dos valores de cessão onerosa de todos os municípios do RN

O Blog do BG teve acesso exclusivo à lista com o cálculo da estimativa de valores bônus da exploração do pré-sal, que cada município potiguar deve receber, a chamada cessão onerosa.

Os números foram calculados pela Confederação Nacional dos Municípios (CNM) Os valores finais só serão definidos após o leilão de petróleo dos excedentes de barris de petróleo do pré-sal, previsto para ser realizado no próximo dia 6 de novembro.

Confira a lista na íntegra

Estimativa de Valores do Bônus de Assinatura da Cessão Onerosa pelo Critério do FPM

Governo do Estado

O Governo do Estado estima 4,2% do total dos recursos totais da cessão onerosa, o que equivale a um valor entre R$ 325 e 470 milhões, segundo estimativa da Secretaria de Planejamento (Seplan).

OPINIÃO DOS LEITORES:
  1. Ari disse:

    Cadê a lista? Faltou o link.

CESSÃO ONEROSA: 95 municípios potiguares devem receber R$ 908 mil

Os 95 municípios potiguares que recebem a menor parcela de Fundo de Participação dos Municípios (FPM) deverão receber R$ 908.352,27, cada, de recursos do pré-sal, segundo números da Estimativa de Valores do Bônus de Assinatura da Cessão Onerosa apresentada pela Confederação Nacional dos Municípios (CNM).

Os valores finais só serão definidos após o leilão de petróleo dos excedentes de barris de petróleo do pré-sal, previsto para ser realizado no próximo dia 6 de novembro.

A cessão onerosa nada mais é do que a cessão feita pela União à Petrobras, do direito de explorar um total de cinco bilhões de barris do chamado “petróleo equivalente” (que envolve óleo e gás natural) dentro da área do pré-sal, na costa brasileira. Assim, é o rateio entre estados e municípios do bônus dos recursos do leilão de petróleo dos excedentes de barris de petróleo do pré-sal.

Governo

O Governo do Estado estima 4,2% do total dos recursos totais da cessão onerosa, o que equivale a um valor entre R$ 325 e 470 milhões, segundo estimativa da Secretaria de Planejamento (Seplan).

Natal deverá receber mais de R$ 32 milhões de cessão onerosa

O município de Natal deve receber R$ 32.552.372,81 segundo os cálculos da Estimativa de Valores do Bônus de Assinatura da Cessão Onerosa. O valor foi definido pelo critério de divisão do Fundo de Participação dos Municípios.

Após Natal, os municípios com maior previsão de recebimento são Mossoró e Parnamirim com R$ 9.596.162,33, cada.

O Governo do Estado estima 4,2% do total dos recursos totais da cessão onerosa, o que equivale a um valor entre R$ 325 e 470 milhões, segundo estimativa da Secretaria de Planejamento (Seplan).

A cessão onerosa nada mais é do que a cessão feita pela União à Petrobras, do direito de explorar um total de cinco bilhões de barris do chamado “petróleo equivalente” (que envolve óleo e gás natural) dentro da área do pré-sal, na costa brasileira. Assim, é o rateio entre estados e municípios do bônus dos recursos do leilão de petróleo dos excedentes de barris de petróleo do pré-sal.