Judas Tadeu está no Cara a Cara com BG deste sábado

O ex-presidente do ABC, Judas Tadeu Gurgel, é o convidado deste sábado do programa Cara a Cara com BG. As lembranças dos melhores momentos do “Mais Querido” em um bate-papo com o mais polêmico dirigente do Alvinegro potiguar dos últimos anos.

Cara a Cara com BG, sábado, às 8h30, na TV Ponta Negra.

Acompanhe o programa através dos canais: Cabo Telecom 120 (sinal digital) e 805 (HD); NET 13 (sinal digital) e 513 (HD); Sky HD 313.1.

Bolsonaro volta a afirmar que vai reduzir teto da lei Rouanet

O presidente Jair Bolsonaro afirmou nesta quinta-feira, 18, em transmissão ao vivo no Facebook, que o limite de captação de recursos pela Lei Rouanet será reduzido de R$ 60 milhões para R$ 1 milhão por projeto. Bolsonaro classificou a legislação, uma das principais formas de incentivo à cultura nacional, como uma “desgraça” usada para cooptar defensores de governos passados.

“Essa desgraça dessa Lei Rouanet começou muito bem intencionada, depois virou aquela festa que todo mundo sabe, cooptando a classe artística, pessoas famosas para apoiar o governo. Quantas vezes vocês viram figurões, não vou falar o nome, não, figurões defendendo ‘Lula livre’, ‘viva Che Guevara’, o ‘socialismo é o que interessa’ em troca da Lei Rouanet. Artistas recebiam até R$ 60 milhões.”

O presidente disse que o novo teto permanece alto, mas que agora mais artistas poderão ser beneficiados por meio do mecanismo da lei. “Com R$ 1 milhão dá para fazer muita coisa, em especial alavancar esses artistas da terra, raiz, para quem sabe terem uma carreira promissora no futuro”, disse Bolsonaro.

IstoÉ

OPINIÃO DOS LEITORES:
  1. Joaquim disse:

    Só faz desconstruir. Trabalhar q é bom.

  2. Hélio Silva disse:

    Está certinho conheço alguns aqui em SP que fazem isso não morro de amores pelo Bolsonaro é fogo mais só votei nele pq entre os que quebraram o Brasil e ele optei por ele esses artistas só enchem os bolsos e a população quem paga num país que as pessoas não tem o essencial .educação, saúde e segurança a gente não pode tolerar mais isso tem que cortar muita coisa errada .

Mobilização dos operadores da Segurança Pública será nesta terça-feira (23)

Os policiais militares, bombeiros militares, policiais civis, agentes penitenciários, escrivães, peritos e servidores do ITEP estarão unidos em uma mobilização com o objetivo de cobrar do Governo do Estado o pagamento das folhas salariais em atraso – o salário de dezembro de 2018 e o 13° salário do ano passado. O ato unificado ocorrerá nesta terça-feira, 23. A concentração será às 9h nas imediações do IFRN, com previsão de haver caminhada até à Governadoria.

Para o subtenente Eliabe Marques, presidente da Associação dos Subtenentes e Sargentos Policiais e Bombeiros Militares do RN (ASSPMBMRN), os policiais têm se abnegado em prol da segurança da população potiguar. Ele reforça que isto tem sido reconhecido pelos índices de pesquisa e pelo próprio Governo do Estado, que comemora a diminuição nos índices de violência, principalmente de homicídios. “Agora está na hora do Governo honrar estes profissionais com o pagamento em dia dos seus salários”, frisa.

Projeto de Flávio Bolsonaro livra de punição agente que neutralizar quem portar fuzil

O senador Flávio Bolsonaro (PSL-RJ), filho do presidente Jair Bolsonaro, apresentou um projeto de lei que livra de punição policiais e integrantes das Forças Armadas que “neutralizarem” e repelirem quem estiver portanto fuzil ou outras armas de uso restrito.

A proposta do parlamentar amplia ainda mais o conceito de legítima defesa apresentado pelo ministro da Justiça e Segurança Pública, Sérgio Moro, no projeto de lei anticrime encaminhado ao Congresso. O governo e parlamentares articulam o avanço do pacote através de projetos na Câmara e no Senado.

Pelo projeto, o agente pode “neutralizar” quem estiver portando ilegalmente e ostensivamente armas pesadas quando a situação for caracterizada como “legítima defesa da sociedade”. Ele ressalta que apenas integrantes das forças de segurança pública são enquadrados na proposta.

Excludente de ilicitude

O projeto foi protocolado na última quarta-feira, 1,) e amplia o que o Código Penal entende como legítima defesa no chamado excludente de ilicitude, condição em que o ato não é considerado um crime. Atualmente, a lei entende como legítima defesa quem repele “injusta agressão, atual ou iminente a direito seu ou de outrem”, mas condiciona ao uso “moderado dos meios necessários”.

Já o projeto de Sérgio Moro considera legítima defesa o agente policial ou de segurança pública que, “em conflito armado ou em risco iminente de conflito armado”, previne uma agressão. Flávio Bolsonaro vai além e quer deixar claro na legislação que uma injusta e iminente agressão significa o porte ilegal e ostensivo de fuzil, metralhadora, granada ou lançador de rojão, foguete ou míssil.

Na justificativa, o senador argumenta que a proposta visa a dar maior segurança jurídica a quem “tem por dever de ofício colocar sua vida em risco em prol da segurança da sociedade”. O senador argumenta que o texto deixa claro que a proposta trata apenas de agentes de segurança pública, e não de cidadãos comuns.

Estadão Conteúdo

OPINIÃO DOS LEITORES:
  1. Joaquim disse:

    O intuito é aparecer. E Queiroz?

Senado vai liderar revisão do Pacto Federativo, diz Davi Alcolumbre

Foto: Marcos Brandão/Senado Federal

O presidente do Senado, Davi Alcolumbre, defendeu nesta quarta-feira (17) um novo Pacto Federativo, com uma nova distribuição dos recursos arrecadados entre os estados, os municípios e a União. Ele anunciou a criação de grupos temáticos para estudar mudanças na legislação e estabelecer uma nova fórmula para distribuir os recursos públicos para os entes federativos.

Após reunião com os ministros da Economia, Paulo Guedes, e da Casa Civil, Onyx Lorenzoni, Davi manifestou apoio à reforma da Previdência, que classificou como “a mãe das reformas”. Mas, no momento, disse o presidente da Casa, o Senado vai “pilotar” a revisão do Pacto Federativo.

Em entrevista na residência oficial da Presidência do Senado, Davi afirmou, após a reunião, que está na hora de levar à frente o slogan “Mais Brasil, menos Brasília”, adotado durante a campanha nas eleições pelo atual governo.

— O Pacto Federativo tem que estar na pauta do governo. E a gente sente que está. Temos que fazer com que os recursos públicos cheguem na ponta. O Senado vai pilotar esse processo. Vamos criar grupos temáticos para debater o Pacto Federativo a partir da próxima semana e apresentar para a sociedade, com o apoio do governo, essa nova repartição de recursos — disse o presidente do Senado.

Ele informou ainda que a partir da próxima semana o Senado quanto o Ministério da Economia criarão comissões temáticas para estudar um novo Pacto Federativo, para modificar as regras de repartição dos recursos públicos.

Reformas

Já o ministro Paulo Guedes condicionou o desenho de um novo Pacto Federativo à aprovação da reforma da Previdência e do projeto que trata da cessão onerosa do petróleo da camada pré-sal. Segundo ele, sem as reformas, a União também ficará sem recursos e o novo pacto com estados e municípios será um “abraço de afogados”. O ministro garantiu que o governo federal é favorável à redistribuição de recursos, mas a “calibragem” de como isso será feito cabe ao Congresso Nacional.

— O dinheiro tem que ir onde o povo está. As pessoas vivem nos municípios, mas quem calibra quanto fica para estados e municípios é a classe política, é o Senado, é a Câmara — afirmou Guedes, revelando ainda que o governo estuda o adiantamento de repasses aos estados exportadores.

Agência Senado

Ex-chefe da PGR diz que Dodge não foi prudente ao pedir fim do inquérito no STF

Foto: Rosinei Coutinho/STF

Ex-comandante da Procuradoria-Geral da República (PGR), o advogado Aristides Junqueira considera que a atual titular do cargo, a procuradora-geral Raquel Dodge , foi imprudente ao pedir, nesta semana, o arquivamento do inquérito aberto pelo Supremo Tribunal Federal (STF) para investigar ataques contra a Corte .

Na terça-feira, Dodge alegou uma série de ilegalidades na condução do procedimento, aberto pelo presidente da Corte, ministro Dias Toffoli, e se posicionou pelo encerramento da investigação. Para Dodge, a investigação não deveria ter sido aberta no tribunal, porque a suposta vítima de um crime não pode investigar e julgar os fatos.

O fato de a procuradora ter tomado a decisão antes mesmo de ter acesso ao conteúdo do inquérito conduzido por Moraes é o que motiva a crítica do ex-procurador Junqueira.

“Eu, como bom mineiro, deixaria as coisas correrem. Esperaria para saber qual seria o destino do inquérito. Não iria apressar nada. Primeiro receberia o inquérito para ver o que tem dentro dele. Acho que faltou prudência aí”, disse Junqueira ao GLOBO.

O ex-procurador não quis responder se o STF pode ou não promover uma investigação, sem a participação direta do Ministério Público. Para ele, essa questão também só poderia ser respondida depois de um cuidadoso exame do inquérito.

O ex-procurador-geral argumenta que, se houve excessos, o próprio STF poderia fazer a correção de rumos. Bastaria ser acionado por eventuais interessados. Neste caso, não seria necessário uma intervenção direta da PGR .

“O normal é que os prejudicados impetrem habeas corpus no próprio STF. Se algo saiu da normalidade, o STF, como órgão colegiado, como instituição, esta aí para consertar. As coisas se resolvem dessa forma”, explicou.

Depois de se manifestar pelo arquivamento do procedimento, a posição de Dodge foi rejeitada pelo relator do caso, ministro Alexandre Moraes , o que ampliou o impasse entre a PGR e o STF. Nesta quinta-feira, o ministro Marco Aurélio Mello incentivou publicamente a procuradora-geral a recorrer da decisão do colega ao plenário, revelando divisões na Corte sobre o tema.

“Penso que a procuradora-geral tem que provocar o plenário para pronunciar-se a respeito. A Constituição de 1988 é democrática por excelência. Claro que colegiado é colegiado, cada um atua com a formação técnica e humanística que tem. Mas, no contexto, não vejo como se concluir de forma diversa (derrubando as decisões tomadas)”, declarou Marco Aurélio.

“É interessante que um tema dessa envergadura chegue realmente ao Supremo propriamente dito, que é o plenário.”

O ex-procurador Aristides Junqueira, que foi procurador-geral no início dos anos 90, atua hoje como advogado. Procurado pelo GLOBO, o ex-procurador-geral Rodrigo Janot preferiu não fazer comentários sobre o o arquivamento pedido por Dodge . O jornal tentou, sem sucesso, falar com os ex-procuradores Antônio Fernando de Souza e Roberto Gurgel. O GLOBO aguarda uma posição da PGR sobre as ponderações de Junqueira.

O Globo

OPINIÃO DOS LEITORES:
  1. Agripino disse:

    Quem se deu ao trabalho de ler o documento de PGR pode observar que ela não solicitou e sim DETERMINOU o arquivamento, agindo como se magistrada fosse

Ex-ministro do STF critica inquérito de Dias Toffoli: “Nunca tinha visto isso”

Foto: Agência Brasil

O ex-ministro do Supremo Tribunal Federal (STF), Sydney Sanches, que integrou a Corte de 1984 a 2003, considera o inquérito aberto pelo atual presidente do tribunal, Dias Toffoli , um episódio “inusitado” na história da Corte.

Instaurado para investigar ataques ao STF , o procedimento sigiloso é relatado pelo ministro Alexandre de Moraes , escolhido por Toffoli sem o devido sorteio no sistema da Corte, e não conta com a participação da Procuradoria-Geral da República (PGR).

Nas últimas semanas, Moraes determinou duas operações de busca e apreensão contra usuários de redes sociais que criticaram o Supremo, mandou censurar uma reportagem que desagradou ao presidente Dias Toffoli e ainda determinou que jornalistas prestassem depoimento na Polícia Federal. Tantas medidas impressionaram o ex-ministro Sanches.

“Foi criada uma situação inusitada. Eu nunca tinha visto isso. Nem antes nem depois de compor o Supremo Tribunal Federal”, disse o ex-ministro. Para Sanches, a investigação de pessoas comuns, sem foro privilegiado na Corte, também seria um problema do inquérito aberto por Toffoli.

“Só vai para o Supremo se houver crime e denúncia. E pode nem ser no Supremo, pode ser na primeira instância dependendo de quem esteja envolvido”, ponderou, lembrando que só investigados com foro privilegiado têm seus processos encaminhados ao STF.

Durante a semana, ao Jornal Nacional , o ex-ministro Ayres Britto também afirmou que não caberia ao Supremo investigar o caso, uma vez que isso acaba comprometendo seu papel como órgão julgados. Isso deveria ser tarefa da polícia ou do Ministério Público.

A posição dos dois é compartilhada pelo ministro Marco Aurélio Mello , que defendeu nesta quinta-feira (18) a análise do caso no plenário da Corte. Para Mello, a procuradora-geral da República, Raquel Dodge, que teve um pedido de arquivamento do inquérito negado pelo relator, Alexandre de Moraes, deveria recorrer ao plenário.

“Penso que a procuradora-geral tem que provocar o plenário para pronunciar-se a respeito. A Constituição de 1988 é democrática por excelência. Claro que colegiado é colegiado, cada um atua com a formação técnica e humanística que tem. Mas, no contexto, não vejo como se concluir de forma diversa (derrubando as decisões tomadas)”, declarou Marco Aurélio.

“É interessante que um tema dessa envergadura chegue realmente ao Supremo propriamente dito, que é o plenário”, acrescentou.

Na terça-feira (16), Dodge alegou uma série de ilegalidades na condução do procedimento, aberto pelo presidente do STF , ministro Dias Toffoli, e se posicionou pelo encerramento da investigação . Para Dodge, a investigação não deveria ter sido aberta no tribunal, porque a suposta vítima de um crime não pode investigar e julgar os fatos.

Último Segundo/iG

OPINIÃO DOS LEITORES:
  1. Agripino disse:

    Toda razão ex-ministro Sidney, uma criatura que não teve capacidade de ser aprovado pra juiz estadual em duas tentativas, está mais do que explicado….

Explosão em casas deixa dois mortos e três feridos em Pernambuco

Foto: Reprodução/TV Globo

Um vazamento de gás provocou uma explosão na manhã desta sexta-feira (19), em Camaragibe, região metropolitana de Recife. Duas pessoas morreram e três ficaram feridas, todas elas de uma mesma família. Segundo informações do Corpo de Bombeiros de Pernambuco, a explosão atingiu três casas, e duas vieram abaixo com o acidente.

No momento da explosão , havia sete pessoas nas três residências, mas duas sofreram apenas ferimentos leves e não precisaram de atendimento médico. Um dos feridos, José Joaquim Ramos, de 77 anos, foi levado para o Hospital a Restauração e está em estado grave. Maria do Carmo Ramos, de 60 anos, e Bárbara Stephanie Silva da Cunha, de 18 anos, foram levadas a uma Unidade de Pronto Atendimento e passam bem.

Adalva Cecília Ramos, de 76 anos, e seu neto Felipe Henrique Ferreira, de 17 anos, morreram na hora.

A explosão aconteceu no início da manhã, quando o Corpo de Bombeiros enviou sete carros para atender a emergência. Pouco tempo depois, a energia elétrica na rua onde ocorreu o acidente foi cortada. A Defesa Civil vistoriou outros imóveis da região, mas não encontrou problemas e ninguém precisou ser removido.

Segundo o capitão do Corpo de Bombeiros Álvaro Aureliano, o botijão de gás não explodiu e foi retirado intacto do local. A explosão foi causada por alguma centelha que entrou em contato com o gás que havia vazado no ambiente.

Último Segundo – iG

Presidente defende que invasão de terra deve ser tipificada como terrorismo

O presidente Jair Bolsonaro disse que pretende enviar ao Congresso Nacional um projeto de lei que tipifique a invasão de terras como crime de terrorismo. A declaração foi dada durante uma transmissão ao vivo em sua página no Facebook. Segundo ele, houve apenas um registro de “invasão” de terra no primeiro trimestre deste ano, contra 43 no mesmo período do ano passado.

“No que depender de mim, será tipificado como terrorismo”, afirmou. Ele disse que conversará com parlamentares para buscar uma proposta que seja viável para aprovação no Legislativo.

Bolsonaro também defendeu o envio de um outro projeto de lei que possa estender o direito de legítima de defesa para quem atira contra pessoas que tentem invadir domicílios privados. Esta foi uma das promessas de campanha do presidente. Segundo ele, uma lei semelhante foi aprovada recentemente na Itália.

“Invasão de domicílio ou de propriedade outra, uma fazenda ou uma chácara, o proprietário pode se defender atirando, e se o outro lado resolver morrer, é problema dele. Propriedade privada é sagrada”, disse. Ele também alegou que uma medida dessa natureza precisa ser costurada com parlamentares para ter alguma viabilidade.

A ideia, segundo Bolsonaro, seria aplicar o excludente de ilicitude nos casos em que um proprietário age para defender o seu bem ou sua propriedade.

“O nosso projeto visa que, em legítima defesa da vida própria ou de outrem, legítima defesa da propriedade ou bem próprio ou de outrem, entre aí o excludente de ilicitude. Você responde, mas não tem punição”, disse, citando o caso de policiais em confronto com pessoas armadas, onde o excludente de ilicitude pode ser aplicado caso se reconheça que a ação policial foi em legítima defesa.

Leste Europeu
O presidente também disse que deve viajar ao Leste Europeu no segundo semestre. Ele agradeceu ao filho, o deputado federal Eduardo Bolsonaro (PSL-SP), presidente da Comissão de Relações Exteriores da Câmara, pelos contatos internacionais que ele tem feito. Eduardo cumpre agenda internacional na Europa, onde se reuniu com o primeiro-ministro da Hungria, o conservador Viktor Orbán. Depois, o deputado segue para a Itália, onde terá um encontro o com vice-premier Matteo Salvini.

“Eu pretendo viajar para aquela região, no segundo semestre, Hungria, Polônia, para a gente aprofundar nossos laços de amizade bem como, obviamente, comerciais”, disse o presidente.

Desde que assumiu o cargo, Bolsonaro fez quatro viagens internacionais. A primeira foi a participação no Fórum Econômico Mundial em Davos, na Suíça. Depois, o presidente foi aos Estados Unidos, Chile e Israel. Bolsonaro deve viajar ao exterior em junho para a reunião do G20, grupo dos 20 países mais ricos do mundo, que ocorre no Japão. Ele também anunciou que irá a China, maior parceiro comercial do Brasil, no segundo semestre.

Agência Brasil

OPINIÃO DOS LEITORES:
  1. Xicu disse:

    Esse filho da p*** deu um passaporte diplomático a Edi Macedo( filho do cão).

  2. Antonio Turci disse:

    Sim, concordo. Invasor de propriedade alheia é, sim, terrorista e, com tal deve ser tratado. Nada de mimimi, ou seja, sem dó nem piedade. Apoderar-se do que não lhe pertence é crime em qualquer país decente, civilizado.

  3. Walsul disse:

    E as milícias e os milicianos amigos dele e da família? E o Queiroz?

  4. Shols disse:

    Ô beleza, tantas notícias boas, governo botou os bandidos pra correr, diminuindo os índices de criminalidade, o calote dos aposentados já está sendo evitado com a reforma da previdência, moro já mandou proposta mais duras pra combater o crime, e agora o governo enquadrou os canalhas que invadem terras, privatização da Petrobrás tbm, acabando com a roubalheira maior no país. Agora o congresso é quem vai dizer até aonde vai esse país. Governo tá cumprindo suas propostas de campanha.

Bolsonaro tem ‘simpatia inicial’ por privatização da Petrobras

O presidente Jair Bolsonaro (PSL) disse que tem “simpatia inicial” pela ideia de privatização da Petrobras. A fala foi feita quando o presidente foi convidado a comentar a declaração dada na quarta-feira, 17, pelo ministro da Economia, Paulo Guedes, de que Bolsonaro havia “levantado a sobrancelha” quando foi aventada a ideia de privatizar a estatal.

Durante a campanha, Bolsonaro admitiu a possibilidade de privatizar a petroleira, embora tenha dito que pessoalmente era contra ideia. “Eu entendo que a Petrobras é estratégia. Por isso eu não gostaria de privatizá-la, esse é o sentimento meu. Então é o recado que eu dou para o pessoal da Petrobras: vamos ajudar a buscar uma solução”, afirmou. “Se não tiver solução, tem que privatizar”.

Guedes tocou no assunto enquanto comentava sobre o episódio da interferência no reajuste do preço do diesel, em entrevista à GloboNews. “Essa crise do diesel não mostra que o melhor caminho seria privatizar a Petrobras?”, perguntou o jornalista da emissora, ao que Guedes rebateu: “Olha, você acabou de dizer um negócio que o presidente levantou a sobrancelha”.

Cobrado por explicações sobre esse comentário, Guedes desconversou. “Ué, se o preço do petróleo sobe no mundo inteiro e não tem nenhum caminhoneiro parando no Trump, não tem nenhum caminhoneiro parando na Merkel, não tem nenhum caminhoneiro na porta do Macron, será que tem um problema aqui?”.

Pressionado novamente a detalhar esse “levantar de sobrancelha” de Bolsonaro, Guedes disse que o presidente lhe enviou mensagens comparando o número de companhias petroleiras no Brasil e em outros países. “Brasil: veio uma bandeirinha só da Petrobras. Acho que ele quis dizer alguma coisa com aquilo ali”.

Questionado mais uma vez se Bolsonaro estaria mais próximo de “concordar” com a privatização da Petrobras, Guedes declarou: “Não, acho que isso seria um salto muito grande. Mas tem uma estatal particularmente que outro dia nós estávamos conversando e ele disse ‘PG, você está certo’”. O ministro se negou a dizer qual seria a empresa pública mencionada na conversa.

“Na minha interpretação, está ficando muito claro para o brasileiro e para o mundo o seguinte: tem cinco bancos, tem seis empreiteiras, tem uma produtora de petróleo e refinaria, tem três distribuidoras de gás e tem 200 milhões de patos”, declarou Guedes.

Na edição de ontem, o jornal O Estado de S. Paulo revelou que horas antes do anúncio oficial do aumento do preço do diesel, Guedes discutiu privatização da Petrobras e de outras estatais no grupo de WhatsApp “Equipe Econômica”. Na conversa fotografada pelo Estado, o presidente do BB, Rubem Novaes, defendeu a privatização irrestrita. “Se a Petrobras fosse privada, em um ambiente de competição, toda essa celeuma em torno do preço do diesel não aconteceria”, afirmou. Ele completa com a frase atribuída ao economista Aba Lerner: “Uma transação no mercado é um problema político resolvido”.

Novaes disse que encaminhou a mesma mensagem a Bolsonaro. “Ele precisa perceber que a vida dele seria bem melhor se privatizasse tudo em um ambiente competitivo”. O presidente do BB foi além e incluiu o próprio banco que administra na conversa. “Vale também para o BB, obviamente, pois é constante a choradeira nos ouvidos do presidente por questões relacionadas ao banco”. As informações são do jornal O Estado de S. Paulo.

Estadão Conteúdo

OPINIÃO DOS LEITORES:
  1. Humilde Iconoclasta disse:

    Não acredito que vou viver para ver o dia que essa bomba será privatizada e dividida em várias empresas.

  2. Direita privatista disse:

    Privatiza já!Muito cacique enriquecendo à custa do Brasil e muito peão levando vida de marajá na Petrobrás, ganhando mais de 25 mil reais por mês, fora a Participação nos Lucros (PL) que faz salários irem aos 30/35 por mês.

  3. Vanessa disse:

    Muito bom apoio demais!
    Para mim empresa pública é cabide para marajas e corruptos, salários inconfidentes com a realidade privada e cheio de regalias, como 14º salário, auxílio educacao ate 21anos, auxílio remédios, etc a Petrobras é uma mae!

    • Breno disse:

      O retrato claro do dispeito e egoismo do brasileiro mau caráter.
      Como eu nao consigo trabalhar lá quero q tdos se equiparem ao privado, q paga mal e explora o trabalhador. Que pensamento tacanha, mesquinho e seboso. Lute pro privado ser como essa empresa fantástica q é a petrobras, sua dispeitada.

  4. Marcelo disse:

    Privatizar o banco do Brasil e Caixa Econômica, pode até aumentar a competitividade, mas, lembrem-se da dimensão de nosso país, a caixa econômica, tem até banco flutuante, no Amazonas, para atender as longínqua Cidades, quanto a Petrobras, o monopólio acabou faz tempo, só no Rio Grande do Norte, temos várias pequenas Empresas, Sonangol,Phoenix,Petrogal, Partex,Petrosinergy.
    Os campos do pré sal, que por sua vez, foi descoberto com investimento de risco pela Petrobras, (caso não tivesse petróleo, quem teria ficado com o prejuízo, era a Petrobras), tem leilões abertos, porque será que as grandes Empresas de Petróleo não entram? Será que é porque a Petrobras sempre serviu para segurar preço de combustível, para segurar a inflação , daí não tinha como uma empresa privada concorrer, deixem a Petrobras sem influência Política e cobrem resultados, mas, tomem cuidado para não privatizar, e ter que encarar novos Brumadinhos.

  5. Casão disse:

    Parabéns, tem que desalojar os ratos de dentro, todos, pesando várias arrobas devido a ração petralha. Assim um roubava e o outro fazia a cobertura. Enquanto o povo sobrevivia com migalhas. Privatiza já!

Para políticos, questionamentos ao STF após crise por censura ampliam temor de acefalia no país

O amplo desgaste imposto ao Supremo pela censura aos sites Crusoé e O Antagonista deixou sequelas que não serão sanadas pelo fim do impasse. Mesmo com a revogação da proibição impingida aos dois veículos, nesta quinta (18), integrantes do STF e dirigentes de partidos de esquerda e de direita tratam o caso como “tristíssimo e marcante”.

Os questionamentos à corte e a divisão de seus membros agravam a sensação, dizem os políticos, de que há vácuo de liderança e risco de acefalia no país.

O presidente de um partido de centro-direita faz o seguinte diagnóstico: o ordenamento do Brasil confere simbolicamente ao presidente da República o papel de baliza da nação. Desde o início do segundo mandato de Dilma Rousseff, ele avalia, esse sistema está desbalanceado.

Para o dirigente, a divisão política do país e a ascensão de Jair Bolsonaro agravaram o cenário. O Supremo, empurrado para o meio do ringue, sofre agora as fortes consequências.

Coluna Painel/Folha de S.Paulo

OPINIÃO DOS LEITORES:
  1. Casão disse:

    Fecha as portas do STF, já temos políticos demais, as decisões não tem embasamento jurídico, só político.

Centrais sindicais alinham discurso contra a reforma da previdência e fim do reajuste real do salário mínimo

O fim do reajuste real do salário mínimo vai ser um dos motes do ato conjunto do 1º de maio, Dia do Trabalho, da Força Sindical com a CUT.

A reforma da Previdência também será atacada pelas centrais. Elas esperam reunir mais de 100 mil pessoas no Vale do Anhangabaú, em São Paulo.

Coluna Painel/Folha de S.Paulo

OPINIÃO DOS LEITORES:
  1. Leandro disse:

    Quantas centrais sindicais existem? Quantas tem responsabilidade em fazer pelo trabalhador?
    Qual a razão da existência de tantos sindicatos?
    Na prática 95% dos sindicatos atuam como braço de atuação política e se preocupam apenas com suas arrecadações para sustentar milhares de pessoas sem trabalhar.

  2. #Lula Na Cadeia disse:

    Esses PTralhas vagabundos ficaram 13 anos no poder e NÃO fizeram PORRA NENHUM …só roubaram , quebraram o país , esses ratos ainda não perceberam que o modelo de SOCIALISMO não funciona em lugar nenhum do mundo ??? Só serve para enriquecer os REIS E AMIGOS DO REI

    • Marcos disse:

      Obrigado por enriquecer os comentários com vários argumentos técnicos que comprova o que diz, além de suas doces palvras.

  3. Antonio Turci disse:

    Não são elas, as centrais sindicais, que estão com a batata quente, ou seja, no comando de um país cuja economia encontra-se ladeira abaixo. Governos de esquerda deixaram o Brasil na pior crise. Deixaram alguns deveres de casa por fazer e, agora, temos que pagar por isto. As centrais podem, até, botar milhares de pessoas nas ruas. Entretanto quem gera emprego é a empresa. Se as reformas não saem, a crise se agrava e todos pagarão o pato. É isto que as centrais querem?

Cade analisará Latam e Gol no caso Avianca

A superintendência geral do Conselho Administrativo de Defesa Econômica (Cade) abriu um processo para investigar se houve conduta anticompetitiva para a compra dos ativos da Avianca Brasil, que serão leiloados no próximo dia 7. O Estadão/Broadcast, plataforma de notícias em tempo real do Grupo Estado, apurou que a suspeita é que Gol e Latam tenham entrado na disputa de forma a tirar a Azul da jogada e impedir o crescimento da concorrência.

Gol e Latam não estão no “polo passivo” do processo (não são rés), mas serão investigadas e poderão ser multadas. Outra alternativa é o conselho adotar medida cautelar se ficar claro que as empresas atuaram de má-fé.

Ao instaurar o procedimento preparatório, a superintendência divulgou nota técnica em que alerta sobre o dano do repasse dos slots da Avianca (horários de pousos e decolagens em aeroportos) para os atuais concorrentes.

A nota, ao qual o Broadcast/Estadão teve acesso, foi enviada à Agência Nacional de Aviação Civil (Anac) comunicando o impacto concorrencial que a paralisação da Avianca pode acarretar. “Considerando a já alta concentração do mercado de aviação civil, essa superintendência alerta sobre os efeitos extremamente deletérios ao ambiente concorrencial que a distribuição de slots da Avianca às empresas incumbentes pode acarretar ao mercado de aviação civil”, afirma o texto.

A nota técnica foi feita depois de, no início do mês, o departamento econômico do Cade (DEE) ter divulgado estudo em que conclui que existem riscos à concorrência se os ativos da Avianca, que está em recuperação judicial, forem comprados por qualquer empresa que já atue no Brasil, principalmente a Gol e a Latam. A superintendência lembra que o DEE concluiu que a melhor solução para a crise da Avianca seria a entrada de uma nova companhia no mercado brasileiro. Afirma também que a distribuição de slots, pela Anac, deve ser feita de forma a minimizar os efeitos da saturação da infraestrutura aeroportuária e de maneira transparente, imparcial e não discriminatória. “Cabe ao Cade zelar pela livre concorrência no mercado e informar o público em geral sobre eventuais práticas que possam prejudicar a livre concorrência.”

Tanto o estudo do DEE quanto a nota técnica divulgada agora não representam uma decisão do Cade, mas servirão para subsidiar futuras análises pelo conselho. Procurada, a Latam não quis se pronunciar. A Gol informou não ter conhecimento da investigação do Cade

Bolsa

Ontem, as ações da Gol dispararam após a indicação de que a Azul poderá desistir da compra dos ativos da Avianca Brasil. Os papéis subiram 8,5% e lideraram as altas do Ibovespa, já que a empresa, segundo o mercado, se consolida, ao lado da Latam, como potencial compradora da companhia.

A Azul, que deixará de desembolsar US$ 105 milhões pelo negócio, também terminou em alta expressiva, de 6,09%. Ao Estadão/Broadcast, o presidente da aérea, John Rodgerson, afirmou que considera pouco provável que o leilão pelos ativos da Avianca ocorra. “A nossa participação no leilão é pouco provável e a chance de sua realização fica cada vez menor com a retomada de aeronaves (por parte dos arrendadores dos jatos).” As informações são do jornal O Estado de S. Paulo.

Estadão Conteúdo

Impeachment de ministro do Supremo Tribunal Federal: como funciona?

Assim como o presidente da República, vice e outros agentes públicos, ministros do Supremo Tribunal Federal também podem ser alvo de um processo de impeachment. Na terça, 16, senadores afirmaram que entrarão com um pedido destes contra o atual presidente da corte, Dias Toffoli, e contra Alexandre de Moraes em função da atuação dos dois no inquérito sobre supostas fake newscontra a Corte. O jornal O Estado de S. Paulo mostrou que as recentes decisões isolaram os dois ministros.

O procedimento de um pedido de impeachment de ministro do STF também é regido pela Lei 1.079/1950, a mesma que fundamentou o rito que tirou do poder a ex-presidente Dilma Rousseff. A 3ª parte da Lei trata dos ministros do STF.

Consta na lei quatro tipos de crimes em que ministros da Corte podem ser enquadrados. Dois deles aplicam-se ao contexto do inquérito, referente a: “ser patentemente desidioso no cumprimento de suas atribuições” ou “proceder de modo incompatível com a dignidade e o decoro do cargo”.

Entenda qual o procedimento de um pedido de impeachment de ministro do STF

1 – Apresentação da denúncia

Qualquer cidadão pode apresentar a denúncia, que deve vir embasada de documentos que a comprovem, ou no mínimo de cinco assinaturas de testemunhas, como fizeram os senadores. O documento deve ser enviado ao Senado. O pedido de impeachment segue para a Mesa Diretora e o presidente do Senado, hoje Davi Alcolumbre, deve decidir se ele será arquivado ou se terá prosseguimento.

2 – Comissão especial

Caso o pedido de impeachment seja aceito pelo presidente do Senado, será instalada uma comissão especial de 21 senadores para emitir um parecer. Ela emite este parecer em até dez dias. Depois disso, o parecer segue para o Plenário da Casa, com todos os integrantes.

3 – Plenário

O parecer da Comissão especial passa a ser julgado no Plenário. O quórum para o impeachment de um ministro do STF é a maioria simples dos votos, correspondente a no mínimo 21 senadores.

4 – Denunciado

Caso o Plenário do Senado decida por não arquivar a denúncia, o denunciado terá acesso a todas as cópias dos documentos e terá prazo de 10 dias para responder a acusação. Podem ser adicionados mais 60 dias ao prazo de resposta, caso o denunciado não se encontre em território nacional ou não seja localizado.

5 – Comissão

Ao fim do prazo de resposta do denunciado, mesmo que ele não se manifeste, a Comissão terá mais 10 dias para definir se a acusação é procedente.

6 – Plenário

Um novo parecer irá para votação no Plenário, que novamente precisa de maioria simples no Senado para ser aprovado.

7 – Decisão

Considerando que o Senado julgue a denúncia procedente, a Mesa do Senado deve informar o Supremo Tribunal Federal, o presidente da República, o denunciante e o denunciado. Assim, o denunciado fica suspenso do cargo até decisão final, fica sujeito a acusação criminal e perderá um terço dos vencimentos.

8 – Supremo Tribunal Federal

Encerrado o processo no Congresso, as discussões vão para o STF. Caso o próprio presidente da Corte seja o acusado, um substituto passa a presidir a sessão. O julgamento é agendado no Senado com a presença do presidente substituto do STF, além do denunciado, denunciante e de testemunhas. As partes envolvidas devem ser notificadas em até 48 horas e precisa haver um prazo mínimo de 10 dias para se instalar o julgamento. Precisa haver quórum suficiente para instalar a sessão.

9 – Senado

Encerrado o julgamento, uma outra sessão é instalada no Senado. Através de votação nominal, deve-se responder à pergunta: “Cometeu o acusado F. o crime que lhe é imputado e deve ser condenado à perda do seu cargo?”. É preciso 2/3 dos votos dos senadores presentes para continuar o julgamento do caso. Se a primeira pergunta obter maioria positiva, os senadores devem responder ao segundo questionamento, referente à inabilidade de obter função pública pelo tempo máximo de cinco anos.

10 – Decisão Final

Caso aprovado o impeachment, só assim o acusado passa a ser destituído imediatamente do cargo.

OPINIÃO DOS LEITORES:
  1. João disse:

    Ou seja, nunca.

Bolsonaro promete novas regras para porte de armas de fogo

O presidente Jair Bolsonaro anunciou nesta quinta-feira, 18, que o governo prepara um conjunto de normas que vai alterar as regras de porte de armas de fogo para praças militares, colecionadores, caçadores e atiradores esportivos. Bolsonaro não detalhou o decreto em elaboração, mas disse que haverá surpresas e novidades.

O presidente disse que já discutiu o tema com o Ministério da Defesa e obteve aval do ministro Fernando Azevedo e Silva. Segundo Bolsonaro, ficou praticamente garantida a concessão do porte de arma aos praças que atingirem a estabilidade na carreira militar, após dez anos de serviço. A ideia é dar o porte permanente aos militares, para que possam portar a arma 24h por dia e em dias de folga, inclusive na reserva.

“Teremos novidades. É o que vocês querem. O que a gente pretende é tratar os colecionadores, atiradores e caçadores com o devido respeito que eles merecem”, disse Bolsonaro. “E vamos ter surpresa, já foi acertado com o Ministério da Defesa, nesse novo decreto, para os praças com estabilidade assegurada nas Forças Armadas. Se um praça após 10 anos não puder portar uma arma ele tem que sair das Forças Armadas. Teve aceitação do ministro da Defesa.”

Bolsonaro também afirmou que o governo vai defender a aprovação de um excludente de ilicitude a cidadãos que fizerem uso de armamentos em legítima defesa da própria vida ou da propriedade. Segundo ele, um projeto em defesa da vida e do patrimônio próprios ou de terceiros será enviado à Câmara dos Deputados nas próximas semanas.

“Invasão de domicílio, uma chácara, o proprietário pode se defender atirando, e se o outro lado resolver morrer é problema dele. A propriedade privada é sagrada na Itália, e tem que ser no Brasil também”, afirmou o presidente. Em janeiro, decreto facilitou posse para civis.

Estadão Conteúdo

OPINIÃO DOS LEITORES:
  1. Shols disse:

    Antes, exterminar bandidos e reduzir ainda mais os índices de criminalidade. Evitando que armas caiam nas mãos deles

Alta da gasolina este ano é superior à do óleo diesel

A ameaça de greve dos caminhoneiros jogou holofotes na alta do preço do diesel este ano, mas a gasolina já acumula uma variação ainda maior. Em 2019, o reajuste promovido pela Petrobras para a gasolina vendida nas refinarias chega a quase 30%, enquanto o do diesel soma 24%.

O consumidor, porém, ainda não sentiu o impacto total desses reajustes, pelo fato de as distribuidoras estarem absorvendo parte desse aumento. Além disso, a Petrobras não repassou integralmente os ajustes da cotação do petróleo no mercado internacional.

Pelas contas do diretor do Centro Brasileiro de Infraestrutura (CBIE), Adriano Pires, para compensar integralmente a paridade internacional, só nos últimos 30 dias a estatal teria de ter elevado em R$ 0,18, e não em R$ 0,11, o preço do litro da gasolina. “Nesse período, a cotação internacional subiu 11% e a Petrobras reajustou a gasolina em 6%.”

A decisão das distribuidoras de absorver parte do reajuste praticado pela Petrobras também tem poupado um pouco os consumidores. No primeiro trimestre, o aumento nas bombas de gasolina nos postos foi de apenas 0,7%, ante uma alta de 20,2% nas refinarias no mesmo período, segundo dados da Associação Nacional das Distribuidoras de Combustíveis, Lubrificantes, Logística e Conveniência (Plural).

“Revendedores e distribuidores estão abrindo mão de margem para garantir o volume de vendas e manter competitividade”, explicou o presidente executivo da Plural, Leonardo Gadotti. “É preciso estar atento ao fato de que o valor dos combustíveis nunca sobe na mesma magnitude do reajuste nas refinarias. O aumento do preço na refinaria é diluído ao longo da cadeia. Isso mostra que o mercado está funcionando”, disse.

Dados do IBGE mostram que a alta da gasolina começou a pesar mais no bolso do consumidor este ano a partir de março, quando foi responsável por 16% da inflação de 0,75% registrada pelo IPCA. O produto é o terceiro item que mais afeta o orçamento das famílias brasileiras, atrás apenas da refeição consumida fora de casa e do custo do empregado doméstico.

“Provavelmente os postos de combustíveis estão repassando a alta agora porque talvez tivessem estoque de combustível que compraram antes do aumento”, disse Fernando Gonçalves, gerente do Sistema Nacional de Índices de Preços do IBGE, acrescentando que não era possível dizer se o represamento do preço teria alguma relação com a demanda fraca por parte de consumidores.

Estadão Conteúdo

OPINIÃO DOS LEITORES:
  1. Medeiros disse:

    As panelas guardadas nos armários

  2. Medeiros disse:

    As panelas continuam nos armários…

  3. Lucio disse:

    E ninguém vai pra rua gritar, fazer manifestação, pedir impeachment?
    Onde estão o MBL, o Brasil On line, etc?

  4. Marco disse:

    Está na hora da quebra do monopólio da Petrobras. Que venha a livre concorrência desde a distribuição até a entrega na bomba. A população ainda não se deu conta, de que, quando o combustível aumenta, todos os preços relacionados ao combustível sobe. Chega de mínimo. Se a Petrobras quer ser uma empresa forte na bolsa de valores que aceite a concorrência. Chega de hipocrisia.