Os instrumentos pluviométricos da Empresa de Pesquisa Agropecuária do Rio Grande do Norte (Emparn) apontam que nas últimas 24h desta terça-feira (20), a cidade de Pendências, na região Oeste do Estado, registrou um acumulado de chuvas de 51.1mm. Esse foi o maior quantitativo para o período.
No Central potiguar, Guamaré teve o maior quantitativo de chuvas, com 27mm, seguido por Macau com 15mm, Pedro Avelino com 4.9mm e Cruzeta com 2.4mm. Na parte Leste, o município de Parnamirim, na região metropolitana, registrou 2.5mm, em sequência vem São Gonçalo do Amarante com 2.2mm e a capital Natal com 0.9mm.
No Agreste não houve chuvas captadas pelos instrumentos da Emparn. No Oeste, em sequência de Pendências, chega Alto do Rodrigues com 32mm, Mossoró com 18mm, e Umarizal com 12mm.
A Polícia Federal quebrou os sigilos bancário e fiscal de 101 pessoas e empresas investigadas no caso do Banco Master. A medida foi autorizada pelo ministro Dias Toffoli, do STF, no dia 6 de janeiro, e teve o sigilo retirado nesta sexta-feira (16).
As quebras abrangem movimentações financeiras entre 20 e 21 de outubro de 2025 e foram solicitadas pela PF com aval da Procuradoria-Geral da República.
Segundo a decisão, há indícios de crimes como gestão fraudulenta, manipulação de mercado, uso de informação privilegiada, lavagem de dinheiro e indução de investidores ao erro.
Toffoli afirmou que as investigações apontam o uso de fundos de investimento e uma rede de empresas ligadas por vínculos societários, familiares e funcionais para explorar falhas no mercado financeiro.
O ministro também determinou o bloqueio e sequestro de bens de 38 investigados, em valores que podem chegar a R$ 5,77 bilhões. Entre os alvos estão Daniel Vorcaro, dono do Banco Master, e seu cunhado, o pastor e empresário Fabiano Zettel.
Zettel é ligado a fundos da Reag Investimentos que compraram participação no resort Tayayá, no Paraná, empreendimento que teve como principais acionistas familiares do ministro Toffoli.
Procurados, Toffoli, seus irmãos, a administração do resort e a Reag não se manifestaram. Zettel afirmou que deixou o fundo em 2022 e que ele foi liquidado em 2025. A defesa de Vorcaro disse desconhecer os negócios dos fundos citados.
Durante a cerimônia no Palácio do Planalto para a assinatura do contrato do primeiro hospital inteligente público do Brasil, a ex-presidente Dilma Rousseff chamou atenção ao errar a conversão do valor do investimento, em um cálculo totalmente errado.
O acordo prevê US$ 320 milhões para a construção do Instituto Tecnológico de Medicina Inteligente (ITMI), em São Paulo, mas Dilma afirmou que o valor equivaleria a R$ 900 milhões — enquanto, na cotação correta, o montante seria cerca de R$ 1,65 bilhão.
Atual presidente do Banco do BRICS (NDB), Dilma participou do evento ao lado de Lula e do ministro da Saúde, Alexandre Padilha.
O hospital terá investimento total de R$ 1,9 bilhão na unidade e R$ 4,8 bilhões na rede nacional do SUS, utilizando inteligência artificial, telemedicina e conectividade digital.
Os protestos no Irã já causaram mais de 3 mil mortes, segundo a ONG HRANA. Do total de 3.090 vítimas, ao menos 2.885 eram manifestantes.
As manifestações começaram em 28 de dezembro, por causa da crise econômica, e evoluíram para pedidos pela queda do regime clerical. O movimento se tornou o mais letal desde a Revolução de 1979.
Após oito dias de bloqueio quase total da internet, a conectividade subiu para apenas 2% do normal, de acordo com a NetBlocks. A repressão e as prisões em massa, que chegam a 19 mil, reduziram os protestos nas ruas.
Em Teerã, drones vigiam a cidade, e o clima é de tensão. Moradores relatam medo e presença constante das forças de segurança.
No cenário internacional, o presidente dos EUA, Donald Trump, disse que o Irã cancelou centenas de execuções após pressão externa, embora o governo iraniano não tenha confirmado a informação.
Estrangeiros descrevem um país marcado por violência, confinamento e insegurança, enquanto governos tentam retirar seus cidadãos da região.
O Instituto Nacional de Pesquisas Espaciais (INPE) registrou em 2025 a maior área queimada da série histórica, iniciada em 2003. Ao todo, 684.849 km² foram atingidos por incêndios em todos os biomas brasileiros.
Sob a presidência de Luiz Inácio Lula da Silva e a gestão do Ministério do Meio Ambiente comandado por Marina Silva, o número supera o recorde anterior de 2007, quando 588.387 km² foram queimados. O avanço ocorre em meio a uma tendência de alta desde 2023, com 372.346 km², passando para 592.616 km² em 2024.
Nos governos anteriores, os picos foram menores:
Dilma Rousseff: 391.706 km² (2012)
Michel Temer: 306.882 km² (2017)
Jair Bolsonaro: 316.842 km² (2019)
Em 2022, último ano do governo Bolsonaro, a área queimada caiu para 250.707 km².
O resultado de 2025 amplia a distância em relação à média histórica e estabelece um novo patamar para os registros de queimadas no país.
O ex-vocalista da banda Pink Floyd, Roger Waters foi questionado sobre seu posicionamento político contraditório em um programa de TV nos EUA.
“Por que morar em um lugar se você o odeia tanto ou odeia seus líderes?”, questionou Piers Morgan.
Roger Waters costuma criticar os EUA e o presidente Donald Trump, além de apoiar regimes ditatoriais como Cuba, Venezuela e Irã. Ele também é visto por posicionamentos antissemitas.
Em um vídeo publicado em seu perfil no Instagram, o professor da UFRN, Tassos Lycurgo, faz revelações sobre o que está por trás das perseguições que vem sofrendo universidade.
O professor afirma que a universidade se tornou um ambiente hostil para o cristão e para o conservador. Tassos explica porque pessoas com pensamento livre são atacadas por grupos de alunos comunistas.
“Existe um processo histórico e deliberado de subversão cultural em que estas instituições mergulharam e deixaram de ser, em grande parte, centro de buscas pela verdade para se tornarem laboratórios de engenharia social e doutrinação ideológica”, explica Tassos.
Um passageiro que retornava dos Estados Unidos pelo aeroporto de Fortaleza teve um Rolex Datejust de aproximadamente US$ 12 mil retido pela Receita Federal, que aplicou cerca de R$ 45,7 mil em tributos sob alegação de excesso de bagagem. A autuação se baseou no fato de que, além do relógio de pulso, o viajante trazia um Apple Watch na bagagem, o que levou o fiscal a considerar que havia dois “relógios” e que o Rolex ultrapassaria o limite de isenção.
Na ação judicial, a defesa sustentou que o Rolex era bem de uso pessoal, utilizado de forma contínua durante toda a viagem e que a legislação de bagagem acompanhada isenta bens de uso ou consumo pessoal independentemente de valor, desde que compatíveis com o perfil do viajante e sem indícios de destinação comercial. Também argumentou que a cota de US$ 1 mil não se aplica a bens de uso pessoal em trânsito e que a mera presença de outro dispositivo eletrônico na bagagem não descaracteriza o caráter pessoal do item em uso.
O juiz federal reconheceu que normas internas da Receita Federal não podem restringir direitos previstos em lei e que não há limite de quantidade por tipo de bem quando se trata de uso pessoal, desde que não haja intenção comercial. O magistrado ainda observou que, segundo entendimento técnico da própria Receita Federal, smartwatches como o Apple Watch são classificados como aparelhos de comunicação, não como relógios convencionais, reforçando que o Rolex deveria ser tratado como único relógio de uso pessoal do viajante.
Com isso, a cobrança de aproximadamente R$ 45,7 mil em tributos foi anulada, o Rolex foi liberado sem qualquer pagamento adicional, e a União informou que não recorreria da decisão, consolidando o precedente em favor do viajante de alto padrão que utiliza bens pessoais durante a viagem. A decisão reforça para o público de alta renda que, embora a legislação preveja isenção para bens pessoais em uso, a fiscalização continua atuando de forma rigorosa, o que torna a documentação adequada e o suporte jurídico especializado elementos relevantes no planejamento de viagens internacionais com itens de luxo.
Faria Lima News com informações da Receita Federal e Justiça Federal
O ministro Dias Toffoli, do Supremo Tribunal Federal (STF), explicou por que manteve no Supremo o processo da segunda fase da operação Compliance Zero, que investiga o Banco Master.
Toffoli foi sorteado relator após uma reclamação da defesa de Daniel Vorcaro, dono do banco, que alegou possível envolvimento de um deputado — o que atrai a competência do STF por causa do foro privilegiado.
À Justiça de São Paulo, onde também correm investigações contra Vorcaro e atores da Faria Lima, o ministro explicou que:
“Ante a determinação pela prévia submissão de novas medidas ao crivo do STF, a remessa da atual apuração à Corte mostrou-se necessária, na mesma linha acautelatória já adotada nos autos da Reclamação n. 88.121/STF, para que, enquanto não delimitada a real participação da autoridade com foro de prerrogativa no STF, as medidas investigativas sejam conduzidas de forma a evitar futuras alegações de nulidade“, afirmou.
Ao assumir o caso, o ministro suspendeu novas decisões em instâncias inferiores, mas manteve válidos os atos já realizados. Segundo Toffoli, qualquer nova medida deve ser analisada pelo Supremo para evitar questionamentos futuros de nulidade.
O ministro também determinou o envio das investigações da Justiça de São Paulo ao STF, enquanto não for esclarecida a participação da autoridade com foro.
As apurações apontam indícios de:
organização criminosa
gestão fraudulenta de instituição financeira
manipulação de mercado
uso de informação privilegiada
lavagem de dinheiro
Da compra à prisão
As investigações começaram na Justiça de São Paulo, envolvendo empresários da Faria Lima. O caso ganhou dimensão federal após negociações do Banco Master com o Banco de Brasília (BRB) e a tentativa de venda para um consórcio internacional liderado pela Fictor.
Daniel Vorcaro foi preso em novembro de 2025, mas depois solto com medidas cautelares. Após a reclamação da defesa, Toffoli assumiu o processo, que agora segue sob sigilo no STF.
Um habeas corpus apresentado em favor do ex-presidente Jair Bolsonaro (PL) será analisado pelo ministro Gilmar Mendes, do Supremo Tribunal Federal (STF).
A decisão foi tomada nesta sexta-feira (16) pelo ministro Alexandre de Moraes, que se declarou impedido de julgar o pedido de prisão domiciliar para Bolsonaro.
Segundo Moraes, como ele próprio é a autoridade apontada como responsável pelas decisões urgentes durante o recesso do Judiciário, não pode analisar o caso.
“Uma vez que a autoridade apontada como coatora no presente habeas corpus é o próprio ministro responsável pela análise das urgências no período, inviável a apreciação dos pedidos formulados por esta vice-presidência”, diz Moraes na decisão de encaminhar a questão para Gilmar Mendes.
O pedido foi apresentado pelo advogado Paulo Emendabili Souza Barros de Carvalhosa, que não faz parte da defesa oficial de Bolsonaro.
No habeas corpus, o autor solicita que o Conselho Federal de Medicina (CFM) avalie se o local onde Bolsonaro está preso oferece condições adequadas de atendimento médico. Também pede que o ex-presidente possa cumprir eventual pena em prisão domiciliar.
O processo havia sido inicialmente distribuído à ministra Cármen Lúcia por prevenção, conforme regras internas do STF.
Os Correios já articulam a captação de R$ 8 bilhões extras até junho para sustentar seu plano de reestruturação e evitar uma nova crise financeira em pleno ano eleitoral. O valor pode vir por meio de novo empréstimo ou aporte da União.
Os R$ 12 bilhões obtidos em 2025 com cinco bancos só serão suficientes sustentar a empresa apenas até meados deste ano.
Mesmo com medidas como o PDV, a avaliação interna é que será necessário reforçar o caixa para evitar problemas durante a campanha eleitoral.
O plano total de reestruturação prevê R$ 20 bilhões, usados para quitar dívidas, financiar ajustes e manter as operações. Do empréstimo atual, R$ 10 bilhões já entraram no caixa, e R$ 2 bilhões serão liberados até o fim de janeiro.
O contrato com os bancos prevê ainda um aporte de R$ 6 bilhões da União até 2027, confirmado pelo Tesouro Nacional. Esse repasse não depende de novos empréstimos e pode ocorrer de forma parcelada.
Agora, os Correios tentam antecipar parte desse valor para 2026, a fim de evitar uma crise semelhante à de 2025, quando houve risco até de atraso no 13º salário.
Bancos demonstram pouco apetite para uma nova operação de crédito, e especialistas alertam que mais endividamento pode comprometer ainda mais a recuperação da estatal.
Dívida atual começará a ser paga em 2029
Com parcelas acima de R$ 1 bilhão por ano, a dívida atual da empresa só começa a ser paga em 2029.
O governo também estuda outras formas de socorrer a empresa, como criar uma compensação financeira pelo serviço postal universal, hoje um dos principais custos da estatal.
Os Correios afirmam que a primeira etapa do plano de reestruturação está em andamento e que novas captações só serão feitas se estiverem alinhadas à estratégia da empresa.
Comente aqui