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ANÁLISE ‘O ANTAGONISTA’: O fim do governo Lula

Foto: Ricardo Stuckert/PR

Por Rodolfo Borges – O Antagonista

O governo Lula vem perdendo popularidade desde que começou, e chega agora, no início de seu terceiro ano, ao pior nível de aprovação em todas as pesquisas.

Nos números do instituto Datafolha, a aprovação de 24% é a pior dos três mandatos presidenciais do petista, mais baixa até do que os 28% registrados no ápice da crise do mensalão, em 2005.

No caso do primeiro grande escândalo de corrupção do PT, Lula conseguiu reverter o cenário e se reelegeu em 2006. Ficou daquela época a impressão de que a oposição vacilou ao não insistir no impeachment do presidente, o que permitiu que ele se recuperasse.

Outros tempos

Neste governo, tudo parece diferente. A estratégia de Lula de aquecer a economia por meio de intensos gastos públicos, que levou a taxa de desemprego a recorde de baixa, não se reverteu em gratidão da população, o que tinha ocorrido em seus dois primeiros mandatos.

A oposição agita mobilização para um impeachment, mas, apesar da baixa popularidade do presidente, não parece haver clima popular para interromper o governo antes do fim. Além do mais, a sensação é de que o governo já acabou — e 62% não o querem como candidato em 2026, segundo o Ipec.

Lula gastou mais do que devia nos dois primeiros anos de mandato e, mesmo assim, não satisfez nem seus próprios eleitores. Depois de o discurso de melhorar a comunicação não ter mostrado qualquer efeito no prestígio do presidente, as soluções que circulam são mais gasto público.

Cofre sem fundo

O plano de isentar de Imposto de Renda quem recebe até 5 mil reais de salário segue de pé, apesar de o governo não ter garantia de uma contrapartida para abrir mão da receita de ao menos 50 bilhões de reais — a taxação de “super ricos” seria uma alternativa não garantida de compensação.

Também já se fala em facilitação de crédito e na distribuição gás gratuito para 22 milhões de famílias, e os governistas depositam esperanças na volta do Pé-de-Meia, programa de incentivo aos estudantes que o Tribunal de Contas da União (TCU) tinha bloqueado por estar fora do Orçamento.

Todas essas medidas teriam como efeito impulsionar a inflação, que o governo Lula diz querer combater para reduzir o preço dos alimentos, e, consequentemente, pressionar para cima a taxa básica de juros.

Melhores?

A situação é tão ruim que Lula teve de apelar ao único argumento que restou ao seu governo, e que foi o que levou a sua eleição em 2022: “Nós somos melhores que os outros para governar este país”.

Os petistas se escoram nas pesquisas de intenção de voto que indicariam o presidente como favorito para a sucessão de 2026. Mas os números de Lula não são tão bons assim, a eleição ainda está longe e a perspectiva é de ainda mais desgaste para o presidente — há uma recessão a caminho, e isso não se evita ou se mascara com contabilidade criativa.

A questão agora é se Lula chegará a 2026 em condição de se apresentar como candidato, sob o risco de não conseguir limpar sua biografia após ser preso — a verdadeira razão pela qual concorreu em 2022 — e ainda jogar o país na pior crise desde que empurrou Dilma Rousseff para governar o Brasil.

Por Rodolfo Borges – O Antagonista

Opinião dos leitores

  1. A análise do Blog do BG apresenta uma visão crítica sobre o governo do presidente Lula, destacando desafios econômicos e políticos. No entanto, é importante considerar também os avanços e medidas positivas implementadas até fevereiro de 2025:

    Crescimento Econômico e Controle da Inflação

    Em 2024, o Brasil registrou um crescimento do PIB de 3,5%, demonstrando uma recuperação econômica significativa. Embora a projeção para 2025 tenha sido ajustada para 2,3% devido a políticas monetárias restritivas, o governo permanece otimista em relação ao desempenho econômico. A inflação anual em janeiro de 2025 foi de 4,56%, uma redução em relação aos 4,83% de dezembro de 2024, indicando esforços contínuos para manter a estabilidade dos preços.

    Balança Comercial Positiva

    Até a primeira semana de fevereiro de 2025, o Brasil alcançou um superávit comercial de US$ 2,524 bilhões, com exportações totalizando US$ 30,646 bilhões e importações de US$ 28,122 bilhões. Esse resultado positivo na balança comercial reflete a competitividade dos produtos brasileiros no mercado internacional.

    Investimentos em Infraestrutura e Sustentabilidade

    O governo tem priorizado investimentos em infraestrutura hídrica, como a ampliação do abastecimento de água em Bom Jesus da Lapa e melhorias no sistema de captação do rio São Francisco. Além disso, o presidente Lula anunciou obras e investimentos no Pará e em Belém para sediar a Conferência das Nações Unidas sobre Mudança do Clima (COP), reforçando o compromisso do Brasil com a sustentabilidade e a liderança em questões climáticas.

    Metas Econômicas e Sociais

    O ministro da Fazenda, Fernando Haddad, apresentou 25 metas econômicas para 2025 e 2026, incluindo o fortalecimento do arcabouço fiscal, isenção de Imposto de Renda para quem ganha até R$ 5 mil e tributação de grandes fortunas. Essas medidas visam promover justiça fiscal e estimular o crescimento econômico sustentável.

    Embora desafios persistam, é fundamental reconhecer os esforços e conquistas do governo Lula em áreas cruciais como economia, infraestrutura e sustentabilidade. Uma análise equilibrada deve considerar tanto as críticas quanto os avanços alcançados até o momento.

    1. só um detalhe a análise nao é do blog do bg é do antagonista

    2. Minha análise dos pontos que vc transcreveu:
      -Crescimento Econômico e Controle da Inflação: parte da formação do PIB é gasto público. Você pode torrar bilhões em troca de dívidas futuras, sem adicionar a produção de um parafuso. Crescimento-bolha.
      -Balança Comercial Positiva: apesar do governo, né? Nada foi feito para melhorar a produtividade. Só uma mão que veio do câmbio (produtos brasileiros mais baratos, importados mais caros).
      -Investimentos em Infraestrutura e Sustentabilidade: Não sei como andam as obras do São Francisco. Vou dar esse crédito (tem tanto tempo, né?). Agora obras situadas em Belém ou numa cidade da Bahia, é coisa muito pontual.
      -Metas Econômicas e Sociais: palavrório sobre 25 metas. Papel tudo aceita. Reforma do IR ainda não se disse como se vai compensar essa ‘graça’.

  2. Desde o primeiro Governo Lula que decretam o seu fim e o fim do PT, no final das contas todos passam, mas Lula e o PT permanecem firmes. Esse bloguezinho vagabundo, a “AntaOnanista” é um que já decretou o fim de Lula pelo menos uma 100 vezes.

  3. Tem que deixar lula terminar o mandato…o nordeste precisa entender de uma vez pôr todas que fizeram uma merda muito grande de votar em Lula.

  4. Que governo ? Nunca começou , somente os moralmente fracos aceitam esse bandido como seu representante, nunca me enganou. Deixem ele até o fim do mandato com eleições “feito nas coxas “ de um stf venal e parcial. Se tirarmos antes vai sair como mártir, herói de bosta , vão dizer que foi golpe etc…dentre outras narrativas desta praga canhota.

  5. O povo brasileiro deve dar graças a Deus por Lula e Bolsonaro estarem perdendo popularidade. Precisamos só ajudarmos ao governador de São Paulo Tarcísio de Freitas ganhar popularidade para nos livrarmos dessa polarização ridícula que está atrapalhando o desenvolvimento de nossa nação.

  6. Lula até o fim do mandato, deixa ele terminar de quebrar tudo. Depois do caos talvez o povo veja a besteira que fez.

  7. Sou bolsonarista, mas contra a destituição do inominável.
    Para vir um Alckmin, tendo que fazer o trabalho impopular de consertar a economia e o desgraçado ficar acusando de ódio a pobre? Para um poste voltar em 27? Melhor não. Povo tem que sofrer no couro.Só espero que o sucessor não se eleja prometendo que o ajuste será fácil.

  8. Manda esse Véio se tratar e deixa logo Alckmin terminar o mandato. Era isso que o outro doido tinha que ter feito. Se afastar e deixar Mourão terminar. Nem Lula e nem Bolsonaro têm o juízo certo. Um está gagá e o outro sempre foi doido.

    1. Comentário de isentão. Se apertar um pouco, começa a elogiar as primeiras gestões de pai lule. Conheço vcs.

    2. Disse Tudo, na última eleição tivemos que escolher entre o ruim e o pior.

    1. Eu como sempre não acredito em pesquisas, essa avaliação não reflete a realidade, a desaprovação do Lula está muito pior

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Judiciário

Toffoli indica peritos da PF, mas mantém dados do Banco Master sob controle da PGR

Foto: Arquivo/STF

O ministro Dias Toffoli, do STF, decidiu retirar da Polícia Federal o acesso imediato aos celulares, computadores e outros equipamentos apreendidos na operação contra o Banco Master e entregou a custódia do material à Procuradoria-Geral da República (PGR). A medida, tomada após idas e vindas do próprio ministro, acendeu alerta entre peritos e levantou suspeitas sobre o controle da investigação, segundo informações do Metrópoles.

Para tentar conter as críticas, Toffoli indicou quatro peritos da Polícia Federal para “acompanhar” a extração dos dados dentro da PGR, com acesso liberado ao material. Na prática, a PF, que fez a operação, fica fora do comando da perícia — etapa técnica essencial para garantir a integridade das provas digitais.

O caso envolve um suposto esquema de fraudes financeiras no Banco Master e teve 42 alvos, entre eles o dono da instituição, Daniel Vorcaro, e o empresário Nelson Tanure. Inicialmente, Toffoli mandou o material ficar lacrado no STF, depois mudou de posição e autorizou que a PGR faça a extração e análise dos dados, desde que os aparelhos permaneçam carregados e fora da internet.

A decisão gerou reação imediata da Associação Nacional dos Peritos Criminais Federais, que alertou para o risco de perda de provas. Segundo a entidade, a perícia criminal é função técnica da PF, não do órgão acusador.

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Dino proíbe envio de emendas a ONGs e entidades vinculadas a parentes de parlamentares e seus assessores

Foto: Gustavo Moreno/STF

O ministro Flávio Dino, do Supremo Tribunal Federal (STF), proibiu nesta quinta-feira (15) o repasse de emendas parlamentares para ONGs e entidades do terceiro setor ligadas a parentes de parlamentares ou de seus assessores.

Segundo o ministro, a prática fere os princípios da impessoalidade e da moralidade e pode transformar recursos públicos em benefício pessoal ou familiar. Dino afirmou que esse tipo de destinação “desnatura” a finalidade das emendas e compromete a confiança da sociedade nas instituições.

A decisão faz parte do acompanhamento do plano aprovado pelo STF para ampliar a transparência e a rastreabilidade das emendas parlamentares.

O ministro citou reportagens que apontam indícios de irregularidades no uso desses recursos para atender interesses privados. Ele lembrou que a lei já proíbe a contratação de parentes na administração pública e que tentativas de burlar essa regra, por meio de vínculos indiretos, podem configurar improbidade administrativa.

Dino destacou que não é aceitável, por exemplo, que uma entidade beneficiada por emenda contrate empresas formadas por parentes do parlamentar que destinou o recurso.

Para o ministro, o aumento dos repasses ao terceiro setor exige critérios rigorosos de controle. Mesmo com avanços na transparência, ele afirmou que ainda são necessários ajustes para garantir moralidade e impessoalidade.

Opinião dos leitores

  1. Besteira, é só fazer a emenda cruzada. Tem é que arrochar na fiscalização. Isso não fazem.

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Órgãos que apuram fraude no Banco Master viram alvo de pressão e inquéritos do Judiciário

Foto: Maria Isabel Oliveira / Agência O Globo

Dois meses após a liquidação do Banco Master, os órgãos responsáveis pelas investigações passaram a ser alvo de críticas de ministros do Supremo Tribunal Federal (STF) e do Tribunal de Contas da União (TCU).

Receita Federal, Coaf e Banco Central já foram formalmente acionados para explicar sua atuação. A Polícia Federal também entrou no centro das críticas após o ministro Dias Toffoli apontar “falta de empenho” e “inércia” nas investigações.

Ao autorizar a prisão de Fabiano Zettel, cunhado do dono do banco, Daniel Vorcaro, e buscas contra o empresário Nelson Tanure, Toffoli determinou que as provas ficassem sob custódia do STF. Após reação de juristas, recuou e transferiu o material para a Procuradoria-Geral da República (PGR).

No TCU, o ministro Jhonatan de Jesus tentou revisar a decisão do Banco Central que liquidou o banco, alegando possível precipitação. A iniciativa extrapolou as competências do tribunal, que não pode rever atos regulatórios.

Após reunião entre o presidente do TCU, Vital do Rêgo Filho, e o presidente do BC, Gabriel Galípolo, ficou acertado que a inspeção será limitada, sem acesso a dados sigilosos.

Segundo a Polícia Federal, o Banco Master emitiu R$ 12 bilhões em títulos falsos. Executivos foram presos e alvos de buscas. Em uma dessas ações, foi encontrado no celular de Vorcaro um contrato de R$ 129 milhões com o escritório da esposa do ministro Alexandre de Moraes.

Também veio a público que um fundo ligado ao banco investiu em um resort que já pertenceu a familiares de Toffoli.

Após essas revelações, Moraes abriu investigação sigilosa para apurar possível quebra irregular de sigilo fiscal por parte da Receita Federal e do Coaf.

Receita Federal

A Receita afirma que não tem acesso a contratos privados e que qualquer consulta a dados sigilosos sem processo formal é passível de punição.

COAF

O Coaf, por sua vez, apenas monitora movimentações financeiras suspeitas e não realiza investigações nem tem acesso a contratos.

Banco Central

Já o Banco Central, responsável pela liquidação do Master, atua na fiscalização do sistema financeiro e é independente desde 2021, com mandato próprio para seus dirigentes.

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Lula tem reunião com Moraes, Receita e PF após STF abrir inquérito sobre vazamento em caso Master

Foto: Matheus Bonomi – Reuters

O presidente Lula (PT) teve uma reunião nesta quinta-feira (15) com autoridades ligadas ao caso Master e o novo ministro da Justiça, Wellington César Lima e Silva, com a justificativa de conversar sobre o combate ao crime organizado.

O encontro colocou na mesma sala o ministro do STF (Supremo Tribunal Federal), Alexandre de Moraes, e o diretor da Receita, Robinson Barreirinhas, dias após o magistrado abrir uma investigação para apurar eventuais vazamentos no Fisco de informações sobre sua família relacionadas ao banco Master.

Segundo o novo ministro da Justiça, Wellington César Lima e Silva, foi firmado um compromisso de atuação conjunta entre as instituições, mas o caso Master não foi o foco principal da reunião.

“O tema foi tratado como uma diretriz de Estado. Não se trata de um caso específico, mas de combater todos os que se enquadram nesse perfil criminoso”, afirmou.

Também participaram da reunião os ministros Fernando Haddad (Fazenda) e Sidônio Palmeira (Secom), o presidente do Banco Central, Gabriel Galípolo, o procurador-geral da República, Paulo Gonet, o diretor-geral da Polícia Federal, Andrei Rodrigues, e o secretário-executivo da Fazenda, Dario Durigan.

O encontro ocorre em meio a debates sobre a centralização das políticas de segurança pública, tema que já gerou atritos entre o governo federal e governadores durante a discussão da PEC da Segurança.

Wellington afirmou que a cooperação respeitará a autonomia de cada órgão e negou que a reunião tenha sido motivada por conflitos internos.

“O tamanho do problema exige uma conjugação de esforços dessa escala”, disse.

O compromisso não constava na agenda oficial do presidente e foi incluído após o término da reunião. Segundo o ministro, a integração busca tornar mais eficaz o combate ao crime, com atuação coordenada entre Receita, Polícia Federal, Ministério Público e Judiciário.

“Cada instituição tem seu papel. O objetivo é ajustar essa sintonia, respeitando garantias legais e a autonomia dos órgãos”, afirmou.

Ainda nesta quinta-feira, Wellington deve se reunir com secretários para discutir a ampliação da cooperação com estados e outros parceiros.

“Não há como falar em integração real sem envolver quem está na linha de frente”, concluiu.

Opinião dos leitores

  1. Dedução facil da pauta: BLINDAR OS MENINOS E MENINAS ENVOLVIDOS NAS ALGAZARRAS DO MOMENTO, TODOS SAO MENORES, POBRES, RECEBEM BOLSA FAMÍLIA E ESTÃO PROTEGIDOS PELO ECA.

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Damares divulga igrejas e pastores investigados na CPMI do INSS após Malafaia chamar senadora de ‘linguaruda’; veja lista

Foto: Agência Senado/Lula Marques

A senadora Damares Alves (Republicanos-DF) divulgou os nomes de igrejas e líderes religiosos citados na CPMI que apura fraudes no INSS.

A publicação ocorreu após críticas do pastor Silas Malafaia, que a chamou de “linguaruda” por mencionar “grandes igrejas” sem revelar os envolvidos.

Segundo Damares, as informações são públicas, constam em documentos oficiais e foram aprovadas pela comissão.

Igrejas investigadas

  • Adoração Church – pedido de quebra de sigilo

  • Assembleia de Deus Ministério do Renovo – pedido de quebra de sigilo

  • Ministério Deus é Fiel Church – pedido de quebra de sigilo

  • Igreja Evangélica Campo de Anatote – pedido de quebra de sigilo

Pastores citados

  • Cesar Belucci – convidado à CPMI

  • André Machado Valadão – convidado e alvo de quebra de sigilo

  • Péricles Albino Gonçalves – convidado

  • Fabiano Campos Zettel – convidado

  • André Fernandes – convidado

Damares afirmou que a possível participação de igrejas em fraudes causa “tristeza”, mas reforçou que a CPMI tem o dever de investigar com imparcialidade e base documental.

Reação de Malafaia

Malafaia acusou a senadora de generalizar acusações e de “denegrir a Igreja Evangélica”. Em vídeo, exigiu que ela apresentasse nomes ou se calasse.

Próximos passos da CPMI

O presidente da comissão, Carlos Viana (Podemos-MG), defende a prorrogação dos trabalhos por mais 60 dias. A CPMI já analisou 4.800 documentos, identificou 108 empresas suspeitas e pretende pedir ao STF a suspensão de 2 milhões de contratos de consignado suspeitos.

Opinião dos leitores

  1. Como sempre diz Boris Casoy. Cada vez mais temos de passar o Brasil a limpo. Corrupção quase generalizada. Que tristeza.

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PF avança em operação que investiga ex-nora de Lula e apreende fuzis

Foto: PF/Divulgação

A Polícia Federal deflagrou, nesta quinta-feira (15), a terceira fase da Operação Coffee Break, que investiga fraudes em licitações para fornecimento de materiais didáticos a prefeituras do interior de São Paulo.

Foram cumpridos três mandados de busca e apreensão na capital paulista, além de medidas de bloqueio de bens autorizadas pela Justiça.

A operação apura desvios de recursos do Ministério da Educação (MEC) por meio de contratos direcionados e superfaturados.

Ex-nora de Lula no foco da investigação

Na fase anterior, a PF teve como alvo Carla Ariane Trindade, ex-mulher de Marcos Cláudio Lula da Silva, enteado do presidente Lula. Ela é suspeita de receber propina do empresário André Gonçalves Mariano, apontado como operador do esquema.

Segundo a PF, Carla teria atuado em Brasília para facilitar a liberação de recursos do FNDE em favor da empresa Life Tecnologia Educacional.

Em uma agenda apreendida, o nome dela aparece com o apelido “Nora”, em referência ao vínculo familiar com o presidente.

Esquema milionário

A empresa Life recebeu cerca de R$ 70 milhões para fornecer kits e livros escolares a três prefeituras paulistas. Os contratos, segundo a PF, foram direcionados e superfaturados, com parte do dinheiro desviada por meio de empresas de fachada.

A investigação aponta a atuação de empresários, agentes públicos, lobistas e doleiros em uma organização criminosa estruturada desde 2021.

Prisões e crimes investigados

Na fase de novembro, seis pessoas foram presas, incluindo o vice-prefeito de Hortolândia, Cafu César (PSB).

Os investigados podem responder por crimes como corrupção, peculato, fraude em licitação, lavagem de dinheiro e organização criminosa.

Com informações da coluna de Mirelle Pinheiro, Metrópoles

Opinião dos leitores

  1. Eita! Entro na família tem que participar…cadê os bandidos e os mau-caráter defensores de ladrão pra dizer que é fake.

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VÍDEO: Paulinho Freire pode deixar o União Brasil

O BG comentou sobre bastidores da política potiguar no programa Meio Dia RN desta quinta-feira (15) e a possibilidade do prefeito de Natal, Paulinho Freire, deixar o União Brasil.

O BG apurou que até o momento, o prefeito Paulinho Freire e José Agripino ainda não conversaram, mas Paulinho Freire pode deixar o União Brasil, por causa do esticamento de corda de Agripino. Esta conversa entre eles deve acontecer em breve, embora o clima não seja bom.

José Agripino deu declarações em veículos da imprensa potiguar de que não liberaria filiados do União Brasil para outras legendas, postura que tem causado estranhamento em quem vive a política do RN, pela intransigência incomum. Tal fala teria sido direcionada a não intenção de liberar as vereadora Nina Souza e Camila Araújo.

Agripino também reagiu de forma negativa a uma declaração do prefeito Paulinho Freire sobre não poder ser ingrato com Rogério Marinho, Styvenson Valentim e Álvaro Dias, que o apoiaram na campanha vitoriosa para a Prefeitura de Natal.

“Agripino não pode obrigar Paulinho Freire a votar em Allyson. Allyson não fez campanha para Paulinho em Natal. Allyson era candidato em Mossoró. Quem fez campanhoa para Paulinho foi Rogério Marinho, Styvenson e Álvaro Dias. Eles serão candidatos este ano. José Agripino não é candidato”, opinou BG.

Opinião dos leitores

  1. O galego do Alecrim pensa que ainda manda, rei posto, rei morto. É melhor ele ir cuidar de suas empresas, os votos de cabresto ja era. O partido dele esta no desgoverno ptralha.

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Fátima Bezerra veta transporte intermunicipal gratuito para policiais e bombeiros

Foto: Wilson Dias/Agência Brasil

A governadora Fátima Bezerra (PT) vetou integralmente o projeto que previa transporte intermunicipal gratuito para policiais, bombeiros, agentes socioeducativos e peritos no Rio Grande do Norte. O veto foi publicado nesta quinta-feira (15) no Diário Oficial do Estado e será analisado pela Assembleia Legislativa.

Segundo o governo, o projeto é inconstitucional por ter sido apresentado por parlamentar e por criar despesas sem indicar fonte de custeio. A proposta também geraria impacto financeiro nos contratos de concessão do transporte.

O Executivo afirma que a medida reduziria a receita das empresas sem previsão de compensação, ferindo a Lei de Responsabilidade Fiscal e o equilíbrio econômico dos contratos.

As secretarias da Fazenda (Sefaz) e da Infraestrutura (SIN) se posicionaram contra o projeto. Ambas apontaram falta de estimativa de custos, risco de subsídios e impacto direto nas contas públicas.

O governo também alegou que a gratuidade para categorias específicas fere o princípio da isonomia e citou decisões do STF que vedam esse tipo de benefício sem ressarcimento.

O projeto, de autoria do deputado Taveira Júnior, havia sido aprovado em dezembro de 2025. Apesar de reconhecer a relevância social da proposta, Fátima afirmou que os vícios legais impedem a sanção.

Opinião dos leitores

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[VÍDEO] BANCO MASTER: Que situação do judiciário brasileiro, lamentável

Após os novos desdobramentos e ações do ministro Dias Toffoli em relação ao escândalo envolvendo o Banco Master, Bruno Giovanni comenta e traça um panorama geral sobre o tema, e principalmente as ações de Toffoli e em que situação ele deixa o judiciário brasileiro.

O ministro do STF tentou enquadrar a Polícia Federal, e queria decretar sigilo sobre todas as provas apreendidas pela PF, sem conhecimento sequer do MP.

“O que estamos vendo no Brasil não é coisa nem de filme de ficção. O que presenciamos ontem, com esse aparente desespero do ministro Dias Toffoli com essa operação do Banco Master, não tem como o Brasil e a imprensa, nesse momento, não pensar que só existe um motivo para as ações do ministro Dias Toffoli: se preservar ou preservar pessoas muito próximas. Não tem como pensar diferente, infelizmente. Posso estar completamente equivocado e o ministro só estar preocupado com a lei brasileira, mas não é isso que 100% dos brasileiros que se pronunciam nas redes sociais, que falam sobre o assunto, articulistas, jornalistas de todos os veículos de imprensa estejam vendo diferente, se essa foi a intenção do ministro. A única leitura é de autopreservação do ministro“, comentou o BG. Para o BG, “mais do que nunca, se faz necessária uma CPMI no Congresso Nacional”

Opinião dos leitores

  1. Isso é normal, onde o presidente foi descondenado pelos roubos que fez, e tem filho, irmão e ex nora envolvidos envolvido em corrupção…os mau-caráter estão todos pianinho

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Banco Central decreta liquidação extrajudicial da Reag, empresa suspeita de criar fundos de investimentos e blindar patrimônio do PCC

Foto: REUTERS/Adriano Machado

O Banco Central decretou nesta quinta-feira (15) a liquidação extrajudicial da Reag Investimentos, investigada na Operação Carbono Oculto por suspeita de criar fundos e adquirir empresas para ocultar patrimônio do PCC.

Segundo o BC, a decisão foi motivada por graves violações às normas do Sistema Financeiro Nacional. A instituição informou que continuará apurando responsabilidades e poderá aplicar sanções administrativas, além de comunicar outras autoridades.

Os bens dos controladores e ex-administradores da Reag foram tornados indisponíveis, conforme prevê a lei.

A empresa foi procurada pela reportagem do portal R7, mas ainda não se manifestou.

Operação Carbono Oculto

Deflagrada em agosto de 2025, a operação é a maior já realizada contra o crime organizado no setor de combustíveis. O esquema, atribuído ao PCC, atuava em oito estados.

O Ministério Público estima R$ 7,6 bilhões em sonegação e R$ 52 bilhões em movimentações financeiras entre 2020 e 2024. Mais de 350 alvos são investigados por adulteração de combustíveis, crimes ambientais, lavagem de dinheiro e estelionato.

A Procuradoria-Geral da Fazenda Nacional pediu o bloqueio de mais de R$ 1 bilhão em bens. À época, a Reag afirmou que colaborava com as autoridades.

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