Política

Bolsonaro vai anunciar fim das saidinhas – (indultos concedidos nos feriados) – para condenados por homicídios e estupro

Foto: Abr

Presidente da República eleito na noite deste domingo, Jair Bolsonaro prepara um anúncio de impacto na Segurança Pública para dia 1º de Janeiro após tomar posse no cargo.

A principal delas será o fim de regalias para detentos condenados por homicídios e estupros, como as chamadas ‘saidinhas’, os indultos concedidos pela Justiça nos feriados.

Bolsonaro também vai trabalhar no Congresso Nacional para aprovar, ainda em 2019, a PEC da redução da maioridade penal para 16 anos – existe uma proposta em tramitação avançada no Senado.

Para não causar reboliço na sociedade e em setores diversos e nos outros Poderes, Bolsonaro pretende detalhar os temas durante a eventual transição de Governo.

Coluna Esplanada

Opinião dos leitores

  1. Por que também o condenado por corrupçao, que é dos mais horrendo, pois maltratam os pais, mães e filhos desempregados, nas filas dos hospitais aguardando cirurgia ou morrendo, na falta de creches e de uma educação descente, da violência desenfreada. O ideal era considerar a corrupçao um crime hediondo.

    1. A corrupção é um capítulo a parte nesse país. Deve sim ser taxado como crime hediondo e crime hediondo não ter limite de tempo para ficar preso. Bem como, a pena ser correspondente ao valor desviado, tipo: R$ 1 mil = 10 meses;
      Desviou R$ 10 mil = 10 meses x R$ 10 mil = 100 meses presos;
      Desviou R$ 100 mil = 10 meses x R$ 100 mil = 1000 meses presos e assim por diante…
      Sem direito a redução de pena, desde que cumprido 50% da pena em regime fechado.
      Quero ver não funcionar e vai sobrar muito recurso…

    2. Essa proposta é excepcional e certamente ele é o presidente certo para tornar essa idéia realidade!

Comente aqui

Deixe um comentário

O seu endereço de e-mail não será publicado. Campos obrigatórios são marcados com *

Geral

Janja recebe presente de cantor do BTS durante viagem à Coreia do Sul

Foto: Reprodução

A primeira-dama Rosângela da Silva, a Janja, recebeu no último domingo (22) um presente do membro do grupo musical BTS, Jin, durante sua viagem à Coreia do Sul. 

O cantor a presenteou com uma garrafa de gin de sua própria marca, Igin, embalada em um caixa autografada. 

A entrega foi feita pelo chef de cozinha Baek Jong-won, amigo próximo do cantor. O momento foi registrado em um vídeo nas redes sociais de Janja.

O grupo de k-pop realizará uma agenda de shows em São Paulo, nos dias 28, 30 e 31 de outubro, com a turnê mundial “Arirang”.

Janja desembarcou na Coreia do Sul na última quarta-feira (18), antes do presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT), que chegou na manhã de domingo para cumprir agenda internacional

CNN

Comente aqui

Deixe um comentário

O seu endereço de e-mail não será publicado. Campos obrigatórios são marcados com *

Mundo

México vive onda de violência após morte de chefe de cartel

Foto: Reuters/Gabriel Trujillo

O México viveu um fim de semana de tensão após o Exército confirmar a morte de Nemesio Oseguera Cervantes, o “El Mencho”, apontado como líder do Cartel Jalisco Nueva Generación. Segundo as autoridades, ele foi ferido durante uma operação em Tapalpa, no estado de Jalisco, e morreu enquanto era transferido de helicóptero para a Cidade do México.

Considerado um dos narcotraficantes mais procurados pelos Estados Unidos, “El Mencho” tinha recompensa de 15 milhões de dólares oferecida por Washington. Sob seu comando, o CJNG se consolidou como uma das organizações criminosas mais poderosas e violentas do país.

Foto: Reuters/Gilberto Gallo

Após a ação das forças federais, criminosos reagiram com bloqueios de rodovias e incêndios de veículos em Jalisco, Michoacán e Tamaulipas. Também houve registros de ataques e queima de estabelecimentos comerciais em Guanajuato. Governadores locais confirmaram confrontos e ativaram protocolos de segurança, incluindo o chamado “código vermelho”.

No Aeroporto Internacional de Guadalajara, relatos de disparos e presença de homens armados causaram pânico entre passageiros. Terminais rodoviários suspenderam atividades em algumas regiões, e autoridades pediram que a população permanecesse em casa diante do risco de novos confrontos.

Foto: AP Photo/Alejandra Leyva

A morte do chefe do cartel marca um duro golpe contra o narcotráfico, mas também eleva o temor de retaliações violentas e disputas internas pelo controle das rotas e territórios dominados pelo grupo.

Com informações do G1

Comente aqui

Deixe um comentário

O seu endereço de e-mail não será publicado. Campos obrigatórios são marcados com *

Política

Lula critica “uso do comércio como arma” em discurso na Coreia do Sul

Foto: Gov BR

O presidente Luiz Inácio Lula da Silva criticou o “uso do comércio como arma” durante discurso no Fórum Empresarial Brasil–Coreia do Sul, em Seul, nesta segunda-feira (23). Sem citar diretamente os Estados Unidos, Lula afirmou que a melhor resposta a medidas unilaterais é ampliar o diálogo e buscar acordos mutuamente benéficos.

A declaração ocorre após o presidente Donald Trump anunciar nova tarifa global de 10%, posteriormente elevada para 15%, com base na legislação comercial americana. Lula defendeu que o Brasil não quer uma “nova Guerra Fria” e reiterou que o país pretende manter relações equilibradas com todas as nações.

No discurso, o presidente destacou os laços entre Brasil e Coreia do Sul e afirmou que a cooperação entre os dois países demonstra que confiança e negociação produzem resultados mais sólidos do que barreiras comerciais. Ele também reforçou a necessidade de fortalecer parcerias estratégicas na Ásia.

Lula aproveitou a agenda internacional para defender o avanço das negociações entre o Mercosul e a Coreia do Sul. O presidente citou ainda o acordo firmado com a União Europeia como exemplo de integração comercial de grande escala.

A fala ocorre em meio a um cenário global de tensões tarifárias e sinaliza a tentativa do governo brasileiro de consolidar uma posição diplomática voltada à diversificação de mercados e à redução de dependências comerciais.

Com informações da CNN

Comente aqui

Deixe um comentário

O seu endereço de e-mail não será publicado. Campos obrigatórios são marcados com *

Geral

Em briga interna, PCC proíbe delivery de drogas na maior favela de SP

Foto: Arte/Metrópoles

Uma disputa interna no Primeiro Comando da Capital levou à proibição do chamado “delivery” de drogas em Heliópolis, na zona sul de São Paulo. A modalidade, criada para facilitar a venda direta a usuários, passou a gerar insatisfação entre traficantes que controlam as biqueiras — pontos fixos de comercialização de entorpecentes.

Mensagens apreendidas pela Polícia Civil do Estado de São Paulo mostram integrantes da facção reclamando que o novo modelo prejudicava quem “lutou” para conquistar território nas comunidades. O comunicado interno determinava que a venda deveria permanecer nas “lojas” cadastradas, respeitando a hierarquia e os espaços já dominados.

A investigação cita Michael da Silva, conhecido como Neymar, apontado como liderança local ligada ao alto escalão da facção. O inquérito também menciona Everton de Brito Nemésio, o Delinho, descrito como integrante da cúpula e atualmente foragido. Neymar chegou a ser preso preventivamente, segundo registros processuais.

De acordo com os relatórios, o delivery ampliava o alcance das vendas e reduzia a circulação de usuários nas biqueiras, afetando o comércio presencial. A polícia aponta que a operação contava com organização logística própria, incluindo catálogo digital enviado a clientes por aplicativo de mensagens.

Para os investigadores, o caso revela o nível de estrutura e divisão territorial dentro da organização criminosa. O que começou como tentativa de modernizar o esquema acabou provocando conflito econômico interno e levou à intervenção da própria facção para manter o controle tradicional das vendas.

Com informações do Metrópoles

Comente aqui

Deixe um comentário

O seu endereço de e-mail não será publicado. Campos obrigatórios são marcados com *

Política

Lula mira dono da Refit em agenda com Trump e tenta carimbar imagem anticrime

Foto: Ricardo Stuckert/PR

O presidente Luiz Inácio Lula da Silva deve voltar a cobrar de Donald Trump maior cooperação no combate ao crime organizado durante encontro previsto para o próximo mês na Casa Branca. Entre os temas da conversa bilateral estará o empresário Ricardo Magro, ligado ao Grupo Refit, acusado pela Polícia Federal de sonegar cerca de R$ 26 bilhões em impostos — acusação negada por ele e pela empresa.

Em coletiva na Índia, Lula afirmou que enviou às autoridades americanas informações sobre um empresário brasileiro que vive em Miami e pediu colaboração para que ele responda às investigações no Brasil. Sem citar nomes, o presidente disse que o enfrentamento ao crime organizado passa por cooperação internacional e cobrou reciprocidade dos Estados Unidos.

O caso da refinaria de Manguinhos, no Rio de Janeiro, virou peça central no discurso do governo para reforçar a imagem de combate ao chamado “crime de colarinho branco”. A estratégia também inclui a divulgação de operações como a Carbono Oculto e a defesa de propostas que tramitam no Congresso, como o PL Antifacção e a PEC da Segurança Pública.

Em nota, Ricardo Magro e a Refit afirmaram que Lula estaria sendo “induzido a erro” por uma campanha difamatória e negaram qualquer prática ilícita. A empresa sustenta que declara integralmente suas receitas e cumpre obrigações fiscais, rechaçando associação ao crime organizado.

Além da pauta de segurança, Lula pretende tratar com Trump sobre tarifas comerciais, acesso a minerais estratégicos, Venezuela, Cuba e iniciativas multilaterais. O encontro ocorre em meio à tentativa do Planalto de consolidar uma narrativa mais dura na área de segurança pública, tema considerado sensível no cenário político interno.

Com informações do O Globo

Comente aqui

Deixe um comentário

O seu endereço de e-mail não será publicado. Campos obrigatórios são marcados com *

Política

CPMI do INSS ouve empresária ligada à Conafer após Vorcaro cancelar depoimento

Foto: Edilson Rodrigues/Agência Senado

A Comissão Parlamentar Mista de Inquérito do INSS toma depoimento, nesta segunda-feira (23), da empresária Ingrid Pikinskeni Morais Santos. Ela foi convocada após o banqueiro Daniel Vorcaro, dono do Banco Master, cancelar a oitiva que estava prevista para a mesma data.

Ingrid é citada em requerimentos parlamentares como possível destinatária de recursos supostamente desviados da Confederação Nacional dos Agricultores Familiares e Empreendedores Familiares Rurais do Brasil. A entidade é investigada por envolvimento em descontos indevidos aplicados sobre aposentadorias e pensões de segurados do Instituto Nacional do Seguro Social.

Segundo os documentos apresentados na comissão, valores repassados a Cícero Marcelino de Souza Santos teriam sido posteriormente transferidos à esposa, Ingrid. Parlamentares afirmam que as movimentações carecem de justificativa contratual ou lícita e podem ter sido usadas para ocultar o destino final dos recursos.

A CPMI apura um esquema de descontos ilegais revelado após operação conjunta da Polícia Federal e da Controladoria-Geral da União. As investigações apontam que entidades teriam cobrado cerca de R$ 6,3 bilhões de aposentados e pensionistas entre 2019 e 2024.

Vorcaro, que teve presença tornada facultativa por decisão do ministro André Mendonça, ainda pode ser ouvido pela Comissão de Assuntos Econômicos do Senado, presidida por Renan Calheiros.

Com informações da CNN

Comente aqui

Deixe um comentário

O seu endereço de e-mail não será publicado. Campos obrigatórios são marcados com *

Geral

Vice do PT critica ala polêmica em homenagem a Lula e pede diálogo com conservadores

Foto: Billy Boss/Câmara dos Deputados

O vice-presidente do PT e prefeito de Maricá (RJ), Washington Quaquá, criticou a ala “neoconservadores” apresentada pela Acadêmicos de Niterói no desfile que homenageou o presidente Luiz Inácio Lula da Silva. A escola levou à avenida famílias dentro de latas de conserva, com referências a setores evangélicos, o que gerou forte reação nas redes sociais.

Em publicação, Quaquá afirmou que o PT não pode deixar de dialogar com quem é “conservador nos costumes” e defendeu respeito a essa parcela da população. Segundo ele, um partido popular precisa “abraçar todo mundo” se quiser construir maioria e hegemonia política. “Política de verdade é a que une, não a que divide”, escreveu.

O desfile, que teve como enredo “Do alto do mulungu surge a esperança: Lula, o operário do Brasil”, desencadeou quase uma dezena de ações judiciais no Tribunal Superior Eleitoral e na Justiça Federal. As contestações apontam suposta propaganda eleitoral antecipada e questionam o uso de recursos públicos.

Em meio à repercussão, Lula afirmou que não interferiu no conteúdo artístico da apresentação. Durante agenda em Nova Déli, o presidente declarou que apenas aceitou a homenagem e que não participou da elaboração de fantasias ou alegorias.

A polêmica abriu um flanco de desgaste com segmentos evangélicos e se tornou o primeiro grande embate político envolvendo o governo em ano eleitoral.

Com informações do Metrópoles

Comente aqui

Deixe um comentário

O seu endereço de e-mail não será publicado. Campos obrigatórios são marcados com *

Economia

Justiça consome R$ 92,3 bilhões dos Estados e “penduricalhos” ampliam pressão sobre orçamentos

Foto: Tribunal de Justiça de Rondônia/Divulgação

Os Estados brasileiros destinaram R$ 92,3 bilhões em 2024 às instituições do sistema de Justiça — Tribunais de Justiça, Ministérios Públicos e Defensorias Públicas — em meio ao avanço dos chamados “penduricalhos”, benefícios que elevam os vencimentos acima do teto constitucional. O levantamento é da Plataforma Justa e aponta que 67% das despesas desses órgãos foram destinadas à folha de pagamento.

Segundo o estudo, em 11 Estados os repasses ao sistema de Justiça cresceram mais do que o orçamento geral, superando áreas como assistência social, ciência e tecnologia e meio ambiente. Rondônia, Minas Gerais e Rio de Janeiro aparecem entre os que mais comprometem, proporcionalmente, suas receitas com o setor. Em São Paulo, o maior orçamento do País, os gastos chegaram a R$ 18,6 bilhões.

A Constituição estabelece que nenhum servidor pode receber acima do salário de um ministro do Supremo Tribunal Federal, atualmente fixado em R$ 46,4 mil mensais. No entanto, verbas classificadas como indenizatórias — como auxílio-acervo e licença compensatória — ficam fora do teto e acabam inflando os rendimentos de juízes, procuradores e defensores.

Diante do cenário, o ministro Flávio Dino determinou a suspensão do pagamento de penduricalhos no âmbito federal e proibiu a criação de novas normas que permitam benefícios acima do teto. A decisão também alcança Estados e municípios.

Para especialistas, o problema é estrutural e exige mais do que ajustes legais. O estudo aponta que, além do crescimento das despesas, houve ampliação de créditos adicionais ao longo do ano, enquanto outras áreas sofreram cortes. A discussão sobre supersalários e equilíbrio fiscal deve ganhar força nas assembleias legislativas nos próximos meses.

Com informações do Estadão

Comente aqui

Deixe um comentário

O seu endereço de e-mail não será publicado. Campos obrigatórios são marcados com *

Geral

VÍDEO: Menino de 3 anos é morto em ataque de facção em Bom Jesus, no RN

 

View this post on Instagram

 

A post shared by VIA CERTA NATAL (@aguiareporterr)

Vídeo: Via Certa Natal

Uma criança de apenas 3 anos foi atingida por disparos de arma de fogo e morreu no início da noite deste domingo, no bairro Eco Verde, em Bom Jesus, no interior do Rio Grande do Norte. Com informações do Via Certa Natal.

De acordo com as primeiras informações, o menino, identificado como Matheus, estava no braço de uma mulher conhecida como “Japa” quando homens chegaram ao local, possivelmente em uma motocicleta, e efetuaram vários disparos. O alvo seria a mulher, que foi atingida por cerca de cinco tiros e socorrida para a unidade hospitalar mais próxima da região. Durante o ataque, pelo menos três disparos atingiram a criança, que morreu em frente à residência.

Equipes da Força Tática do 11º Batalhão da Polícia Militar estiveram no local realizando diligências, enquanto a Polícia Científica deu início aos procedimentos periciais e à remoção do corpo.

A Divisão de Homicídios e Proteção à Pessoa também acompanha o caso e trabalha na coleta de informações que possam ajudar na identificação dos suspeitos, incluindo a análise de possíveis imagens de câmeras de monitoramento da região.

Após o trabalho da perícia e o isolamento da área, policiais seguiram em buscas na tentativa de localizar e prender os responsáveis pelo atentado.

O crime volta a acender o alerta para a violência que tem atingido crianças no estado. Recentemente, em São José de Mipibu, a menina Maria Hadassa, de 4 anos, também morreu após ser atingida durante um ataque a tiros. Em menos de um mês, dois casos com características semelhantes foram registrados no Rio Grande do Norte.

Nos dois episódios, as vítimas eram crianças e acabaram atingidas em meio a atentados atribuídos à atuação de facções criminosas.

Comente aqui

Deixe um comentário

O seu endereço de e-mail não será publicado. Campos obrigatórios são marcados com *

Geral

“Não pensa”: Michelle Bolsonaro reage a fala de Lula sobre ala do Carnaval

Foto: Ricardo Stuckert/PR – Zack Stencil/PL/Divulgação

A ex-primeira-dama Michelle Bolsonaro criticou as declarações do presidente Luiz Inácio Lula da Silva sobre a ala “neoconservadores em conserva”, apresentada pela Acadêmicos de Niterói no Carnaval. Em publicação nas redes sociais, Michelle ironizou a fala do petista e afirmou que houve “anuência da chacota e do escárnio”.

Durante conversa com jornalistas na Índia, Lula afirmou que “não pensa” sobre o conteúdo artístico do desfile e que sua única decisão foi aceitar a homenagem. “Eu não sou o carnavalesco, não fiz o samba-enredo, não cuidei dos carros alegóricos”, declarou o presidente, dizendo que não interferiu na concepção das fantasias e alegorias.

Michelle rebateu afirmando que, mesmo sem participar da criação, Lula teria consentido com o teor da apresentação. “Não adianta. As máscaras caem, a podridão é exposta e a verdade sempre prevalece”, escreveu.

Foto: Reprodução/Instagram

A ala questionada utilizou latas estilizadas para representar personagens associados a setores conservadores da sociedade, o que gerou forte reação de aliados do ex-presidente Jair Bolsonaro e de grupos evangélicos.

A escola de samba acabou rebaixada no Grupo Especial do Carnaval do Rio de Janeiro. Lula afirmou que pretende visitar a agremiação para agradecer a homenagem quando retornar ao Brasil.

Com informações do Poder360

Comente aqui

Deixe um comentário

O seu endereço de e-mail não será publicado. Campos obrigatórios são marcados com *