Um estudo da Universidade da Geórgia apontou que cerca de 20% dos homens que se declaram heterossexuais apresentaram respostas fisiológicas de excitação ao consumir conteúdos com temática gay. E essa não é a única pesquisa que evidencia a complexidade da sexualidade humana.
Outra investigação, conduzida pela Universidade de Essex, no Reino Unido, também indica que muitas pessoas demonstram algum grau de atração que vai além da heterossexualidade, mesmo que nem sempre expressem isso publicamente.
Em síntese, a sexualidade não é algo rígido nem limitada a rótulos tradicionais. A ciência mostra que o desejo humano é mais diverso do que se imagina, e que viver a própria sexualidade ainda é, para muitos, um processo cercado de silêncio, receios e repressões.
Charlingtonglaevionbeecheknavare dos Anjos Mendonça. Complicado, né? Esse é o registro do homem com o nome mais longo do Brasil. Natural de Macau, no Rio Grande do Norte, ele é conhecido simplesmente como Chacha.
No Brasil, nomes criativos não são novidade. Um relatório da Associação dos Notórios e Registradores do Brasil divulgou uma lista com os 50 nomes mais inusitados registrados nos cartórios brasileiros.
Entre os mais curiosos estão: Amazonas Rio do Brasil Pimpão, Amin Amou Amado e Oceâno Atlântico Linhares. Apesar disso, nenhum supera Chacha, dono do nome mais longo do país.
O próprio Chacha afirma que seu nome já foi motivo de dor de cabeça. No CPF precisaram mudar o sistema para caber todas as 32 letras. Mas de onde veio tanta criatividade? O pai, que inventou o nome, nunca disse o porquê.
Embora o nome seja incomum, a vida do homem com o nome mais longo do Brasil sempre foi normal. O maior problema não está na identidade, mas na falta de trabalho, pois ele já está há dois anos sem emprego.
Enquanto sua esposa, Érica, sustenta a casa como professora, Chacha busca alternativas e sonha com algo bem simples: um trabalho estável para cuidar da família.
Conversas sobre a vida alheia estão presentes em diversos contextos sociais, como ambientes de trabalho, grupos de amigos e círculos familiares. A fofoca é comum e pode assumir diferentes significados, dependendo da frequência, do conteúdo e da intenção envolvida.
Fofoca pode ter efeitos psicológicos positivos
Especialistas apontam que o ato de fofocar pode ter efeitos psicológicos positivos, como o fortalecimento de vínculos e o alívio de tensões. No entanto, quando se torna frequente ou compulsivo, o comportamento pode estar associado a dificuldades emocionais e gerar prejuízos nas relações e na saúde mental.
O conteúdo da conversa, o tom e a intenção por trás das palavras definem se o comportamento é socialmente adaptado ou prejudicial. A linha entre o saudável e o nocivo pode ser mais tênue do que parece.
A neuropsicóloga Nathalie Gudayol, que atende em Porto Alegre, lembra que o prazer em fofocar está ligado a áreas do cérebro que regulam o sistema de recompensa.
“Do ponto de vista evolutivo, a fofoca ajudava nossos ancestrais a se manterem informados sobre alianças e ameaças dentro do grupo. Hoje, ela ainda ativa áreas do cérebro relacionadas à recompensa, como o sistema dopaminérgico, o que ajuda a explicar por que pode ser tão prazeroso participar ou ouvir uma fofoca”, explica.
Por outro lado, a psiquiatra Milliane Rossafa, que atende em Criciúma, alerta que a fofoca pode estar associada a quadros psiquiátricos, especialmente quando é compulsiva ou traz prejuízos significativos à vida do indivíduo.
“Transtornos como o de personalidade histriônica, personalidade borderline ou mesmo quadros de mania, no transtorno bipolar, podem incluir esse tipo de comportamento como um sintoma”, ensina a psiquiatra.
Fofocar faz bem ou mal à saúde?
De forma moderada e em certos contextos, a fofoca pode ter efeitos benéficos, como sensação de conexão e alívio emocional. Mas, em excesso, tende a provocar sofrimento.
“O envolvimento constante em conteúdos negativos sobre outras pessoas pode gerar sentimentos de culpa, ansiedade e até obsessão”, afirma a psiquiatra Milliane.
A exposição a fofocas também pode desencadear quadros depressivos e ansiosos em quem é alvo. Nathalie explica que, com a chegada das redes sociais, o conteúdo circula com mais velocidade e intensidade, o que torna a experiência mais difícil de lidar.
“No ambiente online, onde o anonimato e a viralização são comuns, a fofoca pode se tornar mais cruel, rápida e difícil de reparar”, conta.
Em ambientes profissionais, a situação pode ser ainda mais delicada. Milliane destaca que, nesses casos, o receio de julgamentos e a competição por posições favorecem níveis elevados de estresse e até burnout. Já em círculos íntimos, o prejuízo costuma afetar a confiança e a autoestima por conta dos vínculos emocionais envolvidos.
Mesmo entre aqueles que praticam a fofoca, é comum ter sentimentos de culpa, vergonha e arrependimento. “Já atendi pacientes que percebem que não conseguem parar de falar da vida alheia e se sentem culpados ou envergonhados depois”, relata a psiquiatra.
Por que fofocamos?
Além do fator evolutivo, a fofoca cumpre uma função de manutenção social. “Compartilhar informações sobre outras pessoas pode aliviar tensões, fortalecer vínculos sociais e criar uma sensação de pertencimento ao grupo”, explica Nathalie.
Segundo a especialista, o comportamento também pode surgir como um mecanismo de defesa. Em alguns casos, quem fofoca tenta desviar a atenção de fragilidades internas. Pessoas com autoestima instável ou que se sentem constantemente ameaçadas por comparações sociais tendem a usar esse tipo de conversa como válvula de escape.
Existe ainda uma diferença sutil entre fofocar e compartilhar uma informação. O ponto de virada está na intenção: se há julgamento, deboche ou tentativa de autopromoção, o comportamento deixa de ser neutro e passa a refletir inseguranças emocionais mais complexas.
O empresário Gabriel Rocha Kanner, fundador do Instituto Riachuelo e do programa de formação “Em busca da verdade”, lançará oficialmente em Natal na próxima quarta-feira (06/08), no Teatro Riachuelo, seu livro: “Bússola – Uma visão clássica sobre a virtude, maturidade e sabedoria”.
O evento será dividido em dois momentos no Teatro. Em um primeiro instante – das 17h às 19h – haverá a sessão de autógrafos e retirada dos livros e, em seguida, a partir das 19:30h, a palestra, que abordará discussões sobre temas presentes na obra, explorando seus conceitos centrais e mensagens.
“Esse livro nasceu de uma inquietação profunda diante do mundo em que vivemos. Senti que faltava um norte, uma bússola moral, especialmente para quem busca viver com propósito em meio ao caos moderno. Ele reúne princípios clássicos, sabedoria milenar e aprendizados da minha própria jornada. De certa forma, também carrega o legado de firmeza e visão que vi no meu avô, potiguar de alma forte, que me ensinou muito sobre trabalho e responsabilidade. A palestra é um desdobramento desse chamado: um convite a retomar as rédeas da vida com maturidade, coragem e clareza”, afirma Gabriel.
Inspirado por pensadores da Antiguidade e da tradição clássica, como Platão e Aristóteles, Gabriel Kanner propõe, em linguagem direta, uma estrutura de pensamento e ação capaz de gerar frutos no dia a dia: desde o trabalho até as relações familiares. O livro busca integrar vocação, rotina e responsabilidade.
O público interessado em adquirir um exemplar do livro, participar do evento de lançamento e da palestra pode se inscrever pelo site https://ebveditora.com/natal.
Sobre o autor
Na busca em dar continuidade ao legado do avô, Nevaldo Rocha, Gabriel passou 10 anos atuando no setor têxtil e varejo e fundou, em 2020, o Instituto Riachuelo, com o propósito de gerar empregos e renda, levando ações de impacto social a milhares de famílias no sertão do Rio Grande do Norte, através de programas como as oficinas de costura do Pró-Sertão, que representa o maior programa de empregabilidade do estado.
Formado em Relações Internacionais pela ESPM, Gabriel é também fundador da empresa de educação Em Busca da Verdade, voltada à formação de lideranças com base na filosofia clássica, nas virtudes humanas e na tradição intelectual ocidental. A proposta do projeto é simples: formar homens e mulheres capazes de pensar, agir com retidão e servir com responsabilidade.
Ele deveria lutar para o grupo Riachuelo deixar os funcionários se sentar e ir ao banheiro sem ser em horário estipulado. “Não ouça o que as pessoas falam, observe suas ações.”
Trabalhar pra canhota é crime , o maior ladrão e vagabundo do planeta tá morando no palácio do planalto sugando o sangue do país. Arregasse as mangas e vai produzir Sheila Miranda pra pagar pelo menos as roupas que tu vestes!
Vá trabalhar mocinha … mimimim, você já nasceu culpando o mundo
Esse livro deveria ser lançado em Portugal onde essa família mora.
Só mora no Brasil quem não tem dinheiro para ir embora, inocente!!!
Conseguiu empreendendo , ficou multimilionário trabalhando, criando emprego , produzindo riquezas e pagando impostos pesados trabalhistas e sociais. Canhotos deviam agradecer , mas trabalhar e estudar é pecado pra vocês!
O termo “Héteroflex” está ganhando destaque ao descrever homens que, apesar de se identificarem como heterossexuais, sentem atração por outros homens e buscam relações sexuais pontuais e sigilosas. Esse comportamento, observado por pesquisadores, desafia as definições tradicionais de identidade sexual e revela a complexidade da sexualidade humana.
Muitos desses homens mantêm sua identidade hétero, justificando que suas experiências não definem quem são. Essa prática ocorre em ambientes privados ou virtuais, longe dos espaços LGBTQIA+ tradicionais. Especialistas apontam fatores como repressão cultural e normas rígidas de masculinidade como influências nesse comportamento.
A discussão vai além da vida íntima, refletindo uma sociedade que ainda valoriza mais a aparência do que a verdade. Em pleno século XXI, o termo “heterossexual” pode vir com um asterisco, indicando exceções em certas circunstâncias.
A tradicional Festa do Sagrado Coração de Jesus, padroeiro de Morro Branco, em Natal (RN), terá início no próximo dia 20 de junho, com a abertura oficial. O evento promete reunir fé, cultura e muita animação ao longo de vários dias de celebração, envolvendo toda a comunidade com uma rica programação religiosa e social.
A parte religiosa contará com missas diárias as 19h, celebrações e momentos de oração em honra ao Sagrado Coração de Jesus, reunindo fiéis em clima de espiritualidade e devoção. A programação segue até o encerramento da festa, com atividades que fortalecem a fé e a tradição católica do bairro.
Já a programação social será um show à parte. No domingo, a comunidade poderá saborear uma deliciosa feijoada ao som da banda Samba de Cuca, trazendo um clima de confraternização e alegria. Além disso, o evento contará ainda com um animado Trio Sanfoneiro, que promete colocar todos para dançar ao som do autêntico forró pé de serra.
Outro destaque da festa será a quermesse após as missas, com barracas de comidas típicas, espaço kids para a criançada, além de barracas de artigos personalizados, oferecendo lembranças e objetos religiosos. Tudo isso com muita segurança e acolhimento, para que famílias inteiras possam celebrar juntas.
A Festa do Sagrado Coração de Jesus é uma realização da comunidade paroquial de Morro Branco e já se tornou um marco no calendário religioso e cultural da zona sul de Natal.
Serviço:
📍 Morro Branco – Natal/RN
📅 Período: 20 a 29 de junho
🎉 Programação religiosa e social diária
🍽 Feijoada com Samba de Cuca (domingo)
🎶 Trio Sanfoneiro, quermesse, espaço kids e muito mais!
Cientistas estão estudando o poder dos palavrões em muitas circunstâncias, como na presença de dor | Foto: fidaolga/Adobe Stock
Quando você dá uma topada de dedão no pé da cama, é bem provável que a primeira coisa que saia de sua boca seja um palavrão. Mas, mesmo sendo um traço quase universal da linguagem, muitas pessoas ainda consideram os palavrões um tabu.
Olly Robertson não está entre elas. “É algo que todos nós compartilhamos e é realmente mágico. Tem muito poder sobre nossas sociedades”, diz Robertson, pesquisadora de psicologia da Universidade de Oxford. “Faz muitas coisas por nós”.
Uma dessas coisas é um aumento na tolerância à dor.
Falar palavrão é “uma forma de autoajuda sem remédios, sem calorias e sem custos”, define Richard Stephens, pesquisador e professor sênior de psicologia na Universidade Keele, na Inglaterra.
Pesquisadores estão trabalhando para entender os mecanismos do impacto dos palavrões em uma série de circunstâncias, com foco principal na dor. Com esse conhecimento, comenta Stephens, falar palavrão talvez possa ser usado de forma mais eficaz em ambientes clínicos.
Redução da dor por meio dos palavrões
Em 2009, Stephens e seus colegas publicaram o primeiro estudo que relacionava palavrões com hipoalgesia – uma sensibilidade reduzida à dor. Os indivíduos foram convidados a participar de uma tarefa na qual eles tinham de manter as mãos em água gelada pelo maior tempo possível, enquanto repetiam um palavrão de sua escolha ou uma palavra neutra. Os palavrões foram associados não apenas ao aumento da tolerância à dor, mas também à diminuição da sensação de dor.
Estudos posteriores mostraram efeitos semelhantes, mas às vezes variados. Em 2020, por exemplo, Stephens e Robertson investigaram o uso do palavrão “p—-” em comparação com uma palavra neutra e dois palavrões inventados. Eles descobriram que os palavrões estavam relacionados ao aumento da tolerância à dor, mas não tiveram efeito significativo na percepção da dor.
Essa associação entre palavrões e aumento da tolerância à dor não é específica da língua inglesa. Em 2017, Robertson e Stephens publicaram um estudo investigando o efeito transcultural dos palavrões na dor, comparando falantes de japonês e inglês. No Japão, nota Robertson, os palavrões não são socialmente arraigados como na Grã-Bretanha, então ela duvidava que tivessem o mesmo efeito.
Ao fazer a tarefa da água gelada, os falantes nativos de inglês repetiram o palavrão p—- ou uma palavra de controle – cup, ou seja, “xícara” – e os falantes nativos de japonês repetiram um palavrão ou a palavra de controle kappu, que também significa xícara. Independentemente do idioma, os palavrões foram associados a uma maior tolerância à dor. “O que eu não esperava de jeito nenhum, porque estava contando com esse efeito social”, informa Robertson.
Falar palavrão tem benefícios além da dor física
Além da tolerância à dor, falar palavrão tem sido associado a reforço nos laços sociais, melhoria da memória e até mesmo alívio para a dor social ligada à exclusão ou à rejeição. “Neurologicamente, os caminhos para a dor física e a dor emocional são os mesmos”, explica Robertson. “Então, quando você está de coração partido, são as mesmas estruturas neurais. É o mesmo projeto biológico, e é por isso que parece tão visceral, porque é mesmo, literalmente”.
Mais recentemente, demonstrou-se que falar palavrão está ligado a um aumento na força. Observar o impacto dos palavrões na força foi uma progressão lógica, diz Stephens, porque ele e outros mostraram que falar palavrão enquanto se sente dor muitas vezes está associado ao aumento da frequência cardíaca, algo semelhante ao que acontece durante uma resposta de estresse “lutar ou fugir”, quando o corpo libera uma onda de adrenalina e o sangue é desviado para os músculos para prepará-los para a ação.
Em 2018, Stephens e seus colegas descobriram que, em um teste de potência anaeróbica em bicicleta ergométrica, falar palavrão se relacionou a uma melhora na força do participante. Mas eles não conseguiram identificar nenhuma variável fisiológica – como frequência cardíaca – que se correlacionasse com a descoberta. Stephens mudou o foco para o psicológico. “Minha pesquisa tem tentado entender qual é o mecanismo psicológico pelo qual falar palavrão traz esses efeitos, tanto para a dor quanto para a força física”, conta ele.
Mas o que exatamente conecta falar palavrão com maior força e tolerância à dor continua sendo um mistério.
Nos últimos anos, Stephens vem se concentrando na teoria do estado de desinibição, “a ideia de que, ao falar palavrão, nós nos colocamos em um lugar onde ficamos mais desinibidos e, nesse estado desinibido, nós nos esforçamos mais, vamos um pouco mais além”, especula ele. “Então, aguentamos a água gelada por mais uns segundos, ou botamos um pouco mais de força nas mãos”.
A dosagem ideal de palavrão
Para quem quer de usar os palavrões para ajudar com a dor ou aumentar a força, Washmuth sugere começar selecionando um palavrão que pareça poderoso, que você usaria naturalmente se desse uma topada com o dedão, por exemplo.
“Se nenhuma palavra vier à mente, a palavra com “p” é o palavrão mais comumente autoselecionado pelos participantes desses estudos e é considerado um dos palavrões mais poderosos que existem”, nota ele. “Repita o palavrão em ritmo constante, de uma vez por segundo a uma vez a cada três segundos, em um volume de fala normal”.
Mas se os palavrões audíveis não são sua praia, não se desespere. Washmuth agora está estudando se palavrões internos têm o mesmo efeito.
“Soltar um palavrão em voz alta é algo mal visto em muitos lugares públicos, certo? Então, estamos tentando determinar se você pode usar seu monólogo interior para obter o mesmo resultado”, conta Washmuth. “Será que falar uns palavrões na sua cabeça já ajuda a diminuir a dor ou melhorar a força?”
Então a aula magna era reunião da cúpula do governo bolsonaro. Como vimos tinha palavrão pra todos os gostos. Ali sim era um ambiente saudável, não vê como seus seguidores mais aguerridos ficaram? Reza a lenda que até presos alguns foram. Isso a globo não mostra.
Não acreditem nisso, sua alma se alimenta daquilo que vc fala e faz. Se fala algo ruim é claro que atrai coisas ruim. Agora é fato que vc deve sempre se expressar e colocar pra fora, mas sem palavrão.
Com toda a energia do axé e a animação de Tatau, ex-Araketu, o bloco “Nem Se Acaba, Nem Fica Pouco” chega à sua sexta edição consolidado como uma das maiores tradições do pré-carnaval potiguar. A folia acontece neste sábado, dia 22 de fevereiro, com concentração a partir das 16h no China Espetos. O percurso segue pela Rua Major Laurentino de Morais, entra na Rua Alberto Maranhão e continua pela Avenida Hermes da Fonseca até o Aeroclube do RN, onde a festa segue noite adentro.
A animação do trajeto ficará por conta de Jonny Suassuna, garantindo a vibração do Carnaval pelas ruas da cidade. Já no palco do Aeroclube, Tatau promete um show inesquecível, trazendo sucessos que marcaram gerações. Além dele, Priscilla Freire e Renno Poeta completam o time de atrações, garantindo uma noite repleta de axé e alegria.
Durante o percurso, será permitido o uso de coolers e copos térmicos. No entanto, dentro do evento, a entrada com esses itens só será autorizada se estiverem vazios, proporcionando mais conforto e segurança para os foliões.
Em 2023, o “Nem Se Acaba, Nem Fica Pouco” foi eleito o melhor pré-carnaval do estado, e para 2025, a expectativa é ainda maior. O bloco é uma realização da Viva Entretenimento e Mestiço Produções, com o patrocínio da Prefeitura de Natal através da Lei Djalma Maranhão e incentivado pela Unimed Natal e Estética Persona.
Os últimos ingressos estão à venda no site www.bilheteriadigital.com/nem-se-acaba-nem-fica-pouco-22-de-fevereiro, no Pittsburg Prudente de Morais e na loja Live, no Midway Mall, pagamento em crédito e débito, e via WhatsApp, com Pix sem taxa, pelo número (84) 99601-9329.
Para acompanhar todas as novidades, siga o perfil oficial no Instagram: @nemacabanempouco.
Prepare-se para viver um Carnaval inesquecível com o bloco que já virou tradição em Natal!
51% dos consumidores admitem que às vezes fazem compras por impulso na internet e 9%, sempre. Segundo os consumidores, as ações que mais estimulam as compras por impulso na internet são as notificações de ofertas de aplicativos de lojas (48%), seguido de e-mail com ofertas e promoções (42%), Instagram (37%) e WhatsApp recebido diretamente das lojas (35%).
Os dados são de uma pesquisa realizada pela CNDL (Confederação Nacional de Dirigentes Lojistas) e pelo SPC Brasil (Serviço de Proteção ao Crédito), em parceria com a Offerwise.
Os produtos mais comprados por impulso pela internet são moda e vestuário (42%), itens para a casa (28%), cosméticos, perfumes, produtos de beleza (27%), comidas e bebidas por delivery (26%) e eletrônicos/informática (19%).
Entre as razões declaradas para as compras impulsivas, 46% disseram que acabam comprando após ver o produto em promoção, com preço mais baixo, 33% porque ficam navegando na loja e acabam gostando de produtos, 21% recebem ofertas de novos produtos e lançamentos, e 16% ficam navegando no Instagram, TikTok ou Facebook, veem algo que gostam e acabam comprando.
O estudo mostra ainda que quando estão fazendo uma compra na internet e recebem ofertas para compra de produtos adicionais, 10% dos consumidores admitem que normalmente acabam comprando e 52% às vezes compram.
PESQUISA NA INTERNET
A pesquisa realizada pela CNDL e pelo SPC Brasil mostra que mais da metade dos entrevistados (52%) pesquisam informações de produtos e serviços antes de ir as compras, para 36% não há uma rotina, depende do produto e situação e 12% quando estão na loja.
De acordo com os entrevistados, os canais mais utilizados para compras de produtos e serviços são os sites de lojas (82%), aplicativos de lojas (82%), supermercados (70%), shopping center (53%) e lojas de rua (53%).
A pesquisa mostra que os canais online são os mais considerados para busca de informação de produtos e serviços para compras (93%), com destaque para sites e aplicativos de lojas varejistas (31%), buscadores (29%) e os sites e aplicativos de comparação de preços e produtos (20%). Por sua vez, 32% utilizam os canais físicos, principalmente amigos e família (15%) e lojas de rua ou shopping (10%).
Os consumidores (96%) também costumam fazer pesquisa de preço antes de definir uma compra pela internet, sendo que 47% utilizam os buscadores de informação, 44% sites e aplicativos de lojas varejistas, 39% sites e aplicativos de comparação de preço e funcionalidades dos produtos e 35% site/aplicativo do fabricante.
Quando o preço da loja física é diferente das lojas online, 68% dos entrevistados propõem ao vendedor da loja física cobrir oferta, mas 33% não conseguem cobrir. Por outro lado, 35% cobrem a oferta, seja comprando pelo site e mandando entregar em casa sem custo de frete (16%), cobrindo a oferta com o mesmo desconto (13%) ou cobrindo a oferta com desconto ainda maior (7%).
Sites e lojas físicas
De forma geral, as lojas físicas e os sites ou aplicativos empataram no que diz respeito à melhor experiência de compra. Sites e aplicativos são considerados nos melhores preços (76%), variedade de produtos (68%), horários de atendimento de vendas (64%), mais opções de formas de pagamento (55%) e maior facilidade para escolher produtos (53%).
Já as lojas físicas se destacaram nos quesitos ligados a presença humana: facilidade da troca (65%), melhor atendimento (60%), melhor demonstração do produto (57%), facilidade na negociação de preço (56%) e pós-vendas (39%). As redes sociais continuam praticamente estáveis quando comparado ao ano passado, ainda não tendo relevância comparado aos outros canais.
O estudo mostra ainda que 6 em cada 10 entrevistados (59%) preferem o WhatsApp como canal de comunicação preferido para contato comercial com lojas e prestadores de serviços, seguido do “Fale Conosco” ou Chat da empresa (36%) e equipe de vendas presencial (28%).
Já a maioria (90%) gosta de receber comunicação online das empresas – seja por email, WhatsApp ou mensagens, sendo que 66% gostam de receber informações sobre ofertas e promoções, 45% lançamentos de novos produtos ou serviços e 33% contato pós-venda.
No que diz respeito a experiência da compra multicanal, 73% se sentem frustrados quando não encontram as informações que precisam sobre as lojas físicas na internet, 65% costumam abrir emails que recebem de empresas com ofertas e promoções e 43% deixam salvo seus dados bancários e de cartões em lojas online para agilizar os pagamentos em compras futuras.
METODOLOGIA
Público-alvo: homens e mulheres, com idade igual ou maior a 18 anos, de todas as classes econômicas, e que realizaram compras pela internet nos últimos 12 meses.
Método de coleta: pesquisa quantitativa realizada pela web e pós-ponderada por sexo, idade, estado e renda.
Tamanho amostral da Pesquisa: foram realizados 1.117 contatos em um primeiro levantamento para identificar o percentual de pessoas que compraram pela internet nos últimos 12 meses. Em seguida, continuaram a responder o questionário 821 casos, que fizeram alguma compra ao longo deste período. Resultando, respectivamente, uma margem de erro no geral de 2,93 p.p e 3,42 p.p para um nível de confiança de 95% para mais ou para menos.
Data de coleta dos dados: a pesquisa foi realizada de 14 a 21 de junho de 2024.
Uma nova tendência nas redes sociais tem gerado grande apreensão entre especialistas em educação e saúde mental. A prática, que incentiva furtos como uma forma de ganhar destaque entre as publicações, vem sendo seguida por um número crescente de crianças e adolescentes.
Em Natal, o caso foi alertado por Victor Oliveira, empresário com três lojas de artigos estudantis, que publicou um vídeo informando a incidência de furtos diários em todas as unidades cometidos por menores de idade com fardas escolares. Essa situação desperta um cuidado de pais e profissionais, diante de um cenário complexo da influência digital.
Para Amanda Oliveira, psicóloga e especialista em neuropsicopedagogia, a adolescência é um período caracterizado por intensas transformações no desenvolvimento físico, social e psicológico, com especial destaque para a fase de construção da identidade. É a partir desse momento que as redes sociais podem ser capazes de exercer um papel negativo ao incentivar comportamentos inadequados, como o furto, em busca de aceitação social e status.
“A infância e adolescência são marcadas por mudanças físicas, sociais e psíquicas, que anseiam por cuidados, afetos e diálogos. Os adolescentes estão em desenvolvimento do córtex pré-frontal, área que gerencia a tomada de decisões e o controle de impulsos. A busca pela construção da identidade nessa fase pode ser atravessada por fragilidades emocionais, como baixa autoestima, depressão, ansiedade, estresse e necessidade de validação”, explica.
Existe pena criminal?
Dentro da legislação brasileira, no artigo 228 da Constituição Federal, aqueles com idade inferior a 18 anos são definidos como “penalmente inimputáveis”, sujeitos a uma legislação especial. De acordo com Dalyson Souza, advogado criminal e membro da Comissão da Advocacia Criminal da Ordem dos Advogados do Brasil no RN (OAB/RN), essa tipificação acontece através do Estatuto da Criança e do Adolescente (ECA).
“Os crimes que estão previstos no Código Penal, quando cometidos por adolescentes, a gente não chama de crime, a gente chama de atos infracionais, como prevê o ECA no artigo 103. Nesse caso, são aplicadas medidas socioeducativas, conforme o artigo 112”, afirma.
Nesse caso, constam na legislação as possibilidades de advertência, obrigação de reparar o dano, prestação de serviços à comunidade, podendo chegar a liberdade assistida, inserção em regime de semiliberdade ou internação em estabelecimento educacional.
Uma geração inteira perdida, até pra conseguir trabalhador tá difícil, quando se fala em assinar a carteira de trabalho o desempregado rejeita o trabalho pra não perder o bolsa família. Uma geração de milhares de jovens que nem estudam e nem trabalham, e agora furtando.
Estamos perdendo nossos jovens para essa doutrina cancerígena de esquerda…
Veja a educadora que fez uma apresentação na UFMA, com o tema “educando com o c*” e, durante a apresentação, apresentou suas partes íntimas ao público…
Certa vez, indagado, o então presidente Prudente de Morais (1894-1898), respondeu que a educação é tão importante que o prédio da escola deveria ser considerado um templo sagrado.
Em recente entrevista para o jornal Folha de S.Paulo, a presidente do movimento “Educação para Todos”, Priscila Cruz afirmou que o maior erro histórico do Brasil era o descaso com a educação.
Estas duas lúcidas afirmações explicam por que o Brasil ainda não chegou a se libertar da “armadilha” que voltamos a cair nestes últimos anos, depois de chegarmos às portas do desenvolvimento…
A falta de uma educação básica de qualidade que ainda impera em boa parte da população brasileira tem impedido que nos libertássemos dos discursos populistas, que mais lembram a política do “pão e circo” adotada pelos antigos romanos.
Investe-se quase a totalidade dos recursos no ensino médio e superior, quando a educação de base, como o próprio nome diz, serve de base para toda a vida (aprender as regras básicas de matemática, de português e conhecimentos gerais)…
Em pesquisa recente, constatou-se que cerca de 54% dos alunos do ensino médio e superior, são analfabetos funcionais…
Aí o Governo para “ficar bem na foto”, cria a “universidade para todos”, mesmo que o aluno não tenha base para cursar um nível superior e, recentemente, criou-se uma bolsa para os alunos do ensino médio frequentarem as aulas, quando na verdade, deveriam investir na estrutura das escolas e nos professores…
Quanto ao nível superior, criou-se vários cursos que não tem nenhuma utilidade para a vida e, abriu-se praticamente em toda esquina, uma faculdade, sem qualquer condição de formar pessoas qualificadas para contribuir para a sociedade…
Estamos criando uma legião de pessoas com “nível superior “, sem emprego ou trabalhando em áreas diferentes daquelas para as quais foram formadas…
Infelizmente o Brasil atual tem uns poderes mais podres do planeta , nossa legislação penal e justiça recicla bandidos , vejam os habitantes do palácio do planalto hoje.
Infelizmente o Brasil atual tem uns poderes mais podres do planeta , nossa legislação penal e justiça recicla bandidos , vejam os habitantes do palácio do planalto hoje !
O jornalista, autor best-seller e CEO do Fórum Negócios, Jean Valério, participará da 27ª Bienal Internacional do Livro de São Paulo, onde estará em uma sessão de autógrafos do seu livro “Acelere na Adversidade”. O evento acontece nesta quinta-feira, 12 de setembro, às 17h, no estande da Editora Gente. A obra, que já figura entre as mais vendidas no segmento de negócios, tem chamado a atenção de empresários e líderes que buscam superar desafios no mundo corporativo.
“Acelere na Adversidade” é fruto de uma vasta experiência prática, com foco em estratégias para lidar com os obstáculos que surgem no caminho de quem lidera e empreende. “Estou muito feliz com a recepção que o livro está tendo e a forma como ele tem impactado a vida dos líderes. A obra reflete a nossa metodologia de aceleração de negócios, integrando soft skills que fazem toda a diferença no ambiente empresarial. Lançar esse livro na Bienal de São Paulo é a realização de mais um grande sonho. E a prova de que o estudo e o trabalho devolvem”, afirma Jean Valério.
O livro, que já conquistou o 3º lugar entre os mais vendidos da categoria Negócios no ranking geral da PublishNews, é uma ferramenta valiosa para quem busca resultados práticos e consistentes na área do empreendedorismo. “Muitos líderes acabam paralisados diante dos obstáculos. A proposta da obra é mostrar que esses desafios podem e devem ser superados, com técnicas e métodos que permitem a evolução mesmo em cenários adversos”, complementa Jean Valério.
Além de autor, Jean Valério é o fundador e CEO do Fórum Negócios, o maior festival de empreendedorismo do Brasil, que está prestes a acontecer novamente, em sua 9ª edição consecutiva em Natal, Rio Grande do Norte. As inscrições estão abertas no site: https://forumnegocios.com.br
O FÓRUM NEGOCIOS já impactou mais de 50 mil pessoas e reuniu mais de 300 especialistas em palestras e painéis que abordam temas essenciais para o sucesso empresarial.
Os empreendedores que vão ao FÓRUM NEGOCIOS participam de uma imersão de conteúdo profundo sobre os pilares: Networking e ambiência, Gestão, Estratégia e Finanças, Marketing e Posicionamento, Vendas e Escalabilidade, Liderança e Cultura, além de Inteligência Emocional, Inteligência Artificial e Tecnologia.
O FÓRUM NEGOCIOS, que se prepara para sua maior edição em 2024, é a principal fonte de inspiração para o conteúdo de “Acelere na Adversidade”. “O evento é o reflexo de tudo o que discutimos no livro. Nele, apresentamos soluções reais e tangíveis para os desafios diários enfrentados por empreendedores e líderes, com base em experiências vividas ao longo das edições do Fórum”, destaca o autor. De acordo com Jean este é o momento ideal para o público de São Paulo e de todo o Brasil conhecer o Fórum Negócios e se conectar com as ideias transformadoras que têm impulsionado resultados em centenas de empresas.
Sobre o Fórum Negócios:
Com um histórico de nove anos consecutivos de sucesso, o FN se consolidou como um dos maiores eventos de empreendedorismo do país. O festival reúne anualmente, no Centro de Convenções de Natal (RN), na beira mar da Via Costeira, grandes nomes do mercado em debates sobre temas cruciais para o desenvolvimento empresarial. É uma plataforma indispensável para empresários que buscam networking, aprendizado e novas oportunidades de negócios. A edição deste ano irá reunir mais de 5 mil empreendedores, reforçando o papel do evento como referência no setor.
Nomes como Luiza Helena Trajano, Paulo Muzy, Thiago Reis, dentre outros palestrantes e escritores, já estão confirmados.
Sobre a Bienal
A Bienal Internacional do Livro de São Paulo é um dos principais eventos literários do Brasil, com uma programação rica que inclui palestras, sessões de autógrafos, debates e lançamentos de livros. A edição de 2024 acontece entre os dias 6 e 15 de setembro, no Distrito Anhembi.
Serviço:
Sessão de autógrafos de Jean Valério na Bienal – “Acelere na Adversidade”
Data: 12 de setembro de 2024
Horário: 17h
Local: Estande da Editora Gente, 27ª Bienal Internacional do Livro de São Paulo, Distrito Anhembi.
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Marck Mandu começou sua jornada como doador de sangue em 2005. Por quase duas décadas, Marck doou sangue regularmente, mas foi apenas em 2017 que ele verdadeiramente entendeu o impacto de suas ações, foi quando recebeu uma ligação da mãe de sua filha, a menina, com apenas 2 anos e 4 meses de idade, havia sido diagnosticada com Leucemia Linfoide Aguda (LLA) tipo A.
A filha de Marck sofreu diversas intercorrências graves, incluindo choque séptico, hepatite e catapora. Ao longo dos 1 ano e 10 meses de tratamento, a menina precisou de inúmeras transfusões de sangue e plaquetas. Em agosto de 2019, a família celebrou um marco significativo: a última sessão de quimioterapia.
Em 2020, com a pandemia de COVID-19, o estado enfrentou uma crise nos estoques de sangue. As doações caíram drasticamente. Foi nesse contexto que Marck teve a ideia da “Corrida Doe Vida”. A proposta era simples, mas poderosa: em vez de uma taxa de inscrição tradicional, os participantes deveriam doar sangue. A corrida não tem fins lucrativos e tem como objetivo principal conscientizar a população sobre a importância da doação de sangue e aumentar os estoques para salvar vidas.
Até agora, a “Corrida Doe Vida” já teve duas edições bem-sucedidas. Este ano, a terceira edição está marcada para o dia 1º de dezembro de 2024, às 5h30, na Via Costeira. Os participantes percorrerão um trajeto de 5 km, com a esperança de superar a meta pessoal de Marck de alcançar 500 doações de sangue. As pré-inscrições podem ser feitas pelo site www.doity.com.br/doevida.
O projeto enfrenta desafios financeiros e Marck está buscando apoio e patrocínio para cobrir os custos do evento, garantindo que cada centavo arrecadado seja reinvestido na corrida e nas campanhas de conscientização. Com a “Corrida Doe Vida”, Marck não apenas honra a luta de sua filha, mas também transforma a adversidade em uma fonte de esperança e vida para muitos outros.
“Já tivemos 2 edições e esse ano será a 3º e já ultrapassamos a marca de 1000 pré inscritos no site. Segue anexo link de pré-inscrição da corrida caso queira dar uma olhada no mesmo”, comentou Marck.
muito legal esta iniciativa de Marck, e mais ainda essa determinação de fazer a todo ano, porque se sabe o quanto é dificil fazer uma corrida sem patrocinio e apoio institucional. Parabens por persistir na ação social .
O atual presidente da Câmara Municipal de João Dias, o vereador Jessé Oliveira, irmão do prefeito Marcelo Oliveira, morto na última terça-feira (27), publicou uma carta aberta falando sobre o luto da família e sobre o novo posto que deverá assumir: a Prefeitura Municipal.
Na carta, Jessé diz que é difícil encontrar palavras para falar sobre o irmão e que assumir a Prefeitura no lugar de Marcelo Oliveira, não era o caminho que ele esperava.
Leia a carta:
“Querido Povo de João Dias,
Hoje, falo a vocês com o coração despedaçado, sentindo uma dor que é difícil de colocar em palavras. Meu irmão, Marcelo Oliveira, nosso querido prefeito, e meu pai, Sandir Oliveira, dois homens que dedicaram suas vidas a esta cidade, foram brutalmente tirados de nós. A tristeza que sinto é imensa, e sei que muitos de vocês compartilham desse sentimento, pois eles não eram apenas líderes, mas amigos, vizinhos e membros queridos de nossa comunidade.
Em meio a essa tragédia, sou chamado a assumir a responsabilidade de liderar nossa cidade. Este não era o caminho que eu esperava trilhar, e não posso negar o peso que isso traz, especialmente em um momento de tanta dor. Mas, apesar da angústia, tenho em mim a firme determinação de continuar o legado que meu pai e meu irmão construíram com tanto amor e dedicação.
Peço a vocês, de todo o coração, que se unam a mim nesse momento difícil. Sei que muitos de vocês estão assustados, com medo do que pode vir pela frente, mas juntos, somos mais fortes. João Dias sempre foi uma cidade de pessoas corajosas e resilientes, e é essa coragem que precisamos agora.
Prometo a cada um de vocês que, mesmo com a dor que carrego no peito, não vou deixar que essa tragédia defina o futuro de nossa cidade. Vou continuar lutando pela liberdade, pela paz e pelo bem-estar de cada cidadão de João Dias, como meu pai e meu irmão sempre fizeram.
Peço o apoio de vocês para que, juntos, possamos superar este momento difícil e garantir que o sonho de um futuro melhor para João Dias se torne realidade. A memória de Marcelo e Sandir viverá em cada ação que tomarmos para tornar nossa cidade um lugar mais justo, mais seguro e mais próspero.
Conto com vocês, assim como sei que posso contar com a força e a fé que sempre nos uniram.
Que a paz e a justiça prevaleçam em nossos corações e em nossa cidade.
Com toda a minha dor, deixo a minha gratidão e o meu compromisso com vocês,
O abuso de bebidas alcoólicas entre as mulheres brasileiras subiu de 7,8% para 15,2% entre 2006 e 2023. Isso significa que quase o dobro de entrevistadas declarou ao Vigitel (Sistema de Vigilância de Fatores de Risco e Proteção para Doenças Crônicas por Inquérito Telefônico) tomar quatro ou mais doses em uma mesma ocasião. A pesquisa, realizada anualmente pelo Ministério da Saúde, monitora indicadores sanitários da população brasileira.
De acordo com Lucas Benevides, psiquiatra e professor do curso de medicina do Ceub, muitos fatores contribuem para o aumento. “A crescente participação das mulheres no mercado de trabalho e as pressões associadas a essa mudança têm desempenhado um papel significativo. Além disso, mudanças culturais que normalizam o consumo de álcool entre as mulheres e o marketing direcionado também são influências importantes. Questões como depressão, ansiedade e experiências traumáticas, que podem ser mais prevalentes ou manifestadas de maneira diferente em mulheres”, explica.
Entre os homens, percentual teve variação pequena na séria histórica
Na mesma edição, o Vigitel mostrou que não foi identificada variação significativa no abuso de álcool entre os homens. O índice saiu de 25% no início da série histórica para 27,3% no ano passado. A elevação no consumo excessivo das mulheres ajudou a aumentar a média geral de abuso entre os brasileiros. No final de 17 anos, 20,8% das pessoas ouvidas declaram abusar das bebidas do tipo.
Adultos mais velhos e mais escolarizados abusam mais da bebida
O Vigitel também revelou um aumento maior no consumo abusivo entre os adultos com idades entre 25 e 34 anos, variando de 21,7% em 2006 a 29,8% em 2023. Aqueles que estudaram por 12 anos ou mais também declaram beber em excesso com maior frequência: 18,1% em 2006 a 24,0% em 2023. Mais recentemente, outra faixa etária, de 45 a 54 anos, registrou um grande salto: 14,7% bebiam cinco ou mais doses em uma mesma ocasião em 2018 contra 21,1% em 2023.
A metodologia utilizada pela pesquisa é a amostragem com entrevistas realizadas por telefones fixos ou celulares. São ouvidos entre 1,5 mil e 2 mil indivíduos em cada um dos estados e no Distrito Federal. O estudo tem nível de confiança de 95% e erro máximo de quatro pontos percentuais. O levantamento auxilia o poder público na tomada de decisão para implementação de políticas de saúde.
Muitas pessoas acham nojento ouvir ou sentir o cheiro de peido do parceiro. No entanto, uma pesquisa recente descobriu que essa prática é o fet1che sexual mais popular no Brasil. Portugal é outro país onde esse fet1che também tem grande popularidade.
O estudo, realizada pela plataforma de fet1che Clips4Sale, também revelou o fetiche é o segundo mais popular nos Estados Unidos, Reino Unido, Austrália e Canadá, ficando atrás do bondage (fetiche que usa cordas para limitar os movimentos do submisso e até mesmo o suspender ao mesmo tempo).
Segundo os pesquisadores, as buscas pelas flatulências chegaram a 430% no ano passado, com as vendas de itens relacionados ao fet1che subindo 40%. Excitar-se com cheiros vindos do corpo pode ser um ato considerado de olfatofilia, enquanto a atração específica por puns é chamado de eproctofilia.
Outros fet1ches populares, segundo a pesquisa, incluem masoquismo – quando uma pessoa busca prazer ao sentir dor ou imaginar que a sente -, sentar no rosto de outra pessoa e fetiches por pés.
A gosto para tudo! Até então sabia que o momento climax a dois em casal homoafetivo tenha se tornado a “chuva dourada” depois do sexo oral (gozo seguido de urina)! O suor que surge em tais momentos parece despertar mais a libido! Seria o resultado de tal pesquisa ter motivado outra Estatística: mais Bissexuais saindo do armário? 🙂
O Brasil envia quatro vezes mais mensagens de voz no WhatsApp do que qualquer outro país no mundo. Essa foi a declaração de Mark Zuckerberg, cocriador do Facebook e CEO da Meta, que administra também o Instagram.
A fala do executivo foi transmitida durante o evento global 3º Meta Conversations, que aconteceu no Pavilhão do Parque do Ibirapuera, em São Paulo, na quinta-feira (6).
O evento é voltado para os negócios de mensageria, e novos recursos de inteligência artificial (IA) foram anunciados para o WhatsApp, na sua versão Business, Instagram e Facebook.
“As pessoas no Brasil enviam mais figurinhas, participam mais de enquetes e enviam quatro vezes mais mensagens de voz no WhatsApp do que em qualquer outro país”, afirmou.
O país é o segundo maior mercado de uso do WhatsApp e líder mundial no negócio de mensagens, por isso a cidade brasileira foi escolhida para sediar o evento da Meta.
O Meta Conversations aborda o consumo e futuro das ferramentas de conversação.
“Um país que realmente abraçou o poder da mensageria para se conectar, expressar-se e fazer negócios. Vocês tornaram o ‘Zap Zap’ algo próprio e vocês estão entre as pessoas mais ativas do mundo no app”, diz Zuckerberg.
Na transmissão, o fundador da rede social com mais de 2 bilhões de usuários anunciou também a criação da assistente de inteligência artificial Meta AI ao WhatsApp, Instagram, Facebook e Messenger.
Isso explica o fato de ser um país altamente analfabeto. É só mandar digitar três linhas no ‘AP’ que verás o nível da Morfologia Paulo Freire… kkkkkkkkkkk
A explicação é simples: o brasileiro alfabetizado pelo método Paulo Freire é um analfabeto funcional. É mais fácil falar do que escrever o português corretamente. Se escrever um post vai mostrar toda sua ignorância gramatical.
Tenho uns amigos que desconfio , kkk, só não posso falar os nomes, kkk
Atenção mulheres que gostam de homens, quem casou, casou: quem não casou com homem não casa mais….