A jornalista, influenciadora digital e pré-candidata ao Senado Cristina Reis Graeml, que se tornou figura pública após disputar a Prefeitura de Curitiba em 2024 e publicou uma crítica ao ministro Dias Toffoli, do Supremo Tribunal Federal (STF), em seu perfil no Instagram.
No post, Graeml levanta questionamentos sobre possíveis conflitos de interesse envolvendo a atuação de Toffoli como relator do chamado Caso Master no STF: investigação que apura fraudes supostas, bloqueios de bens e decretos de sigilo vinculados à liquidação do Banco Master e à atuação de seus principais executivos.
“Funcionários tratam Toffoli como dono de um resort que pertencia a irmãos e primo dele, depois foi comprado por advogado da JBS e por cunhado do dono do Banco Master… E esse mesmo Toffoli é o relator do caso Master no STF? Alguém ainda acha que isso é coincidência?”, escreveu Cristina Graeml, insinuando uma ligação imprópria entre relações privadas e decisões públicas.
Vasculharam a familia do Bolsonaro e não encontraram nada, e agora estamos vendo as familia dos ministros, políticos e do Luladrão…Acuse-os do que você faz, chame-os do que você é.
Nada como ser um rei supremo de uma nação. A quem a população vai recorrer quando um dos 11 reis comete um erro? Seria ao Alcolumbre ou a Jesus Cristo?
A influenciadora Bruna Furlan de Nóbrega, neta do humorista Carlos Alberto de Nóbrega, compartilhou em suas redes sociais que foi diagnosticada com câncer de mama aos 24 anos.
Bruna disse que recebeu, no fim de dezembro, o diagnóstico de um carcinoma mamário invasivo, do tipo não especial, hormonal, HER2 negativo e com metástase.
“Vai ser uma longa jornada de exames, quimioterapia, cirurgia e radioterapias. Mas também vai ser uma jornada de amor, felicidade e aprendizados”, escreveu ela. Bruna conta que resolveu compartilhar sua jornada depois de se informar sobre o crescimento da doença em mulheres jovens.
Por isso, pretende documentar as etapas do tratamento e continuar compartilhando a “vida normal” na rede social, para que outras jovens na mesma situação possam se identificar. “Estou no auge da minha juventude e não quero deixar meu tratamento atrapalhar minha juventude, da mesma forma que não quero deixar minha juventude atrapalhar meu tratamento”, refletiu.
“Somos jovens, somos guerreiras. E vamos botar esse câncer pra correr do jeito que apenas a nossa geração conseguiria: um dia na quimio, outro no pilates e o próximo dançando até amanhecer”, concluiu Bruna.
Bruna é filha de Vini Nóbrega, um dos seis filhos de Carlos Alberto.
O programa “Fantástico”, da TV Globo, registou uma média de 16 pontos de audiência na Grande São Paulo em 2025. Os dados são da Kantar Ibope e foram divulgados pelo jornalista Gabriel Vaquer nesta 2ª feira (29.dez.2025). Cada ponto na região equivale a 78.781 domicílios ou 199.633 telespectadores.
A média da audiência do “Fantástico” está em queda desde 2023:
média em 2020 – 18,5 pontos;
média em 2021 – 18,4 pontos;
média em 2022 – 19,0 pontos;
média em 2023 – 17,3 pontos;
média em 2024 – 16,8 pontos;
média em 2025 – 16,0 pontos.
O Poder360 procurou a TV Globo por meio de e-mail para perguntar se gostaria de se manifestar a respeito dos dados de audiência do “Fantástico” na Grande São Paulo. Não houve resposta até a publicação desta reportagem. O texto será atualizado caso uma manifestação seja enviada a este jornal digital.
O programa é apresentado pelas jornalistas Maju Coutinho e Poliana Abritta.
Esperar o que de uma TV que não transmite CREDIBILIDADE, pelo menos parte do povo que possuem TV aberta em casa, já não vê nessa emissora nada de fidedigno e atraente.
PLANO DE SAÚDE: O pau que dá em Francisco dá em Chico?
Os últimos tempos estão meio nebulosos no mercado de planos de saúde de Natal.
A pressão do poderio financeiro, e até ameaças e chatangem,
viraram moeda para pressionar parceiros e empresas credenciadas a não atender a planos concorrentes.
Parceiros de outrora se dizem decepcionados e frustados.
Mas o mais grave é que descobrimos no fim de semana, que até pedido de taxa de retorno por fora está existindo em negociações de futuro contratos com entidades, já negociados com bastante desconto e o contratante para ter o desconto teria que voltar 10% por fora de comissão. Que coisa…
Assustador.
Fica a pergunta, o pau que dá em Francisco dá em Chico?
A TV Assembleia do Rio Grande do Norte conquistou mais uma vez o Prêmio Fecomércio de Jornalismo. A cerimônia de entrega aconteceu na noite desta quarta-feira (17), na Casa do Comércio, em Natal. O jornalista Lamonier Araújo venceu pelo quarto ano consecutivo – segundo pela TV legislativa – na categoria Telejornalismo, com a reportagem especial “Fecomércio: A fé move a economia”.
Exibida no Jornal da Assembleia 1ª edição, no dia 30 de outubro de 2025, a reportagem mostra como a fé do povo potiguar se conecta ao empreendedorismo e contribui para movimentar a economia do estado, a partir de iniciativas apoiadas pelo Sistema Fecomércio. Este é o segundo ano em que Lamonier recebe o prêmio representando a TV Assembleia.
Durante a solenidade, integrantes da equipe da emissora legislativa acompanharam a premiação, entre eles o gerente de Rádio e TV da Assembleia Legislativa do RN, Gerson de Castro. “Fico muito feliz com esse resultado, que é fruto do trabalho de toda uma equipe. Esse prêmio é o reconhecimento pelas produções que a TV realiza ao longo do ano e mostra a preocupação da emissora com a qualidade do conteúdo entregue à população”, afirmou Lamonier Araújo.
A reportagem percorre diferentes regiões do Rio Grande do Norte para mostrar como a fé impulsiona pequenos negócios, desde o comércio tradicional do Alecrim, em Natal, até o artesanato religioso e os eventos ligados ao turismo de fé no interior do estado, como em Santa Cruz. O trabalho também destaca a importância da qualificação profissional oferecida pelo Senac como apoio ao desenvolvimento econômico local.
Para o diretor da TV Assembleia, Bruno Giovanni, a premiação consolida a trajetória de excelência da emissora. “O prêmio vencido pela TV Assembleia consagra mais um ano o trabalho de excelência do nosso jornalismo. Desde o início da gestão, a TV Assembleia é a maior vencedora de prêmios de jornalismo, com mais de 15 conquistas nos últimos oito anos, em áreas como reportagem, produção e roteirização. Isso mostra não só a qualidade do nosso trabalho, mas a competência dos nossos profissionais. Esse prêmio de Lamonier nos enche de alegria, porque foi a equipe da TV Assembleia que buscou e trouxe esse grande profissional para a emissora. É a coroação de um trabalho coletivo, feito por toda a equipe, porque ninguém vence nada sozinho”, destacou.
Para Gerson de Castro, a conquista reforça o papel da comunicação pública e das emissoras legislativas. “Prêmios como este demonstram que as TVs públicas não buscam audiência, mas relevância. Eles confirmam a capacidade técnica da equipe e o compromisso com conteúdos que dialogam diretamente com os interesses da sociedade”, destacou.
A matéria contou com produção de Alysson Bala, imagens de Cristiano Bezerra, edição de texto de Sérgio Farias e edição e finalização de Arison Silvino.
A reportagem vencedora está disponível no canal oficial da TV Assembleia no YouTube: https://www.youtube.com/watch?v=wJFjKaf0BEU
O senador Weverton Rocha (PDT-MA) divulgou uma nota pública em resposta a uma matéria veiculada no BLOGDOBG, na qual foram feitas insinuações sobre possível incompatibilidade entre seu patrimônio e sua remuneração parlamentar.
No texto, o parlamentar afirma que as informações divulgadas são “imprecisas e descontextualizadas” e que sua vida pública e privada sempre foi pautada pela transparência.
Weverton explica que sua trajetória financeira não se restringe ao mandato no Senado. Segundo ele, a DJ Agropecuária Ltda. — empresa fundada por seu pai na década de 1980 e atualmente administrada por ele — foi responsável pela aquisição da fazenda citada na reportagem. A compra, diz o senador, ocorre por meio de contrato parcelado e com recursos gerados pela própria atividade da empresa, que também utiliza financiamentos regulares de um banco oficial, com garantias reais.
O senador nega qualquer irregularidade e afirma que o escritório de contabilidade mencionado na matéria atende a mais de 900 clientes em seis estados, prestando serviços a ele desde 2015. Qualquer tentativa de vincular essa relação profissional a ilícitos, segundo o parlamentar, seria “descabida e sem materialidade”.
“Coloco-me à inteira disposição para quaisquer esclarecimentos complementares que se façam necessários, a fim de dissipar qualquer dúvida e reafirmar a lisura de minhas ações”, finaliza a nota.
O presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) disse nesta quarta-feira (3) que “quem bate em mulher” não precisa votar nele. Em entrevista à TV Verdes Mares, o petista mencionou uma campanha nacional para combater a violência contra as mulheres no país.
“Nós homens vamos ter que criar juízo, criar vergonha, nos educar e ao invés de ser violência contra a mulher, tratá-las com respeito”, afirmou. Segundo Lula, seu objetivo será fazer um “movimento dos homens de bem” contra o feminicídio.
As declarações acontecem após uma série de casos de repercussão nacional envolvendo agressões desse tipo. Na maior cidade do país, São Paulo, entre janeiro e outubro deste ano, o número de casos de feminicídio foi o maior desde o início da série histórica, em 2015. Somente em 2025, foram 53 casos.
Sabemos em quem vota aqueles que batem em mulher. Basta ir nos Instagrans dos acusados para ver as palavras “mito”, “ pátria” e uma bandeira do Brasil não usada por amor ao país mas para indicar que vota na extrema direita.
Vc se faz, no entanto, é apenas um burrinho a serviço desse indivíduo indescritível, quando jovem, orientou a namorada a abortar, quando presidente mantinha um caso com uma rapariga chamada Rose, recentemente a educação dada a um dos filhos, levou esse a surrar a esposa, certamente que apesar da burrice, vc tem resquícios de memória, imbecil.
O secretário de Segurança Pública de São Paulo, Guilherme Derrite, esteve no centro da polêmica no Congresso Nacional ao reassumir o posto de deputado pelo PP para relatar o projeto de lei contra facções criminosas. Apresentado pelo Executivo como “PL Antifacção”, o texto foi modificado por Derrite, que ampliou as penas de prisão e restringiu ou eliminou benefícios, como a progressão de regime, a concessão de auxílio-reclusão e o uso de fiança. Também criou tipos penais como o “domínio social estruturado” (quando grupos armados impõem suas leis sobre territórios e populações), e mudou o nome da proposta para Marco Legal do Combate ao Crime Organizado, o que foi visto pelo governo como uma tentativa de assumir a paternidade da iniciativa.
Sob bombardeio de Lula e aliados, sua versão foi aprovada por 370 votos a 110, uma vitória expressiva da oposição. Em entrevista a VEJA, Derrite, que é pré-candidato ao Senado, defende a linha dura e diz que a direita sai na frente na discussão sobre segurança, tema central em 2026. “O governo Lula e o PT têm dificuldade muito grande com isso porque eles têm uma visão de mundo completamente diferente do que a população espera”, diz.
O senhor teve muito apoio, mas também muita resistência na tramitação do projeto contra facções. A que atribui as críticas, em especial do governo Lula, e o que achou do resultado final?
Em qualquer crítica, meu primeiro ponto de partida é quem está criticando. Quando eu vejo me criticarem aqueles que acham que bandido é coitadinho, que traficante é vítima, que é absurdo a polícia prender criminosos só porque estão roubando celulares para tomar uma cervejinha, para mim é um elogio. Encontrei grande respaldo na população. O projeto de lei é tudo o que a sociedade esperava ao longo de décadas do Congresso. É uma legislação dura, que, infelizmente, não contou com o apoio de todos os parlamentares, porque eles ficaram presos à questão política apenas pelo fato de eu ter sido designado relator.
O governo já está se movimentando no Senado para articular uma possível versão mais próxima da original. O que acha dessa articulação?
O governo teve quinze dias para me procurar durante a tramitação na Câmara e não me procurou. No dia em que viram que o projeto foi pautado e não ia ser retirado, governo, PT e esquerda quiseram marcar uma reunião. Depois me atacaram por duas semanas com falsas narrativas, com mentiras, inclusive usando as redes oficiais do governo. Eu avisei o presidente Hugo Motta que não iria me reunir com eles e que íamos enfrentar no voto. Foi o que aconteceu. Agora, a possibilidade de mudança no Senado faz parte do processo democrático no Congresso.
“Temos que usar exemplos de países que tiveram bons resultados, que adotaram política de tolerância zero, que recuperaram o instituto do cumprimento da pena e acabaram com a impunidade”
O senhor conversou com Alessandro Vieira (MDB-SE), que é o relator do PL no Senado?
Conversei inclusive durante a discussão na Câmara. Ele foi delegado de polícia, conhece o assunto, o que julgo importante. Ele deu sugestões desde o início, assim como os senadores Sergio Moro (União Brasil-PR) e Rogério Marinho (PL-RN). É natural que mudanças aconteçam na outra Casa, mas eu acredito muito pouco que sejam no sentido de voltar ao projeto original do governo.
Além do projeto aprovado, o que mais precisa ser feito para melhorar a segurança pública no Brasil?
Precisamos tratar dos crimes comuns, praticados diária e rotineiramente nas ruas. Tem que ter um pressuposto geral de endurecimento da legislação, de encarecimento do custo do crime para qualquer tipo de roubo e receptação. Um tema importantíssimo é a audiência de custódia. Preso reincidente que cometeu crime hediondo ou mediante violência e grave ameaça não tem que ter direito ao benefício. Sou defensor de que a audiência de custódia acabe de uma vez por todas. Só traz benefício ao criminoso. Outra questão é a progressão do regime de cumprimento de pena. É inadmissível cumprir só uma parte da punição. Se um criminoso foi condenado a doze anos de prisão, tem que cumprir os doze anos de prisão. Foi por isso que nós colocamos a exigência de cumprir ao menos 85% da pena no novo marco legal.
Carlos Bolsonaro (PL-RJ) publicou nesta 2ª feira (24.nov.2025), em seu perfil no X, uma foto chorando e uma mensagem em defesa do ex-presidente Jair Bolsonaro (PL), preso desde sábado (22.nov). O vereador afirmou que o pai foi “estraçalhado ao atropelo da lei” e comparou a situação do ex-chefe do Executivo a “injustiças históricas”.
O filho do ex-presidente defendeu que Bolsonaro “sempre atuou dentro da Constituição” e que tem sido alvo de “ódio” e “perversidade”. Declarou, ainda, confiar que “a verdade não permanecerá soterrada”.
A manifestação ocorre 2 dias depois de o ministro Alexandre de Moraes, do STF (Supremo Tribunal Federal), determinar a prisão preventiva de Bolsonaro. A decisão foi motivada pela tentativa do ex-presidente de violar a tornozeleira eletrônica às 0h08 de sábado (22.nov), o que, segundo Moraes, indica risco de fuga. Ele está detido na Superintendência da PF (Polícia Federal) em Brasília e passou por audiência de custódia no domingo (23.nov).
Bolsonaro está preso por um golpe que não aconteceu, se tivesse ele se metindo em algum escândalo de corrupção, voces estaria o defendendo, nunca vir um povo para gostar de corrupto como o povo brasileiro
Boa, mandou até foto, agora tem q mandar audio tbm.
O pai foi preso por culpa dos filhos, flavio fez o pai fzr acordos por sua liberdade, carlos instigou a loucura bolsonarista e o eduardo foi pros eua esticar a corda e ajudar o pt.
O deputado federal Eduardo Bolsonaro (PL-SP) afirmou que a decisão da 1ª Turma do STF (Supremo Tribunal Federal) de torná-lo réu é “fajuta”. Disse também que o ministro Alexandre de Moraes “abusa de seu poder” inconstitucionalmente “fazendo uso da extraterritorialidade” –quando o alcance territorial normal de uma lei ou autoridade é estendido para além das próprias fronteiras– em vídeo postado em seu canal no YouTube, na 6ª feira (14.nov.2025).
Eduardo é acusado de atuar nos Estados Unidos para tentar interferir no julgamento do pai, o ex-presidente Jair Bolsonaro (PL), condenado a 27 anos e 3 meses de prisão por tentativa de golpe de Estado. O relator é Moraes, que acumula atritos com a família Bolsonaro e já havia sido punido pelo presidente dos EUA, Donald Trump (Partido Republicano) com a Lei Magnitsky por promover uma “caça as bruxas” ao ex-presidente.
esse cagãozinho deve ter vergonha na cara e devolver todos os salários que recebeu sem trabalhar ao Brasil, país que ele traiu e vendeu para os EUA. Cadeia ou penitenciária é o único caminho possível para este ser que não assume a sua pátria.
A primeira-dama Janja da Silva acrescentou ao seu repertório de gafes mais um episódio nesta segunda-feira, 10. Ao acompanhar o presidente Lula da Silva na abertura oficial da COP30, em Belém (PA), a petista provocou jornalistas.
Em visita a uma área próxima de onde emissoras de televisão e portais de notícias instalaram seus estúdios, a petista, em tom irônico, perguntou aos profissionais da imprensa: “Já compraram coxinha?”.
Segundo relato do site UOL, Janja passou pelo corredor sorrindo e fez a indagação provocativa. A frase ocorre em meio a uma repercussão negativa principalmente em razão dos preços que várias lanchonetes e restaurantes estão impondo ao público no evento.
Uma garrafa de água de 350 ml, por exemplo, chegou a custar R$ 25. Salgados como coxinhas e pastéis, por sua vez, saiam ao preço de R$ 30 e R$ 40. Nesse contexto de alta inflacionária, a situação recebeu críticas de visitantes durante a Cúpula dos Líderes, dias antes da abertura oficial.
Um jornalista da CNN reclamou em seu perfil no Instagram. Disse que precisou gastar R$ 99 para consumir um refrigerante e dois salgados. A queixa pelos valores que o comércio local está cobrando é geral. O cenário, inclusive, deu abertura para um debate sobre o discurso oficial do governo brasileiro acerca de justiça social, assim como a promessa de participação popular na conferência climática.
Essa não é a primeira vez, aliás, que Janja se torna notícia por adotar comportamentos atípicos para uma primeira-dama. No último dia 4, ela voltou a ser alvo de críticas por ser vista dançando. Janja apareceu ao lado da ministra da Igualdade Racial, Anielle Franco, a bordo do Iana III, o barco que hospeda a comitiva presidencial durante a COP30.
Numa troca de mensagens pelo WhatsApp, um empresário de Belém perguntou ao pai como deveria descrever um Pix que havia mandado ele fazer. “Eu preciso disso para o controle”, escreveu.
A resposta chegou em 20 minutos: ‘corrup?’. A ausência de algumas letras não mascarou o significado do pedido. Aos olhos da Polícia Federal, tratava-se de um caso de corrupção.
No último mês, o UOL obteve acesso a pedidos de verba para a COP30 (Conferência do Clima) e identificou que uma empresa do autor do Pix, investigada por pagar propina em Belém, recebeu uma injeção de R$ 4,4 milhões.
O crédito extra reforçou os cofres da Ômega Construtora e Incorporadora em meados de setembro, após autorização do Ministério do Turismo. O montante é oriundo de uma linha de crédito especial criada pelo chefe da pasta, Celso Sabino, para a COP.
Os empréstimos usam recursos do Novo Fungetur (Fundo Geral do Turismo), política de financiamento a juros baixos, da pasta, para o setor turístico.
A Ômega assinou um contrato com a Caixa Econômica Federal –banco credenciado pelo ministério– para acessar a verba.
Celso Sabino criou regras excepcionais para financiar empresas do Pará, seu berço político. Duplicou o limite máximo de empréstimo e determinou, por exemplo, que os bancos só poderiam aprovar propostas com “anuência” do ministério.
Deixou a responsabilidade de fiscalizar a aplicação da verba, porém, com os agentes financeiros credenciados. Definiu que caberia a eles “a comprovação da destinação dos financiamentos para apoio à realização da COP”.
Dono da Ômega, o empresário Igor de Sousa Jacob e o pai são investigados pela PF por saques de dinheiro vivo, em série, desde o fim do ano passado. Todos foram alvo de busca e apreensão em uma operação há menos de um mês.
Troca de mensagens entre Igor Jacob e o pai menciona “Corrup…”. Para a PF, “aparentemente” é uma abreviação da palavra corrupção.
O inquérito aponta que a Ômega é uma empresa de fachada, usada “para escoar valores ilícitos” de um esquema “sofisticado” que desviou verba de contratos de saneamento da prefeitura de Belém.
Sabino afirmou ao UOL que quem faz análise de crédito e de viabilidade do negócio é o banco, e a pasta “não tem qualquer ingerência”. Disse não ter o “menor conhecimento” sobre o motivo de a empresa estar sendo investigada.
“Nós pedimos ao banco que eles remetessem para o ministério, para que o ministério fizesse uma avaliação se aquilo tinha alguma relação com a COP”, declarou. “Se essa empresa não pagar, o banco vai ter que dar conta, pelo contrato que a gente tem com ele”.
A defesa informou que Igor Jacob, o pai dele e a empresa não se manifestariam em razão de “ainda não ter acesso a todos os elementos de prova do processo”.
Desde que tomou posse no Turismo, em agosto de 2023, Sabino passou a estimular o setor turístico a usar o Fungetur, durante ações itinerantes da pasta pelo país.
O orçamento do fundo cresceu de 2023 para 2024, alcançando R$ 1,2 bilhão. Neste ano, o Congresso aprovou um crédito extra, e o fundo pode chegar a R$ 925 milhões —a depender da sanção do presidente Lula (PT).
A linha de crédito da COP representa uma porcentagem do orçamento total do fundo. Até o mês passado, o ministério havia aprovado empréstimos de quase R$ 200 milhões em virtude da conferência.
Ofícios obtidos pela reportagem mostram que, às vésperas do evento internacional, a pasta pressionou quatro bancos a acelerar a liberação dos financiamentos.
Além da relevância conferida pelo ministro, o Fungetur ganhou atenção do Congresso no ano passado. Câmara e Senado alteraram a Lei Geral do Turismo e permitiram o repasse direto de recursos de emendas parlamentares aportadas no Fungetur para fundos de estados e municípios.
Propina e apartamentos
Pai e filho chegaram juntos a uma agência da Caixa Econômica Federal, em Belém, pouco antes da hora do almoço. Era o fim da manhã de uma quinta-feira, em meados de novembro do ano passado.
A PF flagrou Igor Jacob (à direita) e o pai sacando R$ 600 mil em espécie em novembro do ano passado
Dirigiram-se à área dos caixas, cada um portando uma mochila preta. Não sabiam, mas estavam sendo monitorados pela Polícia Federal, alertada pelo Coaf (Conselho de Controle de Atividades Financeiras) de que ambos sacariam R$ 600 mil em espécie naquele dia.
Na saída do banco, a PF abordou os dois. Dias depois, prestaram depoimento, afirmaram que o dinheiro seria usado para pagar funcionários e fornecedores, e foram liberados. O dinheiro, contudo, ficou apreendido.
A investigação continuou ao longo deste ano. A polícia apontou, em relatório obtido pelo UOL, que Igor Jacob “atuava como operador financeiro” de um esquema de desvio de recursos públicos.
O empresário, segundo a investigação, organizava saques em espécie e intermediava “suborno a servidores e terceiros indicados”. A Ômega recebeu ao menos R$ 9,6 milhões em “transferências expressivas de recursos desviados”, “sem lastro em atividades reais”.
“[A empresa] integrou a rede de contas de passagem utilizada para dificultar o rastreamento dos valores ilícitos”, apontou a PF.
“Igor de Sousa Jacob, por exemplo, figurou como sócio da empresa de fachada Ômega Construtora e Incorporadora, utilizada para escoar valores ilícitos.”.
PF encontrou um pedido de reserva de dinheiro vivo para sacar no celular de Igor Jacob
A Ômega compartilha endereço com empresas do pai de Igor Jacob, em uma casa na região centro-sul de Belém. Uma de Jorge Jacob recebeu recursos da prefeitura da capital, na gestão anterior, do PSOL, por contratos de obras públicas, e repassou à Ômega.
Os investigadores descreveram o papel da Ômega “na ocultação de recursos e no pagamento de propinas camufladas”. A PF afirmou que a empresa custeou parte de um apartamento para uma ex-secretária da prefeitura de Belém.
O juiz Carlos Gustavo Chada Chaves, da 4ª Vara Federal Criminal da capital, se negou a barrar a investigação em agosto deste ano. “As vultosas quantias sacadas pelos investigados contêm fortíssimos indícios de lavagem de capitais”, registrou o magistrado.
Por que a Ômega queria o empréstimo
A Caixa informou ao Ministério do Turismo que a Ômega pretendia transformar um prédio abandonado há pelo menos oito anos, em Belém, no hotel Amazônia Seasons. A empresa pediu os valores para usar como “capital de giro isolado” no negócio.
“Os recursos solicitados via Fungetur serão integralmente destinados à conclusão das obras do referido hotel, de propriedade da Ômega, o qual poderá ser utilizado para hospedagem de visitantes durante a realização da COP30”, registrou o banco, em email enviado ao Turismo e a Sabino em 29 de agosto.
“As obras do hotel Amazônia Seasons encontram-se em fase final de execução. O empreendimento possui 68 quartos, distribuídos em uma área construída de 4.350 m², composta por subsolo e sete pavimentos.”
Um dos documentos apresentados à Caixa indica que a Ômega é parceira de uma construtora no no hotel. Apenas o nome da empresa de Igor Jacob, contudo, consta do documento do Ministério do Turismo que autorizou o empréstimo de R$ 4,4 milhões.
A reportagem esteve no local em 3 de novembro. Segundo funcionários, o hotel, que agora se chama Amazon Seasons, iniciou as operações em 1º de novembro. Eles afirmaram que não havia vagas disponíveis para a semana da COP.
Intensificação dos empréstimos
A gestão do Fungetur está sob a alçada da secretaria de Infraestrutura da pasta. O secretário é Carlos Henrique Menezes Sobral, ex-assessor do ex-ministro Geddel Vieira Lima, no Governo Michel Temer, e ex-integrante do Ministério da Saúde na gestão Jair Bolsonaro.
Às vésperas da COP, o secretário enviou ofícios a quatro bancos autorizados a emprestar recursos, pedindo “intensificação” dos empréstimos.
“O Ministério do Turismo, por intermédio do Fundo Geral de Turismo – Novo Fungetur, reforça a importância do escoamento integral dos valores disponibilizados”, afirmou Sobral, referindo-se a R$ 143 milhões remanescentes, naquele momento, para financiar o setor turístico.
O UOL conseguiu acesso a 14 propostas de empréstimos enviadas ao Ministério do Turismo em função da COP. A pasta levou, em média, 15 dias para aprovar as operações.
Cada pedido enviado ao ministério precisava informar os dados da empresa e responder a oito perguntas. Dentre elas: “o proponente situa-se em município no Estado do Pará?”, “município está no Mapa do Turismo?” e “O recurso disponível no agente financeiro é compatível com o montante de recursos à contratar?”.
Além da Ômega, a pasta liberou R$ 850 mil a uma padaria em Conceição do Araguaia, a 16 horas de Belém.
Outros R$ 565 mil a um apart-hotel na cidade de Bragança, a quatro horas da capital, em setembro. Imagens apresentadas no pedido de empréstimo mostravam um prédio em obras, em fase final de reforma. A rede social do apart-hotel e sites de hospedagem, contudo, indicam que o apart-hotel já estava aberto há um ano.
A pasta também autorizou R$ 2,2 milhões a uma locadora de carros em Santarém, a 20 horas de distância de Belém. Outros R$ 700 mil a uma churrascaria em Ananindeua, na região metropolitana da capital.
Também aceitou financiar, em Belém:
uma empresa de fotografia com R$ 100 mil
uma barbearia com R$ 144 mil
uma gráfica com R$ 360 mil
um coworking com R$ 450 mil
um restaurante que fica em um ponto turístico com R$ 1,5 milhão
O apresentador William Bonner, 61, deixa a bancada do “Jornal Nacional” nesta sexta-feira (31). Após quase três décadas à frente do telejornal, ele anunciou a novidade no início de setembro.
A saída de Bonner do “JN” resultou em uma dança das cadeiras na emissora e quem assume seu lugar é César Tralli, que deixou o “Jornal Hoje” para ocupar o posto.
Já Roberto Kovalick passa o comando do “Hora 1” para Tiago Scheuer e estreia oficialmente como apresentador do “Jornal Hoje” também nesta sexta (31).
A passagem simbólica de um apresentador para outro acontecerá ao fim de cada edição. William Bonner é o apresentador com maior tempo à frente do “JN”, acumulando 29 anos no comando e 26 anos como editor-chefe.
A partir de 2026, ele passa a se dedicar ao programa “Globo Repórter”, onde se juntará a Sandra Annenberg. O objetivo é reduzir sua carga de trabalho para ter mais tempo com a família e projetos pessoais.
Para propagar fake news, vc já vai tarde!
Quem matou Marielle?
Hein?
Foram procurar no condomínio do Bolsonaro, fdp…
Um péssima profissional.
Prestou em quanto o povo não sabia quem vc é, editor chibata.
Xau querido, o cramunhão te espera, um dia vcs se encontram. 👹👹Kkkkkkkkkkk…
O Via Certa Natal mais uma vez reafirma seu compromisso com um jornalismo de qualidade e de ponta. Durante a recente megaoperação policial no Rio de Janeiro, a equipe foi o único veículo do Rio Grande do Norte a cobrir os acontecimentos diretamente no local, oferecendo informações precisas e em tempo real.
O trabalho da equipe potiguar ganhou repercussão internacional, sendo destaque em três países, e evidencia a ousadia, o arrojo e o profissionalismo que são marcas do Via Certa Natal. Um exemplo de jornalismo sério, corajoso e que leva a informação de forma diferenciada ao público potiguar.
Segundo a direção do grupo, o objetivo sempre foi levar a voz do Nordeste para o Brasil, e essa cobertura simboliza o resultado de um trabalho feito com dedicação e inovação.
“Estamos mostrando que o Nordeste tem talento, profissionalismo e estrutura para estar entre os grandes veículos de comunicação do país. Essa é uma vitória de toda nossa equipe e de todos que acreditam no nosso trabalho”, destacou a direção da Via Certa.
Na última sexta-feira (3), Lula contou ter passado por mais um susto em um avião da Força Aérea Brasileira (FAB) antes de decolar de Belém para a Ilha do Marajó (PA) no dia anterior:
“Teve um problema no motor do avião, um avião caro da FAB. […] Tivemos de descer com medo de que ele pegasse fogo”.
A FAB confirmou que houve “um problema técnico” com a aeronave, modelo Amazonas C105 (de fabricação da Airbus). Ela é usada com frequência para transporte de tropas e cargas.
Mas serve também para deslocamentos do presidente da República quando é necessário pousar em pistas curtas. Lula voou a Marajó em uma aeronave de reserva e cumpriu sua agenda.
Logo fontes da alta cúpula militar, ouvidas pela CNN Brasil, se apressaram em atribuir a falha no acionamento dos motores do C105 a sucessivos cortes no orçamento das Forças Armadas.
No caso da FAB, a verba destinada à manutenção e modernização da frota de aviões sofreu uma redução de 41% nos últimos 10 anos, em valores reais (já corrigidos pela inflação).
A frota caiu de 526 aeronaves em 2014 para 319 em 2025. Nesse período, o número de horas de voo da FAB foi reduzido em cerca de 50%. Pistas e hangares estão se deteriorando.
Lula coleciona sustos aéreos desde o início do seu atual governo. A saber:
Janeiro de 2024 – o avião presidencial destinado ao transporte da equipe de segurança de Lula apresentou pane em Campina Grande (PB). Lula cancelou sua visita ao Estado;
Fevereiro de 2024 – o jato Airbus A319 da FAB, que transportava Lula, abortou a decolagem no aeroporto de Congonhas, em São Paulo, por causa de “um problema técnico”;
Outubro de 2024 – avião de Lula, com problemas em uma das turbinas, pousa na cidade do México depois de sobrevoar o aeroporto por quatro horas e meia para gastar o combustível;
Março de 2025 – O avião que levava Lula para Sorocaba, no interior de São Paulo, precisou arremeter quando se aproximava da pista do aeroporto local. Apresentou “problemas”.
De longe, o maior susto foi o que Lula levou no México:
“Quando levantou voo, aconteceu alguma coisa, porque o avião estava com o ronco diferente, trepidava muito, e eu logo me levantei para saber com o piloto o que estava acontecendo. Cheguei lá, a porta estava fechada, eu bati, o piloto abriu, eles estavam nervosos, porque estavam vendo como é que iam sair daquela situação. […] Aí me disseram: ‘O avião está seguro, tem uma turbina com problema, um motor, mas o outro está bem, já pedimos emergência para o aeroporto e vamos ficar circulando durante horas até esvaziar um pouco o tanque, porque o tanque está muito cheio, e se a gente pousar com o avião pesado poderá acontecer um acidente, até problema com o trem de pouso’. Aí ficamos lá rodando, fazendo um oito em cima do aeroporto.”
Não pode faltar dinheiro para que um presidente voe em segurança. Não falta nem em países pobres. Uma falha bastaria para demitir a equipe responsável pela segurança presidencial.
Lula parece brincar com a própria vida. Ou considera-se imorrível.
O ator Tuca Andrada repercutiu nas redes após comentar o incêndio que destruiu a réplica da Estátua da Liberdade da Havan em Petrolina (PE). “Não sou a favor da barbárie mas tou cagando que essa cafonice queime e também que nazista morra”, escreveu.
A fala gerou críticas de pessoas que consideraram o comentário excessivo e próximo de apologia à violência. Luciano Hang, dono da Havan, reagiu: “Sempre digo: somos concorrentes de ideias, mas jamais inimigos pessoais. Infelizmente, muitos não pensam assim. Espero que um dia possamos viver com pensamentos e opiniões diferentes, mas de forma pacífica”.
Como esplicar tanto ódio?
Rapaz o amor venceu.
Tá com inveja né zé ninguém?
Vá empreender, ganhar dinheiro e na tua loja bote a estátua do maior ladrão do mundo segundo o google.
Blz?
Eu não gosto de Lula, é um ladrão, porém não desejo que ele morra, nem que sofra e nem tenha prejuízo.
Quem sente felicidade com a desgraça dos outros pra mim é um doente, um sociopata.
É clara a intenção de aparecer, lacração.
Virou moda, pseudos atores, em busca de vitrine, surtam e atacam, com toda baixaria possível e ignorância, quem trabalha, produz, gera emprego e PAGA IMPOSTO nesse pais e ainda querem ser beneficiados pela lei Rouaner.
muito bem, a resposta do, luciano, uma lição de moral, nesse imbecil desse ator, seja esquerdista, faça criticas custrutivas, mas, não Descriminalize, as pessas de forma, com tanta ira, isso é coisa de imbecil, sem qualide, e sem respeito,
Deveria estar preso…mas esta na cadeira mais poderosa do estado…e vai continuar.
Vasculharam a familia do Bolsonaro e não encontraram nada, e agora estamos vendo as familia dos ministros, políticos e do Luladrão…Acuse-os do que você faz, chame-os do que você é.
Nada como ser um rei supremo de uma nação. A quem a população vai recorrer quando um dos 11 reis comete um erro? Seria ao Alcolumbre ou a Jesus Cristo?
Chame esses meninos nossos vizinhos da paraíba.
Hugo Mota e o papai dele.
Kkkkkkkk.