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Trump faz discurso histórico de 1h48, ataca Suprema Corte, endurece fronteiras e mira Irã

Foto: Kenny Holston-Pool/Getty Images

O presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, proferiu, nessa terça-feira (24), o mais longo discurso da história do Estado da União ao Congresso, com 1 hora e 48 minutos de duração — superando todos os registros anteriores no Capitólio, em Washington, D.C.

No balanço de seu primeiro ano de governo, Trump criticou duramente a Suprema Corte dos Estados Unidos após a corte derrubar suas tarifas comerciais, descrevendo a decisão como “lamentável” e reafirmando que seguirá defendendo suas medidas econômicas apesar das limitações legais.

Uma parte significativa de sua fala foi dedicada à política de imigração, que o presidente defendeu com veemência, exaltando medidas de repressão a imigrantes ilegais enquanto propõe restrições mais rígidas, como o fim de cidades-santuário e limitações ao acesso a carteiras de motorista para estrangeiros sem documentação.

No campo internacional, Trump lançou um alerta ao Irã, acusando o país de perseguir ambições nucleares e reiterando que jamais permitirá que a nação do Oriente Médio desenvolva uma arma nuclear — ainda que enfatize preferência por soluções diplomáticas.

Além de sua defesa de políticas duras, o presidente tentou traçar um quadro otimista da economia americana, falando em uma suposta “era de ouro” de crescimento e fortalecimento, enquanto enfrenta opiniões públicas e reações divergentes no Congresso.

O discurso ocorre em um momento crítico nos EUA, com as eleições de meio de mandato se aproximando, e tem servido tanto como plataforma para as posições de Trump quanto como munição para opositores que criticam seu tom e prioridades.

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VÍDEO: Imagens mostram pânico entre passageiros em aeroporto após morte de narcotraficante no México

Vídeo: Reprodução

Passageira de um voo que saiu de Newark com destino à Cidade do México, com escala em Guadalajara, Marani Ceja relatou que, ao aterrissar, a tripulação informou que não poderiam desembarcar da aeronave.

Em entrevista ao jornal mexicano El Universal, Marani detalhou que, por indicação do piloto, os passageiros permaneceriam a bordo até novo aviso, devido à suspensão temporária de chegadas e partidas. Além disso, funcionários comunicaram que o aeroporto estava “blindado” por motivos de segurança.

— Quando chegamos, foi justamente quando começaram as movimentações; as pessoas começaram a entrar na pista correndo para se esconder. Ouviam-se os alarmes no aeroporto e vários veículos de segurança do próprio aeroporto. Desde que aterrissamos, os arredores estavam em chamas, muito fumaça por todos os lados — narrou.

Embora tenha relatado que não foram ouvidos disparos nas proximidades ou dentro do terminal aéreo, ela destacou que foi evidente a mobilização diante da situação. Após permanecer cerca de uma hora a bordo, Marani contou que a tripulação comunicou a normalização gradual das operações.

Minutos depois, o Gabinete de Segurança confirmou que os aeroportos de Jalisco, estado onde fica Guadalajara, operavam normalmente.

“Os passageiros estão embarcando em seus voos conforme o programado, e não há registro de nenhum evento relevante nas instalações”, informou a autoridade por meio das redes sociais.

Em comunicado, o Aeroporto Internacional de Guadalajara esclareceu que não houve incidentes dentro do terminal aéreo e que não havia risco para passageiros, colaboradores e visitantes. O aeroporto explicou que os vídeos que circulavam se tratavam do pânico entre os passageiros e pediu a manutenção da calma e o respeito às orientações do pessoal aeroportuário.

O aeroporto afirmou que as instalações estão sob a proteção da Guarda Nacional e da Secretaria de Defesa Nacional e que as operações continuam normalmente, sem cancelamentos ou impactos nas atividades aéreas.

O Exército mexicano anunciou neste domingo que matou “El Mencho” em uma violenta operação que provocou retaliações em vários estados, com bloqueios de estradas e queima de veículos, lojas e bancos.

O Globo

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Liga mexicana suspende 4 jogos após a morte de chefe de cartel

Foto: Reprodução

A liga mexicana de futebol suspendeu no domingo (22.fev.2026) 4 partidas depois da morte de Nemesio Oseguera, conhecido como “El Mencho”, líder do CJNG (Cartel Jalisco Nova Geração). A operação militar que resultou na morte do líder do cartel foi realizada no domingo (22.fev), no Estado de Jalisco, na costa do Pacífico do México. Os adiamentos afetaram jogos programados para ser realizados em Guadalajara, uma das cidades-sede da Copa do Mundo de 2026.

Oseguera tinha 60 anos. Segundo o Ministério da Defesa, ele foi ferido durante uma operação das forças especiais e morreu sob custódia.

A liga mexicana informou em seu perfil no X sobre o adiamento por tempo indeterminado de duas partidas da 1ª divisão programadas para o domingo (22.fev.2026). No campeonato masculino, o confronto entre Querétaro e FC Juárez foi suspenso. No campeonato feminino, a partida entre Chivas e América também foi adiada.

Duas partidas da 2ª divisão agendadas para o domingo (22.fev.2026) foram canceladas.

Segundo informações da Reuters, a partida feminina de domingo (22.fev.2026) entre Necaxa e Querétaro, em Aguascalientes, foi interrompida. As jogadoras deixaram o campo depois de ouvirem barulhos altos do lado de fora do Estádio Vitória. Segundo informou a mídia local, os barulhos eram tiros. O jogo foi retomado posteriormente. O Necaxa venceu por 2 a 1.

A seleção mexicana enfrentará a Islândia na 4ª feira (25.fev.2026) em um amistoso no Estádio Corregidora, em Querétaro.

Os organizadores do torneio de tênis masculino Aberto do México, em Acapulco, informaram que o evento começaria na 2ª feira (23.fev.2026), conforme programado, seguindo os protocolos de segurança estabelecidos. O torneio de tênis feminino Merida Open também está programado para começar na 2ª feira (23.fev.2026).

Depois da notícia da morte de “El Mencho”, suspeitos de pertencerem ao cartel bloquearam rodovias com carros em chamas. Estabelecimentos comerciais foram incendiados em mais de meia dúzia de estados. Não houve relatos de mortes de civis.

Impactos
As companhias aéreas Air Canada, United Airlines, Aeromexico e American Airlines suspenderam seus voos na região de Puerto Vallarta. Voos para os aeroportos de Puerto Vallarta e Guadalajara foram desviados ou cancelados por grandes companhias aéreas, incluindo Delta Air Lines, American Airlines e Alaska Airlines.

A onda de violência também afetou eventos culturais na região. A artista colombiana Kali Uchis estava programada iria se apresentar no Auditorio Telmex em Zapopan, México, no domingo (22.fev.2026), como parte da etapa latino-americana de sua turnê The Sincerely, Tour, mas o show foi cancelado.

“Informamos ao público de Guadalajara que, devido a circunstâncias além do controle da artista, do promotor e do local, o show de Kali Uchis programado para hoje não acontecerá”, disse o comunicado do local. O show foi cancelado e não adiado ou remarcado, com informações sobre reembolso disponibilizadas para quem comprou ingressos.

A artista, que se apresentou em Monterrey em 21 de fevereiro, não abordou explicitamente o cancelamento. Seu próximo show está programado para a Cidade do México em 25 de fevereiro. Não há informações sobre se será afetado.

Poder360

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México vive onda de violência após morte de chefe de cartel

Foto: Reuters/Gabriel Trujillo

O México viveu um fim de semana de tensão após o Exército confirmar a morte de Nemesio Oseguera Cervantes, o “El Mencho”, apontado como líder do Cartel Jalisco Nueva Generación. Segundo as autoridades, ele foi ferido durante uma operação em Tapalpa, no estado de Jalisco, e morreu enquanto era transferido de helicóptero para a Cidade do México.

Considerado um dos narcotraficantes mais procurados pelos Estados Unidos, “El Mencho” tinha recompensa de 15 milhões de dólares oferecida por Washington. Sob seu comando, o CJNG se consolidou como uma das organizações criminosas mais poderosas e violentas do país.

Foto: Reuters/Gilberto Gallo

Após a ação das forças federais, criminosos reagiram com bloqueios de rodovias e incêndios de veículos em Jalisco, Michoacán e Tamaulipas. Também houve registros de ataques e queima de estabelecimentos comerciais em Guanajuato. Governadores locais confirmaram confrontos e ativaram protocolos de segurança, incluindo o chamado “código vermelho”.

No Aeroporto Internacional de Guadalajara, relatos de disparos e presença de homens armados causaram pânico entre passageiros. Terminais rodoviários suspenderam atividades em algumas regiões, e autoridades pediram que a população permanecesse em casa diante do risco de novos confrontos.

Foto: AP Photo/Alejandra Leyva

A morte do chefe do cartel marca um duro golpe contra o narcotráfico, mas também eleva o temor de retaliações violentas e disputas internas pelo controle das rotas e territórios dominados pelo grupo.

Com informações do G1

Opinião dos leitores

  1. Tenham calma mexicanos o Brasil logo vai tomar sua posição. Estamos caminhando a passos largos com a esquerda no Poder.

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Donald Trump oficializa tarifa global de 10% após decisão da Suprema Corte

Foto: Kevin Lamarque/Reuters

O presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, assinou nesta sexta-feira (20) uma tarifa global de 10% sobre produtos importados. A medida será aplicada com base na Seção 122 do Ato do Comércio de 1974, após a Supreme Court of the United States barrar o uso da Lei de Poderes Econômicos de Emergência Internacional (IEEPA) para impor as taxas.

Segundo a Casa Branca, a nova alíquota entra em vigor no dia 24 de fevereiro. A Seção 122 permite tarifas de até 15% como resposta a problemas no balanço de pagamentos internacionais ou para evitar uma desvalorização significativa e iminente do dólar. No entanto, a regra limita a duração da medida a 150 dias, prazo que só pode ser prorrogado com aprovação do Congresso.

A decisão ocorre após a Suprema Corte, por seis votos a três, entender que a IEEPA não autoriza a criação de tarifas globais sem aval do Legislativo. O julgamento também abriu discussão sobre eventual reembolso a empresas que pagaram taxas impostas anteriormente com base nesse instrumento.

Trump criticou publicamente a decisão dos magistrados e afirmou que países estrangeiros “exploram” os Estados Unidos há anos. A política tarifária é uma das principais bandeiras do republicano, que defende as taxas como forma de reequilibrar o comércio exterior. Apesar disso, o déficit comercial norte-americano registrou queda de apenas 0,2% em 2025 na comparação com o ano anterior.

O presidente destacou que seguem em vigor as tarifas aplicadas com base nas seções 232 e 301 da legislação comercial americana. A Seção 232, da Lei de Expansão Comercial de 1962, permite tarifas por razões de segurança nacional, enquanto a Seção 301, do Ato de Comércio de 1974, autoriza investigações sobre práticas consideradas injustas por parceiros comerciais — incluindo apurações que envolvem o Brasil.

Com informações da CNN

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Parlamento venezuelano aprova lei de anistia para presos políticos

Foto: Jesus Vargas/Getty Images

O Parlamento da Venezuela aprovou nesta quinta-feira (19) a tão esperada lei de anistia para presos políticos, em uma votação unânime na Assembleia Nacional do país. A medida, impulsionada pela presidente interina Delcy Rodríguez, foi imediatamente sancionada pela chefe do Executivo e agora avança como lei, podendo levar à libertação de centenas de pessoas detidas por motivos políticos ao longo das últimas décadas.

A legislação concede anistia por crimes ou “ofensas cometidas” em contextos de conflito político desde 1999 até 2025, incluindo períodos de protestos e crises sociais que marcaram a história recente da Venezuela. Ao mesmo tempo, o texto prevê inicialmente uma série de exclusões, deixando de fora pessoas envolvidas em ações armadas, na promoção ou participação de força contra a soberania e a segurança do país, bem como aquelas condenadas por crimes graves como homicídio, tráfico de drogas e violações de direitos humanos.

Segundo autoridades governamentais, a lei representa um passo em direção à reconciliação e à normalização das relações políticas internas, além de responder a pressões internacionais, inclusive dos Estados Unidos, que vinham defendendo mudanças nesse sentido. Também abre caminho para que opositores, ativistas, advogados e defensores de direitos humanos, entre outros, busquem a libertação ou revisão de suas condenações por meio dos mecanismos previstos no novo texto legal.

A aprovação da lei ocorre em um momento de forte mobilização social: familiares de presos políticos realizaram protestos e até greves de fome em frente a centros de detenção em Caracas, clamando pela libertação de entes queridos, enquanto organizações de direitos humanos seguem monitorando a implementação e os critérios de elegibilidade da anistia.

Embora a medida represente um avanço formal no reconhecimento de prisioneiros políticos e possa resultar em solturas significativas, críticos apontam que suas exceções e requisitos podem limitar o alcance dos beneficiados, especialmente para exilados ou envolvidos em episódios classificados como atividades armadas, mantendo incertezas sobre a amplitude real da libertação.

Opinião dos leitores

  1. Pra quem falava que o Brasil iria virar uma Venezuela, se enganou redondamente. Quem dera!!! Aqui, o indivíduo comete um crime e o delegado que se meter a investigar vai pra cadeia.

  2. comparando dona letecia, “falecida”, naão se metia no governo, lula ia bem, essa aproveitadora de poder, vais acabar derrotando lula, essa janja e o cao chupando manga.

  3. MADE IN U S A 🇺🇲 PARABÉNS PRESIDENTE TRUMP 🎖️👏👏👏👏👏👏👏👏👏👏👏👏👏👏👏

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Câmara argentina aprova reforma trabalhista de Milei após sessão tensa

Foto: Reuters/Agustin Marcarian

A Câmara dos Deputados da Argentina aprovou, na madrugada desta sexta-feira (20), a reforma trabalhista defendida pelo presidente Javier Milei. O texto recebeu 135 votos favoráveis e 115 contrários, sem abstenções, após cerca de dez horas de debates intensos no Congresso. Como houve alterações — entre elas a retirada de um artigo sobre licenças médicas — a proposta retorna ao Senado para nova análise.

O governo celebrou o resultado nas redes sociais, classificando a medida como uma das principais reformas estruturais prometidas por Milei. A gestão argumenta que a mudança moderniza uma legislação datada da década de 1970, estimula investimentos, reduz a informalidade — que atinge cerca de 40% dos trabalhadores — e cria condições para ampliar o emprego formal.

Entre os principais pontos do projeto estão a flexibilização das regras de contratação, mudanças no regime de férias, possibilidade de ampliação da jornada padrão de oito para até doze horas, autorização para pagamento de salários em moeda estrangeira e alterações no cálculo das indenizações por demissão, com exclusão de bônus não incorporados ao salário fixo. O texto também impõe novos limites ao direito de greve, exigindo manutenção mínima de serviços durante paralisações.

A oposição, porém, afirma que o pacote representa perda de direitos históricos e enfraquece a proteção ao trabalhador. Deputados kirchneristas tentaram retardar a votação, enquanto governistas buscaram acelerar o processo. Do lado de fora do Congresso, em Buenos Aires, manifestantes entraram em confronto com forças de segurança, que utilizaram gás lacrimogêneo, balas de borracha e jatos d’água para dispersar os protestos. Segundo a imprensa local, ao menos 12 pessoas foram detidas.

A sessão foi acompanhada pela secretária-geral da Presidência, Karina Milei, e pelo ministro da Economia, Luis “Toto” Caputo, que foram aplaudidos pela base governista. A reforma é considerada peça central do plano liberal de Milei para reestruturar a economia argentina, mas ainda deve enfrentar novos embates políticos até sua promulgação definitiva.

Opinião dos leitores

  1. Faz a motosserra. Cortou na própria carne. O primeiro país do mundo a legalizar e oficializar a escravidão. Parabéns aos envolvidos.

  2. Até Rogério Marinho e Paulo Guedes ficaram com inveja. Aí, hermanos, façam o sinal da motosserra!

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Ex-príncipe Andrew é preso no Reino Unido

Foto: AFP

A emissora britânica BBC noticiou nesta quinta-feira (19) que a polícia prendeu Andrew Mountbatten-Windsor, irmão mais novo do rei Charles III, sob suspeita de má conduta em cargo público.

Jornais haviam noticiado que seis carros da polícia descaracterizados e cerca de oito policiais à paisana chegaram à Wood Farm, na propriedade de Sandringham, no leste da Inglaterra, na manhã desta quinta-feira.

A Polícia do Vale do Tâmisa afirmou no início deste mês que seus agentes estavam investigando alegações de que Mountbatten-Windsor teria repassado documentos confidenciais do governo ao falecido criminoso sexual, Jeffrey Epstein, segundo arquivos recentemente divulgados pelo governo dos Estados Unidos.

Mountbatten-Windsor, o segundo filho da falecida rainha Elizabeth, sempre negou qualquer irregularidade em relação a Epstein e disse lamentar a amizade entre eles, mas não respondeu a pedidos de comentários desde a divulgação dos documentos.

Sem mencionar o nome de Andrew, a polícia britânica informou que um homem por volta dos 60 anos foi preso sob suspeita de má conduta em cargo público, acrescentando que não divulgaria o nome dele “em conformidade com as diretrizes nacionais”.

CNN

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Câmara da Argentina aprova lei que reduz maioridade penal para 14 anos

Foto: REUTERS/Francisco Loureiro

A Câmara dos Deputados da Argentina aprovou a redução da maioridade penal de 16 para 14 anos dentro da reforma do Sistema de Justiça Juvenil. O texto passou por 149 votos a 100 após negociações entre o governo e partidos aliados, mesmo diante de forte resistência da esquerda.

Segundo a imprensa local, como o jornal Clarín, Milei defendia inicialmente que a idade mínima fosse 13 anos, mas aceitou o acordo político para garantir a aprovação. O debate ganhou força após um crime envolvendo menores na província de Santa Fé, caso que provocou comoção nacional.

A proposta também enfrentou críticas da oposição sobre o financiamento da nova estrutura prevista, com parlamentares afirmando que os recursos anunciados seriam insuficientes para implementar o sistema. O governo, por sua vez, afirmou que adolescentes condenados ficarão em unidades separadas dos adultos e que a prisão em regime fechado será aplicada apenas a crimes graves, como homicídio.

Agora, o projeto segue para análise do Senado da Argentina, que deve discutir o tema no dia 26 de fevereiro. Em comunicado oficial, Milei celebrou a votação e afirmou que jovens de 14 anos já compreendem a gravidade de seus atos ao participar de delitos.

Opinião dos leitores

  1. Medidas pra agradar aos mais ignorantes. Reduzir para 5 anos ou 10 anos, não faz diferença. Criar melhores escolas, oferecer apoio às famílias das crianças com perfil violento para evitar que os crimes aconteçam, isso ninguém quer fazer porque é caro. Aí inventaram essa idiotice que não resolve nada: espera matar que a gente bota na pior cadeia do mundo junto com os piores do mundo. EUA tem pena de morte é isso não diminui os assaltos ou assassinatos por lá.

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Ataque a tiros em escola no Canadá deixa ao menos 10 mortos; suspeita foi encontrada sem vida

Foto: Trent Ernst/AFP

Um ataque a tiros em uma escola de ensino médio na cidade de Tumbler Ridge, na Colúmbia Britânica, no Canadá, deixou pelo menos dez pessoas mortas nesta terça-feira (10), segundo informações da Polícia Montada Real Canadense (RCMP). A tragédia também deixou dezenas de feridos e mobilizou equipes de emergência em toda a região.

De acordo com as autoridades, seis vítimas foram encontradas dentro da escola e outras duas em uma residência ligada ao caso. Uma terceira pessoa morreu a caminho do hospital. A suspeita do ataque foi localizada sem vida dentro da unidade escolar, com indícios de ferimento autoinfligido, e não há outros suspeitos foragidos.

Ainda não foi confirmada a motivação do crime nem quantas das vítimas eram estudantes. Duas pessoas seguem em estado grave após serem transferidas de helicóptero, enquanto cerca de 25 feridos leves recebem atendimento médico local. O alerta que orientava moradores a permanecerem em casa foi suspenso no fim da tarde.

Autoridades locais classificaram o episódio como uma “tragédia devastadora”. A escola e outra unidade de ensino da cidade permanecerão fechadas durante a semana, enquanto equipes policiais continuam buscas e investigações para esclarecer o ocorrido.

Massacres desse tipo são raros no Canadá, país que possui leis rígidas de controle de armas. O caso reacende o debate sobre segurança e violência armada, especialmente após episódios históricos que levaram à criação de normas mais severas para a posse de armamentos.

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Após 1 mês da captura de Maduro, Venezuela muda rumo político e econômico sob pressão dos EUA

Foto: XNY/Star Max/GC Images

Um mês após a captura do líder chavista Nicolás Maduro em uma operação militar anunciada pelos Estados Unidos, a Venezuela vive uma reviravolta política e econômica marcada por mudanças rápidas no governo e na exploração do petróleo. Desde os bombardeios em Caracas, na madrugada de 3 de janeiro, o país passou a ser comandado interinamente por Delcy Rodríguez, enquanto Washington ampliou sua influência nas decisões estratégicas venezuelanas.

Maduro e sua esposa, Cilia Flores, foram levados para Nova York e respondem a acusações de narcoterrorismo, tráfico de drogas e conspiração, das quais se dizem inocentes. Paralelamente, o governo interino iniciou reformas profundas, incluindo alterações na Lei de Hidrocarbonetos que abrem espaço para empresas estrangeiras explorarem petróleo sem a exigência de maioria da estatal PDVSA, além da retomada do envio de petróleo aos Estados Unidos.

O período também foi marcado por uma aproximação diplomática inédita entre Caracas e Washington, com a previsão de reabertura da embaixada americana e encontros diretos entre autoridades venezuelanas e representantes dos EUA, incluindo o diretor da CIA. Enquanto Donald Trump chegou a insinuar controle sobre o governo venezuelano, Delcy Rodríguez passou a alternar discursos de cooperação e defesa da soberania nacional.

Outro efeito direto da nova conjuntura foi a libertação de centenas de presos políticos. Segundo a ONG Foro Penal, ao menos 344 pessoas foram soltas desde janeiro, embora ainda existam centenas de detidos aguardando decisões judiciais, cenário que mantém a Venezuela sob forte atenção internacional mesmo após a queda de Maduro.

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Conservadora, Laura Fernández é eleita presidente da Costa Rica com discurso duro contra o crime

Foto: Reprodução/X

A conservadora Laura Fernández, do Partido Soberano do Povo, foi eleita presidente da Costa Rica neste domingo (1º), no 1º turno, com ampla vantagem sobre o segundo colocado, Álvaro Ramos, do Partido da Libertação Nacional (PLN). Com 94% das urnas apuradas, Fernández conquistou 48,3% dos votos contra 33,3% de Ramos. Ela assumirá o cargo em 8 de maio e será a segunda mulher a governar o país.

Aos 39 anos, Laura é cientista política e especialista em políticas públicas e governança democrática e já ocupou cargos de ministra da Previdência e do Planejamento no governo do atual presidente Rodrigo Chaves. Após a vitória, ela reafirmou que dará continuidade às políticas do governo atual.

Segurança pública e combate ao narcotráfico foram os pilares da campanha de Laura Fernández, que também acenou com a construção de megaprisões, nos moldes das de El Salvador.

A vitória de Laura reforça a presença de líderes de direita na América Central, em um contexto de governos mais firmes contra a criminalidade. Com sua eleição, a Costa Rica entra na história como o segundo país a ter uma mulher na Presidência, depois de Laura Chinchilla, do PLN, que governou entre 2010 e 2014.

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Venezuela lança anistia ampla para presos políticos e decreta fim de um dos símbolos da repressão

Foto: Reuters/Leonardo Fernandez Viloria

A presidente interina da Venezuela, Delcy Rodríguez, anunciou nesta sexta-feira (30) o envio de um projeto de “lei de anistia geral” à Assembleia Nacional, que pretende soltar centenas de presos políticos detidos desde 1999, abrangendo todo o período dos governos chavistas. A iniciativa, segundo Rodríguez, visa “curar feridas” do longo ciclo de confrontos políticos e restabelecer a convivência nacional — medida que deve ser analisada com urgência pelo parlamento ainda na próxima semana.

Rodríguez deixou claro que a proposta não beneficiará acusados ou condenados por homicídio, tráfico de drogas, corrupção ou graves violações de direitos humanos, segundo trechos do discurso oficial. A presidente também fez um apelo aos futuros libertados para que rejeitem “vingança, rancor e ódio”, posicionamento que busca moldar a narrativa como um gesto de pacificação, não de impunidade.

No mesmo anúncio, a líder venezuelana revelou que o infame centro de detenção El Helicoide, em Caracas — frequentemente apontado por organizações de direitos humanos como um dos principais locais de tortura e abuso contra presos políticos — será fechado e convertido em um complexo social, esportivo e cultural para as comunidades vizinhas e famílias policiais. A transformação desse local marca simbolicamente a tentativa de romper com décadas de repressão institucional.

Apesar do anúncio, organizações independentes e ativistas alertam que a implementação da anistia ainda enfrenta desafios práticos, pois os critérios definitivos e o texto final da lei não foram divulgados, e dezenas de milhares de pessoas ainda enfrentam restrições de liberdade no país. Grupos como o Foro Penal estimam que centenas de presos políticos permanecem detidos à espera de libertação, mesmo após algumas excarceracões recentes promovidas pelo governo.

Opinião dos leitores

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Trump declara emergência e autoriza tarifas contra países que fornecem petróleo a Cuba

Foto: REUTERS/Evelyn Hockstein

O presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, assinou nesta quinta-feira (29) uma ordem executiva declarando emergência nacional em relação a Cuba e abrindo caminho para a aplicação de tarifas sobre países que vendam ou forneçam petróleo à ilha caribenha. A medida representa uma escalada nas pressões econômicas de Washington sobre o regime cubano, intensificando ações para isolar a economia da nação governada por Miguel Díaz-Canel.

Pelo texto, os Estados Unidos poderão impor aranceles adicionais às importações de bens de países que, direta ou indiretamente, exportem petróleo ou derivados a Cuba. A ordem não estabelece automaticamente valores ou uma lista de nações afetadas: cabe ao secretário de Comércio identificar fornecedores de petróleo à ilha e, com base nesse diagnóstico, o secretário de Estado — em consulta com outras agências — decidir se e quanta tarifa será aplicada, com o presidente finalizando o processo.

A Casa Branca justifica a ação argumentando que as políticas e práticas do governo cubano representam uma “ameaça extraordinária e incomum” à segurança nacional e à política externa dos EUA, acusando Havana de manter laços com países e grupos considerados hostis por Washington, como Rússia, China, Irã, Hamas e Hezbollah. O documento também faz referência a violações de direitos humanos e à suposta presença de atividades de inteligência estrangeira na ilha.

Especialistas internacionais destacam que a medida ampliada de pressões coincide com um quadro de crise energética em Cuba, agravado pela interrupção de remessas de petróleo da Venezuela após ações militares norte-americanas naquele país e pela redução de envios do México. Em resposta, autoridades cubanas classificaram a ordem como um ato de agressão que visa aprofundar o sofrimento da população e debilitar ainda mais a economia da ilha.

Com informações do G1

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VÍDEO: Presidente da Colômbia afirma que Jesus “fez amor” e morreu “rodeado de mulheres”

Vídeo: Reprodução/Metrópoles

O presidente da Colômbia, Gustavo Petro, provocou forte repercussão nesta quinta-feira (29) após fazer declarações polêmicas sobre Jesus Cristo durante um discurso público. Ao comentar aspectos da vida de Jesus, o chefe do Executivo sugeriu que ele teria vivido experiências amorosas e chegou a afirmar que Cristo “fez amor” e morreu “rodeado de mulheres”.

Na fala, Petro levantou a hipótese de um vínculo afetivo entre Jesus e Maria Madalena, argumentando que “um homem sem amor não poderia existir”. A declaração rapidamente ganhou destaque nas redes sociais e abriu um intenso debate, principalmente entre fiéis cristãos, que apontaram contradições com os ensinamentos bíblicos.

Apesar de o presidente se declarar católico, ainda que não praticante, suas palavras confrontam diretamente a doutrina cristã, segundo a qual Jesus viveu em celibato, sem relações sexuais ou envolvimentos sentimentais. Para líderes religiosos, a fala extrapola interpretações teológicas e toca em pontos considerados sagrados pela fé cristã.

Entidades religiosas reagiram com críticas. A Confederação Evangélica da Colômbia classificou as declarações como desrespeitosas e distorcidas, enquanto a Conferência Episcopal Católica pediu respeito às crenças religiosas, destacando que a maioria da população colombiana se identifica como cristã.

Com informações da Jovem Pan News

Opinião dos leitores

  1. É até admissível que existam pessoas ATEUS, ou anticristo, porem para mim foi uma surpresa ver um ANIMAL IRRACIONAL, como esse bandido, se expressar dessa forma, com relação a JESÚS CRISTO. Provavelmente esse esse veio ao mundo através de um ABORTO DA NATUREZA.

  2. Fala de quem fumou algo estragado mesmo… e, como tudo que vem desse povo, sem compromisso com a verdade ou com comprovação do que diz. Ate Vergonhoso tanto quanto um personagem que se ria de forma orgulhosa ao falar de dados e números inventados e inexistentes…
    Jesus SE FEZ AMOR! Ele é o amor verdadeiro de Deus Pai, enviado ao mundo, vivendo como homem, sem pecado, como Deus Santo, que é!
    Ao blasfemo do vídeo, só se pode esperar que o Eterno tenha misericórdia de sua alma. E aja com reto juízo.

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VÍDEO: “Chega de ordens de Washington”, diz presidente interina da Venezuela

 

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Vídeo: Reprodução/Instagram @metropoles

A presidente interina da Venezuela, Delcy Rodríguez, afirmou neste domingo (25) que está cansada da interferência dos Estados Unidos na política interna do país e defendeu que os venezuelanos resolvam seus próprios conflitos sem imposições externas. A declaração foi feita em um evento com trabalhadores do setor petrolífero em Puerto La Cruz, no estado de Anzoátegui, e transmitida pela emissora estatal Venezolana de Televisión.

“Ya basta de las órdenes de Washington sobre los políticos en Venezuela; que la política venezolana resuelva nuestras diferencias y nuestros conflictos internos”, declarou Rodríguez, segundo reportagens internacionais. Ela enfatizou a importância de a Venezuela abrir espaços para o debate democrático interno e rejeitou ordens que, segundo ela, viriam de Washington.

A presidente interina também disse que a discussão política deve ocorrer com respeito, mas criticou aqueles que, em sua avaliação, apoiam ações externas que prejudicam o país. Em um tom mais duro, Rodríguez afirmou que pessoas que “busquen el daño y el mal” deveriam ser rejeitadas da vida nacional.

A fala ocorre em meio a pressões constantes dos EUA desde a captura do ex-presidente Nicolás Maduro em uma operação militar no início de janeiro, quando ele foi levado para os Estados Unidos para responder a acusações criminais. Apesar de rejeitar a interferência externa, Rodríguez também afirmou que não teme abordar as diferenças com Washington por meio da diplomacia.

Com informações da CNN

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