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VÍDEO: Civis fogem da capital da Venezuela após sequência de explosões e ataques aéreos

Vídeo: Reprodução

A capital da Venezuela, Caracas, viveu momentos de caos durante a madrugada deste sábado, após uma série de explosões e intenso sobrevoo de aeronaves militares. Moradores relataram ao menos sete detonações fortes, com colunas de fumaça vistas em áreas estratégicas da cidade.

Regiões como Fuerte Tiuna, base militar considerada uma das mais importantes do país, La Carlota e os arredores do Palácio de Miraflores, sede do governo, foram apontadas como alguns dos locais afetados pelos ataques.

Em meio ao pânico, centenas de civis tentaram deixar a capital às pressas. Longos congestionamentos se formaram nas principais vias de saída de Caracas, enquanto famílias abandonavam bairros próximos a instalações militares em busca de refúgio em áreas mais afastadas ou em estados vizinhos.

A situação foi agravada por apagões que atingiram grande parte da cidade, dificultando a comunicação e ampliando o clima de insegurança entre a população, que segue sem informações oficiais claras sobre a extensão dos ataques.

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VÍDEO: Quatro cidades da Venezuela foram atacadas pelos EUA, diz TV local

 

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Vídeo: Reprodução

Quatro cidades da Venezuela foram bombardeadas pelos Estados Unidos na manhã deste sábado (3), segundo informações divulgadas pela televisão estatal venezuelana. Os ataques teriam atingido Caracas, capital do país, La Guaira, além de municípios nos estados de Miranda e Aragua, regiões que concentram áreas civis e estruturas militares estratégicas.

De acordo com o canal oficial, o governo venezuelano decretou estado de exceção em todo o território nacional. “São zonas civis e militares. Declaramos estado de exceção e passamos para a luta armada”, afirmou a emissora ao ler um comunicado atribuído às autoridades do país.

Pouco depois, o presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, confirmou a ofensiva militar e afirmou que Nicolás Maduro foi capturado e retirado da Venezuela. A declaração foi feita na rede Truth Social, onde Trump disse que a operação foi “bem-sucedida” e realizada em larga escala contra o regime venezuelano.

Em resposta, o governo da Venezuela acusou os EUA de agressão militar e convocou a população a se mobilizar. Em comunicado, Maduro declarou emergência nacional e afirmou que o país deve reagir para “derrotar a agressão imperialista”. O ataque ocorre dois dias após o presidente venezuelano sinalizar disposição para dialogar com o governo norte-americano.

Com informações do Metrópoles

Opinião dos leitores

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FOTO: MADURO já está nos EUA sob custódia das forças militares americanas

Foto: Reprodução

Uma imagem que circula nas redes sociais neste sábado (3) mostra Nicolás Maduro já em território dos Estados Unidos, sob custódia de forças militares americanas. Na foto, o líder venezuelano aparece escoltado por agentes armados ao lado de uma aeronave, em cenário que indica uma operação militar.

A divulgação ocorre após o presidente dos EUA, Donald Trump, afirmar publicamente que Maduro foi capturado durante uma ofensiva de larga escala contra alvos do regime na Venezuela e retirado do país por via aérea, junto com a esposa.

Até o momento, o governo norte-americano não informou oficialmente o local exato onde Maduro estaria detido, nem quais medidas legais serão adotadas. Já autoridades venezuelanas divergem sobre o paradeiro do presidente e pedem provas de vida.

A situação elevou drasticamente a tensão internacional, com países da região reagindo à ofensiva e o governo da Venezuela decretando estado de emergência, denunciando o que chama de agressão militar e violação do direito internacional.

Opinião dos leitores

  1. Será que Maduro vai delatar os malfeitos criminosos de Lulinha e da turma da esquerda brasileira?

  2. Três opcoes: soltar de helicóptero no mar das bermudas só de cueca, guardanapo ou dar o destino de Osama bin ladem.

  3. Lá na Brazuela e cá no país dos burros e analfabetos, com certeza, tem muita gente com a pulga atrás da orelha. Lá com cá, muitos se arvoram a deuses e intocáveis, e esquecem que o mundo gira, fazer maldades e agredir o próximo tem preço, se cuidem e lembrem dos tiranos do mundo, a conta as vezes é alta.

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VÍDEO: Vice-presidente diz que paradeiro de Maduro é desconhecido e cobra prova de vida

Vídeo: Reprodução

A vice-presidente da Venezuela, Delcy Rodríguez, afirmou que o paradeiro de Nicolás Maduro é desconhecido e cobrou uma prova de vida do presidente. A declaração foi dada em entrevista à emissora estatal Telesur, em meio à escalada de tensão após ataques militares registrados em Caracas na madrugada deste sábado (3).

As explosões e o intenso sobrevoo de aeronaves na capital venezuelana ocorreram horas depois de o presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, assumir a autoria de uma operação militar “de larga escala”. Em publicação nas redes sociais, Trump afirmou que Maduro teria sido capturado junto com a esposa e retirado do país por via aérea.

Diante da ofensiva, o governo venezuelano decretou estado de emergência e confirmou que os ataques também atingiram os estados de Miranda, La Guaira e Aragua, regiões estratégicas que concentram importantes bases militares. Parte de Caracas ficou sem energia elétrica após as explosões, registradas por volta das 2h no horário local (3h em Brasília).

Em comunicado oficial, o governo venezuelano acusou os Estados Unidos de tentar tomar o controle de recursos estratégicos do país, especialmente petróleo e minerais. A gestão chavista classificou a ação como uma “violação flagrante do direito internacional” e convocou a comunidade internacional a se manifestar contra os ataques, alertando para riscos à vida de milhões de pessoas.

Com informações do Correio Braziliense

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VÍDEO: Ministro da Defesa da Venezuela promete resistência após captura de Maduro

Vídeo: Reprodução

O ministro da Defesa da Venezuela, general Vladimir Padrino López, se pronunciou após a captura de Nicolás Maduro e afirmou que o país “não irá se render”. Em declaração oficial, ele disse que a Venezuela continuará lutando e que, ao final, “vencerá”, mesmo diante da ofensiva militar atribuída aos Estados Unidos.

Padrino López anunciou a ativação plena das capacidades das Forças Armadas Nacionais Bolivarianas (FANB) para a defesa do território e da população. Segundo o ministro, mísseis atingiram instalações militares e também áreas residenciais em Caracas e nos estados de Miranda, Aragua e La Guaira durante os ataques.

No pronunciamento, o chefe da Defesa classificou a ação como uma “agressão militar criminosa” e fez um apelo direto à comunidade internacional. Ele pediu que organismos multilaterais e governos condenem os Estados Unidos por, segundo ele, violarem a Carta das Nações Unidas e o direito internacional. “Trata-se de um ataque vil e covarde que ameaça a paz e a estabilidade da região”, afirmou.

O ministro informou ainda que o governo venezuelano decretou estado de comoção externa em todo o país, com base na Constituição e nas leis de emergência e segurança nacional. A medida, de acordo com Padrino López, autoriza a mobilização integral das forças militares para a defesa da nação e para o restabelecimento da ordem interna.

Opinião dos leitores

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VÍDEO: Reação militar da Venezuela contra ação dos EUA foi nula

Vídeo: Reprodução/Instagram

Imagens registradas por um grupo de campistas no Parque Nacional Warairarepano flagraram o ataque aéreo dos Estados Unidos que atingiu alvos do regime de Nicolás Maduro em Caracas, durante a madrugada. Nos vídeos, é possível observar explosões na capital venezuelana sem qualquer sinal de resposta militar imediata.

Chamou atenção a ausência total de atividade antiaérea. Não há registros de disparos de mísseis, uso de artilharia defensiva ou qualquer tentativa visível de interceptação das aeronaves responsáveis pelos bombardeios. A cena reforça a percepção de que o sistema de defesa não reagiu ao ataque.

O episódio contrasta com a propaganda frequente do regime, que costuma divulgar treinamentos e exibições de unidades de defesa aérea como demonstração de força e prontidão militar. Na prática, porém, a ofensiva americana ocorreu sem resistência aparente.

Analistas avaliam que a resposta absolutamente nula expõe fragilidades operacionais das Forças Armadas venezuelanas e levanta dúvidas sobre a real capacidade do regime de proteger pontos estratégicos do país diante de uma ação militar externa coordenada.

Opinião dos leitores

  1. Aproveitem a viagem, e passem por aqui, se levarem uns dois ou três daqui, estarão prestando um grande serviço.

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VÍDEO: Venezuelanos comemoram ataques dos EUA e captura de Maduro em Caracas

Vídeo: Reprodução/X

Mesmo em meio aos ataques americanos contra alvos ligados ao regime de Nicolás Maduro, venezuelanos foram às ruas de Caracas para comemorar o que classificam como o fim do governo do líder chavista. Vídeos que circulam nas redes sociais mostram pessoas celebrando, buzinando e gritando palavras de ordem contra o regime.

A mobilização ocorre após o presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, confirmar ações militares na Venezuela e afirmar que Maduro teria sido capturado e retirado do país. A informação, ainda cercada de incertezas, provocou reações imediatas tanto de apoiadores quanto de opositores do governo venezuelano.

Enquanto parte da população demonstra alívio e esperança por mudanças políticas, outra parcela permanece apreensiva com a escalada militar e os impactos dos ataques, que atingiram diferentes regiões da capital e causaram interrupções no fornecimento de energia.

O governo venezuelano, por sua vez, classificou as ações como uma agressão estrangeira e decretou estado de emergência, convocando as Forças Armadas e a população a se mobilizarem em defesa da soberania nacional.

Opinião dos leitores

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Colômbia e Cuba condenam ofensiva militar após Venezuela acusar EUA de ataque

Foto: Jesus Vargas/Getty Images

Os presidentes da Colômbia e de Cuba se manifestaram publicamente diante da escalada de tensão na Venezuela, após o governo de Nicolás Maduro acusar os Estados Unidos de promoverem ataques militares no país. As declarações reforçam a preocupação regional com o agravamento do conflito e seus possíveis impactos sobre a população civil.

Em publicação nas redes sociais, o presidente colombiano Gustavo Petro afirmou que o seu governo “rejeita qualquer ação militar unilateral que possa agravar a situação ou colocar em risco a população civil”. Petro disse ainda que a Colômbia acompanha o cenário com “profunda preocupação” e pediu contenção de todas as partes envolvidas, sem citar diretamente os Estados Unidos.

Já o presidente de Cuba, Miguel Díaz-Canel, adotou um tom mais duro ao classificar como “criminoso” o que chamou de ataque dos Estados Unidos contra a Venezuela. Segundo ele, a ofensiva representa uma ameaça direta à paz regional e exige uma reação da comunidade internacional.

A crise ganhou novo patamar após o presidente dos EUA, Donald Trump, confirmar ações militares em território venezuelano e afirmar que Nicolás Maduro teria sido capturado e retirado do país. Nos últimos meses, a tensão entre Washington e Caracas se intensificou, com o reforço da presença militar americana no Caribe e ataques a embarcações na região.

Com informações da CNN

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URGENTE: Trump confirma ataque à Venezuela e diz que Maduro foi capturado

Foto: Jesus Vargas e Aaron Schwartz/CNP/Bloomberg/Getty Images

O presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, afirmou neste sábado (3) que forças americanas realizaram um ataque de grande escala contra a Venezuela e capturaram o presidente Nicolás Maduro. A declaração foi feita em uma rede social.

“Os Estados Unidos da América realizaram com sucesso um ataque de grande escala contra a Venezuela e seu líder, o presidente Nicolás Maduro, que foi capturado, juntamente com sua esposa, e retirado do país por via aérea.”

De acordo com Trump, a ação foi conduzida em conjunto com as forças de segurança americanas. O presidente não informou para onde Maduro e a mulher foram levados.

Trump afirmou ainda que mais detalhes sobre a operação serão apresentados durante uma coletiva de imprensa marcada para as 13h, horário de Brasília.

Uma série de explosões atingiu Caracas, capital da Venezuela, na madrugada deste sábado. Segundo a Associated Press, ao menos sete explosões foram ouvidas em Caracas em um intervalo de cerca de 30 minutos.

Moradores de diferentes bairros relataram tremores, barulho de aeronaves e correria nas ruas. Parte da cidade ficou sem energia elétrica, principalmente nas proximidades da base aérea de La Carlota, no sul da capital.

Vídeos que circulam nas redes sociais mostram colunas de fumaça saindo de instalações militares e aeronaves sobrevoando Caracas em baixa altitude.

Venezuela acusa os EUA

Logo após as explosões, o governo da Venezuela publicou um comunicado afirmando que o país estava sob ataque. Segundo a nota, o presidente Nicolás Maduro convocou forças sociais e políticas a ativar planos de mobilização.

“O presidente Nicolás Maduro assinou e ordenou a implementação do decreto que declara o estado de Comoção Exterior em todo o território nacional, para proteger os direitos da população, o pleno funcionamento das instituições republicanas e passar de imediato à luta armada”, diz o texto.

“O país deve se ativar para derrotar esta agressão imperialista.”

O governo venezuelano afirmou ainda que o objetivo da operação americana seria tomar recursos estratégicos do país, principalmente petróleo e minerais. No comunicado, Caracas disse que os EUA tentam impor uma “guerra colonial” e forçar uma “mudança de regime”.

Por fim, a Venezuela declarou que se reserva ao direito de exercer legítima defesa e convocou governos da América Latina e do Caribe a se mobilizarem em solidariedade ao país.

Com informações do G1

Opinião dos leitores

  1. Grande dia! Até que enfim os Venezuelanos serão liberto da ditadura Narcoterrorista! Quem devem estar chorando são os esquerdopatas, cumplices desse sistema nefasto! Que consigamos nos livrar aqui no Brasil também!

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VÍDEO: Explosões atingem capital da Venezuela e governo acusa EUA de ataque militar

Vídeo: Reprodução/X

Explosões foram ouvidas na madrugada deste sábado (3) em Caracas, capital da Venezuela, segundo relatos de equipes da CNN e da agência Reuters. Testemunhas afirmaram ter visto colunas de fumaça e helicópteros sobrevoando a cidade, além de quedas de energia em diferentes regiões após as detonações.

Jornalistas no local relataram que a primeira explosão ocorreu por volta de 1h50 no horário local (2h50 em Brasília) e teve forte impacto. “Uma delas foi tão forte que minha janela tremeu”, afirmou a correspondente da CNN Español, Osmary Hernández. Após os estrondos, também foi possível ouvir o som de aeronaves militares sobre a capital.

O governo de Nicolás Maduro classificou o episódio como uma “grave agressão militar” dos Estados Unidos e afirmou que ataques atingiram Caracas e os estados de Miranda, Aragua e La Guaira. Diante da situação, Maduro decretou estado de emergência, ordenou a ativação dos planos de defesa nacional e anunciou que levará o caso ao Conselho de Segurança da ONU e a outros organismos internacionais.

A escalada ocorre em meio ao aumento das tensões entre Caracas e Washington. O presidente dos EUA, Donald Trump, vinha alertando sobre novas ações contra supostas redes de narcotráfico na Venezuela, após reforçar a presença militar no Caribe e ampliar sanções, incluindo um bloqueio ao petróleo venezuelano. Líderes regionais reagiram: o presidente da Colômbia, Gustavo Petro, manifestou preocupação, enquanto o presidente de Cuba, Miguel Díaz-Canel, condenou o que chamou de ataque “criminoso” contra a Venezuela.

Com informações da CNN

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Trump diz que EUA estão prontos para agir no Irã após mortes em protestos

Foto: Reprodução

O presidente Donald Trump disse que os Estados Unidos intervirão se o Irã matar manifestantes pacíficos que protestam contra a crise econômica no país do Oriente Médio.

“Se o Irã atirar e matar violentamente manifestantes pacíficos, o que é de seu costume, os Estados Unidos da América virão em seu socorro. Estamos carregados e prontos para agir”, escreveu ele no Truth Social nesta sexta-feira (2).

Dezenas de manifestantes saíram às ruas em várias províncias do Irã esta semana, com algumas protestos terminando em confrontos com a polícia.

As autoridades iranianas alertaram contra a intervenção dos EUA nos assuntos internos do país. Ali Larijani, chefe da segurança nacional do Irã, disse no X que a interferência americana provocaria “perturbação em toda a região e a destruição dos interesses americanos”.

CNN

Opinião dos leitores

  1. trump varra logo esse pais x1bata o irã, esses passa fom3 do irã tirando sua paz, manda eles encontrar ala kkkkkkkk

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Sob pressão militar, Maduro propõe diálogo com EUA sobre petróleo, migração e drogas

Foto: Stringer/AFP

Em meio à escalada de tensão com Washington, o presidente da Venezuela, Nicolás Maduro, afirmou nesta quinta-feira (1) que está disposto a abrir um diálogo com os Estados Unidos para tratar de temas como petróleo, migração e combate ao narcotráfico. Segundo ele, Caracas está pronta para “conversar seriamente” caso haja interesse do governo norte-americano.

Maduro citou a possibilidade de um acordo energético que permita investimentos de empresas dos EUA, como a Chevron, atualmente a única grande petrolífera americana autorizada a exportar petróleo venezuelano. O líder chavista também sugeriu negociações sobre voos de deportação de venezuelanos e cooperação antidrogas, afirmando que os termos poderiam ser definidos “onde e como eles quiserem”.

As declarações ocorreram no mesmo dia em que forças militares americanas realizaram um novo bombardeio contra embarcações suspeitas de tráfico de drogas na região. A ação faz parte de uma ofensiva ampliada que, nesta semana, já incluiu a confirmação de um ataque em solo venezuelano pelo presidente dos Estados Unidos, Donald Trump.

A pressão sobre Maduro se intensificou desde agosto, quando Washington elevou para US$ 50 milhões a recompensa por informações que levassem à prisão do venezuelano e reforçou a presença militar no Caribe. Apesar de contatos diretos entre Trump e Maduro em novembro, as conversas não avançaram. Segundo a imprensa americana, os EUA também demonstram interesse estratégico nas reservas venezuelanas, as maiores comprovadas de petróleo do mundo, enquanto seguem apreendendo embarcações e impondo bloqueios sob alegação de sanções internacionais.

Com informações do G1

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Zelensky diz que acordo de paz com a Rússia está 90% pronto, mas alerta: “Os 10% finais decidem o futuro”

Foto: Reuters – Stephanie Lecocq

O presidente da Ucrânia, Volodimir Zelensky, afirmou nesta quarta-feira (31) que um acordo de paz com a Rússia está “90% pronto”, restando apenas os “10% mais difíceis” para a conclusão. A declaração foi feita durante discurso de véspera de Ano-Novo, no qual o líder ucraniano alertou que o país não aceitará um fim da guerra que recompense Moscou.

Segundo Zelensky, a Ucrânia quer encerrar o conflito, mas não “a qualquer preço”. Ele destacou que qualquer acordo precisa incluir garantias sólidas de segurança para impedir uma nova invasão russa no futuro. “Esses 10% vão determinar o destino da paz, o destino da Ucrânia e da Europa”, afirmou em mensagem publicada no Telegram.

Os Estados Unidos tentam intermediar um acordo envolvendo Moscou e Kiev, mas o principal impasse segue sendo a questão territorial. O presidente russo, Vladimir Putin, pressiona para obter o controle total da região de Donbass, no leste ucraniano, ponto considerado inegociável pelo Kremlin.

Zelensky, porém, rejeitou a ideia de que a cessão do Donbass encerraria a guerra. Para ele, essa exigência representa uma armadilha. “‘Saiam do Donbass e tudo estará terminado’. É assim que soa a fraude quando se traduz do russo para qualquer idioma”, declarou, reforçando que a Ucrânia não confia nas intenções de Moscou.

Com informações do G1

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EUA apertam o cerco e sancionam empresas e navios do petróleo da Venezuela

Foto: Reprodução

 

O Departamento do Tesouro dos Estados Unidos anunciou, nesta quinta-feira (31), sanções contra quatro empresas e quatro navios petroleiros envolvidos no comércio de petróleo da Venezuela. A medida foi divulgada pelo Escritório de Controle de Ativos Estrangeiros (OFAC).

Segundo o Tesouro americano, as empresas atuam no transporte de petróleo e estariam ligadas a uma frota paralela que, de acordo com o governo dos EUA, gera recursos financeiros para o regime do ditador Nicolás Maduro.

As empresas sancionadas são Aries Global Investment LTD, Corniola Limited, Krape Myrtle Co LTD e Winky International Limited, além de quatro embarcações.

Em comunicado oficial, o secretário do Tesouro dos EUA, Scott Bessent, afirmou que o presidente Donald Trump deixou claro que não permitirá que o governo de Maduro lucre com a exportação de petróleo enquanto, segundo ele, o país é usado para o envio de drogas aos Estados Unidos. O Tesouro informou que continuará aplicando a política de pressão contra o regime venezuelano.

Na última segunda-feira (29), Donald Trump declarou que os Estados Unidos realizaram um ataque em uma área da Venezuela onde embarcações seriam carregadas com drogas.

De acordo com informações divulgadas pela CNN, a ação teria sido feita com drones pela CIA e mirou um cais remoto supostamente utilizado pela gangue Tren de Aragua para armazenamento e envio de drogas.

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China vai impor tarifas de 55% sobre importações de carne bovina do Brasil

Foto: Reuters

A China vai impor tarifas adicionais de 55% sobre as importações de carne bovina de países como Brasil, Austrália e Estados Unidos, quando os embarques excederem determinadas cotas, em um momento em que a indústria nacional enfrenta um excesso de oferta.

O Ministério do Comércio da China informou na quarta-feira (31) que a cota total para 2026 é de 2,7 milhões de toneladas, com o Brasil recebendo a maior parcela, de 41,1%, seguido pela Argentina com 19,0% e o Uruguai com 12,1%.

O ministério alocou uma cota de 205 mil toneladas para a Austrália e 164 mil toneladas para os Estados Unidos.

Em 2024, a China importou 1,34 milhão de toneladas de carne bovina do Brasil, 594.567 toneladas da Argentina, 216.050 toneladas da Austrália, 243.662 toneladas do Uruguai, 150.514 toneladas da Nova Zelândia e 138.112 toneladas dos Estados Unidos.

As medidas da China entrarão em vigor em 1º de janeiro, com duração de três anos, e a cota total aumentará a cada ano, atingindo 2,8 milhões de toneladas métricas em 2028.

A China fez o anúncio na quarta-feira, após duas prorrogações da investigação sobre importação de carne bovina, iniciada em dezembro passado. Autoridades afirmam que a investigação não tem como alvo nenhum país específico.

Na semana passada, associações da indústria de carne bovina chinesa pressionaram o governo a impor medidas de salvaguarda imediatas até o final do ano para estabilizar as expectativas do mercado e o sustento dos criadores nacionais, informou o jornal estatal Global Times.

Desde 2023, o setor de criação de gado bovino da China vem sofrendo grandes prejuízos devido a diversos fatores, incluindo as importações, o que levou muitos criadores a abaterem animais reprodutores para reduzir custos, segundo um funcionário do setor citado pelo Global Times.

A China importou um recorde de 2,87 milhões de toneladas métricas de carne bovina no ano passado. As importações no período de janeiro a novembro caíram 0,3% em relação ao ano anterior, para 2,59 milhões de toneladas.

CNN

Opinião dos leitores

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Ladrões “fazem a limpa” e levam 30 milhões de euros de banco na Alemanha

Foto: Reprodução/Polizei NRW Gelsenkirchen

Um grupo de criminosos roubou cerca de 30 milhões de euros (R$ 196,7 milhões) de uma agência do banco Sparkasse, em Gelsenkirchen, no oeste da Alemanha. O crime só foi descoberto quando um alarme de incêndio acionou bombeiros e policiais. A polícia comparou o assalto ao filme “Onze Homens e um Segredo”.

Os ladrões abriram um buraco circular na parede da sala de cofres usando uma furadeira de grande porte. Foram violados 3,2 mil compartimentos, atingindo mais de 2,5 mil clientes que guardavam dinheiro, ouro e joias. O método lembra um crime semelhante ocorrido há um ano em Lübeck, quando 300 cofres foram arrombados e 10 milhões de euros foram levados.

Segundo a investigação, os assaltantes entraram pela garagem, romperam uma sala de arquivos e perfuraram a parede que dava acesso ao cofre principal. Câmeras de vigilância mostraram homens carregando sacolas grandes do estacionamento vizinho entre sábado (27) e domingo (28). Um Audi RS 6 deixou o local na manhã de segunda-feira (29). Até agora, os criminosos continuam foragidos.

Na terça-feira (30), cerca de 200 clientes se aglomeraram em frente à agência em busca de informações. Alguns tentaram forçar a entrada, e a polícia precisou fechar o local para proteger os funcionários. O banco informou que a agência permanecerá fechada por tempo indeterminado.

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