Lula está perdido em meio ao tiroteio. Não sabe como se posicionar em relação à megaoperação policial no Rio de Janeiro, que causou a morte de 121 pessoas, quatro delas policiais. As cenas, ontem, variaram do simplesmente patético ao esta noite se improvisa.
Vamos ao patético. Ao lado do ministro da Justiça e Segurança Pública, Ricardo Lewandowski, o diretor-geral da Polícia Federal, Andrei Rodrigues, disse em entrevista coletiva que foi informado com antecedência sobre a megaoperação a ser conduzida pela polícia fluminense e que não quis que a PF participasse dela.
Como Ricardo Lewandowski já havia dito que o governo federal não sabia de nada, Andrei Rodrigues foi interrompido pelo ministro, que tentou emendar mal e porcamente o soneto diante das câmeras. Péssimo.
Lula despachou, então, ministro e séquito para uma reunião com o governador Cláudio Castro, no Rio de Janeiro. Depois da conversa, decidiu-se que seria criado um “escritório emergencial” com o objetivo de integrar as esferas estadual e federal para combater o crime organizado no estado. Tenta-se, assim, neutralizar as acusações feitas ao Palácio do Planalto de ausência em relação ao crônico problema de segurança no Rio de Janeiro. Esta noite se improvisa.
Ato contínuo, o presidente da República correu para sancionar a lei que endurece o combate às facções criminosas, aprovada havia quase um mês no Congresso.
De qualquer forma, era preciso que governo federal mostrasse ser proativo, e restou a Ricardo Lewandowski defender a aprovação da PEC que visa a dar um papel maior ao governo federal no combate à criminalidade, como se isso fosse panaceia.
Os governadores da direita, no entanto, são contra a PEC por achar que ela abre caminho para a administração petista intervir nas políticas estaduais de segurança pública, e com a ajuda inestimável do STF.
O STF não poderia faltar ao episódio, é claro, e o ministro Alexandre de Moraes resolveu meter a sua colher e exigir explicações do governador Cláudio Castro. Até o jornal dos Marinho ficou indignado.
No editorial de hoje, em que afirma que a megaoperação teve, sim, planejamento para evitar fazer vítimas inocentes, ao contrário do que acusam os prestativos colunistas da esquerda (e o governo federal ensaiou embarcar nessa narrativa), o jornal diz:
“Será preciso apurar se, nos confrontos, houve excessos da polícia. Eventuais denúncias devem seguir as vias institucionais: corregedorias internas e Ministério Público. Foi um exagero, por isso, o pedido do ministro Alexandre de Moraes, do Supremo Tribunal Federal, por mais informações ao Estado do Rio. Cabe aos estados desenvolver suas políticas de segurança. ‘O STF não tem capacidade institucional para lidar com problemas técnicos, complexos e multifatoriais como os que envolvem a segurança pública’, afirma o jurista Gustavo Binenbojm, da Uerj. ‘Nem legitimidade democrática para fazer escolhas de políticas públicas, que cabem aos governantes eleitos. O papel que o Supremo pode ter é na supervisão e monitoramento das polícias, por intermédio dos órgãos encarregados do controle externo.’
Num primeiro momento, ao analisar a ação conhecida como ADPF das Favelas, o Supremo impôs restrições exageradas que engessaram o trabalho da polícia. Ao julgá-la em abril, acertadamente reduziu as restrições, estabelecendo medidas de monitoramento. Seria importante não haver retrocesso.”
A esquerda anseia para que haja inocentes mortos, vitimados pela polícia do bolsonarista Cláudio Castro, mas fato é que, a despeito da letalidade, não há notícia até o momento de que a polícia tenha matado civis na sua megaoperação ou provas contundentes de que tenha havido execuções na mata onde os bandidos do Comando Vermelho foram encurralados. A esperança para a esquerda é a última que morre.
Nas redes sociais, o apoio à megaoperação é acachapante, e Lula está fazendo um salto duplo twist carpado para não criticá-la diretamente e, ao mesmo tempo, não parecer que apoia o enfrentamento armado ao crime, plataforma da direita.
Ontem, ainda, a Secom lançou a toque de caixa um vídeo no Youtube intitulado “explicando a operação policial no Rio de Janeiro com inteligência”. No vídeo, uma narradora diz que “combate ao crime precisa de mais inteligência e menos sangue” e faz a defesa da PEC de Ricardo Lewandowski.
A realidade é que a segurança pública só interessa a Lula por ter passado a ser o assunto que mais preocupa os eleitores brasileiros. A sua questão de fundo é ideológica: a esquerda vitimiza a bandidagem, até a idealiza, e o presidente da República várias vezes deixou claro esse ponto de vista nos seus discursos. No último deles, chegou a dizer que os traficantes são vítimas dos usuários.
Nem o presidente da República, nem o seu partido fazem a menor ideia de como combater o crime, seja com armas, com inteligência ou com espiritismo. São os mais perdidos em meio ao tiroteio.
PS: A polícia fluminense precisa explicar por que não recolheu os corpos dos mortos na mata onde encurralou os bandidos do Comando Vermelho.
Antes de tudo, o texto a seguir não é sobre política; é sobre Economia e Empreendedorismo.
Parabéns, você ganhou um novo sócio!
Ele não entrou com capital, não ajudou na gestão, não correu riscos e não gerou empregos. Mas quer 10% do que você lucrou — além de tudo o que já vinha levando antes.
O nome dele? Estado brasileiro.
Um sócio que já ficava com: 40% do que você pagava na nota de produto, 20% sobre cada salário, cobra impostos sobre luz, água, internet, sistemas, máquinas.
As mudanças aprovadas por unanimidade na Câmara podem até parecer “justiça fiscal”, porque, em um primeiro momento, beneficiam 15 milhões de brasileiros que ganham até R$ 7.500.
Mas a verdade é que, no longo prazo, todos vamos perder. Se trata apenas de mais um capítulo do velho manual da arrecadação preguiçosa: ao invés de cortar gastos, o governo prefere espremer a população.
Esse não é o primeiro aumento de impostos do governo. É só lembrar da taxação do IOF. O Brasil tem batido recordes de arrecadação. Nunca entrou tanto dinheiro nos cofres públicos como nos últimos 3 anos.
Mesmo assim, tal como aquele seu amigo descontrolado financeiramente, o Brasil consegue — quase de maneira inexplicável — gastar mais do que ganha: R$ 1,616 trilhão em despesas contra R$ 1,27 trilhão de receitas.
Para ficar ainda mais claro: Ganhamos bem, mas gastamos como se fôssemos herdeiros — e culpamos um terceiro (mercado e empresas) toda vez que o dinheiro acaba.
Esse é o grande problema, pois assim como a gula de gastos um endividado não tem fim, não há recursos infinitos para essa comilança e uma hora essa conta vai chegar.Taxar dividendos é optar pelo caminho mais fácil, que pode sim maquiar o curto prazo. É pedir a Coca-Zero junto com o Big Mac, tortinha de maçã e McFlurry de Trento, treinando fofo 1x por semana.
Mesmo que o refrigerante seja zero, mantenha essa combinação por alguns anos e seu percentual de gordura será quase do tamanho da nossa dívida pública frente ao PIB: 76,6%.
Não acredita? Então é só se lembrar que o Brasil já tem a maior carga tributária do mundo, nenhum prêmio Nobel, quase 10 milhões de analfabetos e 46% da população sem escolaridade básica completa.
“O problema são os ricos! Tem que tirar deles e dar para os pobres!” Desde quando uma coisa excluí a outra? A produção de riqueza não é um jogo de soma zero, é abundante.
Mas é claro que eles querem que você acredite que taxar uma minoria vai resolver, criando um inimigo imaginário perfeito chamado empresário, quando o vilão mesmo está pedindo seus votos a cada 4 anos e ganhando auxílio paletó.
Porque é mais fácil aumentar a arrecadação do que diminuir o próprio desperdício. Mais fácil mirar o grande que lucra do que analisar gasto por gasto da planilha.
Não se trata de proteger os mais pobres, como querem fazer parecer. Trata-se de tratar o lucro como se fosse um erro moral a ser corrigido — e não o resultado de um trabalho bem feito.
Por definição, o dividendo (lucro) é aquilo que sobra depois que um empresário paga todas as contas mais os impostos, ou seja, querem que quem mais produz pague duas vezes.
No fim do dia, um país que premia a ineficiência e pune o mérito não quer mesmo prosperar no coletivo.
Mas o pior que a medida em si é a mentalidade fracassada por trás: desigualdade se corrige com punição e não com incentivo.
Novamente, o problema não é ajudar os que ganham menos. É punir quem ganha mais.
É como tirar parte do salário dos melhores funcionários da empresa esperando que o resultado melhore. Até o mais idiota pensa em pedir demissão.
Então a pergunta não é “quem vai pagar a conta”.
A pergunta é: quem ainda vai topar abrir conta por aqui?
Penso que pagamos muito imposto. Todavia, precisamos alinhar alíquotas para podermos caminhar. Ora, como se explica uma pessoa pagar imposto de um popular e este ser mais caro do que um carro elétrico? Apenas para exemplificar. Agora, governo e o legislativo poderiam cortar na própria carne. Mas, ao invés disso, propõem pec para aumentar números de deputados ao invés de refazer a proporcionalidade conforme legislação. Penso que a responsabilidade é do povo. O povo deveria fazer estudo e escolher por competência não por dívida ou gratidão eterna. Quando vamos mudar?
A publicação do The News só não é perfeito porque não cita a velha mídia tradicional que apoia todos os atos desse governo com viés da extrema esquerda. Governo que só sabe taxar e não sabe poupar.
Na verdade, o Estado viabiliza e disponibiliza toda a infraestrutura necessária para o funcionamento da sociedade, rodovias, como vias públicas, iluminação, segurança pública, saúde pública, ordenamento jurídico dentre outros. Sem essa infraestrutura nada funcionaria, o que não quer dizer que o Estado seja eficiente em tudo que faz.
A espetaculosa operação da Polícia Federal, que resultou na prisão do ex-ministro de Jair Bolsonaro e na quase prisão do delator coronel Mauro Cid, só serviu para dar fôlego ao repertório dos bolsonaristas sobre perseguição política, avaliam aliados do ex-presidente.
O ministro Alexandre de Moraes determinou a prisão de Gilson Machado por suspeita de ter procurado a embaixada de Portugal para conseguir acelerar um suposto pedido de cidadania para Mauro Cid – o delator que pode colocar Bolsonaro, a quem o ex-ministro é devoto, na prisão.
A Polícia Federal foi à casa do ex-ministro e o levou para um centro de detenção. Moraes também determinou a prisão de Cid, mas recuou minutos antes de a ordem ser efetivada. O delator passou três horas prestando depoimento na PF. O primeiro disse que os dados eram para renovar o passaporte do pai. Cid afirmou que já possui cidadania e carteira de identidade portuguesas.
No fim do dia, Moraes mandou soltar o ex-ministro, como antecipou o Metrópoles. A alegação: os celulares dele já tinham sido apreendidos. Se a operação tinha apenas esse objetivo, qual era a razão da prisão?
Mais do que um pedido para acelerar o processo de cidadania, se o fato realmente ocorreu, ele demonstra que Cid e Jair Bolsonaro não romperam e que há algo suspeito nessa delação premiada.
Moraes quase conseguiu colocar a opinião pública contra o Supremo ao manter em regime fechado a “Débora do Batom”, mesmo ela tendo direito a cumprir a pena em casa. Os bolsonaristas espalharam vídeos dizendo que ela foi condenada a 14 anos por pichar a estátua da Justiça com um batom — e isso quase levou o Congresso a votar uma anistia.
O ministro recuou e estancou a crise.
Gilson Machado pode agora virar o novo símbolo da direita para descredibilizar todo um trabalho.
Bolsonaristas não sabe ler nem tem auto-estima. Foram chamados de malucos por Bolsonaro e ainda estão convencidos que nada aconteceu. Que não teve tentativa de golpe, minuta, planejamento da morte de autoridades. Coitados…
O Filipe Martins aguentou firme toda pressão e chantagem e não delatou ninguém, já o Mauro Cid para proteger sua família fez uma delação mecretefe que acabou caindo por terra, agora o Moraes estar a caça de alguém que possa comprometer Jair Bolsonaro, parece que o da vez é Gilson Machado
O cruzeiro marítimo pelo Mediterrâneo dos garotos-propaganda do Hamas, a bordo do veleiro Madleen, terminou como era previsto: com os passageiros salvos por Israel.
Evitou-se, assim, que essa meninada da esquerda antissemita, com o perdão do pleonasmo, aportasse em Gaza e, em meio ao teatro de “ajuda humanitária” da qual tomaria parte, pudesse ser alvejada propositalmente por tiros de terroristas que colocariam a culpa no exército israelense.
Ao serem abordados, os garotos-propaganda do Hamas disseram que estavam sendo “atacados”. Depois, viu-se que todos estavam sentadinhos no convés, carinhas felizes, recebendo água e sanduíches dos militares de Israel, muito solícitos e educados.
Agora, voltarão todos para casa, ainda bem, com a sua historinha para contar, depois de fazer várias selfies. Antes, porém, tiveram de assistir ao vídeo das atrocidades perpetradas pelo Hamas em Israel, em 7 de outubro de 2023. Eu assisti quando estive em Tel-Aviv. Nada mais didático.
A imprensa brasileira, no entanto, noticia como se tivesse sido tortura: “eles foram forçados a ver o vídeo”. É por isto que não piso mais em redação: eu teria de pôr todo mundo de castigo. Não tem jeito, a meninada da esquerda antissemita, com o perdão da repetição pleonástica, sofreu lavagem cerebral nas suas escolas liberais.
A celebridade internacional do cruzeiro propagandístico era a sueca Greta Thunberg. Eu pensava que ela era ativista ambiental. Deveria estar, portanto, em Nice, na Conferência dos Oceanos. A marinha israelense a salvou a tempo de ela comparecer, embora o ambientalismo já não renda tanta audiência na Europa e nos Estados Unidos quanto o antissemitismo.
O Brasil tinha um representante entre os garotos-propaganda do Hamas, o militante do PSol Thiago Ávila.
Fui olhar o Instagram do rapaz já um pouco grisalho. Lembra os meus colegas de Colégio Equipe de quase 50 atrás.
Sob o sol do Mediterrâneo, aquele azul incrível ao fundo, a expressão radiosa de quem teve muita proteína na infância estava emoldurada pelo keffiyeh tinindo de novo no pescoço.
Thiago Ávila teve uma aventura pequeno-burguesa que só sairia fora de controle se Israel realmente deixasse o veleiro aportar em Gaza. Foi salvo pelos “genocidas”, ufa, e pode tentar de novo uma vaguinha de deputado federal. Se tudo der certo, o seu destino é recorrer ao STF para reverter votações do Legislativo e processar oposicionistas, coisinhas assim.
Eram pra terem sido empurrados pro fundo do mar pelo um drone.
Deus me perdoe, mas quem procura acha.
Vão fazer papagaidada em outro lugar.
Simples assim.
Jornalistas que ajudaram a enterrar a Lava Jato, como se os procuradores e os juízes da operação anticorrupção tivessem ferido de morte o Estado de Direito, agora se escandalizam porque uma das personagens atingidas pela Lava Jato no exterior recebeu asilo do governo Lula.
Eles dizem que não há justificativa para que a ex-primeira-dama do Peru Nadine Heredia tenha sido acolhida no Brasil depois de ter sido sentenciada a 15 anos de prisão, assim como o maridão, o ex-presidente Ollanta Humula, que está em cana.
Ambos foram condenados por ter levado uma bola de US$ 3 milhões da Odebrecht para financiar a campanha eleitoral que levou o gajo à presidência do Peru, em 2011.
Nadine Heredia refugiou-se na embaixada brasileira em Lima, alegando perseguição política e a necessidade urgente de tratar um câncer, e escapou para cá, em avião da FAB, com a ligeireza de um delivery de ceviche.
Os seus advogados brasileiros, um deles pertencente àquele intrépido clube do charuto e do vinho conhecido por Prerrogativas, afirmam que Nadine Heredia foi injustiçada pelos promotores e juízes peruanos da mesma forma que os condenados pela Lava Jato o foram pelos procuradores e juízes brasileiros.
É claro que colou, e eu não entendo, juro, qual é a surpresa dos meus colegas jornalistas. Para mim, é lógico que, se colocamos os condenados brasileiros pela Lava Jato na rua, e um deles na Presidência da República, também garantamos liberdade a condenados estrangeiros que foram pegos pela operação nos seus países.
A Lava Jato não era uma “organização criminosa”, como gosta de apregoar por aí o decano do STF e aquele outro integrante do tribunal que não gosta da Transparência Internacional? A Odebrecht e outras empreiteiras não eram dirigidas por gente proba que foi torturada pelos fascistas de Curitiba? O nosso Lula também não foi vítima desse gente horrorosa? Pois então. Venham a nós as criancinhas colhidas pelos tentáculos internacionais da quadrilha.
Ademais, precisamos fazer valer a antiga tradição de sermos valhacouto de corruptos (tivemos até um paraguaio), ladrões (tivemos até um inglês), traficantes (temos até um búlgaro), terroristas (tivemos até um italiano) e assassinos (o mesmo italiano). Acusados de o serem, quer dizer.
A Lava Jato vigarista também ameaçava o nosso belo histórico de terra da eterna presunção de inocência. Já não ameaça mais, ainda bem, com a graça de Deus e a elegância do STF. Bem-vinda, Nadine Heredia.
Quem deu o tiro mortal na “lava jato” foi Bolsonaro, quando demitiu Moro, aliou-se ao centrão e deu uma declaração pública dizendo:
– Eu matei a lava jato porque no meu governo não corrupção.
A corrupta sendo acolhida pelo seus amigos do crime, o Brasil sendo o acolhimento dos criminosos do mundo , tudo é o resultado da presença de um ex presidiário no poder , e o mundo vendo o Brasil se tornando o destino preferido de criminosos .
Foi bem Bolsonaro que soltou Lula. 👺Ministros do STF soltam e ressoltam corruptos’, diz procurador da Lava Jato
Para Dallagnol, ‘desânimo das pessoas com combate à corrupção também é resultado de novas regras gestadas no Congresso e dinheiro que segue circulando em malas’. G1
👌Decisão do STF encerra ciclo da Lava Jato e valida discurso de Lula. Cadê a prova que foi Bolsonaro 🫏🫏🫏🫏🫏🫏💩💩💩
Será que quem pegou vc foi Bolsonaro? Daqui a pouco aparece bucho na sua casa e foi ele, tenha paciência.
Fala sério.
O Luladrão mandou o avião da FAB pra trazer a ladrona e se juntar a quadrilha…bandido defende bandido
FOI EXATAMENTE POR ISSO QUE APERTEI O 13 COM FORÇA. GOSTO É DE INCOMPETÊNCIA, CORRUPÇÃO E OS CANALHAS SAQUEANDO O BRASIL. SÓ LEMBRANDO, O PAULO GUEDES NÃO AMARRA A CHUTEIRA DO HADDAD. O BOZO ESTAVA AFUNDANDO O BRASIL. O LULA NÃO VOLTOU A CENA DO CRIME. QUE CRIME? NÃO EXISTIU CRIME. CRIME SÓ NO PERU, EUA, ETC. AQUI, LULA FOI PRESO INJUSTAMENTE. É TANTO QUE HOJE É O NOSSO PRESIDENTE, TOTALMENTE ABSOLVIDO PELA NOSSA RESPEITADA JUSTIÇA.
Nesta quarta-feira (09) entrevistei no “Meio Dia RN” a Prefeita de Parnamirim, Professora Nilda. Todo mundo sabe que este comunicador adotou desde o início uma posição crítica e de cobranças em relação a gestão da professora à frente da prefeitura de Parnamirim.
Mas temos que dar a César o que é de César: foi público que presenciamos uma outra “Nilda” que sentou na bancada da 96 FM para ser a nossa entrevistada. Mesmo estando um pouco tensa no início o que até considero normal, não fugiu de nenhuma pergunta, bem mesmo das indigestas, inclusive sempre apresentando dados e argumentos. Não é fácil governar uma cidade como Parnamirim sendo prefeita pela primeira vez.
Ela passa no teste da entrevista, nestes 100 dias, Nilda começou a mostrar seu estilo de administrar, embora o blog ainda ache que falta muito para ser a Nilda da campanha. Porém, temos de admitir que ela conseguiu sim alguns avanços, como por exemplo no caso da saúde, educação e fazendo a obra da duplicação RN 313 avançar. Deixo claro que o blog não vai torcer contra, mas entende que a equipe ainda não está totalmente azeitada.
O governo Lula e os jornalistas amigos do governo Lula estão animadíssimos porque milhões de brasileiros já se endividaram por meio da nova modalidade de empréstimo consignado, que leva o nome eleitoreiro (e perverso) de Crédito do Trabalhador.
É o mais novo conto do vigário a chegar na praça: para tomar um empréstimo com juros mais baixos do que os usuais causados pelo governo perdulário, empréstimo a ser quitado em parcelas mensais que lhe serão subtraídas diretamente da folha de pagamento, o pobre dá como garantia extra, além de até 35% do seu salário, o seu saldo de FGTS, no limite de 10%, como vem escrito na tela do celular.
Já que mais de 70% dos brasileiros estão endividados, muita gente achará um bom negócio fazer o papagaio vendido pelo governo como ararinha azul: o de pagar um credor que cobra 100% de juros ao ano com o dinheiro tomado de outro credor que faz o precinho camarada de 40% de juros anuais, por aí.
É uma conquista social: o papagaio de Lula enforca o pobre com um nó menos apertado, entende?
Depois de esganar o pobre, mas com carinho, afinal o governo é de esquerda, e educação financeira, afinal somos capitalistas responsáveis, o carrasco do banco vai matar também a esperança espírita do pobre — o FGTS, aquela poupança forçada que, apesar de render no máximo a inflação do período (e por decisão do STF, antes não era nem isso), é vendida pelo governo como a garantia de uma feliz reencarnação pós-aposentadoria.
Não vai sobrar nem lembrança da esperança espírita. O novo papagaio de Lula pode se estender por até 96 meses, o que encarece ainda mais o crédito, enquanto o tempo médio de permanência do trabalhador brasileiro em uma empresa é de apenas 24 meses. Ou seja, boa parte dos endividados terá de usar o saldo do FGTS ou as mixarias rescisórias para pagar o que falta ao carrasco que o matou uma vez. Se o saldo do FGTS e as mixarias não forem suficientes, você carrega a sua dívida para o novo emprego (se encontrar um). É a morte e a morte de Quincas Berro d’Água.
A receita de Lula para movimentar a economia sempre foi dar dinheiro a pobre sem emprego ou endividar pobre com emprego — antes, para o pobre com emprego comprar eletrodomésticos em 36 prestações e achar que chegou à classe C; agora, para o pobre com emprego fazer papagaio sem medo de ser feliz. Tudo sob a fanfarra dos jornalistas amigos. A gente morre é de felicidade.
Por isso a ignorância e idiotização das massas valem ouro pra essa esquerda. O pobre acredita que medida é pra beneficiar ele, quando na verdade é pra beneficiar os bancos: risco zero e juros altos.
eh muita cara de pau Lula deu o crédito o que bolsonaro não fez agora vc usa o crédito se quiser aqueles que bolsonaro deixou enforcado deve tá achando bom
Mesmo com objeção de órgãos culturais do Estado, o deputado estadual Coronel Azevedo vai defender a aprovação do seu projeto de lei denominando de Wilma de Faria a ponte Forte-Redinha, que oficialmente leva o nome do pintor Newton Navarro: “Ao longo desse processo também pensamos em homenagear o pintor, através de alguma obra ligada à cultura. E eu creio que o Rio Grande do Norte tem o desejo de homenagear essa mulher que entrou para a história do Brasil”.
Coronel Azevedo acredita que “os deputados vão aprovar é uma homenagem, reconhecimento e gratidão por tudo o que ela fez pelo Estado”.
Azevedo disse, ainda, que também buscar homenagear os artistas potiguares, “através de obras ligadas à cultura”, mas, continua, “essa obra da ponte Forte-Redinha marca passagem dessa mulher e sua determinação primeira governadora do Estado, foi a obra que ela mais quis fazer e mais lutou para realizar”.
Cultura
O Conselho Estadual de Cultura (CEC) emitiu nota posicionando-se contra a aprovação do projeto de renomeação da Ponte Newton Navarro, que “não se coaduna com a dignidade da homenagem que foi prestada à memória do grande escritor, pintor e poeta, aliás, por ato de vontade da própria ex-governadora Wilma de Faria”.
O presidente do CEC, ex-deputado Valério Mesquita, assina a nota, em que diz: “Entende este Conselho que, em prosperando, o ato legislativo configurará um desmerecimento à memória da pranteada governante, assim como caracterizará um gesto de desatenção à grande figura de Newton Navarro e à cultura potiguar em geral”.
Conselheiro aposentado do Tribunal de Contas do Estado (TCE), Valério Mesquita esclarece que Wilma de Faria “legou uma história de vida pública que merece ser reverenciada permanentemente, inclusive dando nome a alguma grande obra, na dimensão dos seus feitos em prol do Rio Grande do Norte”.
Projeto completamente fora de propósito…A própria obra foi batizada pela então governadora Ponte Newton Navarro….Em homenagem ao artista plástico que tanto amava a Redinha …..
Homenagear uma pessoa desomenagemado outra é muito feio. Ela própria quem deu o none da ponte, em forma de gratidão pessoal a governadora vai propor desfazer o que ela fez? Çey não viu.
Acho q 1 homenagem mais justa seria trocar o nome da Av.Moema Tinoco da Cunha Lima por Governadora Wima de Farias.Afinal é 1 Av.muito importante q faz a ligação com a Br 101 e praias e municipios do litoral norte.Afinal de contas quem foi Moema Tinoco e qual a sua importancia.
O ministro da Defesa, José Múcio Monteiro, voltou a defender o papel das Forças Armadas para garantir a estabilidade das instituições democráticas no contexto da vitória do presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) nas eleições de 2022. A avaliação de Múcio é de que foram os militares os responsáveis por evitar um golpe no dia 8 de janeiro de 2023.
“Do dia 8 (de janeiro) até abril, eu me senti órfão, porque a direita estava zangadíssima porque os militares não aderiram o golpe, e a esquerda muito zangada porque achava que os militares tinham criado aquele golpe. Na realidade, nós devemos a eles não ter tido o golpe do dia 8”, disse o ministro em entrevista ao programa “Roda Viva”, da TV Cultura.
Múcio falava sobre o início de seu período a frente da Defesa, que classificou como “péssimo”, embora acredite que a “fase mais complicada já passou”.
A avaliação levou o ministro a, inclusive, sinalizar a Lula o desejo de deixar a pasta ainda no segundo mandato da gestão do petista. Neste ano, Múcio voltou a conversar com o presidente sobre o desejo de deixar a Esplanada, mas foi convencido por um “pedido de amigo”.
“O presidente disse: Olha Múcio, nós estamos numa fase difícil, eu sei das suas pretensões — que é estar mais a disposição da família e dos amigos —, mas eu preciso que você fique (no ministério), porque nós estamos aí com alguns desafios e eu não quero abrir mais um problema.”
Segundo o ministro, o presidente também mencionou o desejo dos comandantes das Forças por sua permanência. “Mandaram pedir, falaram, não sei com quem. Parece que houve a interferência de algum ministro do STF [Supremo Tribunal Federal], foi esse boato que correu, e ele pediu que eu ficasse e pedido de amigo…”, disse.
Em outras oportunidades, o ministro da Defesa já havia destacado o papel dos militares em impedir um possível golpe naquela época.
O presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) disse nesta 5ª feira (6.fev.2025) sobre a necessidade de regulamentar a imprensa digital para que não seja utilizada para fazer “canalhice” e “espalhar mentira todo santo dia”.
“Nós precisamos regular essa chamada imprensa digital. Não é possível que em uma imprensa escrita ou em uma televisão ele é punido. Tem lei para isso. E no digital, não tem. Os caras acham que podem o que quiserem. Provocar, xingar, incentivar a morte, a promiscuidade na vida das pessoas e não tem nada para punir”, afirmou em entrevista às rádios Sociedade e Metrópole, da Bahia.
O chefe do Executivo cobrou providências do Congresso Nacional para avançar o projeto que regulamenta as redes sociais. Segundo ele, se “não avançar”, o STF (Supremo Tribunal Federal) terá que intervir.
“O nosso Congresso Nacional tem responsabilidade com isso e vai ter que regular. Se não for o caso, a Suprema Corte vai ter que regular. Porque é preciso moralizar. Todo mundo tem direito a liberdade de expressão, mas ela não é utilizar os meios digitais para fazer canalhice, para fazer mentira todo santo dia”, disse.
PL DAS FAKE NEWS
O PL das fake news está parado na Câmara desde 2024. O ex-presidente da Casa Baixa Arthur Lira (PP-AL) criou um grupo de trabalho para analisar o PL (projeto de lei) 2.630 de 2020, entretanto, não houve avanços no tema. Congressistas de oposição criticam o projeto.
Em entrevista ao Poder360, o deputado federal Nikolas Ferreira (PL-MG) criticou os presidentes do Senado, Davi Alcolumbre (União Brasil-AP) e da Câmara, Hugo Motta (Republicanos-PB), por terem apoiado o projeto de lei. Ele classifica como “PL da censura”.
No Supremo, há 3 ações em julgamento para novas regras das redes sociais, como a responsabilização por conteúdos publicados nas plataformas. A análise já foi adiada 2 vezes para esperar uma resposta do Congresso, que não foi concretizada.
Lula afirmou que defende a regulação com a participação da sociedade. “Não é possível, porque isso bagunça a economia, bagunça o varejo, bagunça o mercado como um todo. Eu sou daqueles que defende uma regulação com a participação da sociedade. Ninguém quer proibir a liberdade de expressão. Quais mais liberdade, mais responsabilidade”, declarou.
E QUEM É QUE VAI DEFENDER A GENTE DE VC E DA SUA TURMA? SUGIRA POR FAVOR, NA VELHA IMPRENSA VENDIDA E HIPOCRITA, STF? VC É UM CANALHA SEM TAMANHO, VC MESMO JA ADMITIU QUE INVENTA NUMEROS E CONSTROI NARRATIVAS.
Alguém diga a esse idiota que a Lei já existe, caso se sinta prejudicado, mova uma ação por danos morais, injúria, difamação ou assédio.
Simples assim!
Na guerra do Pix, o governo perdeu para 39 milhões de brasileiros que estão no mercado informal de trabalho. Eles movimentam mais de R$ 1,5 trilhão por ano. É a chamada economia subterrânea.
Toda essa gente usava dinheiro em espécie e passou a utilizar o PIX para pagar e receber. Toda essa gente não quer saber de Receita Federal fuçando na movimentação da sua conta bancária para arrecadar mais bufunfa. Já bastam todas as dificuldades que ela tem de enfrentar no dia-a-dia.
Não subestimemos tanto os brasileiros, por favor: não foi boataria ou fake news sobre taxação de operações por Pix que fizeram despencar em um único dia o uso do mais prático e popular meio de pagamento.
O que causou a queda vertiginosa foi o medo de ser chamado lá na frente pela Receita Federal e ser cobrado, eventualmente, por ter movimentado mais de 5 mil reais mensais por meio de Pix. Se conversassem com o povo nas ruas, governo e jornalistas teriam ouvido o verdadeiro motivo.
É justo acusar de sonegação a massa de cidadãos que movimenta a economia subterrânea por ganhar o seu pão sem emprego formal, viver de bicos, da mão para a boca, e ter como última das preocupações pagar imposto a governo que não devolve em serviços decentes o dinheiro que arrecadou?
Antes de ser uma questão fiscal, o monitoramento de pagamentos e recebimentos por Pix é uma questão moral. Os brasileiros pobres, que se remediam com imensas dificuldades, não podem nem merecem ter o bafo de governo no pescoço — e governo gastão, que distribui dinheiro público entre privilegiados.
Vivemos em uma sociedade extremamente injusta, que não cria oportunidades iguais para que as pessoas se desenvolvam nas suas diferenças. Vivemos em um país com elite patrimonialista. Vivemos em um país que, sem a economia subterrânea, produziria outros milhões de esfomeados. Se não é para resolver nada disso, a única coisa decente a ser feita é deixar os brasileiros em paz. Deixem o povo ganhar uma.
Querer tirar dinheiro de quem não tem, terminou nisso. O Pix vai demorar atingir o nível de credibilidade que já alcançou. O governo que tinha pouca credibilidade, perdeu a que tinha.
Essa balela do Pix, já foi esclarecida a intenção era tornar o ladrão em lenda, pois iria fazer o pobre pagar imposto de renda, todo ditador quer centralizar o poder, simples assim. Felizmente foi uma derrota acachapante para a quadrilha ptista e uma vitória para os brasileiros, se prepara pois 2026 está logo ali….
O governo errou, ao não esclarecer da melhor maneira possível do que se tratava a nova medida.
Daí, como já diz o ditado; “A ocasião, faz o ladrão”, a corja da direita fez o que mais sabe, além de falar merda: Bombardeou o assunto com fake news!
Mas já foi tudo esclarecido, não houve vencedor nem vencido nesse episódio, como a banda podre da imprensa teima em mistificar, apenas um mal entendido, uma falha de planejamento na veiculação de uma informação!
Em 2018 o Brasil conheceu de forma sistêmica o fenômeno que ocorrera dois anos antes, em 2016, no Reino Unido e nos Estados Unidos: a disseminação massiva e coordenada de fake news no processo eleitoral. Nosso país passou, naquele ano, por uma quebra de paradigmas que, nos anos seguintes, mostrou ter encontrado aderência social para se instalar e permanecer, causando tantos males à nossa democracia.
Feita a rápida contextualização do problema, chegamos a 2024, e embora o pleito deste ano tenha encerrado há pouco, algo, infelizmente, não cessou com o fim do Segundo Turno: os erros das pesquisas eleitorais para muito além das margens. Essa constatação, que não é novidade, está ancorada em dezenas de exemplos ocorridos ao longo desta quadra eleitoral por todas as partes do Brasil, e em especial no Rio Grande do Norte, Estado no qual moramos e nos orgulhamos, mas os dados a serem discorridos nos entristece e ao mesmo tempo nos fortalece no combate a esse direcionamento criminoso que alguns têm feito e com a mesma intensidade tem de ser reprimido e expurgado do nosso processo eleitoral.
A partir de um projeto desenvolvido em parceria com alguns pesquisadores, de monitoramento das pesquisas registradas desde 1 de janeiro até 20 de outubro, lastreado pelas bases de dados do Tribunal Superior Eleitoral (TSE), produzimos um estudo que reúne vasto acervo de informações que corroboram a premissa de que as pesquisas eleitorais tornaram-se um instrumento de desinformação (fake news) em massa, como modus operandi de partidos e políticos para lograr êxito nas disputas municipais, a saber: crescimento vertiginoso e atípico dos gastos com pesquisas, da quantidade delas, do preço médio, do número de institutos e do perfil dos contratantes, por vezes incompatível com o faturamento destes, dados irrefutáveis que merecem uma investigação muito rigorosa e criteriosa.
O primeiro dado que merece atenção diz respeito ao aumento dos gastos registrados no Brasil, comparando-se 2016 com 2024: foram R$ 71 milhões há 8 anos, e agora romperam a casa dos R$ 171 milhões. Ou seja, as 14,8 mil pesquisas registradas nesta eleição custaram R$ 100 milhões a mais. Isso implica dizer que o valor médio de cada levantamento cresceu de R$ 7,9 mil (2016) para R$ 11,5 mil (2024).
No Rio Grande do Norte, há números que chamam mais atenção sobre vários aspectos. O primeiro deles é o volume de recursos gastos com pesquisas registradas: R$ 5,3 milhões em 2024. Isso equivale a 8 vezes o que foi gasto na eleição de 2016 no estado (R$ 679 mil) – apenas em Natal, as cifras passaram de R$ 1,6 milhão agora, contra R$ 239 mil em 2016, com aumento de quase 7 vezes.
Quanto ao volume de levantamentos registrados, foram 744 neste ano, contra apenas 144 em 2016. Aumento de 600 pesquisas ou 416%. Isso fez com que o Estado ocupasse o 8º entre os 26 estados com mais pesquisas divulgadas, e 3 cidades aparecem entre as 30 do Brasil: Natal (4º, com 101), Parnamirim (23º, com 37) e São Gonçalo (30º, com 32). E Natal teve o crescimento mais vertiginoso, passando de apenas 15 em 2016 para 101 em 2024. Importante enfatizar, que no nosso estudo só consideramos as registradas no TSE. As chamadas “pesquisas internas”, realizadas pelas campanhas dos candidatos, é quase impossível no momento, de elaborar qualquer diagnóstico pela dificuldade na captação dos dados devido o seu caráter restrito aos contratantes/pagantes.
No que diz respeito aos institutos que atuaram no Rio Grande do Norte, o número saltou de 11 em 2016 para 31 neste ano, redundando em crescimento de 181% no comparativo. Na capital potiguar, no mesmo período, passaram de 4 para 19, equivalente a quase 5 vezes mais. A explosão numérica aqui mencionada é assombrosa por si só!
Com a elevada quantidade de institutos oferecendo serviços, criou-se um cenário no país inteiro, refletido de forma acentuada em solo potiguar, que nos parece ter desbordado na mercantilização das pesquisas, haja vista que o total de cidades do Estado que realizaram pesquisas subiu de 63 (2016) para 128 (2024), ou seja, mais do que dobraram.
Casos que ilustram o problema
A utilização de pesquisas como instrumento de desinformação tornou-se tão efetivo e presente nas eleições, que houve casos em que candidatos e partidos sentiram-se à vontade para, não apenas realizarem levantamentos, como fazê-los de forma pública, com registro oficial junto ao TSE, e compondo suas prestações de contas, sem qualquer constrangimento, e é nesta nódoa que para nós reside o problema.
No estado, tivemos candidatos a prefeito Coronel Ezequiel e São Bento do Trairí que contrataram, registraram e divulgaram pesquisas eleitorais ao longo da disputa. Houve também o caso de um partido (PSD) que contratou, registrou e deu publicidade a levantamentos onde seus candidatos concorriam, casos de Apodi, São Bento do Trairí e São Miguel do Gostoso.
Em outras cidades, houve candidatos que contrataram institutos de pesquisa com recursos de campanha, do fundo eleitoral, e esses institutos, mesmo diante do claro conflito ético, permaneceram publicando levantamentos na capital, casos da Consult, Exatus e Datavero, que no 1º turno tiveram suas projeções de véspera errando para além das margens de erro, inclusive na indicação de quais seriam os 2 candidatos a passarem ao 2º turno. Tais institutos obtiveram melhor desempenho no 2º turno, quando havia apenas 2 candidatos e a tendência de oscilação dentro das margens de erro é maior.
Também foi possível verificar situações, no mínimo, curiosas, como o fato de que ao menos 125 pesquisas registradas tiveram os institutos se autodeclarando como contratantes/pagantes dos trabalhos que eles próprios realizaram. É dizer que 1 a cada 5 serviços contratados foi ‘doado’. Inclusive apenas 2 institutos concentram a maioria desses 125 levantamentos. E esses dados ganham contornos mais chamativos quando se verifica que eles consumiram cerca de R$ 1,1 milhão. Ou seja, essas empresas vão na contramão a um princípio básico do capitalismo, a relação entre receitas e despesas, como forma de sobrevivência econômico-financeira.
Outro fato que chama atenção é que blogs, sites e portais foram responsáveis por R$ 2,5 milhões ou quase metade (47%) dos recursos que custearam as pesquisas, indicando uma representatividade desproporcional à fatia que ocupam do mercado publicitário potiguar. Tanto assim, que os veículos da mídia tradicional (TV e rádio) foram responsáveis por menos de 20% dos gastos, denotando também desproporcionalidade, neste caso inversa, da representatividade deles no mercado estadual. Tal fato nos faz se perguntar: o mercado dos blogs é tão virtuoso que permite investimento milionário? A pesquisa eleitoral é um “produto” rentável financeiramente capaz de tamanho gasto por seus proprietários?
Erros dos institutos
Para verificar o desempenho dos institutos é preciso utilizar um parâmetro justo e, no caso da eleição de 2024, no Rio Grande do Norte, o trabalho realizado por esses pesquisadores se valeu do comparativo entre os votos totais nas urnas e as intenções de votos estimuladas apontadas em cada levantamento, dentre aqueles realizados nos últimos 4 dias anteriores à eleição, particularmente do pleito das 6 cidades em que houve mais registros de pesquisas: Natal, Parnamirim, São Gonçalo do Amarante, São José de Mipibu e Apodi.
Ao final do primeiro turno, apenas 1 (TS2, em Mossoró) entre as 28 pesquisas avaliadas aproximou-se do resultado das urnas, dentro das margens de erro. Significa que apenas 3,5% das pesquisas tiveram desempenho certeiro, e no caso de Natal, apenas 1 instituto (AtlasIntel) acertou quais candidatos iriam ao 2º turno. Contraditoriamente, embora o instituto que mais se aproximou do resultado em Mossoró, foi o que trouxe o maior “erro médio” em Natal. Conforme o quadro abaixo, nenhum instituto conseguiu obter desempenho abaixo dos 3,5% de margem de erro:
Já no 2º turno ocorrido em Natal, embora tenham melhorado na precisão, os institutos realizaram 29 levantamentos entre 07/10 e 26/10, 11 dos quais divulgados nos últimos dias, e ainda assim, verificou-se uma oscilação com discrepâncias acentuadas, variando de maioria pró-Natália Bonavides em 1,5% e pró-Paulinho Freire em 20,5%, quando o resultado das urnas trouxe uma diferença de 10,1% em favor do candidato do União Brasil, como detalhado a seguir:
As estimativas capturadas pelos institutos Seta e Qualittá são simbólicos do problema, na medida em que apresentam cenários diametralmente opostos em vencedor e maioria, para muito além do razoável das margens de erro, merecendo, nosso sentir, uma investigação rigorosa como defendida, pois no mínimo é estranho imaginar que uma pesquisa que é científica, por excelência, apresente um disparate muito além das margens de erro, sem que se aponte nenhum fato excepcional justificador. Com a palavra o Ministério Público!
Sociedade unida é o caminho para resolver o problema
Nos parece que o universo das pesquisas eleitorais, ao seguir uma dinâmica quase que exclusivamente entregue à iniciativa privada, no caso do Brasil, criou ambiente propício à formação de um ciclo vicioso que envolve políticos, institutos e blogs/portais, envidados no propósito dos seus respectivos interesses individuais, a despeito do compromisso único e imaculável de expressar o pensamento coletivo em dado recorte temporal.
Dessa constatação, deriva a necessidade de que, de igual modo, a sociedade se mobilize para, a partir também de uma tríade (universidades, judiciários e mídia tradicional), se possa construir uma alternativa que permita entregar à população, quando dos pleitos bienais, pesquisas isentas, íntegras, permeadas da credibilidade e da expertise técnica da academia, conduzindo, nesse campo, ao protagonismo da ciência e não das fake news.
Isto não significa, em momento algum, sugerir o fim dos institutos privados. Ao contrário. Com isso, as empresas cuidariam de um nicho bem maior e afeto aos interesses de seus contraentes, que é o das pesquisas de consumo interno, que para atingirem seus escopos, nunca vai se permitir que a ciência não seja priorizada, já que os resultados servirão realmente para a campanha e eventual governo.
Para completar, sugere-se que ao final de cada eleição, as universidades publicariam um ranking de desempenho dos institutos, de acordo com o erro médio calculado a partir do comparativo entre intenção de votos estimulada e votos totais nas urnas, a servir como balizador da reputação de todos os que participaram do pleito, como uma espécie de agência de checagens como existe no combate às fake news.
Ao contrário de uma pesquisa cientificamente fundamentada por uma universidade respeitada, uma pesquisa eleitoral sem a devida transparência e quem sabe, manipulada e tendenciosa, pode influenciar no resultado de uma eleição e na democracia.
Ao fim e ao cabo, estamos chamando atenção para o problema e dando uma pequena contribuição ao debate público, tentando unir a academia e o judiciário para oferecer alternativas a contornar a gênese da questão, porque se atores sociais como o – TSE, as universidades públicas e a mídia tradicional, sem olvidar os blogs e demais atores da mídia social que não aceitem participar de farsas – não se unirem para implementar iniciativas concretas como as aqui sugeridas, correremos o risco de repetir em 2026 o processo de corrosão e fragilização da democracia de modo ainda mais agudo, institucionalizando-se via “pesquisas fake news” na nossa cara e sem pudor, violando vários atos normativos de uma vez só, inclusive a nova resolução do TSE de combate à desinformação. Feito o alerta!
*José Herval Sampaio Júnior é Juiz de Direito TJ/RN, Doutor em Direito Constitucional pela UFPR e Professor do Curso de Direito da UERN.
Esse magnifico trabalho do Doutor José Herval Sampaio Júnior, deveria se tornar a bussola para que as autoridades brasileiras e os politico se debrucem, em busca não só do aperfeiçoamento mas da moralização dessa ferramenta desagregadora da nossa DEMOCRACIA, usada como uma verdadeira banca de negócios nas campanhas eleitorais. Vale ressaltar que grande parte do seu efeito negativo, foram os mais de 33.000.000 (21,2%) de abstenção em todo o Brasil e 150.000 (26%) em Natal, no Segundo turno
Ontem – quarta-feira, 18 – escrevi uma coluna para O Antagonista cujo título foi: “Declarações irresponsáveis de Lula e Marina beiram a paranoia”. O amigo leitor e a amiga leitora podem acessar aqui. Em resumo, tratei das falácias proferidas por estes dois militantes de esquerda, que jamais despiram-se de suas personagens políticas, ainda que ocupem cargos importantes.
Lula nunca se furtou em mentir, distorcer e enganar os incautos para conquistar eleitores e votos. E Marina Silva, por sua vez, em nome da defesa dos povos da floresta, do meio ambiente e de sua busca pelo Éden, sempre dissertou teses tão verdadeiras quanto Lula ter sido “inocentado” pela Organização das Nações Unidas (ONU) e o Supremo Tribunal Federal (STF).
Dessa vez, ambos, irresponsavelmente, tensionando o cabo da odienta polarização que tem levado a política do país à cenas de violência explícita, como a cadeirada de Datena no crânio de Marçal, atribuíram, cada um a seu modo, as queimadas atuais – totalmente fora de controle – a atos de terrorismo praticados por bolsonaristas e interessados em prejudicar o governo.
A culpa é sempre dos outros
Lula citou a manifestação de 7 de setembro, na Avenida Paulista, em São Paulo, quando, segundo ele, falaram em “Tocar fogo no país”, dando interpretação literal àquilo que sabidamente se trata de mera figura de linguagem. Já Marina citou os atos golpistas mequetrefes de 8 de janeiro de 2023 como comparação ao que chamou de “Terrorismo climático” em curso no Brasil.
Não bastassem o presidente da República e a ministra do Meio Ambiente, agora é Gleisi Hoffmann, presidente nacional do PT, que se junta à grita paranoica e falaciosa ao afirmar: “Eu não sei se é pensado ou organizado [os incêndios], mas como disse a ministra Marina, que nós temos um terrorismo ambiental, nós temos. É preciso investigar isso profundamente”.
Essa senhora relacionou a privatização da Vale, ocorrida no governo FHC, pela tragédia de Brumadinho, em 2019, quando o rompimento de uma barragem matou mais de 200 pessoas. Agora, pega carona nas bravatas da companheirada para, como sempre, espetar a conta no lombo alheio. É o modus operandi petista: não sei de nada, não tenho culpa de nada, cobre dos outros.
O gopi tá aí, cai quem quer. Acredita nesse descondenado quem é tôlo.
Pois que fiquem a vontade.
Eu tô fora, quero é que esse vagabundo se lasque e não eu.
Tô ligado!
Pode deixar comigo.
Mas quem foi mesmo que reduziu o poder do IBAMA e diminuiu inúmeras determinações legais na área ambiental para “passar a boiada” enquanto foi Presidente?
A defesa dos direitos das minorias, em tese, é universal. Todos, sem exceção, devem respeitar mulheres, negros, homossexuais, indígenas e outros tantos grupos, conforme preconizam as cartilhas de direitos humanos e os manuais de bom comportamento. Os ativistas da chamada esquerda “identitária”, aquela que superou a luta de classes e investe na afirmação política de grupos ultraminoritários, são particularmente dedicados a essa defesa, exercendo o papel de vigilantes do discurso alheio para flagrar o que, em sua opinião, fere a sensibilidade desses grupos. Ninguém escapa da fúria censória desses zelotes. Apenas um cidadão brasileiro está livre do “cancelamento”: é o presidente Lula da Silva.
Diga a barbaridade que disser – e como ele diz! –, Lula não será repreendido pelos esquerdistas. Parece ter salvo-conduto para dar declarações machistas, homofóbicas e capacitistas à vontade. A última do demiurgo petista foi num evento no Palácio do Planalto, em que ele, a propósito de uma pesquisa segundo a qual a agressão doméstica a mulheres aumenta em dias de jogos de futebol, declarou que, “se o cara (que agride mulher) é corintiano, tudo bem”. Mal se ouviram críticas de petistas a essa blague lamentável; as escassas reprimendas vieram na forma de sussurro obsequioso. Afinal, Lula é uma ideia.
As grosserias de Lula são tratadas por seus devotos como “gafes” ou “deslizes”. Desrespeitou a própria mulher, Janja, ao dizer que ela poderia atestar o vigor sexual que comprovaria sua disposição para seguir na política apesar da idade. Afirmou, ao anunciar medidas de socorro ao Rio Grande do Sul, que uma máquina de lavar roupa é “muito importante” para as mulheres. A uma beneficiária do Minha Casa Minha Vida que aos 27 anos tem cinco filhos, Lula perguntou: “Quando é que vai fechar a porteira?”. Numa cerimônia dedicada a pessoas com deficiência, o presidente disse que Janja o instruiu a escolher bem as palavras porque “essa gente tem a sensibilidade aguçada”. Noutra ocasião, declarou que “afrodescendente gosta de um batuque de um tambor”. E tudo isso apenas neste ano.
Nada disso é trivial ou desimportante. Lula é presidente da República e, como tal, representando o Estado brasileiro, deve servir de exemplo de compostura e respeito. Ainda estão frescas na memória as inúmeras declarações ultrajantes de Jair Bolsonaro, na condição de presidente, a respeito de diversas minorias, e isso mereceu justa condenação. Recorde-se ainda a enorme proporção que teve o movimento “Ele Não”, liderado por mulheres, para protestar contra a candidatura presidencial de Bolsonaro, em 2018, em razão de suas seguidas ofensas.
Não se trata, aqui, de avaliar o grau de desfaçatez de um e de outro, como se Lula e Bolsonaro estivessem a disputar um certame de cafajestagem. Ambos merecem a mesma admoestação por parte de todos os que prezam a civilidade, mas sobretudo daqueles que fazem da defesa das minorias a causa de suas vidas. Ou então a causa não vale nada.
➡️Dinamarca terá governo de esquerda liderado por social-democrata após anos de austeridade.💩💩💩 CONVERSINHA DA MÍDIA
🐂🐂🐂Pum de vaca faz governo da Dinamarca propor taxa de R$ 500 por animal
Novo imposto, que passa a valer a partir de 2030, visa reduzir emissões de gases de efeito estufa na atmosfera e, ao mesmo tempo, apoiar a transição verde do país.
👆👆 O RESULTADO.👹🐂👺 HIPOCRISIA E MENTIRA DA ESQUERDA NÃO ACONTECE SÓ NO BRASIL, COM AJUDA DA MÍDIA, É CLARO!
NÃO SÓ UM ERRO LULA TER VOLTADO [UM DESASTRE, RETROCESSO 4 POR 10 ANOS] JÁ VEMOS A MUITO TEMPO O CAOS NA ECONOMIA E O POVO POBRE MAIS POBRE SEM PODER DE COMPRAS!!
➡️Ainda estão frescas na memória as inúmeras declarações ultrajantes de Jair Bolsonaro. CITA AÍ, CANALHAS! ESSA PORCARIA NÃO SABE FALAR DO LULA SEM QUERER IGUALAR BOLSONARO A ELE. QUERO VER ELE POSTAR QUALQUER MATÉRIA SOBRE O LULA E ESQUECER BOLSONARO. É IMPRESSIONANTE.
Apenas mais um esquerdista doente, isso faz mal a sociedade civilizada, fique calmo desorientado seu tempo chega.
O comportamento de Janja eu entendo, tu recebe o bolsa família? Eu não creio em homem que puxa saco, é muito feio cara.
Salomé, que não sei se é homen ou mulher, eu não sou esquerdista. Se a matéria é falando do lula, como você não entendeu o que eu quis mostrar? Vou desenhar: O estadão não sabe criticar apenas o Lula. É igual ao cangaCiro, pra afirmar que Lula é corrupto, tem que acusar Bolsonaro de caloteiro.
Foto: Jabin Botsford/The Washington Post via Getty Images
O atentado a tiros na Pensilvânia contra Donald Trump, que escapou por milagre apenas com uma perfuração na orelha direita, terá impacto capaz de decidir a eleição presidencial como o atentado a faca contra Jair Bolsonaro, em 2018?
Muito cedo para dizer. Mas é indubitável que, ao escapar do atentado de cabeça erguida, ensanguentado, erguendo o punho em sinal de desafio e conclamando os seus apoiadores a lutar, Donald Trump protagonizou uma cena que cria um contraste e tanto com o andar trôpego e as performances claudicantes de Joe Biden — que, por causa da decadência física e mental, encontra resistências dentro do próprio partido.
Além de projetar uma imagem de força, Donald Trump terá no atentado mais uma forma de explorar a ideia de que enfrenta um establishment político inescrupuloso, disposto a tudo para tirá-lo do páreo.
Não bastassem as dezenas de indiciamentos e da recente condenação em Nova York para matá-lo politicamente, agora também querem exterminá-lo fisicamente, dirá Donald Trump, reforçando ainda mais a crença entre os seus seguidores de que o seu líder é um representante da América profunda, com os valores tradicionais que a levaram a ser a nação mais poderosa da Terra, contra a América das elites, que subvertem esses valores no altar dos seus próprios interesses.
Os Estados Unidos estão de tal forma polarizados que a margem para que um dos candidatos avance sobre o terreno do outro é praticamente nula. Entre os poucos indecisos ou com convicções menos cristalizadas, porém, o atentado certamente tende a causar simpatia a Donald Trump, especialmente no contraste com a fragilidade de Joe Biden, o que pode fazer diferença na contagem final. Há outro ponto: na batalha de imagens, o atentado tende a neutralizar a invasão do Capitólio. A violência política agora é de ambos os lados.
Há outras observações a fazer sobre o acontecimento de ontem. A imprensa, em geral, comportou-se como os partidários de Donald Trump a consideram: uma adversária política.
Desde o primeiro momento, estava claro que ele havia sofrido um atentado. As câmeras deTV não deixavam margem de dúvida. Havia o pipocar de tiros, Donald Trump havia sido atingido e procurou se proteger, os agentes do serviço secreto o cercaram, as pessoas se abaixaram para evitar serem atingidas, o sangue jorrava da orelha do candidato. Mas os jornais e emissoras demoraram a chamar a coisa pelo nome. Fui editor durante quase 40 anos e posso afirmar que não se tratou de prudência jornalística coisa nenhuma. Ninguém precisa de aval oficial para confirmar o que está diante dos olhos.
A conclusão é que a imprensa não queria acreditar que foi um atentado — ou não queria admitir, embora a ideologia da maioria dos jornais seja mesmo, na primeira camada, um sistema de crenças, o que está longe de tornar tudo menos vergonhoso. Como um vilão como Donald Trump poderia ser vítima? Como os democratas de esquerda, que são o bem absoluto, podem fazer o mal absoluto reservado aos antidemocráticos de direita?
(O cinismo ficou reservado a estes tristes trópicos. Aquele ser execrável, André Janones, notório divulgador de notícias falsas, que escapou da degola na Câmara dos Deputados graças ao ético Guilherme Boulos, foi ao X para dizer que “pelo menos dessa vez lembraram de providenciar o ‘sangue’”, uma referência ao atentado contra Jair Bolsonaro, que parte dos petistas e dos seus acólitos, como André Janones, afirmam ter sido armação, sem enrubescer de vergonha porque simplesmente não a têm.)
As investigações sobre o atentado estão em andamento. Está evidente que o serviço secreto americano, encarregado de proteger o ex-presidente, falhou miseravelmente. O atirados subiu livremente em um telhado próximo ao comício que estava estranhamente desguarnecido. Conseguiu dar vários tiros, atingindo o ex-presidente, matando um partidário de Donald Trump e ferindo gravemente outros dois, antes de ser morto por um sniper que estava protegendo o ex-presidente de outro telhado.
Uma das pessoas presentes ao comício disse à BBC que chegou a avisar encarregados de fazer a segurança de Donald Trump de que havia visto o autor do atentado se posicionando, mas que ninguém fez nada.
O assassino, um rapaz local de 20 anos, foi identificado e agora tentam saber tudo a seu respeito. Quando um americano se registra como eleitor, ele tem de colocar na ficha, para fins estatísticos, se é democrata ou republicano. O rapaz se registrou como republicano, e isso poderá ser usado pelos democratas para tentar conter as acusações dos adversários de que a contínua desumanização de Donald Trump entre as hostes do partido está na origem do atentado. Mas é duvidoso que tenha efeito: registrar-se como democrata ou republicano não significa que o cidadão pertence a uma ou a outra agremiação ou que vota necessariamente no partido pela qual manifestou preferência.
Com os tiros contra Donald Trump, já são dezesseis o número de vezes que um presidente dos Estado Unidos ou candidato à Casa Branca sofreu um atentado. A democracia americana sobreviveu a todos. É inabalável.
A disputa eleitoral no Rio Grande do Norte começa, de fato, no dia 15 de julho. Estreia, exclusivamente, no canal do Youtube da 96 FM (www.youtube.com/96fmnatalrn), o programa Eleições em Debate, com apresentação de Bruno Giovanni e Enio Sinedino, com foco na disputa eleitoral em todo o Estado.
O programa vai ar das 20h as 21h, todas segundas e terças-feira, ao vivo e “sem edição”. “É só sobre política. Notícias, política, avaliação. Vamos ter entrevistas e participações especiais”, destaca Bruno Giovanni.
O Eleições em Debate também vai estar em destaque no Portal 96 e no Blog do BG, além de ser distribuído via Whatsapp para quase 50 mil contatos. “A 96 é protagonista nas eleições e, em 2024, não será diferente, com o foco nas disputas municipais e estadual”, ressalta Enio Sinedino.
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