Cultura

Confira opções de lazer em Natal com fim de semana de shows e espetáculos para toda família

Foto: Divulgação/Secult

As férias escolares de julho estão a todo vapor em Natal. E as opções de lazer e diversão são variadas para o fim de semana graças ao incentivo da Prefeitura do Natal, através da Lei Djalma Maranhão. Dança, humor, música, apresentações para a criançada e shows estão na programação a partir deste sábado (08).

O Programa Djalma Maranhão de Incentivo à Cultura é hoje o principal mecanismo de produção cultural em Natal. Graças à renúncia anual de impostos municipais (ISS e IPTU), a cadeia produtiva da cultura em Natal produz os mais destacados projetos nas mais variadas áreas.

Confira a Agenda Cultural:

SÁBADO (08 DE JULHO)

ESPAÇO JESIEL FIGUEIREDO “BATALHA DO VINHO”
No Espaço Cultural Jesiel Figueiredo (Gramoré), a partir das 20h, tem mais edição da “Batalha do Vinho”. Trata-se de um duelo entre Mcs e Djs que reúne diversas tribos de artes urbanas na Zona Norte de Natal. Desde o hip hop, rap, passando pela sonoridade regional, grafitti e skate.
INÍCIO: 19h.
ENTRADA FRANCA

PARQUE DAS DUNAS- DANÇANDO NAS DUNAS
A atração do Dançando nas Dunas de sábado (08) será com a Cia. de Dança do Teatro Alberto Maranhão – CDTAM, homenageando o Rei do Baião, Luiz Gonzaga, com o espetáculo Gonzagando. A direção artística de Wanie Rose e as coreografias de Juarez Moniz e Gustavo Santos fazem uma fusão entre danças contemporâneas e populares que serão executadas.
INÍCIO: 16h30.
ENTRADA FRANCA

DOMINGO (09 DE JULHO)

PARQUE DAS DUNAS- BOSQUE ENCENA
O Bosque Encena de domingo (09), terá os divertidos palhaços Bisteca e Bochechinha, apresentando o espetáculo “A Alegria Chegou!”. Os palhaços reúnem música, dança, teatro, circo e muito humor usando uma linguagem saudável onde desperta a criatividade das crianças, além de contarem com as participações especiais do boneco Floquinho e o mágico Bisteskovski!
INÍCIO: 10h.
ENTRADA FRANCA

PARQUE DAS DUNAS – SOM DA MATA
O Som da Mata apresenta a lenda da música potiguar Jubileu Filho com seu Quarteto. O show acontece no Anfiteatro Pau-brasil, no Parque das Dunas, a partir das 16h30, com entrada franca. Jubileu é multi-instrumentista: guitarrista, violinista, baixista, trompetista, compositor, cantor e arranjador e trabalha no projeto do Quarteto formado com Darlan Marley (bateria), Erick Firmino (contrabaixo) e Cacá Veloso (guitarra e violão).
INÍCIO: 16h30.
ENTRADA FRANCA

ARENA DAS DUNAS– MERCADO DAS PULGAS
O Mercado das Pulgas está de volta ao pátio da Arena das Dunas neste domingo (9). Para a criançada tem a “Cia Era Uma Vez”, apresentando o espetáculo “Especial de São João” . O espetáculo reúne música, quadrilha improvisada e a escolha do rei e da rainha do milho. Às 19h tem show da banda Rojão. O grupo recria clássicos dos ritmos nordestinos, dando uma nova roupagem através de arranjos e suingues que não deixam ninguém parado. Feiras de antiguidades, artesanatos, exposição de carros, brechós, bazar, sebos, praça de alimentação, parque, espaço para os pets e práticas esportivas, como skate, patins e bicicleta.
INÍCIO: 15h.
ENTRADA FRANCA.

Opinião dos leitores

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Geral

VÍDEO: Lula critica “pirotecnia nas redes” após chuvas em MG e aliados veem recado a Nikolas

Vídeo: Reprodução/YouTube

O presidente Luiz Inácio Lula da Silva afirmou neste sábado (28), em Juiz de Fora, que vai “desmascarar” políticos que estariam “brincando” de fazer política nas redes sociais. Sem citar nomes, criticou o que chamou de “pirotecnia através do celular” e disse que gravar vídeos e fazer memes não resolve os problemas da população.

A declaração foi dada após visita às áreas da Zona da Mata mineira atingidas por fortes chuvas. Lula sobrevoou regiões afetadas e caminhou ao lado de prefeitos locais, defendendo que o momento exige responsabilidade e ação concreta, não disputa por engajamento digital.

Nos bastidores, aliados interpretaram a fala como uma indireta ao deputado Nikolas Ferreira, que tem publicado vídeos nas cidades atingidas. O parlamentar é um dos nomes mais influentes da oposição nas redes sociais.

Lula afirmou que o governo federal prestará apoio sem critérios partidários e que pretende repetir em Minas o modelo de socorro adotado no Rio Grande do Sul em 2024. Segundo ele, a prioridade agora é o levantamento dos danos e a reconstrução das cidades afetadas.

Com informações do Poder360

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Mundo

VÍDEO: Judeus e persas celebram juntos queda de Khamenei em bairro judaico de Londres

 

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Vídeo: Reprodução/Instagram

A confirmação da morte do líder supremo do Irã, Ali Khamenei, provocou reações imediatas em diferentes partes do mundo — e uma das cenas mais simbólicas foi registrada em Golders Green, tradicional bairro judeu de Londres.

Na noite de 28 de fevereiro de 2026, judeus e iranianos que se identificam como persas ocuparam as ruas da região para celebrar juntos a notícia. Vídeos que circulam nas redes mostram abraços, danças e bandeiras de Israel tremulando ao lado da antiga bandeira iraniana pré-Revolução Islâmica de 1979 — símbolo associado ao período anterior ao regime teocrático.

Os manifestantes entoavam palavras de ordem contra o regime iraniano e faziam referências à histórica convivência entre povos persas e judeus, destacando laços culturais que remontam a milênios. Muitos celebravam o que consideram o fim de uma era marcada por repressão política e restrições às liberdades individuais no Irã.

A morte de Khamenei ocorreu após uma ofensiva militar atribuída a uma ação conjunta entre Israel e Estados Unidos, segundo anúncios oficiais. A notícia gerou diferentes reações globais — de tensão diplomática a manifestações públicas como a vista em Londres.

Para integrantes da diáspora iraniana, especialmente opositores do regime, a cena foi tratada como um momento histórico. Já líderes comunitários pediram cautela diante da instabilidade que pode se seguir no Oriente Médio. Ainda assim, as imagens de Golders Green simbolizaram, para muitos, uma rara demonstração pública de união entre comunidades historicamente ligadas, mas separadas por décadas de conflitos políticos.

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Política

Da prisão, Bolsonaro sai em defesa de Michelle e critica ataques “da própria direita”

Foto: Isac Nóbrega/PR

Em carta escrita à mão na prisão e enviada à coluna do jornalista Paulo Cappelli, do portal Metrópoles, o ex-presidente Jair Bolsonaro fez um apelo público por união no campo conservador. No texto, ele saiu em defesa da ex-primeira-dama Michelle Bolsonaro e lamentou críticas direcionadas a aliados que, segundo ele, partem de setores da própria direita.

Sem citar nomes diretamente, Bolsonaro afirmou que tem acompanhado manifestações contra Michelle e outros integrantes do grupo político. “Lamento as críticas da própria direita dirigidas a alguns colegas e à minha esposa”, escreveu, ao reforçar valores que costuma destacar, como “Deus, pátria, família e liberdade”.

Nos bastidores, as declarações ocorrem em meio a tensões envolvendo lideranças do Partido Liberal (PL). Recentemente, Eduardo Bolsonaro fez críticas públicas a Michelle e ao deputado Nikolas Ferreira, alegando falta de empenho em torno de uma eventual candidatura presidencial de Flávio Bolsonaro. Também houve troca de declarações entre Michelle e o comunicador Allan dos Santos, que insinuou apoio dela a uma possível candidatura de Tarcísio de Freitas ao Planalto.

Na carta, Bolsonaro afirmou ainda ter pedido que Michelle adie qualquer envolvimento mais direto em articulações eleitorais até depois de março de 2026. Segundo ele, a prioridade da ex-primeira-dama tem sido a família, especialmente os cuidados com a filha Laura, que passou por cirurgia recentemente, além da própria assistência ao ex-presidente.

Encerrando a mensagem, Bolsonaro defendeu que disputas majoritárias e alianças para o Senado sejam construídas “pelo diálogo e convencimento”, e não por “pressões ou ataques entre aliados”. O ex-presidente concluiu com um apelo à união do grupo político, afirmando que o futuro do país dependeria da coesão entre os conservadores.

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Mundo

Em apenas dois meses de 2026, Trump prendeu Maduro, eliminou líder de cartel no México e ditador iraniano

Foto: Reprodução

O início de 2026 tem sido marcado por uma série de operações ousadas e de grande repercussão internacional atribuídas ao governo dos Estados Unidos sob o comando do presidente Donald Trump. Em um período de cerca de dois meses, autoridades americanas participaram diretamente de três eventos que mexeram com a geopolítica global.

No começo de janeiro, forças americanas executaram uma operação militar na Venezuela que resultou na captura do presidente Nicolás Maduro e de sua esposa. A ação, batizada de “Absolute Resolve” e apoiada por meses de planejamento, foi descrita pelas autoridades como uma operação conjunta entre unidades de elite dos EUA para deter o líder venezuelano e retirá-lo do país.

Em fevereiro, uma operação militar no México — conduzida pelas forças do país com apoio de inteligência americana — terminou com a morte de Nemesio Oseguera Cervantes, conhecido como “El Mencho”, chefe do poderoso Cartel Jalisco Nueva Generación. Considerado um dos narcotraficantes mais influentes do México, sua eliminação marcou um golpe significativo nos grupos de crime organizado, mas também desencadeou episódios de violência e retaliações em solo mexicano.

No fim de fevereiro, Trump anunciou que o líder supremo do Irã, Ali Khamenei, foi morto durante uma ofensiva militar conjunta com Israel contra alvos estratégicos no Irã. A ação envolveu ataques coordenados que, segundo autoridades americanas, miravam reduzir as capacidades do regime iraniano e pressionar por mudanças, incluindo o debate sobre o programa nuclear. A confirmação da morte do líder foi feita pelo próprio Trump em redes sociais e por governos aliados, e posteriormente divulgada por veículos internacionais após a confirmação de fontes estatais iranianas.

Esses eventos, em rápida sequência, ilustram uma postura altamente assertiva da administração americana em relação a líderes e grupos que Washington classifica como ameaças diretas à segurança internacional ou à estabilidade regional. Especialistas ouvidos por agências de notícias destacam que os desdobramentos podem gerar impactos duradouros, tanto em termos de relações diplomáticas quanto de equilíbrio geopolítico global.

Embora cada operação tenha gerado reações variadas no cenário internacional — com aliados celebrando ou criticando as ações e regimes atingidos denunciando intervenções unilateralistas — a série de eventos coloca os Estados Unidos no centro de um novo capítulo de tensões e redefinições estratégicas no início de 2026.

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Mundo

VÍDEO: População celebra morte de Ali Khamenei após confirmação do governo iraniano

 

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Vídeo: Reprodução/@folhadespaulo

A morte do Ali Khamenei, líder supremo do Irã, seguida pela confirmação oficial da mídia estatal iraniana, desencadeou imagens contundentes de comemoração entre grupos da população. Khamenei foi morto em uma operação militar comandada por forças dos Estados Unidos, o que faz dele o primeiro chefe de Estado no poder a ser assassinado diretamente por uma ação americana na história moderna.

Logo após a confirmação do falecimento — que veio depois de horas de silêncio e negativas por parte das autoridades iranianas — cenas de celebração começaram a circular. Milhares de pessoas foram registradas nas ruas exibindo reações de alívio e festa, expressando um sentimento de vitória contra o regime que esteve no poder por décadas.

A operação que vitimou Khamenei também matou uma de suas duas filhas, além de um neto, um genro e uma nora. A morte de membros próximos da família real teocrática do Irã intensificou a reação popular em diversos pontos, onde manifestantes exultaram diante da notícia, inclusive citando esperança de mudanças políticas profundas no país.

As imagens mostram pessoas abraçando estranhos, acendendo fogos e celebrando de forma espontânea em praças e avenidas — cenas raramente vistas em um país onde expressões públicas de alegria por acontecimentos políticos são muitas vezes reprimidas com rigor. A resposta contrasta fortemente com as tradições de respeito ao líder supremo que marcaram a República Islâmica.

Especialistas em política do Oriente Médio afirmam que a reação popular pode ser um reflexo de anos de tensões internas, agravadas pelas crises econômica, social e diplomática enfrentadas pelo Irã nos últimos anos. A morte de Khamenei, assim, representa não apenas um marco militar externo, mas também um potencial ponto de inflexão para a sociedade iraniana, cuja reação fervorosa repercute tanto dentro quanto fora das fronteiras do país.

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Geral

LUTO: Morre Henrique Sodré, empresário e proprietário da A Chelita, aos 55 anos

Foto: Reprodução

Faleceu neste sábado (28), aos 55 anos, o empresário Henrique Sodré, proprietário da A Chelita. Ele enfrentava um câncer há meses e vinha em estado complicado de saúde. A notícia gerou comoção entre familiares, amigos e pessoas que acompanharam sua trajetória no meio empresarial.

Henrique construiu uma história marcada por dedicação ao trabalho, espírito empreendedor e perseverança. Reconhecido pela postura firme e pelo compromisso com seus projetos, deixou sua marca no setor em que atuava e no convívio com colaboradores e parceiros.

Além da atuação profissional, era conhecido pelo forte vínculo com a família. Henrique e seus irmãos cultivaram, ao longo dos anos, amizades sólidas, construindo laços que ultrapassaram o ambiente de negócios.

A partida precoce deixa uma lacuna entre aqueles que conviveram com ele de perto.

Do Blog do BG aos familiares e amigos, ficam as condolências e a solidariedade neste momento de dor.

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Geral

Jussara Sales apresenta balanço da gestão e anuncia novos investimentos na abertura do ano legislativo em Extremoz

A prefeita Jussara Sales realizou a leitura da Mensagem Anual à Câmara Municipal de Extremoz, marcando a abertura oficial dos trabalhos legislativos de 2026. O pronunciamento teve caráter de prestação de contas e anúncio de novos investimentos para o município.

Durante a fala, a gestora destacou que Extremoz vive um novo ciclo de crescimento, com avanços concretos em áreas estratégicas como educação, infraestrutura, saúde, habitação, assistência social, cultura, turismo e geração de emprego.

Na educação, Jussara ressaltou que o município passa pela maior expansão estrutural da sua história, com ampliações e construções de escolas e creches, além da ampliação do transporte escolar. A prefeita também confirmou que o novo piso do magistério já está em tramitação na Câmara e será pago integralmente. Segundo dados oficiais, Extremoz ocupa a 6ª colocação no RN em investimento na educação fundamental.

Na infraestrutura, a prefeita destacou pavimentações já entregues em bairros e comunidades, além de novas obras em andamento e recursos garantidos para 2026. Estão assegurados R$ 9 milhões para novas pavimentações em diversas localidades do município. Também foram anunciados projetos como o Parque da Cidade, novo pórtico de entrada, novo mercado público e reforço da infraestrutura agrícola.

Na saúde, a gestão segue com reformas e construção de Unidades Básicas de Saúde, além de investimentos para modernização do Hospital Municipal Café Filho. Extremoz ocupa atualmente a 5ª posição no Rio Grande do Norte em investimento em saúde.

A prefeita também destacou ações na área social, como programas de aluguel social e a construção de 144 unidades habitacionais pelo Minha Casa Minha Vida, além do fortalecimento do calendário cultural e turístico. Em 2025, Extremoz ficou entre os cinco municípios que mais geraram empregos no estado.

Ao encerrar a mensagem, Jussara Sales afirmou que a reeleição representa a continuidade de um projeto de gestão comprometido com o desenvolvimento da cidade e destacou que 2026 será o ano da consolidação desse novo tempo em Extremoz.

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Geral

Nota do governo brasileiro mostra que Lula escolheu apoiar o Irã, diz Flávio Bolsonaro

Foto: Ricardo Stuckert/PR e Evaristo Sa/AFP

O senador Flávio Bolsonaro criticou neste sábado (28) a nota do governo Luiz Inácio Lula da Silva sobre o ataque dos Estados Unidos ao Irã. Segundo ele, o Brasil optou por um alinhamento “moralmente errado” ao condenar a ofensiva e, na avaliação do senador, apoiar um regime que reprime sua população, especialmente as mulheres.

O senador afirmou que o Irã financia grupos terroristas, ameaça Israel e mantém um programa nuclear com fins militares. Também prestou solidariedade aos Emirados Árabes Unidos e ao Bahrein, citando relações estratégicas com o Brasil.

Em nota, o Itamaraty condenou os ataques de EUA e Israel ao Irã e defendeu contenção e solução diplomática para evitar a escalada do conflito.

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Geral

“Oportunidade de diplomacia foi perdida”, diz chefe da ONU ao condenar ataques ao Irã e pedir retomada de negociações

Foto: REUTERS/Eduardo Munoz

O secretário-geral das Nações Unidas, António Guterres, condenou os ataques dos Estados Unidos e Israel ao Irã e a retaliação do país persa, e lamentou que a “oportunidade de diplomacia foi perdida”.

Durante a reunião emergencial do Conselho de Segurança da ONU (Organização das Nações Unidas), Guterres fez um apelo para que as negociações entre as partes sejam retomadas.

“Os ataques dos Estados Unidos e Israel seguem conversas indiretas entre Israel e Irã. Houve preparação para conversas técnicas que iriam acontecer na próxima semana. Eu sinto muito que essa oportunidade de diplomacia foi perdida”, afirmou.

“Estou pedindo a desescalação e parada imediata dos ataques. Esses ataques têm grandes consequências para civis e regiões impactadas. Peço que retornem imediatamente à mesa de negociação por conta do programa nuclear”, pontuou.

Os EUA vinham negociando um acordo com o Irã para que este deixasse de desenvolver seu programa nuclear. As tratativas frustraram vontades norte-americanas, uma vez que o regime iraniano buscou manter minimamente seu trabalho com energia atômica.

Para Guterres, os ataques de ambas as partes violam o direito internacional e colocam o mundo em risco.

“Estamos testemunhando uma grande ameaça à segurança e paz internacional. A ação militar traz o risco de gerar uma reação em cadeia que ninguém pode controlar na região mais volátil do mundo “, afirmou Guterres.

“A paz duradoura só pode ser atingida por meios pacífico, como diálogo e negociação.”

CNN Brasil

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Geral

Ataque de EUA e Israel ao Irã foi um ‘sucesso’ e muitos líderes estão mortos, diz Trump

Foto: reprodução/X/Casa Branca

O presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, afirmou que a ação militar no Irã neste sábado, 28, foi um sucesso. “Infligimos danos tremendos. Levaria anos para eles reconstruírem”, disse em entrevista concedida ao canal NBC News.

Na mesma ocasião, Trump afirmou que uma grande quantidade de líderes foi morta nos ataques deste sábado: “As pessoas que tomam todas as decisões, a maioria delas se foi”. Além disso, diante de relatos sobre a morte do líder supremo do Irã, Ali Khamenei, ele afirmou acreditar “que essa é uma história correta”.

A imprensa internacional relata que fontes confirmaram a morte do líder supremo do Irã, Aiatolá Ali Khamenei.

Mais cedo, o primeiro-ministro de Israel, Benjamin Netanyahu, afirmou que as forças militares do país destruíram o complexo de Khamenei.

Estadão Conteúdo

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