Foram divulgados os dados mais recentes sobre o coronavírus no Brasil nesta terça-feira (12), de acordo com o Conselho Nacional de Secretários de Saúde (Conass):
– O país registrou 344 óbitos nas últimas 24h, totalizando 674.102 mortes;
– Foram 64.048 novos casos de coronavírus registrados, no total 33.004.555;
A média móvel de óbitos nos últimos sete dias é de 239. A a média móvel de novos casos é de 56.292.
O ministério da Saúde calcula que mais de 31,3 milhões de pessoas já se recuperaram da Covid.
O ministro Dias Toffoli determinou à PF (Polícia Federal) que envie ao STF (Supremo Tribunal Federal) todos os dados de celulares e demais provas apreendidas nas operações do caso do Banco Master.
A ordem é para que a polícia envie “elementos de prova já documentados, mas que ainda não estão encartados neste inquérito” e laudos periciais do que foi apreendido.
A decisão está sob sigilo e ocorre no mesmo dia em que o ministro admite que era sócio de um resort que foi vendido para um fundo ligado ao Banco Master.
A decisão do ministro foi interpretada nos bastidores como um recado de que pretende se manter na relatoria do caso, apesar de a Polícia Federal ter enviado ao Supremo as provas que surgiram contra o ministro no decorrer das investigações.
Conforme mostrou a CNN com exclusividade, as mensagens analisadas no celular do empresário contêm uma “tempestade” de menções a políticos desde 2022, comparável à delação de executivos da Odebrecht no auge da Lava Jato.
Toffoli teve o nome revelado como um dos mencionados nas mensagens de Vorcaro. No entanto, as investigações da PF apontam conexões do banqueiro com outros integrantes dos Três Poderes.
As mensagens periciadas mostram menções de Vorcaro a pagamentos direcionados ao ministro Dias Toffoli, relator do caso.
A PF investiga se a transferência de recursos a Toffoli partiu da empresa que foi sócia de um fundo ligado ao Banco Master no Tayayá Resort, frequentado pelo ministro e que pertenceu aos irmãos dele.
A polêmica envolvendo a homenagem ao presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) pela Acadêmicos de Niterói, no Carnaval do Rio, não é inédita. Um episódio semelhante ocorreu há 20 anos, em São Paulo — com os papéis políticos invertidos.
Em 2006, Lula disputava a reeleição enquanto José Serra (prefeito da capital) e Geraldo Alckmin (governador) surgiam como pré-candidatos do PSDB à Presidência. Naquele contexto, a escola Leandro de Itaquera, então no Grupo Especial paulista, levou ao Sambódromo do Anhembi um carro alegórico com bonecos de Serra e Alckmin, além de um tucano, símbolo do partido.
A escola era comandada — como ainda é — por Leandro Alves Martins, filiado ao PSDB e candidato a vereador em 2004. O enredo destacava as obras de rebaixamento da calha do rio Tietê, bandeira do governo tucano, apresentadas como parte de um desfile sobre festas populares ligadas às águas. A escola alegou liberdade artística para justificar a homenagem.
No último carro, além dos dois tucanos, apareciam referências à parada gay, ao Carnaval paulistano e um busto do ex-governador Mário Covas.
PT pediu CPI e tentou vetar carro alegórico
Assim como ocorre agora no Rio, o desfile de 2006 contou com dinheiro público. A prefeitura de São Paulo repassou cerca de R$ 300 mil a cada escola, incluindo a Leandro. O PT reagiu e acionou a Justiça alegando promoção pessoal de políticos com recursos públicos.
O pedido foi negado pela juíza Márcia Cardoso, que destacou que o valor recebido pela escola era o mesmo destinado às demais agremiações. O carro alegórico desfilou normalmente. Depois, a bancada petista tentou instaurar uma CPI para investigar um patrocínio da Nossa Caixa à liga das escolas, mas a iniciativa não avançou.
No desfecho eleitoral, Lula foi reeleito presidente, Alckmin perdeu a disputa presidencial e Serra se elegeu governador de São Paulo. Duas décadas depois, o embate retorna à avenida — agora com Lula como homenageado e a contestação partindo do campo oposto do espectro político.
O gabinete do ministro do Supremo Tribunal Federal (STF) Dias Toffoli divulgou nesta quinta-feira (12) uma nota pública em que esclarece sua participação societária na empresa Maridt e nega ter qualquer relação pessoal ou financeira com Daniel Vorcaro, dono do Banco Master, alvo de investigações da Polícia Federal.
O ministro, que é relator da investigação sobre o Master no STF, admitiu que integra o quadro societário da Maridt, mas que a administração da empresa é feita por parentes.
A nota afirma ainda que essa condição é permitida pela Lei Orgânica da Magistratura (Loman), que veda apenas que magistrados exerçam atos de gestão.
De acordo com o texto, a Maridt é uma empresa familiar organizada como sociedade anônima de capital fechado, registrada na Junta Comercial e com declarações regularmente apresentadas à Receita Federal.
Segundo o gabinete, todas as declarações da empresa e de seus acionistas “sempre foram devidamente aprovadas”.
Relação com resort
A nota informa que a Maridt integrou o grupo Tayayá Ribeirão Claro, responsável pelo resort Tayayá, no Paraná, até 21 de fevereiro de 2025, quando foi concluída sua saída por meio de duas operações sucessivas:
venda de cotas ao Fundo Arleen, em 27 de setembro de 2021 — fundo controlado pela Reag, administradora de investimentos ligada ao Banco Master, que foi alvo de operação da PF em agosto do ano passado;
alienação do saldo remanescente à PHB Holding, em 21 de fevereiro de 2025 — isto é, venda do restante das cotas que ainda possuía.
Ainda segundo o gabinete, todas as operações foram declaradas à Receita Federal e ocorreram “dentro de valor de mercado”. Esses valores, contudo, não foram divulgados.
Segundo interlocutores, Toffoli recebeu dividendos da Maridt enquanto a empresa ainda integrava o grupo responsável pelo resort Tayayá.
De acordo com a Lei Orgânica da Magistratura (Loman), no artigo 36 da Lei Complementar 35/1979, o magistrado pode integrar o quadro societário de empresas e dela receber dividendos, sendo-lhe apenas vedado praticar atos de gestão na qualidade de administrador.
O gabinete afirma que a ação relativa à tentativa de compra do Banco Master pelo Banco de Brasília (BRB) foi distribuída ao ministro em 28 de novembro de 2025, “quando há muito a Maridt não fazia mais parte do grupo Tayaya Ribeirão Claro”.
O ministro também nega conhecer o gestor do Fundo Arleen e rejeita qualquer relação pessoal com Daniel Vorcaro ou com o cunhado dele, Fabiano Zettel — preso em janeiro pela PF. Segundo o comunicado, Toffoli “jamais recebeu qualquer valor” de ambos.
Relatório da PF
A nota de Toffili vem um dia depois de o diretor-geral da Polícia Federal, Andrei Rodrigues, entregar ao ministro Edson Fachin, presidente do STF, relatório sobre dados do celular de Daniel Vorcaro.
O celular — apreendido na Operação Compliance Zero, da PF, que investiga fraudes financeiras no Banco Master, liquidado pelo Banco Central em novembro — continha menções ao ministro Dias Toffoli.
Após a divulgação das informações, o gabinete de Toffoli emitiu uma primeira nota de esclarecimento. Na ocasião, chamou de “ilações” as menções ao nome dele e afirmou que não há motivo para ser alegada suspeição do ministro no caso Master. Nesse caso, Toffoli deveria deixar a relatoria do caso.
Durante a abertura da Jornada Pedagógica 2026, realizada na tarde desta quarta-feira (11), o prefeito de Macaíba, Emídio Jr. anunciou o reajuste de 5,4% no piso salarial dos profissionais do magistério da rede municipal, considerando a carga horária de 30 horas semanais.
De acordo com o gestor, a proposta de reajuste será encaminhada à Câmara Municipal nos próximos dias, representada na ocasião pela presidente, vereadora Érika Emídio. Após aprovação, os efeitos financeiros serão retroativos a 1º de janeiro de 2026. Os valores referentes aos meses de janeiro e fevereiro serão pagos em duas parcelas, sendo a primeira no mês de março e a segunda em abril.
A abertura da Jornada Pedagógica 2026 ocorreu no Instituto Santos Dumont (ISD). O evento segue até a próxima sexta-feira (13), com atividades realizadas no próprio ISD e na Escola Municipal Auta de Souza.
Com o tema “Nossa Cidade, Nossa Escola, Nossa Paz”, a edição deste ano tem como base o Projeto Pedagógico Anual (PPA) e propõe reflexões voltadas à construção de uma cultura de paz no ambiente escolar.
A programação contempla palestras, oficinas temáticas, apresentações culturais, exposições e momentos formativos, promovendo a troca de experiências, o fortalecimento das práticas pedagógicas e o alinhamento das ações educacionais para o ano letivo de 2026.
Antes de comunicar oficialmente o reajuste ao público presente, Emídio Jr. destacou avanços e iniciativas de sua gestão voltadas ao setor de Educação, como: implantação do transporte universitário, melhoria no cardápio da merenda, distribuição de kits com materiais escolares entrega de fardamento completo.
Em seguida, o secretário de Educação, Ademar Júnior apresentou o PPA 2026 e explicou que a Jornada Pedagógica 2026 trata do tema da cultura de paz, através desse projeto que vai trabalhá-lo, ao longo de todo o ano letivo, nas 43 unidades escolares da rede municipal. Tudo isso para melhorar ainda mais a qualidade de ensino no município.
A diretoria dos Correios estima um prejuízo de R$ 9,1 bilhões em 2026, valor superior às perdas previstas de R$ 5,8 bilhões em 2025. As informações foram antecipadas pelo portal G1. Parte do rombo do ano passado só não foi maior devido ao adiamento de obrigações financeiras.
A projeção indica baixa efetividade do plano de reestruturação anunciado no segundo semestre de 2025, que previa economia anual de R$ 7,4 bilhões até 2027. As principais medidas incluíam corte de 15 mil funcionários, fechamento de 1 mil agências e ações para ampliar receitas.
Retirados do programa de privatização no início do terceiro mandato do presidente Lula, os Correios enfrentam queda no volume de correspondências, forte concorrência privada e ingerência política, fatores que agravaram a crise financeira.
Em 2024, a estatal também assumiu um aporte de R$ 7,6 bilhões no Postalis, fundo de previdência dos empregados, para cobrir prejuízos acumulados desde investimentos feitos entre 2011 e 2016.
Para enfrentar o déficit, a empresa tentou contratar um empréstimo de R$ 20 bilhões, vetado pelo Tesouro Nacional devido ao custo elevado. Posteriormente, fechou um financiamento de R$ 12 bilhões com um consórcio de bancos.
Investigadores da PF (Polícia Federal) que apuram o caso do Banco Master confirmaram à CNN Brasil ter encontrado, no celular do banqueiro Daniel Vorcaro, conversas com menções a pagamentos de ao menos R$ 20 milhões à empresa do ministro Dias Toffoli, do STF (Supremo Tribunal Federal).
Apesar disso, os agentes afirmam ainda não haver elementos suficientes para comprovar se os valores chegaram, de fato, a ser transferidos ao magistrado ou a eventuais intermediários.
O gabinete de Toffoli admitiu em nota divulgada nesta quinta-feira (12) ser sócio da Maridt, empresa ligada a seus familiares que vendeu uma participação do Resort Tayaya ao Fundo Arleen, ligado a Daniel Vorcaro, dono do Banco Master.
Toffoli não é formalmente investigado e não houve quebra de sigilo bancário ou fiscal do juiz da Suprema Corte.
Conforme antecipou o analista Caio Junqueira, o relatório da PF entregue ao presidente do STF, Edson Fachin, aponta a existência de mensagens trocadas entre Daniel Vorcaro e seu cunhado, Fabiano Zettel, tratando de pagamentos à empresa Maridt.
Apesar de admitir sócio da Maridt, o gabinete de Toffoli afirmou que desconhece o gestor da Arleen e que nunca manteve relação de amizade, “muito menos amizade íntima”, com Daniel Vorcaro. O ministro acrescentou ainda que jamais recebeu qualquer valor do banqueiro ou do cunhado dele, Fabiano Zettel.
Por unanimidade, o Tribunal Superior Eleitoral (TSE) rejeitou as ações dos partidos Novo e Missão que tentavam impedir o desfile da Acadêmicos de Niterói, cujo enredo homenageia o presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT). Os ministros entenderam que a proibição configuraria censura prévia, embora tenham apontado indícios de possíveis ilícitos eleitorais.
A escola, que estreia no Grupo Especial, levará à avenida o enredo “Do alto do mulungu surge a esperança: Lula, o operário do Brasil”. As legendas alegam propaganda eleitoral antecipada e pediam a proibição da participação de Lula no desfile, além do uso das imagens para fins eleitorais.
Relatora do caso, a ministra Estela Aranha afirmou que não há comprovação de irregularidade no momento e que eventuais ilícitos devem ser apurados após os fatos. A presidente do TSE, Cármen Lúcia, reforçou que a decisão não representa salvo-conduto, e que o processo seguirá em investigação pelo Ministério Público Eleitoral.
Não existe no ordenamento jurídico brasileiro, o PRÉ CRIME. Deixa a Escola de Samba entrar na avenida. Aguardemos dia 15/02/2026 – Domingo. Cenas dos próximos capítulos. O Mentiroso vai sair como se fosse perseguido. A “alma mais honesta” do Brasil, quiçá do Mundo.
O secretário de Desenvolvimento Econômico do Rio Grande do Norte (SEDEC-RN), Alan Silveira, pediu exoneração do cargo. A saída ocorre em meio ao rompimento político do vice-governador Walter Alves (MDB) com a governadora Fátima Bezerra (PT), que alterou a composição da base aliada no Executivo estadual.
Filiado ao MDB, Alan Silveira ocupava a secretaria como parte da articulação política do partido dentro do governo estadual. Ex-prefeito de Apodi, Alan comandou o município por duas gestões consecutivas, sendo a última entre 2021 e 2024.
A saída de Alan Silveira representa o segundo cargo estratégico indicado por Walter Alves a deixar o governo após o rompimento. Na quarta-feira (11), o diretor-presidente da Caern, Sérgio Rodrigues, também foi exonerado. Ele igualmente era indicação do vice-governador.
Em meio à cobrança de uma dívida tributária milionária — estimada em quase R$ 2 milhões — a empresa Camanor passa a questionar justamente uma das tradições culturais mais antigas de Guamaré: o “mela-mela” de carnaval.
Coincidentemente, no momento em que o Município exige o pagamento de tributos devidos, surge a narrativa de que o melaço de cana — utilizado há décadas na brincadeira popular — estaria causando impacto ambiental nos viveiros da empresa.
A pergunta que ecoa é inevitável: por que essa preocupação ambiental só ganha força agora?
A empresa, que busca anistia ou remissão integral do débito tributário, sustenta que o melaço biodegradável comprometeria sua produção.
É legítimo discutir meio ambiente. É legítimo discutir tributos. O que não parece razoável é transformar uma tradição popular em vilã exatamente quando há uma cobrança milionária em curso. Cabe refletir: trata-se de preocupação ambiental genuína ou de uma estratégia empresarial em meio a uma disputa tributária?
Guamaré conhece sua história. E, sabe separar tradição de conveniência.
O secretário de Governo de Itumbiara (GO), Thales Machado, de 40 anos, atirou contra os dois filhos dentro de casa e, em seguida, tirou a própria vida. O caso ocorreu na noite de quarta-feira (11) e é investigado pela Polícia Civil como homicídio consumado e homicídio tentado, seguidos de autoextermínio. Não há indícios de participação de terceiros.
O filho mais velho, de 12 anos, foi socorrido e levado ao Hospital Municipal Modesto de Carvalho, mas morreu pouco depois de dar entrada na unidade. O caçula, de 8 anos, chegou a ser operado e internado em estado gravíssimo na UTI do Hospital Estadual de Itumbiara, mas não resistiu e morreu na manhã desta quinta-feira (12), conforme familiares.
Thales era genro do prefeito Dione Araújo. Horas antes da tragédia, publicou nas redes sociais um vídeo ao lado dos filhos, com a mensagem: “Que Deus abençoe sempre meus filhos, papai ama muito”. Ele também deixou uma carta de despedida, posteriormente apagada, na qual mencionava problemas no casamento, afirmava estar emocionalmente abalado, pedia perdão à família e fazia referências religiosas.
O inquérito foi instaurado e é conduzido pelo Grupo de Investigação de Homicídios (GIH) de Itumbiara, que realiza oitivas e perícias sob sigilo.
Já eu, respeito a opinião dos que comentaram abaixo, mas prefiro me eximir de qualquer julgamento. Apenas lamento pela morte dos inocentes e rogo a Deus que console os familiares que aqui ficaram.
Jesus ! Que absurdo. O que esse canalha fez, foi vingar-se da mulher; por acaso, uma traição lhe daria direito de tirar a própria vida? Que a mão de Deus pese pesadamente contra esse percerso; no entanto, se a mulher tivesse uma vida honesta, não daria motivos para esse canalha fazer o que fez; se ela não.l onqueroa mais, que tivesse pedido o divórcio
Homens precisam parar de idolatar mulheres a esse ponto. O cara idolatrava tanto a mulher que levou um chifre e tratou como o fim do mundo. Para punir a mulher, matou os filhos.
Esse covarde idólatra merece ter seu nome amaldiçoado e nunca mais lembrado.
Verdade pedin, imagina, será que o seboso senil, que é todo enfeitado, idolatra aquela que não esquece MACRON? melhor conversar com ele, vai tu que é psicólogo.
Lula disse em tom de deboche “Ainda bem que a natureza criou esse monstro do coronavírus “.