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DELAÇÃO PREMIADA: Entenda passo a passo como pode funcionar o acordo de Vorcaro

Foto: Esfera Brasil/Reprodução

A possibilidade de o empresário Daniel Vorcaro, dono do Banco Master, estar em preparação para fechar um eventual acordo de delação premiada tem gerado especulações desde que ele foi preso pela segunda vez, em meio às investigações da Operação Compliance Zero. A dimensão das consequências; a quantidade de possíveis envolvidos no esquema — em diferentes graus; e a recente troca de advogados aumenta os rumores em torno dessa negociação.

Preso desde 4 de março último, Vorcaro foi transferido para a Penitenciária Federal em Brasília dois dias depois. Na última sexta-feira (13), o STF (Supremo Tribunal Federal) formou maioria para manter a prisão dele, determinada pelo ministro da Corte André Mendonça. No mesmo dia da votação, o banqueiro trocou de advogados.

O criminalista Pierpaolo Cruz Bottini deixou o caso, sob alegação de “motivos pessoais”, e José Luis Oliveira Lima, conhecido como “Juca”, assumiu o caso. Enquanto o primeiro costumava declarar publicamente que não pensava em firmar um acordo de colaboração, este último seria mais favorável à possibilidade.

Critérios e benefícios

Atualmente, o processo ao qual Vorcaro responde tramita no STF (Supremo Tribunal Federal). Um acordo eventualmente firmado teria de ser homologado por um magistrado, que analisaria as informações prestadas — além do nível de profundidade, interesse público e utilidade delas —, para decidir que tipo de benefício poderia ser concedido a Vorcaro.

Eles incluem:

  • Diminuição de um a dois terços da pena determinada ao colaborador;
  • Cumprimento da pena em regime semiaberto;
  • Extinção da pena; e
  • Perdão judicial (deixar de aplicar a pena).

Em 1999, a lei federal que dispõe sobre os programas especiais de proteção a vítimas e a testemunhas ameaçadas permitiu o uso da delação em processos que envolvam qualquer tipo de delito. E, em 2013, a legislação que trata das organizações criminosas estabeleceu as regras para que ocorra a colaboração premiada.

Esse meio de obtenção de provas requer que seja formalizado um pedido para o acordo, o que marca o início das negociações, cujo conteúdo terá de ser mantido em sigilo — a não ser por decisão judicial. Apesar disso, a Justiça também pode negar a homologação da proposta, mas terá de apresentar justificativas para isso.

Homologação

Se homologado o pedido de acordo, nem as informações sobre as tratativas iniciais nem o documento que formaliza essa definição poderão ser divulgados pelas partes. Após o deferimento, os envolvidos deverão assinar um Termo de Confidencialidade, mas as investigações têm como continuar, a depender do que ficar estabelecido pela Justiça.

A lei também prevê que ocorram audiências para identificação ou complementação do assunto da delação, dos fatos que serão informados, bem como da definição jurídica, da relevância, da utilidade e do interesse público das informações a serem prestadas.

No caso em questão, os termos de uma eventual colaboração premiada seriam assinados por representantes da autoridade pública que firmará o acordo, por Vorcaro e pelos advogados dele.

Expectativas

Caso isso ocorra, o banqueiro terá de narrar “todos os fatos ilícitos para os quais concorreu [que praticou] e que tenham relação direta” com as possíveis fraudes relacionadas ao Master. A defesa dele também precisaria apresentar uma proposta de colaboração com acontecimentos “adequadamente descritos”; circunstâncias em que eles ocorreram; além de “provas e elementos de corroboração”.

Nos depoimentos que presta, o delator ainda renuncia ao direito de permanecer em silêncio e fica sujeito ao compromisso legal de dizer a verdade. Fora isso, nenhuma sentença condenatória — entre outras medidas judiciais — pode ser definida com base apenas nas declarações do colaborador.

Os benefícios ao delator só serão concedidos por um magistrado se for possível alcançar um ou mais dos seguintes resultados:

  • A identificação de outros coautores dos crimes e participantes da organização, além das infrações penais praticadas por eles;
  • A revelação da estrutura hierárquica e da divisão de tarefas da organização criminosa;
  • A prevenção de infrações penais decorrentes das atividades da organização criminosa;
  • A recuperação total ou parcial do produto ou do proveito dos crimes praticadas pela organização; e
  • A localização de eventual vítima com a integridade física preservada.

Considerada a relevância da delação premiada, o MP (Ministério Público) e a PF (Polícia Federal) poderão, ainda, manifestar-se favorável ou contrariamente à concessão de perdão judicial ao colaborador — mesmo que isso não conste na proposta inicial do acordo.

O prazo para oferecimento da denúncia pelo MP ou o processo ao qual o colaborador responda podem, também, ficar suspensos por até seis meses, prorrogáveis por igual período, até que sejam cumpridas as medidas exigidas pela delação.

Condições de homologação

Os magistrados não participam das negociações para fechar o acordo de colaboração premiada; só delegado de polícia, investigado e a respectiva defesa. Eventualmente, o MP poderá se manifestar, a depender do caso e, com a finalização dessa etapa, os documentos reunidos serão analisados por um juiz, que deverá verificar a regularidade e a legalidade do material, bem como a voluntariedade do delator.

O magistrado poderá, inclusive, pedir uma oitiva sigilosa do colaborador; anular a homologação da delação premiada se ela não atender aos requisitos legais; ou adequar a proposta ao processo analisado, com envio dos documentos de volta às partes e pedido de novas informações.

Depois disso, o colaborador pode ser ouvido pelo MP ou pela PF e até se retratar do acordo, sem ter as informações autoincriminatórias usadas exclusivamente contra ele pela Justiça. Já os possíveis réus delatados terão prazo para se manifestar, após o período de oitivas de quem os tiver acusado.

O delator conta com o direito de ter imagem ou informações pessoais preservadas; ser conduzido para sessões judiciais separadamente de coautores ou partícipes da organização criminosa investigada; participar de audiências sem contato visual com outros acusados; e cumprir pena em prisão diferente dos demais envolvidos.

Vale lembrar que acordos de delação homologados podem ser rescindidos em caso de omissão intencional sobre os fatos investigados ou de envolvimento em novas condutas criminosas relacionadas aos delitos apurados.

R7

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Messias terá conversa final com Lula antes de decidir permanência na AGU

Foto: Wilton Júnior/Estadão

O advogado-geral da União, Jorge Messias, terá uma conversa final com o presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) antes de decidir se pedirá ou não demissão do cargo. A reunião está prevista para ocorrer ao longo da próxima semana. A informação é do blog da jornalista Jussara Soares, da CNN Brasil.

Após ser rejeitado para uma vaga no STF (Supremo Tribunal Federal) na quarta-feira (29), Messias manifestou ao presidente a intenção de deixar o comando da AGU (Advocacia-Geral da União).

Na reunião no Palácio do Alvorada, logo após a derrota histórica, Lula pediu ao ministro que não tomasse nenhuma decisão de cabeça quente e orientou que tirasse os próximos dias para descansar e refletir sobre a saída do governo.

Messias tem previsão de retornar ao trabalho na AGU na próxima segunda-feira (4). Ele estava de férias desde o início de abril, quando se afastou para se preparar para a sabatina na CCJ (Comissão de Constituição e Justiça) do Senado.

De acordo com aliados, Messias, embora inclinado a deixar o cargo, deve atender aos apelos do presidente, caso ele peça que continue por mais um tempo na função.

Há uma avaliação de que a permanência na AGU poderia reforçar a confiança do presidente em Messias, enfatizando que a derrota foi resultado de uma articulação contra o governo, e não uma rejeição à capacidade jurídica do advogado-geral da União.

Outra possibilidade que passou a ser avaliada pelo presidente é nomear Messias para o comando do Ministério da Justiça e Segurança Pública como uma deferência política. Nos bastidores, a leitura é de que a transferência para a Justiça o colocaria em um patamar mais elevado dentro do governo federal, ajudando a mitigar o desgaste provocado pela derrota.

Rejeitado por 42 votos a 34 no plenário do Senado, em uma articulação da oposição com o presidente da Casa, senador Davi Alcolumbre (União-AP), Messias tem desabafado não ver ambiente político para seguir na AGU. Além disso, cita o desconforto em atuar junto ao STF. A derrota histórica teria sido construída também com o apoio de ministros da Corte.

Blog Jussara Soares, da CNN Brasil

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Débora do Batom pede ao STF redução de pena após queda de veto à dosimetria

Foto: Joedson Alves/Agencia Brasil

A defesa de Débora Rodrigues dos Santos, conhecida como “Débora do Batom”, pediu ao ministro Alexandre de Moraes, do Supremo Tribunal Federal, a redução da pena após a derrubada do veto ao projeto da dosimetria.

Condenada a 14 anos de prisão pelos atos de 8 de janeiro de 2023, Débora ficou conhecida por escrever “perdeu, mané” em uma estátua em frente ao STF.

Na petição apresentada nesta sexta-feira (1º), os advogados alegam que a nova regra é mais favorável, permitindo revisão da pena, especialmente em casos sem liderança ou financiamento.

A defesa também pediu progressão de regime, afirmando que a ré já cumpriu mais de três anos de pena e deve atingir o requisito legal em junho.

Apesar do pedido, a nova lei ainda não entrou em vigor, pois aguarda promulgação, e sua aplicação pode ser analisada pelo próprio STF.

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FAB abre investigação sobre incidente envolvendo dois aviões em Congonhas que ficaram a 22m de se chocar no ar

Boeing 737 da Gol realizava aproximação para pouso enquanto um Embraer E195 da Azul iniciava procedimento de decolagem. Foto: Reprodução

A Força Aérea Brasileira (FAB) abriu uma investigação sobre o incidente em que um avião da companhia aérea Azul e outro da Gol perderam a separação mínima de segurança e ficaram perigosamente próximos, na manhã dessa quinta-feira (30/4), no Aeroporto de Congonhas, em São Paulo. Enquanto uma das aeronaves decolava, a outra arremetia — nome dado ao procedimento de segurança no qual o piloto interrompe o pouso e retoma o voo, subindo novamente.

Segundo nota enviada ao Metrópoles, nesta sexta-feira (1º/5), em uma ação inicial e por meio do Centro de Investigação e Prevenção de Acidentes Aeronáuticos (Cenipa), profissionais qualificados e credenciados aplicam técnicas específicas para coleta e confirmação de dados, preservação de elementos, verificação inicial dos danos causados à aeronave ou pela aeronave, além do levantamento de outras informações necessárias à investigação.

Confira a nota na íntegra:

“A Força Aérea Brasileira (FAB), por meio do Centro de Investigação e Prevenção de Acidentes Aeronáuticos (CENIPA), informa que, nessa quinta-feira (30/04), investigadores do Centro, com sede em Brasília (DF), foram acionados para realizar a Ação Inicial da ocorrência envolvendo duas aeronaves, um Embraer 195-E2 da Azul Linhas Aéreas e um Boeing 737-800 da GOL Linhas Aéreas, no Aeroporto de Congonhas (SP).
 
Durante a Ação Inicial, profissionais qualificados e credenciados aplicam técnicas específicas para coleta e confirmação de dados, preservação de elementos, verificação inicial dos danos causados à aeronave ou pela aeronave, além do levantamento de outras informações necessárias à investigação”.

O incidente

Segundo apuração do portal especializado AeroIn, os dois aviões — um Embraer 195-E2, com capacidade para até 146 passageiros, e um Boeing 737-800, com capacidade máxima de 189 — chegaram a ficar a apenas 22 metros de distância vertical um do outro. De acordo com os padrões internacionais de aviação, a separação vertical mínima é de 1.000 pés, distância que equivale a aproximadamente 300 metros.

O momento em que as duas aeronaves se aproximam foi registrado pelo canal Golf Oscar Romeo, no YouTube. No vídeo, é possível ver o avião da Gol em processo de pouso, quando repentinamente arremete. O controlador da torre, então, pede ao piloto do avião da Azul para que interrompa a decolagem — o que não ocorreu.

Na sequência, o controlador instruiu ao piloto do avião da Gol para que fizesse uma curva à direita. Segundos depois, o piloto disse que houve um alerta do sistema de segurança presente nos aviões para evitar colisões no ar.

Por fim, o controlador de tráfego aéreo respondeu que a aeronave demorou muito para decolar e saiu da escuta antes da decolagem.

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Operação Zero Álcool registra 240 prisões por embriaguez ao volante nos primeiros quatro meses de 2026 na Grande Natal

Foto: Divulgação/PMRN

A Operação Zero Álcool, do Comando de Policiamento Rodoviário Estadual, registrou 240 prisões por embriaguez ao volante entre janeiro e abril de 2026 em Natal e Região Metropolitana.

O número já equivale a 50% do total de prisões de 2025, ano com maior volume de flagrantes da última década no estado.

Cidades com mais ocorrências:

  • Extremoz: 57 casos
  • Macaíba: 42 casos
  • Natal: 38 casos

As prisões ocorrem quando o teste de alcoolemia indica índice acima de 0,33 mg/l ou quando o motorista, mesmo recusando o bafômetro, apresenta sinais de alteração psicomotora.

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[VÍDEO] MOSSORÓ: Morador revoltado vai ‘pescar’ em rua alagada de lama


VÍDEO: Reprodução/Instagram/Yataanderson Silva

Um morador revoltado da rua Asa Branca, no Alto do Sumaré, em Mossoró, publicou um vídeo em protesto pela situação da rua onde reside, criticando o ex-prefeito e pré-candidato ao Governo do Estado Allyson Bezerra.

“Eu queria agradecer ao Allyson Bezerra porque a gente pagou IPTU caro e a gente não entendia o por quê. Pagamos mais de R$ 600 para ter essa lagoa para pescar”, ironizou.

 

 

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VÍDEO: ‘Pastora mirim’ de 10 anos é contida por comissários após pregar durante voo

Uma menina, conhecida como pastora mirim, foi contida por comissários de bordo após iniciar uma pregação durante um voo de São Paulo para Navegantes, em Santa Catarina, na última quarta-feira (29).

Mauro Ortiz, pai da menina, relatou à CNN Brasil que, a primeiro momento, sua filha iria ao banheiro quando se levantou, porém, ela iniciou o sermão em voz alta para os presentes no avião e começou a gravá-la.

O pai conta que, em determinado momento, os comissários apareceram e tentaram, sem sucesso a primeiro momento, contê-la.

Com isso, um dos funcionários pegou ela na região dos ombros e a direcionou, ao que indica Mauro, para a cabine do avião.

O pai começou a grava a filha mas parou a gravação e seguiu o homem e a filha, alegando que ele poderia até ser preso por se tratar de uma menor de idade.

Mauro contou, ainda, que a menina já tem costume de fazer pregações em locais públicos, eles inclusive estavam no voo indo para um evento em que a conhecida pastora mirim participaria.

O pai informou à CNN Brasil que não realizou nenhum tipo de denúncia sobre o ocorrido, pois o processo poderia interferir na agenda de viagens para eventos que ele e a filha estão realizando.

A CNN Brasil tentou contato com a Latam, companhia aérea que realizou o voo em questão, mas não obteve retorno até o momento.

Opinião dos leitores

  1. O pessoal para que não entende, que um avião, diferente de outros meios, você não pode simplesmente pedir para ele parar e sair. Se ela fica gritando no voo, só para no aeroporto.

  2. Sou evangelico mas na minha opinião uma pregação dessa forma que essa mocinha fez não é legal,gritando dentro do avião causando espanto aos passageiros e não irá contribuir para a transformação espiritual de ninguém dentro dessa aeronave .

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VÍDEOS: Assessor de Janones que invadiu entrevista é demitido por Motta e indiciado por perturbação do trabalho ou do sossego alheio

O assessor do deputado André Janones demitido após interromper uma entrevista ao vivo foi indiciado pela Polícia Legislativa Federal. Segundo apuração do Metrópoles, Bernardo Moreira Amado Barros foi enquadrado por perturbação do trabalho ou sossego alheio, contravenção com pena de 15 dias a 3 meses ou multa.

O caso ocorreu na quinta-feira (30), quando o assessor interrompeu uma entrevista do deputado Cabo Gilberto Silva à GloboNews, gritando: “Anistia é o caralho! Lula reeleito!”. Após o episódio, o parlamentar criticou a atitude.

Vídeos feitos no Congresso Nacional mostram o ex-assessor discutindo com outras pessoas no local. Em um momento, ele também fez ameaças verbais durante a confusão. Ele também chegou a ser detido pela Polícia Legislativa.

Ainda segundo o Metrópoles, Barros afirmou em depoimento que foi agarrado pelo braço por Cabo Gilberto, que teria reagido à interrupção e ameaçado processá-lo. O presidente da Câmara, Hugo Motta, determinou a demissão do assessor no mesmo dia do ocorrido.

Opinião dos leitores

  1. Kkkkkk,o ladrão não será reeleito e vc tá na rua pra largar de ser MANÉ.Muito top vê um esquerdinha se ferrando .

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Pedro Filho reúne apoiadores e lideranças em Natal e intensifica pré-campanha para deputado federal

O pré-candidato a deputado federal Pedro Filho realizou, nesta sexta-feira (1º), uma reunião estratégica com apoiadores e lideranças políticas em Natal, dando mais um passo no fortalecimento de sua pré-campanha no Rio Grande do Norte. O ato contou com a presença da vereadora de Natal e pré-candidata a deputada estadual Camila Araújo.

O encontro, realizado na sede do PL na capital potiguar, reuniu representantes de diferentes regiões da cidade, além de lideranças de diferentes segmentos da sociedade, fortalecendo a articulação política e o alinhamento do grupo para os próximos meses.

Durante a reunião, Pedro Filho discutiu estratégias, avaliou o cenário político e alinhou ações que deverão nortear a pré-campanha, com foco na ampliação da base de apoios e na intensificação das agendas nos municípios potiguares.

No encontro, Pedro Filho destacou o momento de crescimento da pré-candidatura e a importância da organização do grupo. “Estamos vivendo uma fase de consolidação. Nosso projeto cresce com diálogo, com presença nos municípios e com o apoio de lideranças que acreditam em uma nova forma de representar o Rio Grande do Norte. Agora é intensificar o trabalho e ampliar ainda mais nossa base”, afirmou.

A agenda também marcou a definição de novos atos políticos e mobilizações que serão realizados ao longo dos próximos meses, consolidando o planejamento da pré-candidatura e fortalecendo a presença do grupo em diferentes regiões do estado.

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Cirurgia no ombro de Bolsonaro ocorreu “sem intercorrências”, diz boletim médico

Foto: Ton Molina/STF

O ex-presidente Jair Bolsonaro passou por cirurgia no ombro direito nesta sexta-feira (1º), no Hospital DF Star. Segundo boletim médico, o procedimento foi realizado sem intercorrências.

A cirurgia foi um reparo artroscópico do manguito rotador, afetado após uma queda em janeiro, na cela da Superintendência da Polícia Federal, em Brasília.. Bolsonaro está internado para controle da dor e observação clínica.

A ex-primeira-dama Michelle Bolsonaro agradeceu à equipe médica nas redes sociais após o fim do procedimento.

Michelle Bolsonaro postou foto da equipe médica que operou Jair Bolsonaro (PL) nesta sexta-feira (1º) • Instagram/Michelle BolsonaroMichelle Bolsonaro postou foto da equipe médica que operou Jair Bolsonaro (PL) nesta sexta-feira (1º) • Instagram/Michelle Bolsonaro

A operação foi autorizada pelo ministro Alexandre de Moraes, do Supremo Tribunal Federal, após pedido da defesa. Bolsonaro cumpre pena em regime domiciliar, concedido por 90 dias devido a problemas de saúde, incluindo um quadro recente de broncopneumonia.

Veja o Boletim Médico:

“O hospital DF Star informa que o ex-presidente Jair Messias Bolsonaro foi submetido a cirurgia de reparo artroscopico do manguito rotador a direita, sem intercorrências. No momento encontra-se internado em unidade de internação para controle de dor e observação clínica.”

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Mendonça defende lei que permite pais vetarem participação dos filhos em atividades escolares sobre identidade de gênero e orientação sexual

Foto: Rosinei Coutinho/STF

O ministro André Mendonça votou para manter a validade de uma lei do Espírito Santo que permite a pais vetarem a participação de alunos em atividades sobre identidade de gênero e orientação sexual nas escolas.

A norma garante às famílias o direito de impedir que filhos participem desses conteúdos em escolas públicas e privadas do Espírito Santo.

Em seu voto no Supremo Tribunal Federal, Mendonça afirmou que a lei não proíbe o ensino, mas assegura a participação dos responsáveis em decisões que podem envolver valores pessoais.

O entendimento diverge do voto da relatora, Cármen Lúcia, que considerou a lei inconstitucional por invadir competência da União sobre diretrizes da educação.

Para Mendonça, a norma trata de proteção à infância e não interfere no currículo escolar, nem configura censura. Já Cármen Lúcia avalia que a medida pode comprometer o pluralismo e ações de inclusão nas escolas.

O julgamento ocorre no plenário virtual e segue aberto até 11 de maio, quando os demais ministros devem apresentar seus votos.

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