
Foto: Daniel Ferreira/Metrópoles
A Polícia Federal (PF) investiga, desde setembro, o suposto conluio da Inbraterrestre e da Glágio do Brasil no comércio de produtos de proteção balística. As empresas teriam estruturado um verdadeiro cartel para controlar o mercado no Brasil. Ainda assim, o Ministério da Justiça e Segurança Pública (MJSP), órgão que comanda a PF, aceitou as propostas das empresas, em licitação milionária, para a compra de coletes, escudos e capacetes a serem utilizados por agentes de segurança de todo o país.
Em 12 de setembro, as empresas foram alvo de busca e apreensão da Operação Perfídia, que investiga suspeita de fraude em contratos firmados pelo Gabinete de Intervenção Federal no Rio de Janeiro (GIFRJ) no ano de 2018. Na época, a segurança do estado foi chefiada pelo general Walter Souza Braga Netto.
As investigações apontam que a Inbraterrestre e da Glágio do Brasil combinavam os preços que apresentariam em licitações com órgãos públicos. Como são líderes do mercado, as empresas tentavam programar um revezamento na concorrência, para que, a cada oportunidade, uma delas fosse vencedora nos certames.
Licitação milionária do Ministério da Justiça
Por meio da Secretaria Nacional de Segurança Pública (Senasp), o Ministério da Justiça e Segurança Pública abriu o Pregão Eletrônico nº 02/2023 para comprar materiais e equipamentos balísticos. São coletes, escudos e capacetes que irão atender às demandas da Diretoria da Força Nacional de Segurança Pública (DFNSP), da Diretoria de Operações e Inteligência (DIOPI) e da Diretoria de Gestão do Fundo Nacional de Segurança Pública (DGFNSP).
As licitações dividem todos os equipamentos por áreas do país. Sendo assim, material idêntico está envolvido em cinco processos de compras diferentes, um para cada região. Por exemplo, o mesmo capacete pode ser comprado por uma empresa para o Sudeste e ter outra companhia envolvida no contrato do Centro-Oeste.
Ao todo, a Ata de Realização do Pregão Eletrônico mostra que são 45 itens. O documento indica que a Glágio do Brasil teve 12 propostas aceitas, que indicariam mais de R$ 26 milhões.
No contrato em questão, aparece o nome da Inbra-Tecnologia como ganhadora de dois itens, totalizando R$ 7 milhões. Apesar de não ser a mesma empresa que a Inbraterreste, elas estão vinculadas ao Grupo Inbra e, inclusive, possuem os mesmos sócios.
Na Mira – Metrópoles
“fraude em contratos firmados pelo Gabinete de Intervenção Federal no Rio de Janeiro (GIFRJ) no ano de 2018. Na época, a segurança do estado foi chefiada pelo general Walter Souza Braga Netto.”
Pensei que não havia corrupção no desgoverno Bozo…
Sabe o que acontece este desgoverno não tem normas nem investigação de idoniedade das pessoas/empresas ou não vêem nenhum problema se a empresa que participa de uma licitação
é investigada ou tem processo , ela pode ser processada por tráfico e participar de reunião no ministério com tudo pago , o ministro pode asfaltar estrada para sua fazenda sem sofrer qualquer punição.
E assim age o desgoverno do amor!!!!
Parece que a corrupção “sistêmica” retornou com força. Cruz, Credo!
Até parece que um dia deixou de existir. O gado só percebe agora por não ser o governo do Messias.
Brasil paraiso de bandidos.
Sr. Antônio Tarcísio, saudações, o pior dessa historia, é que a corrupção é alimentada por um indivíduo que foi pobre, mas infelizmente se comporta como um doidivanas mentiroso, pernostico e que costuma cometer os sete pecados capitais, uma lástima, pois nós leva a todos para o buraco. A sua irresponsabilidade, alimentada pelos jumentos e comparsas havidos por emprego e poder, não tem limites.