Foto: Arquivo/ALRN
O governo de Fátima Bezerra vive mais um capítulo de confusão e contradição. Com a governadora de olho no Senado e o vice Walter Alves inclinado a concorrer a deputado estadual, a política potiguar se vê diante de uma possível vacância dupla. Se Walter não assumir, o Estado pode ter eleição indireta na Assembleia Legislativa — algo inédito e que deixa claro o improviso do PT no comando do RN.
O deputado Francisco do PT, líder do governo na Assembleia, tenta se segurar em explicações: diz que Walter teria se comprometido a assumir o governo caso Fátima saísse. Para isso, diz que a chapa foi eleita para governar até 31 de dezembro de 2026.
Mas, até agora, nenhuma formalização chegou ao vice ou ao povo. Enquanto isso, o PT já trabalha nos bastidores para emplacar Cadu Xavier como plano B, mostrando que o partido pensa mais em manter o poder do que respeitar a escolha da população.
Para o potiguar, a pergunta é óbvia: porque Fátima poderia renunciar sem problema, mas Walter, o vice legítimo eleito junto com ela, teria que obedecer ao script do PT? A situação expõe a fragilidade do governo e a política “por interesse” do PT, que prefere manipular nomes e cargos do que garantir estabilidade ao Estado.
Caso o vice assuma, será ele, e não os acordos internos do PT, quem garante que o RN terá governabilidade até o fim de 2026.
Esse Francisco quer pressionar Walter??? Em política promessa não vale nada. Fátima prometeu fazer um bom governo. Fez porra nenhuma. Agora esse inocente vem cobrar compromisso. Vai se catar destraido.
Acho que deveria rever essa situação, a principal função do vice é substituir o titular. Passou 04 anos mamando e na hora H, pula fora…