Polêmica

Fanatismo e “chantagem” fora de controle (VÍDEOS): Anitta é massacrada por seguir amiga que apoia Bolsonaro e pede respeito

Foto: Divulgação

Anitta resolveu se defender, após ser massacrada na web nesta quarta-feira (19). Tudo começou quando alguns seguidores perceberam que a cantora segue uma pessoa que defende publicamente o candidato à presidência do PSL, Jair Bolsonaro, e começaram a pedir para que ela se posicione politicamente.

“Hoje eu comecei novamente a ser atacada, a ser xingada e ameaçada porque eu segui uma amiga que expôs publicamente a sua intenção de voto. Também estão fazendo o mesmo com essa minha amiga. Eu conheço essa minha amiga há mais de 7 anos e eu não gostaria de ter que parar de falar com ela por conta da posição política dela. Então, mais uma vez, venho aqui pedir mais amor”, disse ela.

Anitta falou que não vai se posicionar e muito menos declarar de quem será seu voto nas próximas eleições.

“Eu sou uma cidadã igual a vocês, eu trabalho pra caramba, eu pago os meus impostos. Como cidadã eu fiz o meu dever, eu pesquisei, eu li dentro do que eu acredito, tenho o meu candidato, mas, assim como vocês, eu também tenho o direito de ter o meu voto secreto. E eu não quero dar a minha posição política. Não é por eu ser uma artista e ter uma vida pública que sou obrigada a dizer qual é o meu voto. E não devo receber ameaças ou xingamentos por não falar publicamente sobre isso.Eu não sou obrigada a fazer campanha política pra ninguém pelo fato de eu ser uma pessoa pública”, desabafou.

A cantora afirmou ser feminista e respeitar as sexualidades, mas que não vai deixar de seguir amigos por terem outra visão política.

“Respeito as diferenças, respeito para ser respeitada, mas estou me sentindo muito desrespeitada nesse momento por eu não poder exercer um direito que é meu. Eu respeito as pessoas, a coisa que eu mais falo sempre é o respeito, sou feminista, respeito as sexualidades, essa sou eu como pessoa. Não é xingando o seu familiar ou seu amigo, ou qualquer pessoa que pense diferente politicamente de você, que você vai conseguir mudar a realidade do nosso país. Eu não acho que esse seja o caminho. Vou sim continuar falando e tendo amigos de esquerda, de direita, do que for, porque eu respeito a opinião deles”, declarou.

Por fim, Anitta pediu para que os fãs pensassem em seu voto e que ela não quer influenciar ninguém.

“Não gostaria de ser massacrada por pessoas, não deixar de falar com parentes ou amigos que pensem diferente sobre política, ou de ser massacrada por exercer o meu direito de não expor o meu voto. O que quero dizer é que gostaria que todo mundo votasse com consciência, estudasse e votasse no que acredita que é melhor dentro da sua crença do que é um país melhor, que vocês votem de acordo com isso. E não sou eu que vou conseguir dar esse caminho para vocês, eu não sou capaz disso. O que eu sei fazer eu faço. Vamos repensar o que a gente está fazendo com o outro”, disse.

 

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UOL

 

Opinião dos leitores

  1. A que ponto chegamos . Anita é amiga de uma eleitora de bolsonaro e a turma da lacracao resolve atacar a cantora. Pqp esse povo tá doente.
    A esquerda é isso.
    B17

  2. O PT deixou o país doente ao dividí-lo. As pessoas estao brigando por causa de um criminoso que esta julgado e preso por corrupcao, em detrimentos de pessoas que estao soltas e limpas criminalmente. E agindo com fascismo sob as demais pessoas que pensam diferente desse criminoso. Os fascistas chamam os outros de fascistas, e ameaçam com odio todos aqueles que pensam diferente… é um bom exemplo do que é esse partido e do que vem fazendo com as pessoas. Doentes.

  3. Ainda bem que está chegando o dia dos petralhas embarcarem para venezuel, cuba, guiné etc
    Bolsonaro neleeeeeeeeeeeeeeeeeeeeeeeeeeeees

    Ionaldo Carvalho

  4. Eles não!!! O ódio que está dividindo a nossa sociedade foi disseminado por essa gente de esquerda. É o "nóis" (assim mesmo) contra "eles", a demonização "dazelite" (embora tenham se lambuzado com o dinheiro de riquíssimos empresários), o ódio à classe média (a louca filósofa Chauí cansa de externar tal sentimento), a divisão racial (as tais "cotas" são nada mais do que racismo), a intolerância com quem pensa de forma diferente (a internet está repleta de exemplos em todo o país)… Foi esse ódio que tentou matar o candidato Bolsonaro. E o Mito não morreu e está se recuperando. Bolsonaro está hospitalizado, sem fazer campanha, sofrendo ataques incessantes de TODOS OS DEMAIS CANDIDATOS, sendo massacrado constantemente por toda a grande mídia, tendo sua preferência de votos "engolida" por pesquisas manipuladas mas continua crescendo. É como bolo, quanto mais batem nele… Ele é o único capaz de nos livrar da volta da esquerda ao poder e essa corja sabe disso. E se essa esquerdalha voltar ao poder, pobre do nosso Brasil. A Venezuela está logo ali para nos mostrar o que ocorrerá com a nossa pátria. Não teimem, não arrisquem. Tem que ser logo no 1º turno. Só há 2 candidatos: Jair ou já era. Simples.

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Chuvas

Cidade do RN ultrapassa 107 mm de chuva em 24 horas, aponta Emparn

Foto: Reprodução

As chuvas registradas no Rio Grande do Norte nas últimas 24 horas apresentaram volumes expressivos em diversas regiões do estado, com destaque para o município de São Pedro, no Agreste, que acumulou 107,2 milímetros. As informações são do boletim pluviométrico divulgado pela Empresa de Pesquisa Agropecuária do RN (Emparn), com dados das 7h de quarta-feira (1º) às 7h desta quinta-feira (2).

Na região Agreste, além de São Pedro, também foram registrados acumulados em Parazinho (28,6 mm), Bom Jesus (16,4 mm), Boa Saúde (12,4 mm) e Santa Maria (9,0 mm). Já João Câmara registrou 7,2 mm e Barcelona 4,8 mm. As demais cidades da região não registraram chuvas.

Já na região Central, os maiores volumes ocorreram em Florânia, com 81,8 mm, seguida por Lagoa Nova (25,6 mm), Caiçara do Norte (23,2 mm), Santana do Matos (21,2 mm) e Caiçara do Rio do Vento (19,8 mm). Também houve registros em Acari e São João do Sabugi, ambos com 17,4 mm, além de Jardim de Angicos (16,0 mm) e Afonso Bezerra (14,0 mm).

No Leste potiguar, os maiores acumulados foram registrados em Parnamirim (38,8 mm) e São Gonçalo do Amarante (36,8 mm). Também choveu em Taipu (26,2 mm), Macaíba (20,6 mm), Goianinha (15,8 mm) e Nísia Floresta (15,6 mm).

Tribuna do Norte

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Saúde

Ministério da Saúde confirma caso de sarampo no Rio de Janeiro

Foto: Reprodução

O Ministério da Saúde confirmou nesta quarta-feira (1º) um caso de sarampo na cidade do Rio de Janeiro. Segundo a pasta, trata-se de uma mulher de 22 anos, sem registro de vacinação, que trabalha em um hotel no município.

Em nota, o ministério informou que, após a notificação, foram adotadas medidas imediatas de investigação, vacinação de bloqueio na residência da paciente, no local de trabalho e no serviço de saúde, além de uma varredura na região para identificação de possíveis outros casos.

“O Ministério da Saúde está acompanhando a investigação de forma articulada com as secretarias municipal e estadual de Saúde”, destacou o comunicado.

Este é o segundo caso de sarampo registrado no Brasil em 2026. O primeiro caso foi identificado em São Paulo no início de março: uma criança de 6 meses, moradora da zona norte da capital, com histórico recente de viagem a La Paz, na Bolívia, país com surto ativo da doença.

À época, foi realizado bloqueio vacinal na região onde a criança vive e que, de acordo com o ministério, contava com mais de 600 doses contra o sarampo aplicadas entre os meses de janeiro e fevereiro.

Na nota, a pasta reforçou que os casos não alteram o status do Brasil, que segue livre da circulação endêmica do sarampo.

CNN

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Geral

VÍDEO: Eduardo Bolsonaro desafia Moraes e eleva tensão com STF: “Me intime se tiver coragem”

 

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Vídeo: Reprodução/Instagram @metropoles

O ex-deputado Eduardo Bolsonaro subiu o tom contra o ministro Alexandre de Moraes e afirmou que quer ser formalmente intimado após a abertura de apuração no Supremo Tribunal Federal (STF). A investigação envolve o suposto envio de um vídeo ao ex-presidente Jair Bolsonaro, que está em prisão domiciliar e proibido de acessar redes sociais.

Em declarações à coluna do Paulo Cappelli, do portal Metrópoles, Eduardo Bolsonaro desafiou Moraes a enviar uma carta rogatória para que ele responda às acusações diretamente dos Estados Unidos. “Eu quero que Moraes me intime. Se tiver coragem, mande uma carta rogatória que eu respondo até em transmissão ao vivo”, afirmou. O ex-parlamentar também classificou a investigação como tentativa de intimidação e criticou a atuação do ministro.

Segundo Eduardo, há tratamento desigual em relação a outros casos semelhantes. Ele citou o senador Flávio Bolsonaro, que teria mencionado a exibição de um vídeo ao pai sem gerar repercussão judicial. Para o ex-deputado, a diferença estaria em uma suposta tentativa de silenciá-lo politicamente.

O ex-parlamentar ainda acusou Moraes de buscar acesso a seus dados pessoais por meio de plataformas digitais, alegando uso de “meios ilícitos”. Ele afirmou que, caso estivesse no Brasil, poderia ser alvo de medidas como apreensão de celular para investigações. Até o momento, o ministro do STF não se manifestou publicamente sobre as declarações.

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Política

Desgaste pressiona Lula a abandonar cautela e mudar estratégia

Foto: Pedro Kirilos/Estadão

A guerra no Oriente Médio transformou-se em um problema político de grandes proporções para o presidente Lula, afetando diretamente dois pontos sensíveis: o custo de vida e o endividamento das famílias. Diante desse cenário, cresce a avaliação de que o governo será forçado a abandonar a postura cautelosa e adotar medidas mais agressivas para conter o desgaste.

A informação é do colunista William Waack, do Estadão. O impacto mais imediato vem da alta nos combustíveis e insumos, como fertilizantes, com reflexos diretos na inflação. Para tentar conter a escalada de preços e evitar desabastecimento, o governo já lançou mão de um pacote estimado em cerca de R$ 20 bilhões, combinando renúncias fiscais e subsídios. A tendência, porém, é de ampliação dessas medidas, já que mesmo com um eventual fim do conflito, o mercado não deve retornar rapidamente ao cenário anterior.

O problema se agrava quando o aumento do custo de vida se soma ao alto nível de endividamento das famílias. A estratégia adotada pelo governo nos últimos anos, baseada no estímulo ao consumo, encontra agora seus limites, pressionada por juros elevados. O resultado é uma percepção crescente de piora na economia, o que neutraliza iniciativas como a ampliação da faixa de isenção do Imposto de Renda.

Diante desse quadro, o governo aposta novamente em crédito subsidiado como solução para aliviar dívidas. No entanto, há divergências internas: enquanto a equipe econômica defende foco no reequilíbrio financeiro das famílias, a ala política quer ampliar o crédito também para estimular o consumo — o que pode aprofundar o problema no médio prazo.

Entre medidas emergenciais e pressões eleitorais, a linha que separa gestão de crise de estratégia política começa a se tornar cada vez mais tênue. Com a popularidade em risco, o governo vê crescer a necessidade de respostas mais rápidas e contundentes para evitar que o desgaste comprometa o projeto de reeleição em 2026.

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Economia

Governo já torra R$ 20 bilhões para segurar combustíveis e conta pode explodir

Foto: Rafaela Araújo/Folhapress

O governo federal já comprometeu mais de R$ 20 bilhões em medidas para tentar conter a alta dos combustíveis, em meio à crise internacional provocada pelos conflitos envolvendo Estados Unidos, Israel e Irã. A conta, no entanto, deve aumentar nos próximos meses, diante da pressão sobre o preço do diesel e seus impactos diretos na inflação e no custo de vida da população.

A informação é do colunista Fabio Graner, do jornal O Globo. Entre as principais ações está o subsídio ao diesel produzido no país, com custo estimado em R$ 16,7 bilhões. Além disso, o governo prepara um novo pacote de R$ 4 bilhões para bancar a importação do combustível, tentando evitar desabastecimento. Outras medidas também estão em análise, como apoio ao querosene de aviação e ampliação de programas sociais ligados ao gás de cozinha.

Apesar da tentativa de manter o equilíbrio fiscal, especialistas alertam para o risco de descontrole nas contas públicas. Mesmo com compensações previstas, como o imposto sobre exportações, o aumento dos gastos pode pressionar a dívida e comprometer a meta fiscal. Internamente, o governo admite que será difícil segurar por muito tempo os preços sem novos aportes.

Ao mesmo tempo, o Planalto avalia alternativas para aliviar o bolso da população, como programas de renegociação de dívidas e até a revisão de impostos sobre importações. O desafio é conter os efeitos da crise sem aprofundar o impacto nas contas públicas — especialmente em um cenário pré-eleitoral, onde a pressão por mais gastos tende a crescer.

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Geral

Trump aposta em reabertura “natural” de Ormuz e minimiza crise do petróleo em meio à guerra com o Irã

Foto: Alex Brandon-Pool/Getty Images

O presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, afirmou que o Estreito de Ormuz deverá “se abrir naturalmente” após o fim da guerra contra o Irã, adotando um tom otimista mesmo diante da escalada dos preços do petróleo no mercado internacional.

Em pronunciamento em horário nobre, Trump declarou que o Irã estaria “essencialmente dizimado” e que, ao término do conflito, o próprio interesse econômico do país levaria à reabertura da importante rota marítima. “Eles vão querer vender petróleo, porque é tudo o que têm para se reconstruir”, disse.

O estreito é responsável por cerca de 20% do fluxo global de petróleo e permanece fechado há semanas, agravando a crise energética mundial. Apesar disso, Trump minimizou os impactos nos Estados Unidos e afirmou que a normalização do tráfego fará os preços da gasolina caírem rapidamente.

O presidente também pressionou aliados internacionais a assumirem protagonismo na reabertura da via, sugerindo que outros países liderem uma operação para retomar o controle da região. Segundo ele, “os países que dependem do petróleo devem cuidar dessa passagem”.

Especialistas, no entanto, avaliam que o fim do conflito não garante, por si só, a retomada do fluxo no estreito, sobretudo diante das ameaças do Irã de manter o bloqueio. A situação segue como um dos principais pontos de tensão no cenário geopolítico atual.

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Geral

VÍDEO: Ex-ministro do STF contesta julgamentos do 8 de janeiro e diz que não houve tentativa de golpe

Vídeo: Reprodução/Instagram

O ex-ministro do Supremo Tribunal Federal, Marco Aurélio Mello, criticou a atuação da Corte nos processos relacionados aos atos de 8 de janeiro de 2023 e afirmou que o tribunal não seria competente para julgar os envolvidos.

Durante declaração a rádio Itatiaia, Marco Aurélio sustentou que cidadãos comuns e até ex-autoridades, como um ex-presidente da República, deveriam ser julgados pela primeira instância, respeitando o princípio do juiz natural. Segundo ele, o STF estaria assumindo uma competência que, em sua visão, não estaria prevista na Constituição.

O ex-ministro também questionou as penas aplicadas aos envolvidos nos atos, classificando-as como elevadas. Para ele, as condenações seriam desproporcionais em comparação com crimes mais graves, como homicídio e latrocínio.

Ao comentar a possibilidade de tentativa de golpe de Estado, Marco Aurélio afirmou que não houve respaldo das Forças Armadas, o que, segundo seu entendimento, inviabilizaria qualquer tentativa concreta. Ele também argumentou que a mera cogitação não configura crime, defendendo que não haveria base para punição nesse aspecto.

As declarações reacendem o debate jurídico e político sobre a atuação do STF nos julgamentos relacionados aos atos de 8 de janeiro e seus desdobramentos.

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Geral

VÍDEO: Relatório dos EUA mira Moraes e fala em “censura” com impacto nas eleições de 2026

 

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Vídeo: Reprodução/Instagram @metropoles

Um relatório do Comitê Judiciário da Câmara dos Estados Unidos colocou o ministro Alexandre de Moraes, do Supremo Tribunal Federal, no centro de uma nova controvérsia internacional ao apontar suposta violação à liberdade de expressão com possíveis reflexos nas eleições brasileiras de 2026.

A informação é da colunista Andreza Matais, do portal Metrópoles. Segundo o documento, elaborado por parlamentares ligados ao Partido Republicano, decisões de Moraes configurariam uma “campanha de censura e lawfare” que, na visão do comitê, atinge a democracia brasileira e pode impactar o debate público no período eleitoral. O texto também cita nomes como Eduardo Bolsonaro e Flávio Bolsonaro, afirmando que medidas judiciais poderiam limitar a atuação de aliados políticos nas redes sociais.

O relatório reúne dezenas de anexos com decisões judiciais brasileiras que determinaram remoção de conteúdos e bloqueio de contas em plataformas digitais. Entre os exemplos citados, estão ordens direcionadas a empresas estrangeiras para retirada de postagens e suspensão de perfis, inclusive com alcance fora do Brasil.

Os autores do documento sustentam que essas decisões teriam efeitos globais e poderiam interferir na liberdade de expressão até mesmo em território americano. O tema, inclusive, tem ampliado tensões entre Moraes e setores políticos dos Estados Unidos, especialmente aliados do ex-presidente Donald Trump.

Procurado, Moraes não se manifestou até o momento. O espaço segue aberto para posicionamento do ministro.

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Geral

Cadu nega exoneração e diz que segue no cargo de secretário da Fazenda

Foto: Reprodução

O secretário estadual da Fazenda, Carlos Eduardo Xavier, conhecido como Cadu, entrou em contato com o Blog do BG para esclarecer que continua no cargo e não foi exonerado, respondendo questionamentos levantados após sua participação em agenda oficial do Governo do Rio Grande do Norte.

A manifestação ocorre após a repercussão da matéria que apontava possível irregularidade na presença do pré-candidato ao governo durante visita às obras em Macau, ao lado da governadora Fátima Bezerra. Segundo Cadu, por ainda exercer a função de secretário, não há qualquer ilegalidade em sua participação no evento.

Com o esclarecimento, o secretário reforça que segue regularmente à frente da Secretaria da Fazenda, esclarecendo a interpretação de que estaria participando de atos oficiais sem vínculo com o governo.

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Saúde

Greve na saúde trava atendimentos no RN e pacientes ficam sem consultas e exames

Foto: Magnus Nascimento

A greve de servidores vinculados à Empresa Brasileira de Serviços Hospitalares já provoca impactos diretos no atendimento em hospitais universitários do Rio Grande do Norte. A paralisação, iniciada na última segunda-feira (30), atinge consultas, exames e cirurgias eletivas, que passaram a funcionar de forma parcial.

No estado, o movimento afeta unidades importantes como o Hospital Universitário Onofre Lopes, a Maternidade Escola Januário Cicco e o Hospital Universitário Ana Bezerra. Apesar da paralisação, os trabalhadores mantêm equipes mínimas para garantir serviços essenciais, como UTIs.

A greve tem caráter nacional e foi aprovada em assembleias realizadas em mais de 45 hospitais da rede. Entre as principais reivindicações da categoria estão reajuste salarial, reposição de perdas acumuladas — estimadas em cerca de 25% —, além de melhorias em benefícios como vale-alimentação.

Na prática, pacientes já sentem os efeitos. Consultas e exames estão sendo remarcados, em alguns casos com previsão de meses de espera. Usuários do SUS relatam dificuldades para dar continuidade a tratamentos, principalmente aqueles que dependem exclusivamente da rede pública.

Segundo representantes do movimento, a paralisação ocorre após dois anos de negociações sem avanços. A categoria rejeitou proposta apresentada com base apenas na inflação e cobra valorização diante do desgaste enfrentado, especialmente durante a pandemia. Enquanto isso, a retomada total dos atendimentos segue sem previsão.

Com informações da Tribuna do Norte

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