Polícia

Filho mata o pai com golpes de foice e pedradas em Mossoró

Foto: reprodução/O Câmera

Um jovem de 22 anos foi preso em flagrante na manhã deste sábado (15) após matar o próprio pai com golpes de foice e a pedradas em Mossoró, na Região Oeste do Rio Grande do Norte, segundo a Polícia Militar. O crime aconteceu na casa onde os dois moravam.

A vítima foi identificada como Francisco Sueldo Silva, de 62 anos de idade. Ele era ambulante e tinha um comércio de verduras em casa.

O crime foi avenida São Jerônimo, no bairro Santa Delmira, por volta das 6h. Francisco se preparava para trabalhar, quando a esposa o ouviu pedir por socorro na residência. Foi neste momento em que o crime aconteceu – a Polícia Militar não explicou o que causou o conflito.

O filho foi preso por policiais militares da Força Tática quando tentava fugir da residência.

A mulher de Francisco – que era madrasta do jovem desde que ele tinha 2 anos – contou ao policiais militares que essa não foi a primeira vez que o filho tentou matar o pai.

Segundo ela, o jovem era dependente químico e tinha tentado o crime por pelo menos outras três vezes. Ele já havia sido internado em hospitais psiquiátricos anteriormente.

O filho foi levado para o Hospital Regional Tarcísio Maia após o crime por conta de ferimentos e vai ser encaminhado em seguida para a Delegacia de Plantão de Mossoró. A PM acredita que o pai, tentando se defender do crime, entrou em luta corporal com ele.

Opinião dos leitores

  1. Tá na hora do dinossauro proibir uso de facas, foices, machados e pedras. Assim do jeito que vai, não terão como acusar Bolsonaro. Libera as drogas, larápio, pra ver a merda que dá!

  2. E o PT quer descriminalizar o uso de drogas, a fim de resolver a questão do tráfico. O país está perdido.

  3. O pessoal dos direitos desumanos vai aparecer dizendo que ele é vítima da sociedade opressora.

  4. Vamos soltar o bicinho, deve ter sido um pequeno surto ele é gente boa ( não chega segunda feira estara solto) tudo que é bandido/ criminoso agora tem SURTO segundo direito dos manos

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Mundo

Em apenas dois meses de 2026, Trump prendeu Maduro, eliminou líder de cartel no México e ditador iraniano

Foto: Reprodução

O início de 2026 tem sido marcado por uma série de operações ousadas e de grande repercussão internacional atribuídas ao governo dos Estados Unidos sob o comando do presidente Donald Trump. Em um período de cerca de dois meses, autoridades americanas participaram diretamente de três eventos que mexeram com a geopolítica global.

No começo de janeiro, forças americanas executaram uma operação militar na Venezuela que resultou na captura do presidente Nicolás Maduro e de sua esposa. A ação, batizada de “Absolute Resolve” e apoiada por meses de planejamento, foi descrita pelas autoridades como uma operação conjunta entre unidades de elite dos EUA para deter o líder venezuelano e retirá-lo do país.

Em fevereiro, uma operação militar no México — conduzida pelas forças do país com apoio de inteligência americana — terminou com a morte de Nemesio Oseguera Cervantes, conhecido como “El Mencho”, chefe do poderoso Cartel Jalisco Nueva Generación. Considerado um dos narcotraficantes mais influentes do México, sua eliminação marcou um golpe significativo nos grupos de crime organizado, mas também desencadeou episódios de violência e retaliações em solo mexicano.

No fim de fevereiro, Trump anunciou que o líder supremo do Irã, Ali Khamenei, foi morto durante uma ofensiva militar conjunta com Israel contra alvos estratégicos no Irã. A ação envolveu ataques coordenados que, segundo autoridades americanas, miravam reduzir as capacidades do regime iraniano e pressionar por mudanças, incluindo o debate sobre o programa nuclear. A confirmação da morte do líder foi feita pelo próprio Trump em redes sociais e por governos aliados, e posteriormente divulgada por veículos internacionais após a confirmação de fontes estatais iranianas.

Esses eventos, em rápida sequência, ilustram uma postura altamente assertiva da administração americana em relação a líderes e grupos que Washington classifica como ameaças diretas à segurança internacional ou à estabilidade regional. Especialistas ouvidos por agências de notícias destacam que os desdobramentos podem gerar impactos duradouros, tanto em termos de relações diplomáticas quanto de equilíbrio geopolítico global.

Embora cada operação tenha gerado reações variadas no cenário internacional — com aliados celebrando ou criticando as ações e regimes atingidos denunciando intervenções unilateralistas — a série de eventos coloca os Estados Unidos no centro de um novo capítulo de tensões e redefinições estratégicas no início de 2026.

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Mundo

VÍDEO: População celebra morte de Ali Khamenei após confirmação do governo iraniano

 

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Vídeo: Reprodução/@folhadespaulo

A morte do Ali Khamenei, líder supremo do Irã, seguida pela confirmação oficial da mídia estatal iraniana, desencadeou imagens contundentes de comemoração entre grupos da população. Khamenei foi morto em uma operação militar comandada por forças dos Estados Unidos, o que faz dele o primeiro chefe de Estado no poder a ser assassinado diretamente por uma ação americana na história moderna.

Logo após a confirmação do falecimento — que veio depois de horas de silêncio e negativas por parte das autoridades iranianas — cenas de celebração começaram a circular. Milhares de pessoas foram registradas nas ruas exibindo reações de alívio e festa, expressando um sentimento de vitória contra o regime que esteve no poder por décadas.

A operação que vitimou Khamenei também matou uma de suas duas filhas, além de um neto, um genro e uma nora. A morte de membros próximos da família real teocrática do Irã intensificou a reação popular em diversos pontos, onde manifestantes exultaram diante da notícia, inclusive citando esperança de mudanças políticas profundas no país.

As imagens mostram pessoas abraçando estranhos, acendendo fogos e celebrando de forma espontânea em praças e avenidas — cenas raramente vistas em um país onde expressões públicas de alegria por acontecimentos políticos são muitas vezes reprimidas com rigor. A resposta contrasta fortemente com as tradições de respeito ao líder supremo que marcaram a República Islâmica.

Especialistas em política do Oriente Médio afirmam que a reação popular pode ser um reflexo de anos de tensões internas, agravadas pelas crises econômica, social e diplomática enfrentadas pelo Irã nos últimos anos. A morte de Khamenei, assim, representa não apenas um marco militar externo, mas também um potencial ponto de inflexão para a sociedade iraniana, cuja reação fervorosa repercute tanto dentro quanto fora das fronteiras do país.

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Geral

LUTO: Morre Henrique Sodré, empresário e proprietário da A Chelita, aos 55 anos

Foto: Reprodução

Faleceu neste sábado (28), aos 55 anos, o empresário Henrique Sodré, proprietário da A Chelita. Ele enfrentava um câncer há meses e vinha em estado complicado de saúde. A notícia gerou comoção entre familiares, amigos e pessoas que acompanharam sua trajetória no meio empresarial.

Henrique construiu uma história marcada por dedicação ao trabalho, espírito empreendedor e perseverança. Reconhecido pela postura firme e pelo compromisso com seus projetos, deixou sua marca no setor em que atuava e no convívio com colaboradores e parceiros.

Além da atuação profissional, era conhecido pelo forte vínculo com a família. Henrique e seus irmãos cultivaram, ao longo dos anos, amizades sólidas, construindo laços que ultrapassaram o ambiente de negócios.

A partida precoce deixa uma lacuna entre aqueles que conviveram com ele de perto.

Do Blog do BG aos familiares e amigos, ficam as condolências e a solidariedade neste momento de dor.

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Geral

Jussara Sales apresenta balanço da gestão e anuncia novos investimentos na abertura do ano legislativo em Extremoz

A prefeita Jussara Sales realizou a leitura da Mensagem Anual à Câmara Municipal de Extremoz, marcando a abertura oficial dos trabalhos legislativos de 2026. O pronunciamento teve caráter de prestação de contas e anúncio de novos investimentos para o município.

Durante a fala, a gestora destacou que Extremoz vive um novo ciclo de crescimento, com avanços concretos em áreas estratégicas como educação, infraestrutura, saúde, habitação, assistência social, cultura, turismo e geração de emprego.

Na educação, Jussara ressaltou que o município passa pela maior expansão estrutural da sua história, com ampliações e construções de escolas e creches, além da ampliação do transporte escolar. A prefeita também confirmou que o novo piso do magistério já está em tramitação na Câmara e será pago integralmente. Segundo dados oficiais, Extremoz ocupa a 6ª colocação no RN em investimento na educação fundamental.

Na infraestrutura, a prefeita destacou pavimentações já entregues em bairros e comunidades, além de novas obras em andamento e recursos garantidos para 2026. Estão assegurados R$ 9 milhões para novas pavimentações em diversas localidades do município. Também foram anunciados projetos como o Parque da Cidade, novo pórtico de entrada, novo mercado público e reforço da infraestrutura agrícola.

Na saúde, a gestão segue com reformas e construção de Unidades Básicas de Saúde, além de investimentos para modernização do Hospital Municipal Café Filho. Extremoz ocupa atualmente a 5ª posição no Rio Grande do Norte em investimento em saúde.

A prefeita também destacou ações na área social, como programas de aluguel social e a construção de 144 unidades habitacionais pelo Minha Casa Minha Vida, além do fortalecimento do calendário cultural e turístico. Em 2025, Extremoz ficou entre os cinco municípios que mais geraram empregos no estado.

Ao encerrar a mensagem, Jussara Sales afirmou que a reeleição representa a continuidade de um projeto de gestão comprometido com o desenvolvimento da cidade e destacou que 2026 será o ano da consolidação desse novo tempo em Extremoz.

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Geral

Nota do governo brasileiro mostra que Lula escolheu apoiar o Irã, diz Flávio Bolsonaro

Foto: Ricardo Stuckert/PR e Evaristo Sa/AFP

O senador Flávio Bolsonaro criticou neste sábado (28) a nota do governo Luiz Inácio Lula da Silva sobre o ataque dos Estados Unidos ao Irã. Segundo ele, o Brasil optou por um alinhamento “moralmente errado” ao condenar a ofensiva e, na avaliação do senador, apoiar um regime que reprime sua população, especialmente as mulheres.

O senador afirmou que o Irã financia grupos terroristas, ameaça Israel e mantém um programa nuclear com fins militares. Também prestou solidariedade aos Emirados Árabes Unidos e ao Bahrein, citando relações estratégicas com o Brasil.

Em nota, o Itamaraty condenou os ataques de EUA e Israel ao Irã e defendeu contenção e solução diplomática para evitar a escalada do conflito.

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Geral

“Oportunidade de diplomacia foi perdida”, diz chefe da ONU ao condenar ataques ao Irã e pedir retomada de negociações

Foto: REUTERS/Eduardo Munoz

O secretário-geral das Nações Unidas, António Guterres, condenou os ataques dos Estados Unidos e Israel ao Irã e a retaliação do país persa, e lamentou que a “oportunidade de diplomacia foi perdida”.

Durante a reunião emergencial do Conselho de Segurança da ONU (Organização das Nações Unidas), Guterres fez um apelo para que as negociações entre as partes sejam retomadas.

“Os ataques dos Estados Unidos e Israel seguem conversas indiretas entre Israel e Irã. Houve preparação para conversas técnicas que iriam acontecer na próxima semana. Eu sinto muito que essa oportunidade de diplomacia foi perdida”, afirmou.

“Estou pedindo a desescalação e parada imediata dos ataques. Esses ataques têm grandes consequências para civis e regiões impactadas. Peço que retornem imediatamente à mesa de negociação por conta do programa nuclear”, pontuou.

Os EUA vinham negociando um acordo com o Irã para que este deixasse de desenvolver seu programa nuclear. As tratativas frustraram vontades norte-americanas, uma vez que o regime iraniano buscou manter minimamente seu trabalho com energia atômica.

Para Guterres, os ataques de ambas as partes violam o direito internacional e colocam o mundo em risco.

“Estamos testemunhando uma grande ameaça à segurança e paz internacional. A ação militar traz o risco de gerar uma reação em cadeia que ninguém pode controlar na região mais volátil do mundo “, afirmou Guterres.

“A paz duradoura só pode ser atingida por meios pacífico, como diálogo e negociação.”

CNN Brasil

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Ataque de EUA e Israel ao Irã foi um ‘sucesso’ e muitos líderes estão mortos, diz Trump

Foto: reprodução/X/Casa Branca

O presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, afirmou que a ação militar no Irã neste sábado, 28, foi um sucesso. “Infligimos danos tremendos. Levaria anos para eles reconstruírem”, disse em entrevista concedida ao canal NBC News.

Na mesma ocasião, Trump afirmou que uma grande quantidade de líderes foi morta nos ataques deste sábado: “As pessoas que tomam todas as decisões, a maioria delas se foi”. Além disso, diante de relatos sobre a morte do líder supremo do Irã, Ali Khamenei, ele afirmou acreditar “que essa é uma história correta”.

A imprensa internacional relata que fontes confirmaram a morte do líder supremo do Irã, Aiatolá Ali Khamenei.

Mais cedo, o primeiro-ministro de Israel, Benjamin Netanyahu, afirmou que as forças militares do país destruíram o complexo de Khamenei.

Estadão Conteúdo

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[VÍDEO] ASSUSTADOR: Morador flagra momento em que drone iraniano atinge prédio residencial no Bahrein


Imagens: Instagram/Hoje no Mundo Militar

Um drone militar atingiu um prédio residencial em Manama, capital do Bahrein, neste sábado (28). Imagens, feitas por testemunhas e checadas pelas imprensas árabe e norte-americana, mostram o momento da explosão. Em uma delas, o morador que estava poucos andares abaixo do andar atingido registrou o ataque.

O Ministério do Interior do Bahrein informou, em nota, que vários prédios residenciais na capital foram alvo dos ataques.

Mais cedo, o governo iraniano confirmou que fez um contra-ataque contra diversos alvos na região, segundo a agência estatal Fars, após a capital Teerã ter sido alvo de ataques dos EUA e Israel. Entre os países citados, atacados pelo Irã estão Bahrein, Kuwait, Catar e Emirados Árabes Unidos. Esses países abrigam bases militares americanas.

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VÍDEO: Iranianos comemoram a morte do líder supremo Ali Khamenei

Começam a surgir nas redes sociais imagens da população iraniana celebrando a morte do líder supremo do país, o aiatolá Ali Khamenei. Ele foi morto durante o ataque aéreo dos EUA e Israel ao Irã neste sábado (28). Khamenei governava o país desde 1989.

No início da noite, o primeiro-ministro Benjamin Netanyahu disse que há muitos sinais de que Khamenei “não está mais entre nós”. Redes de televisão israelenses relataram que uma fotografia do corpo do líder supremo havia sido mostrada ao presidente dos EUA, Donald Trump, e ao primeiro-ministro israelense, Benjamin Netanyahu.

Opinião dos leitores

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Geral

Israel diz que líder supremo do Irã, Ali Khamenei, foi morto em ataque aéreo

O líder supremo do Irã, aiatolá Ali Khamenei | Foto: Gabinete do Líder Supremo Iraniano/ WANA (West Asia News Agency)/Divulgação via REUTERS

O líder supremo do Irã, o aiatolá Ali Khamenei, morreu durante os ataques aéreos dos EUA e de Israel neste sábado (28). A informação foi confirmada à agência de notícias Reuters por um oficial israelense.

À agência Reuters, uma autoridade israelense disse sob condição de anonimato que Khamenei está morto e que o corpo do líder supremo já foi encontrado. Emissoras israelenses afirmaram que uma imagem do corpo do aiatolá foi exibida para Netanyahu e o presidente dos EUA, Donald Trump.

A informação também foi divulgada pela CNN, que segundo uma das fontes afirmou que Israel obteve uma foto do corpo do aiatolá. A segunda fonte disse que um anúncio oficial está sendo preparado. O primeiro-ministro Benjamin Netanyahu disse que há muitos sinais de que Khamenei “não está mais entre nós”.

Com informações de CNN e Jovem Pan

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