O senador Flávio Bolsonaro (PL) usou as redes sociais para dizer que o ex-presidente Jair Bolsonaro (PL) está sendo levado ao hospital nesta sexta-feira (13) após acordar com “calafrios e vômitos” na Papudinha, em Brasília.
“Acabo de receber a notícia de que meu pai @jairbolsonaro está a caminho do hospital, mais uma vez… Informações preliminares de que acordou com calafrios e vomitou bastante. Peço orações para que não seja nada grave”, escreveu o senador no X.
O ex-presidente cumpre pena por tentativa de golpe de Estado no Complexo da Papuda desde 15 de janeiro.
o mozão seu babaca nao e o flavio que tem que resouver os problemas dos presidios e sim esse governo de fdp!!!!!! e tem que ajudar afinal são amiguinhos desse governo de bandidos!!!!!
é esse bebê chorão que quer ser presidente desta República?? Não desiste dessa cantiga furada de levar o papai pra casa…. esperem o que ele vai fazer, caso seja eleito pelo voto da gadaiada….
ainda está nesse mi-mi-mi??? vai dar uma volta pelos hospitais e ver quantos estão bem pior que o papai bozo. Aproveita e dá uma passada pelas delegacias e presídios e veja quantos presos estão apinhados em celas mínimas, sem higiene, torturados pelas milícias e facções… Faça alguma coisa boa por eles e deixa de ficar chorando pelo papai….
As empresas desembolsaram R$ 345 milhões em ações trabalhistas no Rio Grande do Norte em 2025, dentro de um cenário nacional que atingiu um recorde histórico de R$ 50,7 bilhões pagos — o maior valor já registrado pela Justiça do Trabalho no Brasil.
A informação é do Agora RN. Apesar do montante expressivo, o RN apresentou queda de 19% em relação a 2024, quando os pagamentos chegaram a R$ 425 milhões. Ainda assim, os dados revelam um alto custo para o setor produtivo, com predominância de execuções judiciais e acordos entre empresas e trabalhadores.
No cenário nacional, o avanço acompanha o aumento da judicialização. Foram 2,3 milhões de novas ações trabalhistas em 2025, crescimento de 8,7% em relação ao ano anterior. Especialistas apontam que decisões do Supremo Tribunal Federal, como a flexibilização das regras para justiça gratuita, contribuíram para esse movimento.
Além das causas tradicionais, como verbas rescisórias e horas extras, cresce o número de processos envolvendo novas relações de trabalho, incluindo doenças como burnout e disputas ligadas a contratos informais e plataformas digitais.
Mesmo após mudanças na legislação durante o governo Michel Temer, o Brasil segue entre os países com maior volume de ações trabalhistas do mundo, mantendo a pressão sobre empresas e sobre o próprio sistema judicial.
O presidente da CPMI do INSS, senador Carlos Viana, elevou o tom nesta segunda-feira (16) ao afirmar que o ministro Alexandre de Moraes deveria ser afastado do cargo enquanto durarem as investigações envolvendo o chamado Caso Master. Segundo ele, a medida seria padrão em “qualquer país sério”.
A declaração ocorre após a revelação de que mensagens do ex-banqueiro Daniel Vorcaro teriam sido enviadas a um número funcional do Supremo Tribunal Federal. De acordo com Viana, a autenticidade do número já foi confirmada, restando agora identificar quem utilizava o telefone no momento da troca.
Em entrevista ao programa Roda Viva, da TV Cultura, o senador afirmou que pretende acionar oficialmente o STF para obter essa informação. A suspeita levantada é de que o contato estaria ligado a Moraes, hipótese negada pelo próprio ministro.
As mensagens teriam sido enviadas no dia da prisão de Vorcaro. No conteúdo, o banqueiro menciona ter tentado “salvar” uma operação envolvendo o Banco Master e questiona se havia alguma novidade. Como a conversa ocorreu em modo de visualização única, não há registro das respostas.
Em nota, Moraes negou qualquer contato com o investigado e classificou a informação como falsa. Segundo o ministro, trata-se de mais uma tentativa de atingir a imagem do STF em meio às apurações em curso.
Pela primeira vez, a defesa de Fábio Luís Lula da Silva confirmou que o empresário teve relação direta com o lobista Antônio Carlos Camilo Antunes, conhecido como “Careca do INSS”, investigado no escândalo envolvendo desvios no instituto.
Em entrevista à GloboNews, o advogado Marco Aurélio de Carvalho afirmou que Lulinha viajou com o lobista para Portugal, em novembro de 2024, a convite dele. Segundo a defesa, o objetivo da viagem foi conhecer uma fábrica de produtos à base de cannabis medicinal.
O advogado também revelou que todas as despesas da viagem foram custeadas por Antunes, mas negou qualquer tipo de parceria comercial entre os dois. De acordo com ele, o filho do presidente Luiz Inácio Lula da Silva não teve participação nas fraudes investigadas.
Ainda segundo a versão apresentada, Lulinha teria conhecido o lobista por meio de uma amiga e não tinha conhecimento de eventuais irregularidades envolvendo o esquema no INSS, nem recebeu recursos oriundos dos desvios.
A admissão da relação e da viagem marca uma mudança na linha de defesa e ocorre em meio à pressão política crescente sobre o caso, que segue em investigação no Supremo Tribunal Federal.
O apresentador Ratinho usou seu programa no SBT, nesta segunda-feira (16), para se pronunciar sobre a polêmica envolvendo declarações feitas sobre a deputada Erika Hilton. Em tom firme, ele agradeceu o apoio recebido e afirmou que não pretende mudar seu posicionamento.
Durante o programa, Ratinho disse ter sido surpreendido pela repercussão nas redes sociais, classificando o episódio como um “furacão”. Segundo ele, a maioria das mensagens recebidas foi de apoio. O apresentador também destacou que seu estilo direto sempre gerou incômodo em parte do público.
Ao comentar as críticas, afirmou que sua sinceridade é o principal motivo das reações negativas e voltou a criticar o que chamou de “patrulhamento”. Para Ratinho, quem expõe opiniões de forma aberta acaba sendo alvo de ataques, algo que, segundo ele, não existia no início de sua carreira.
O momento mais enfático veio ao final do desabafo, quando reforçou que não pretende alterar sua postura. “Quem gosta vai continuar gostando, quem não gosta vai continuar não gostando. Eu não vou mudar”, declarou ao vivo.
A polêmica teve início após falas do apresentador questionando a presença de Erika Hilton na Comissão da Mulher, o que gerou acusações de transfobia. Em nota oficial, o SBT afirmou repudiar qualquer tipo de discriminação e ressaltou que as declarações não representam o posicionamento da emissora.
A crise envolvendo o INSS provocou um momento de forte tensão entre o presidente Luiz Inácio Lula da Silva e seu filho, Fábio Luís Lula da Silva. Segundo relatos de bastidores, a conversa entre os dois foi marcada por irritação e cobranças diretas, logo após o nome do empresário surgir nas investigações sobre desvios em aposentadorias e pensões.
De acordo com fontes da cúpula do governo, Lulinha negou qualquer envolvimento no esquema, mas ouviu do pai uma resposta firme: se houver irregularidades, o caso deverá ser investigado. A postura repete o discurso público adotado pelo presidente desde o início das denúncias.
Nos bastidores do PT, o episódio já gera desgaste político. Lideranças atribuem ao filho do presidente parte da queda na popularidade do governo e apontam reflexos diretos no crescimento de adversários, como o senador Flávio Bolsonaro. A avaliação interna é de que o caso pode impactar o cenário eleitoral.
Enquanto isso, há divergências sobre a estratégia de reação. Parte do partido defende que Lula parta para o confronto direto com a oposição, resgatando temas sensíveis como o caso das “rachadinhas”. Outros ainda preferem manter cautela e evitar ampliar a crise no debate público.
Mesmo com a tentativa de construir uma agenda positiva, o governo enfrenta dificuldades para virar a página. Nos bastidores, a expectativa é de que não surjam novos fatos envolvendo Lulinha — cenário considerado essencial para sustentar a narrativa de perseguição política defendida por aliados.
Um fundo investigado na Operação Carbono Oculto, que apura a infiltração do PCC no sistema financeiro, movimentou cerca de R$ 180 milhões para a empresa Super Empreendimentos — apontada nas investigações como peça-chave em um esquema de ameaças e coação. A companhia tem ligação direta com o banqueiro Daniel Vorcaro, já alvo de outras apurações.
De acordo com relatório encaminhado ao Coaf, o fundo Gold Style realizou transferências milionárias à empresa entre 2020 e 2025. O documento aponta operações estruturadas para ocultar os verdadeiros beneficiários, levantando suspeitas de lavagem de dinheiro e uso de mecanismos financeiros complexos para camuflar a origem dos recursos.
A Super Empreendimentos, que teve Fabiano Zettel — cunhado de Vorcaro — como diretor, também é citada em decisão do ministro André Mendonça como responsável por financiar um grupo clandestino. Esse núcleo seria liderado por Luiz Phillipi Mourão, conhecido como “Sicário”, acusado de ameaçar desafetos do banqueiro.
Segundo a Polícia Federal, os pagamentos partiam do caixa da empresa e eram direcionados a companhias de fachada ligadas ao grupo, numa tentativa de disfarçar o destino do dinheiro. A estrutura, conforme os investigadores, era utilizada para monitorar, intimidar e pressionar autoridades, jornalistas e rivais comerciais.
As apurações também conectam o caso à Operação Compliance Zero, que investiga fraudes financeiras envolvendo fundos de investimento e o chamado “efeito circular” de recursos. Procuradas, as defesas dos citados não se manifestaram até o momento.
O ministro André Mendonça determinou a suspensão imediata do acesso aos dados sigilosos do celular do banqueiro Daniel Vorcaro, que estavam armazenados em uma sala-cofre no Senado. A decisão, tomada nesta segunda-feira (16), atinge diretamente os trabalhos da CPMI do INSS e impede, por ora, qualquer consulta ao material apreendido.
A informação é do colunista Igor Gadelha, do portal Metrópoles. Segundo o magistrado, a medida visa proteger informações de caráter estritamente pessoal. Mendonça determinou que a Polícia Federal faça uma triagem completa no conteúdo, separando o que diz respeito à vida privada do investigado antes de qualquer compartilhamento com os parlamentares.
Na prática, ninguém poderá acessar os arquivos até a conclusão desse “pente-fino”. A decisão também estabelece que todos os equipamentos armazenados na sala-cofre passem por nova análise técnica, em parceria com a presidência da comissão parlamentar.
Diante da ordem, o presidente da CPMI, Carlos Viana, determinou o fechamento da sala-cofre, alegando risco de vazamentos. A expectativa dos parlamentares era iniciar uma análise mais aprofundada dos dados já nesta terça-feira (17), após o processo de indexação realizado pelo Senado.
Nos bastidores, o conteúdo apreendido causou impacto. Parlamentares relataram a existência de vídeos íntimos e registros de figuras políticas em momentos informais, muitos deles ligados ao Centrão — material considerado sensível e que ajudou a justificar a decisão de restringir o acesso.
Um empresário capotou um veículo de luxo durante um test drive na tarde desta segunda-feira (16), na Av. Washington Soares, em Fortaleza, segundo agentes da Polícia Rodoviária Estadual (PRE). O carro, um Denza B5 avaliado em cerca de R$ 500 mil, tombou após o motorista perder o controle da direção no retorno do trajeto.
De acordo com a PRE, o condutor perdeu o controle ao realizar a manobra, o que provocou o capotamento na via. Uma funcionária da concessionária estava a bordo no momento do teste e relatou dores em um dos braços, mas não houve registro de ferimentos graves. O empresário não se feriu e permaneceu no local após o acidente.
Segundo os agentes, o motorista realizou teste do bafômetro, que apresentou resultado negativo para consumo de álcool. Após o atendimento da ocorrência, o veículo foi rebocado.
Conforme informações do perfil Monólitos Post, o condutor foi liberado após os procedimentos no local e deixou a área. As circunstâncias do acidente devem ser apuradas pelas autoridades competentes.
A defesa de Fábio Luís Lula da Silva, o Lulinha, informou ao ministro André Mendonça, do STF, que a viagem do filho do presidente Lula (PT) a Portugal teve despesas pagas pelo empresário Antônio Carlos Camilo Antunes, conhecido como “Careca do INSS”, preso sob suspeita de envolvimento em esquema de desvios relacionados a aposentados.
As informações foram apresentadas formalmente nesta segunda-feira (16) ao STF, segundo a defesa. De acordo com os advogados, a manifestação ocorreu no âmbito de apuração que tramita na Corte.
O advogado Guilherme Suguimori afirmou à CNN Brasil que Lulinha não firmou qualquer negócio com o empresário nem recebeu valores além das despesas da viagem. Segundo a defesa, não houve relação comercial entre as partes.
De acordo com a petição enviada ao Supremo, Lulinha afirma que conheceu Antônio Carlos por intermédio de uma amiga, em 2024, e que o empresário foi apresentado como atuante no setor farmacêutico. A defesa também informou que o interesse inicial na aproximação teria relação com um projeto ligado à produção de canabidiol medicinal, tema mencionado na manifestação.
Até o momento, conforme informações apresentadas pela defesa, Lulinha nega ter conhecimento de qualquer irregularidade atribuída ao empresário no âmbito das investigações relacionadas ao INSS.
Na decisão liminar, o ministro determinou que o Conselho Nacional de Justiça (CNJ) reavalie casos em que a aposentadoria compulsória foi aplicada. Segundo Dino, a medida tem natureza previdenciária e não deveria ser usada como punição administrativa.
De acordo com o presidente da Ajufe, Caio Marinho, a previdência dos magistrados é contributiva e mudanças precisam considerar os valores recolhidos ao longo da carreira. Ele afirmou que a substituição da aposentadoria compulsória pela perda do cargo pode gerar questionamentos jurídicos.
Segundo Marinho, a medida poderia levar à retenção, pelo Estado, de contribuições feitas durante a vida funcional sem a devida contraprestação, o que, de acordo com ele, levanta discussões sobre direito adquirido e vedação ao confisco.
Nos bastidores do Judiciário, conforme relatos de magistrados, a decisão pode aumentar a pressão por punições mais rigorosas e, ao mesmo tempo, reabrir o debate sobre garantias da carreira. Segundo a Ajufe, a legislação já prevê perda do cargo, mas a aplicação depende de اقدامات posteriores por órgãos como o Ministério Público e a Advocacia-Geral da União.
o mozão seu babaca nao e o flavio que tem que resouver os problemas dos presidios e sim esse governo de fdp!!!!!! e tem que ajudar afinal são amiguinhos desse governo de bandidos!!!!!
é esse bebê chorão que quer ser presidente desta República?? Não desiste dessa cantiga furada de levar o papai pra casa…. esperem o que ele vai fazer, caso seja eleito pelo voto da gadaiada….
ainda está nesse mi-mi-mi??? vai dar uma volta pelos hospitais e ver quantos estão bem pior que o papai bozo. Aproveita e dá uma passada pelas delegacias e presídios e veja quantos presos estão apinhados em celas mínimas, sem higiene, torturados pelas milícias e facções… Faça alguma coisa boa por eles e deixa de ficar chorando pelo papai….
Já foi diagnosticado com broncopneumonia.
Graças à Deus 🙏
Poderia ser pior…poderia ser infarto ou câncer, como ele desejou para a Dilma.