A respeito do Termo de Ajustamento de Conduta (TAC) assinado pelo Governo do Estado com o Ministério Público do Trabalho e o Ministério Público Estadual, esclarecemos os seguintes pontos:
O TAC foi sugerido pelo MP após um minucioso estudo realizado sobre o atendimento na rede de hospitais regionais do RN, que identificou a necessidade de uma adequação à realidade financeira do Estado;
O Termo determina a elaboração de um plano de revisão dos hospitais da rede, observando-se critérios de otimização dos recursos orçamentários escassos;
Também está prevista a conversão de hospitais que não apresentam condições estruturais de atendimento pleno para Unidades de Pronto-atendimento, UBS – Unidade Básica de Saúde, Sala de Estabilização, de forma que permaneçam em funcionamento como unidades de saúde;
Trata-se, portanto, de um reordenamento para definir uma melhor aplicação e distribuição dos recursos destinados à rede e, consequentemente, por um melhor atendimento à população, com hospitais em pleno funcionamento.
O Governo do Estado trabalha para garantir o melhor atendimento a toda a população, sem desperdício de recursos.
A medida tem um problema grave, muitos municípios de determinada região depende desses hospitais, mas na hora de dividirem a conta não possuem interesse pois muitos tem seus "hospitais", mas no aperreio empencam pacientes pros regionais. O município polo aue assumir vai ganhar um pepino, pois terá a demanda do seu município e os vizinhos que mandarão pacientes tb.
As prefeituras não têm orçamento nem para para pagar seus funcionários , como vão arranjar dinheiro para manter esses hospitais , o Ministério Público esta com dois pesos e duas medidas , quando paralisa um hospital em Natal , eles mandam reabrir imediatamente , o interior do estado que se lasque .
Faz tempo quer existe essa necessidade. Nessas cidades os atuais hospitais devem ser entregues as prefeituras para readequação. Agora o Mp poderia diminuir o seu custo e ajudar o Rn nesses tempos de vacas magras.
A dragagem do Porto de Natal, inicialmente prevista para janeiro de 2026 e posteriormente adiada para março, sofreu novo atraso e agora deve começar apenas na segunda quinzena de abril.
Segundo o Ministério de Portos e Aeroportos, a mudança no cronograma ocorre devido à necessidade de conclusão de aprovações técnicas e à superação de entraves burocráticos envolvendo o Idema e a Capitania dos Portos do Rio Grande do Norte. 
A obra, considerada estratégica para ampliar a competitividade do terminal, tem custo estimado em R$ 54,5 milhões, valor já garantido pelo governo federal. O serviço será executado pela DTA Engenharia, vencedora da licitação. 
Pelo cronograma anterior, a empresa deveria apresentar o projeto executivo em fevereiro, com previsão de início das obras ainda em março. No entanto, os projetos básico e executivo seguem em fase final de aprovação. 
Como parte das etapas preparatórias, o Ministério já encaminhou à Capitania dos Portos o pedido de autorização definitiva para a dragagem, incluindo licenciamento ambiental e definição da área de despejo do material. 
A Companhia Docas do Rio Grande do Norte (Codern) informou que o cronograma segue em ajustes, após solicitações adicionais de informações por parte da Capitania, que ainda estão em fase de validação. 
Com o novo adiamento, o próprio Ministério já admite impacto no prazo final da obra. A previsão mais recente indica que os serviços com a draga de grande porte devem se estender até agosto. 
A dragagem vai ampliar o calado do canal de acesso, atualmente em 10 metros, permitindo a operação de navios com até 11 metros de profundidade. A intervenção também inclui a bacia de evolução, essencial para manobras seguras das embarcações. 
Entre os entraves ainda existentes estão exigências ambientais adicionais, como a ampliação da licença junto ao Idema para novas áreas da bacia de evolução, além da necessidade de sinalização provisória na Ponte Newton Navarro, o que pode gerar custos extras. 
Para o governo federal, a dragagem faz parte de uma estratégia mais ampla de fortalecimento do Porto de Natal, que já recebeu investimentos em infraestrutura, como reforma de armazéns, instalação de sistema fotovoltaico e melhorias operacionais. 
Com a obra, a expectativa é permitir a chegada de navios maiores, ampliar rotas comerciais e melhorar o escoamento de cargas, aumentando a competitividade do terminal potiguar. 
O empresário Fábio Luís Lula da Silva, o Lulinha, filho do presidente Lula (PT), realizou em janeiro de 2025 uma viagem de alto padrão à Noruega e à Finlândia para observar a aurora boreal ao lado da família, com todas as despesas da viagem pagas pela lobista Roberta Luchsinger. O custo estimado do roteiro foi de cerca de R$300 mil por família.
Luchsinger custeava despesas pessoais de Lulinha e de seus familiares e era financiada por Antônio Carlos Camilo Antunes, o “Careca do INSS”, lobista enrolado e preso no âmbito das investigações sobre o esquema da gatunagem contra aposentados e pensionistas do INSS.
A viagem foi organizada pela influenciadora de turismo de luxo Marina Mantega, filha do ex-ministro da Fazenda Guido Mantega. Em suas redes sociais, Marina se apresenta como especialista em viagens de alto padrão, oferecendo experiências exclusivas com hospedagens de luxo, transporte premium e roteiros personalizados.
O grupo embarcou rumo à Europa em voo da Swiss Airlines. Em valores atuais, passagens de primeira classe entre o Brasil e a Europa podem chegar a cerca de R$ 60 mil ida e volta por pessoa. Já os deslocamentos internos foram realizados por uma companhia aérea regional escandinava.
O ponto alto da viagem ocorreu na Lapônia finlandesa, onde o grupo se hospedou no Octola, um hotel de ultra luxo localizado em Rovaniemi. A propriedade ocupa uma área isolada de floresta boreal e funciona em regime de exclusividade, recebendo apenas um grupo por vez.
As diárias no local podem chegar a R$ 37 mil por pessoa, e o hotel é conhecido por oferecer experiências privadas voltadas à observação da aurora boreal, além de serviços personalizados em meio à paisagem ártica.
A viagem reuniu hospedagem exclusiva, transporte de alto padrão e programação voltada ao turismo de luxo na região escandinava.
A paralisação de repasses federais tem travado a execução de obras em Natal, de acordo com o secretário municipal de Planejamento, Vagner Araújo. O gestor destacou que contratos firmados com a União seguem sem execução financeira regular, o que atrapalha o andamento de intervenções estruturantes na cidade.
De acordo com o secretário, há um bloqueio nos repasses cuja origem ainda não foi esclarecida pelo Governo Federal. “Por algum motivo que a gente não sabe exatamente qual é, os recursos foram travados”, afirmou Vagner, acrescentando que as obras afetadas são realizadas a partir de uma parceria entre a Prefeitura e a União.
O impacto prático aparece em obras que avançam abaixo do ritmo previsto ou dependem de soluções alternativas para não pararem completamente. “Tem obras que estão com mais de ano sem nenhum centavo liberado”, acrescentou Araújo, ao descrever o cenário enfrentado pela gestão municipal.
Vagner disse que a Prefeitura tem buscado a retomada das transferências financeiras, mas sem sucesso. “O prefeito Paulinho Freire tem feito um esforço, tem ido a Brasília, tem ido aos ministérios, tem tentado sensibilizar sobre a importância, inclusive do cumprimento dos contratos que já foram assinados. Mas isso não tem ocorrido”, destacou o secretário de Planejamento.
Um dos casos mais emblemáticos é o da requalificação das praias da Zona Leste — Praia dos Artistas, Praia do Meio e Praia do Forte. Iniciada em 2024 com previsão de conclusão no primeiro semestre de 2025, a obra chegou a cerca de 70% de execução e, desde então, passou a avançar de forma mais lenta devido à ausência de novos repasses da União. O último pagamento federal ocorreu em maio de 2024, no início do projeto, há quase dois anos.
Orçada em R$ 39 milhões, a intervenção ainda depende de aproximadamente R$ 8 milhões de verba federal para ser concluída, além de cerca de R$ 10 milhões de contrapartida municipal, segundo informações da Secretaria Municipal de Infraestrutura (Seinfra). Sem esses valores, a Prefeitura passou a executar apenas trechos financiados com recursos próprios, o que fragmenta o cronograma e impede o avanço simultâneo das frentes de trabalho.
A secretária da Seinfra, Shirley Cavalcanti, já havia explicado em fevereiro que essa limitação compromete a lógica da obra, já que parte das intervenções depende da execução de etapas financiadas com recursos federais. “Estamos fazendo o que a gente pode dentro dos recursos próprios do Município. Por isso a demora. Por isso que ela está se protelando tanto”, afirmou, à época.
Nesta segunda-feira, Vagner Araújo reforçou que a Prefeitura tem buscado explicações formais para a interrupção dos repasses. “Ainda se busca, se espera, inclusive se busca uma explicação para essa paralisação”, disse. Ele também ressaltou que os recursos fazem parte de contratos já firmados, o que, na avaliação da gestão, cria uma obrigação por parte da União em manter o fluxo financeiro.
Diante do impasse, o município passou a adotar estratégias para evitar a paralisação total das obras. Uma das principais foi a contratação de financiamento junto à Caixa Econômica Federal, por meio da linha Finisa. O pacote soma cerca de R$ 190 milhões e tem como objetivo tanto retomar obras paradas quanto viabilizar novos investimentos.
Com o financiamento, a Prefeitura ganha margem para atuar em diferentes frentes, reduzindo a dependência imediata dos repasses da União.
Além da orla da Zona Leste, outras intervenções também foram afetadas pela interrupção do fluxo federal, como obras na Pedra do Rosário e o pontilhão de Cidade Nova. Vagner Araújo resumiu o cenário ao afirmar que, em determinado momento, “de repente, travou-se o fluxo financeiro”, o que exigiu uma reorganização do planejamento municipal.
Mesmo com as dificuldades, a gestão afirma que pretende manter o cronograma de entregas, ainda que de forma parcial. No caso da orla, já foram inaugurados equipamentos como o skate park da Praia do Meio, e há previsão de entrega de parte dos quiosques e estruturas de apoio ao turismo, como o Centro de Atendimento ao Turista e uma base da Guarda Municipal.
O projeto completo inclui melhorias no calçadão, instalação de banheiros, iluminação moderna, lixeiras subterrâneas, passarelas acessíveis, estacionamentos e espaços esportivos ao longo da orla. Também estão previstas intervenções em áreas como o mirante da Avenida Getúlio Vargas e o Largo do Sol Nascente, que ainda aguardam definição de cronograma para conclusão.
A requalificação da orla da Zona Leste de Natal tem recursos assegurados a partir de um convênio com o Ministério das Cidades, do Governo Federal. A origem da verba é uma emenda parlamentar da modalidade RP-9 – rubrica das chamadas emendas de relator, que deram origem ao que ficou conhecido como orçamento secreto e cujo pagamento sofreu restrições do Supremo Tribunal Federal (STF).
O STF chegou a proibir o pagamento de emendas RP-9, mas depois liberou os repasses desde que fossem adotados critérios de transparência e rastreabilidade do dinheiro. Segundo a secretária de Infraestrutura, o senador Styvenson Valentim (PSDB) já enviou ofício ao Governo Federal se declarando padrinho da obra e autor da indicação da emenda destinada pelo relator do Orçamento, cumprindo a regra de transparência determinada pelo Supremo. Isso teria acontecido, segundo ela, em julho de 2025. Ainda assim, porém, a verba segue retida.
Faleceu na noite desta segunda-feira (23), aos 71 anos, Hosmedito Cavalcanti Júnior, conhecido como Júnior de Gina, Assistente-Geral da Comunidade Católica de Casais Vida Nova. A informação foi confirmada por membros da própria comunidade, que lamentaram profundamente a perda.
Reconhecido como um dos primeiros servos da missão, Júnior teve atuação marcante ao longo de sua trajetória, contribuindo significativamente para a evangelização e formação de casais e famílias. Seu trabalho incluiu atividades de gestão, pregação, ensino e acompanhamento espiritual, sendo considerado uma referência dentro da comunidade.
Segundo relatos de integrantes da Vida Nova, sua dedicação e compromisso com a fé impactaram diretamente a vida de muitos participantes, deixando um legado de serviço e entrega religiosa.
Hosmedito deixa a esposa, Gina, três filhos, dois netos e uma ampla rede de amigos e fiéis que foram tocados por sua caminhada de fé. A Comunidade Vida Nova destacou, em nota, o sentimento de gratidão pela vida e missão do líder, ressaltando a saudade deixada entre os membros.
O senador Flávio Bolsonaro (PL-RJ) supera o presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) em cenários de primeiro turno na disputa pelo Palácio do Planalto no Mato Grosso. É o que aponta pesquisa do instituto Real Time Big Data divulgada nesta terça-feira (24).
No primeiro quadro avaliado pelo levantamento, Flávio tem 46% das intenções de voto, contra 30% de Lula. Na sequência, surge o goverandor do Paraná, Ratinho Jr. (PSD), com 3%. Na segunda-feira (23), ele desistiu de concorrer à Presidência da República.
O governador de Minas Gerais, Romeu Zema (Novo), registra 2%, e o ex-ministro Aldo Rebelo (DC), 1,0%. O empresário Renan Santos (Missão) não pontuou. Votos em branco e nulos são 8%. Outros 10% não souberam responder.
No segundo panorama, Flávio mantém os 46%, ante 31% de Lula. A seguir, o governador do Rio Grande do Sul, Eduardo Leite (PSD), e Romeu Zema assinalam 2% cada. Por sua vez, Aldo Rebelo soma 1,0%. Renan Santos não pontuou novamente.
Votos em branco e nulos totalizam 8%. Ao mesmo tempo, 10% não souberam responder.
No terceiro e último cenário testado, Flávio marca 45%, enquanto Lula tem 30%. Em seguida, o governador de Goiás, Ronaldo Caiado (PSD), aparece com 5%. Romeu Zema tem 2%, e Aldo Rebelo, 1,0%. Mais uma vez, Renan Santos não pontuou.
Votos em branco e nulos correspondem a 8%. Já 9% não souberam responder.
Metodologia
Foram ouvidas 1.600 pessoas no Mato Grosso entre os dias 21 e 23 de março. A margem de erro é de dois pontos percentuais, para mais ou para menos. O índice de confiança é de 95%.
Um relatório do Conselho de Controle de Atividades Financeiras identificou movimentações financeiras consideradas atípicas em uma conta vinculada ao escritório de advocacia da advogada Katcha Valesca de Macedo Buzzi, esposa do ministro Marco Buzzi, atualmente afastado do Superior Tribunal de Justiça por acusações de assédio sexual.
De acordo com o documento, o escritório é classificado como “reincidente” em alertas e apresentou movimentações muito acima da capacidade financeira declarada. Enquanto registros antigos indicavam uma média mensal de cerca de R$ 58 mil, a conta chegou a movimentar mais de R$ 1,3 milhão por trimestre, com um pico de R$ 2,6 milhões em apenas um mês.
O Coaf também destacou resistência por parte dos responsáveis em fornecer documentos e esclarecer a origem dos recursos. Segundo o relatório, os sócios evitavam contato e não apresentavam informações solicitadas pelas instituições financeiras, o que aumentou o nível de alerta.
Entre as operações analisadas, chamou atenção uma transferência de cerca de R$ 2,9 milhões feita pelo Banco Pan ao escritório, além de um repasse superior a R$ 500 mil a uma empresa de consultoria que já apareceu em investigações relacionadas a suspeitas de lavagem de dinheiro.
Em nota, a defesa de Katcha Buzzi afirmou que ela deixou a sociedade do escritório há cerca de um ano e que não tinha acesso à gestão financeira. Também alegou que a relação entre advogados e clientes é protegida por sigilo e que eventual quebra dessas informações sem autorização judicial seria ilegal.
O caso se soma a outras citações recentes envolvendo pessoas próximas ao ministro, ampliando a pressão sobre o magistrado, que já é alvo de apurações no Conselho Nacional de Justiça. Até o momento, não há comprovação de envolvimento direto de ministros em irregularidades, segundo investigações em curso.
Decisões do Supremo Tribunal Federal têm provocado forte reação no Congresso ao desobrigar investigados de prestar depoimento à CPMI do INSS. Até agora, ao menos dez nomes considerados estratégicos para as apurações foram liberados de comparecer ao colegiado.
O caso mais recente envolveu a empresária Leila Pereira, que teve a oitiva cancelada após decisão do ministro Gilmar Mendes. Antes dela, outros investigados como Daniel Vorcaro também haviam garantido no STF o direito de não comparecer.
A lista inclui empresários, políticos e dirigentes de entidades, como Maurício Camisotti, Thiago Schettini, Danilo Trento e Aristides Veras. Em alguns casos, os habeas corpus foram concedidos por ministros como André Mendonça e Flávio Dino, o que, segundo parlamentares, compromete o avanço das investigações.
O presidente da comissão, Carlos Viana, tem criticado duramente as decisões, classificando-as como interferência do Judiciário nas atribuições do Legislativo. Além das dispensas, a CPMI também enfrentou obstáculos com a suspensão de quebras de sigilo autorizadas pelos parlamentares.
Apesar dos embates, uma decisão recente de Mendonça deu novo fôlego aos trabalhos ao determinar a prorrogação da CPMI. A medida foi comemorada pela cúpula da comissão, que agora tenta retomar o ritmo das investigações e ampliar o foco, principalmente sobre o esquema de crédito consignado.
O clima entre Congresso e STF, no entanto, segue tenso, com a comissão prometendo insistir na convocação de testemunhas e buscar alternativas para avançar nas apurações mesmo diante das decisões judiciais.
A disparada no preço do diesel e as restrições de oferta já começam a afetar diretamente o agronegócio brasileiro, justamente no período crítico entre a colheita e o plantio da segunda safra. O cenário é reflexo da alta internacional do petróleo, impulsionada pela escalada do conflito envolvendo Estados Unidos, Israel e Irã.
Produtores de diversas regiões, do Sul ao Centro-Oeste, relatam dificuldades para abastecer máquinas e garantir o transporte da produção. O impacto atinge desde o arroz do Rio Grande do Sul até a soja e o milho do Centro-Oeste, além das usinas de açúcar e etanol de São Paulo.
O problema já chegou às bombas. Dados da Agência Nacional do Petróleo apontam que o diesel ficou cerca de 19,4% mais caro desde o início do conflito, pressionando o custo do frete, que subiu entre 10% e 12%. Esse efeito em cadeia preocupa o governo, que vê risco direto de alta nos preços dos alimentos, especialmente carnes, já que o milho — base da ração animal — também pode encarecer.
Além do campo, serviços públicos também sentem o impacto. Levantamento da Federação das Associações de Municípios do Rio Grande do Sul indica que quase metade das prefeituras consultadas enfrenta dificuldades para manter veículos e máquinas em operação por falta de combustível.
Diante da crise, o governo federal tenta reagir com medidas emergenciais, como redução de tributos, reforço na fiscalização de preços e discussão sobre linhas de crédito para produtores. Ainda assim, o temor é de que o diesel caro se transforme em mais um fator de pressão no bolso do consumidor nos próximos meses.
Um ataque criminoso contra uma provedora de internet em Japeri-RJ expôs o avanço de facções sobre serviços básicos nas periferias. A empresa teve a estrutura incendiada após se recusar a pagar uma “taxa” imposta por integrantes do Comando Vermelho.
A ação, tratada como retaliação direta, evidencia uma nova frente de atuação do crime organizado: a exploração de serviços essenciais. Em diversas regiões do país, grupos criminosos já impõem cobranças ilegais para permitir a operação de internet, gás, transporte e até segurança privada.
Moradores acabam sendo diretamente afetados. Sem acesso à internet após o ataque, comunidades ficam ainda mais isoladas, enquanto empresas enfrentam um dilema: pagar para operar ou correr o risco de perder tudo. A prática tem sido chamada, informalmente, de “pedágio digital”.
O fenômeno não se restringe ao Rio de Janeiro e já é observado em outros estados, como Ceará, Bahia e Pará. Especialistas apontam que a extorsão recorrente tem se tornado uma fonte de renda significativa para facções, muitas vezes superando atividades tradicionais como o tráfico de drogas.
O caso reforça o alerta sobre a expansão do poder paralelo em áreas onde o Estado tem presença limitada, ampliando o controle do crime sobre a economia local e o cotidiano da população.
Ai o sapinho de 09-dedos não quer que seja confirmado ações de TERRORISMO pelos EUA. Tem que atacar essas organizações criminosas com todo o RIGOR necessario. Condenação, Prisão por muitos anos.
E ainda, esse governo “do amor”, insiste em não classificar esses marginais de terroristas e sim de vítimas da sociedade. Nosso país está dominado literalmente por uma ORCRIM! Ou mudamos ou seremos escravos da marginalidade. O poder está nas mãos do povo de bem que ainda resta neste país. #L NÃO! Não votem na esquerda! Não votem em corruptos! Não votem em ficha suja! Precisamos mudar o rumo do nosso amado Brasil.
O ex-vice-governador Fábio Dantas voltou a defender publicamente a candidatura do deputado Ezequiel Ferreira ao Senado nas eleições de 2026. Em entrevista ao programa Repórter 98, ele afirmou que o parlamentar pode surgir como um nome capaz de unificar diferentes forças políticas no estado.
Segundo Dantas, Ezequiel reúne um diferencial raro no cenário atual: trânsito entre grupos ideológicos distintos. Para o ex-vice-governador, o presidente da Assembleia Legislativa pode se consolidar como um “candidato de todos”, dialogando com setores da esquerda, da direita e do centro.
A avaliação é de que essa capacidade de articulação pode ser decisiva em uma disputa majoritária, especialmente em um ambiente político fragmentado. Dantas destacou que, caso consiga reunir essas afinidades, Ezequiel terá força para construir uma candidatura competitiva ao Senado.
O ex-vice-governador também lembrou que já defende esse cenário há mais de um ano e reforçou a importância estratégica da vaga no Senado. Na visão dele, a experiência política e a atuação do deputado em pautas sociais e econômicas pesam a favor de uma eventual candidatura.
Nos bastidores, o movimento é visto como mais um passo na articulação para 2026, com Ezequiel ganhando força como possível nome de consenso no Rio Grande do Norte.
Este deputado ezequiel é um dos responsaveis pelo desastre administrativo no RN, apoiou incondicionalmente essa desgovernadora INCOMPETENTE, ai agora aparece de paraquedas com essa pretença candidatura ao senado. Fora já, os candidatos já estão postos e ele não merece essa postulação.
A medida tem um problema grave, muitos municípios de determinada região depende desses hospitais, mas na hora de dividirem a conta não possuem interesse pois muitos tem seus "hospitais", mas no aperreio empencam pacientes pros regionais. O município polo aue assumir vai ganhar um pepino, pois terá a demanda do seu município e os vizinhos que mandarão pacientes tb.
As prefeituras não têm orçamento nem para para pagar seus funcionários , como vão arranjar dinheiro para manter esses hospitais , o Ministério Público esta com dois pesos e duas medidas , quando paralisa um hospital em Natal , eles mandam reabrir imediatamente , o interior do estado que se lasque .
Faz tempo quer existe essa necessidade. Nessas cidades os atuais hospitais devem ser entregues as prefeituras para readequação. Agora o Mp poderia diminuir o seu custo e ajudar o Rn nesses tempos de vacas magras.