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Governo implanta imposto para quem tem pet e tutor tem que pagar mais de R$ 700 por mês

Reprodução

Com um sistema de taxação eficiente, país arrecada milhões com donos de cães e transforma a convivência com pets. Será que o Brasil deveria seguir o exemplo? O modelo ajudaria a combater o abandono animal e melhorar a responsabilidade dos donos. Leia e opine!

A Alemanha, famosa por sua organização, encontrou uma solução inovadora para lidar com a convivência entre pets e sociedade.

Um imposto anual para donos de cachorros transformou a realidade de cidades como Berlim, gerando arrecadação milionária e trazendo benefícios para o controle e cuidado dos animais.

Mas será que essa medida seria viável no Brasil?

Como funciona o imposto alemão?
Em Berlim, os donos de cães pagam uma taxa de € 120 por ano (cerca de R$ 740) por animal. Famílias com mais de um pet enfrentam um aumento progressivo desse valor.

O sistema não é exclusividade da capital: em Hamburgo, por exemplo, a taxa pode ultrapassar € 600 (R$ 3.700) para raças consideradas perigosas, como bull terrier e mastim napolitano.

De acordo com o jornal francês Les Échos, a arrecadação com essa taxação subiu 40% na última década. Em Berlim, a prefeitura utiliza esses recursos para regulamentar a posse de animais e garantir o bem-estar público.

O dinheiro é investido em controle de cães vadios, fiscalização e campanhas de conscientização.
Rastreio e registro obrigatório
Todo cachorro na cidade deve ser identificado com um chip ou transponder.

O registro inicial custa € 17,50 (cerca de R$ 108), e a falta de cadastro pode acarretar multas de até € 10 mil (R$ 62 mil).

Essa exigência faz parte da “Lei Fiscal sobre Cães”, implementada em 2001, que busca responsabilizar donos por seus animais.

A medida trouxe resultados impressionantes. Nas ruas de Berlim, é praticamente impossível encontrar animais abandonados.

Além disso, o sistema ajuda a monitorar o comportamento de donos e cães, como a coleta de fezes em locais públicos, cuja infração pode custar entre € 35 e € 250 (R$ 216 a R$ 1.500).
Lições para o Brasil

Embora o Brasil não tenha leis semelhantes, a realidade aqui é diferente. O país enfrenta problemas graves de abandono animal, com milhões de cães e gatos vivendo nas ruas.

Segundo estimativas do Instituto Pet Brasil, cerca de 4 milhões de cães estão em situação de vulnerabilidade.

A criação de um imposto para pets no Brasil poderia causar controvérsias, mas os benefícios de uma gestão mais organizada, como na Alemanha, são inegáveis.

Com fiscalização eficiente, seria possível reduzir o abandono, responsabilizar donos e até diminuir os gastos públicos com resgates e abrigos.

A polêmica das raças perigosas
Na Alemanha, raças consideradas agressivas, como fila brasileiro e mastim napolitano, enfrentam uma taxação ainda maior.

Enquanto isso, no Brasil, a discussão sobre raças perigosas continua gerando debates calorosos.

Políticas como a alemã poderiam incentivar donos a redobrar os cuidados com animais de grande porte, prevenindo incidentes.

No entanto, o Brasil precisaria adaptar a proposta à sua realidade socioeconômica.

Em um país onde boa parte da população enfrenta dificuldades financeiras, um imposto anual poderia ser visto como um peso adicional.

Vale a pena copiar o modelo alemão?

A implantação de um imposto semelhante no Brasil esbarra em desafios culturais e econômicos. A alta informalidade na posse de pets e a falta de infraestrutura para fiscalização são barreiras consideráveis.

Por outro lado, a receita gerada poderia financiar projetos de castração gratuita, campanhas de adoção e programas educativos.

Além disso, o uso de tecnologia, como chips de identificação, poderia ajudar a rastrear animais e responsabilizar donos negligentes.

Com adaptações, essa ideia tem potencial para transformar a gestão de pets no país.

E você, concorda com a ideia?

Click Petróleo e Gás

Opinião dos leitores

  1. Não concordo muitos donos vão abandonar seus pett por não ter condições de pagar este valor abisurdo

  2. O negócio é o seguinte: ninguém cadastra seu cão quero ver se o governo tem condições de levantar quem tem cachorro ou gato em casa

  3. Até que enfim, uma boa idéia deste governo! passou da hora, ou melhor, a hora é agora! imposto já! Chega de animais abandonados à própria sorte! o poder público tem que agir com firmeza, não amolecer para estas pessoas que querem continuar brincando com a vida dos bichos! acha bonitinho, vai lá e pega, quando vêem que dá trabalha, joga na rua sem dó nem piedade. São pessoa cruéis! imposto já!

  4. Passou da hora! as cidades estão um nojo só! Não dá mais para andar nas calçadas, temos que dividir a pista de rolamento com os carros, pois os passeios são só bosta de cachorros! imposto já para acabar com esta farra de pegar os cães para criar e depois jogá-los nas ruas. imposto já!

    1. As merdas de cachorro q de encontra na rua não dão de cachorros abandonados ,são de cachorros cujo dono saem pra passear e pra eles fazerem necessidade na rua,alguns donos,raramente,saem e levam luva e saquinho pra recolher as fezes q eles fazem.

  5. Claro que iria piorar a situação de humanos e pets.O brasileiro já luta com dificuldade pelo próprio sustento. Tributar seus animais seria o mesmo que condena-los à morte já que as pessoas Luan com dificuldade pra pagar contas de consumo, muitos devendo horrores de tributos atrAsados. trazer o modelo alemão pra cá é até crueldade. Realidade entre nações são bem diferentes.

  6. Não concordo, acho que se existisse algo assim aqui no Brasil os cachorros iriam sofrer mais,pois, seriam mais descartados nas ruas, já são descartafos tantos, as ONGs, os protetores já não estão aguentando mais, então, sou contra esse imposto e além do mais, a gente já paga tanto imposto nesse país, sou totalmente contra.

  7. Esses parlamentares, deveriam ver o lixo que está essa cidade de BH, parecendo uma cidade desgovernada e abandonada… barulhenta e suja… com tamanha poluição sonora… onde o direito ao silêncio é totalmente violado, não tem nenhuma fiscalização a respeito ao direito alheio.. aonde moro não consigo trabalhar e nem estudar direito por causa disso… barulho de moto e carro com som alto o dia todo … e estou sendo extremante prejudicada por conta disso.. Deveriam ver essas questões aqui em BH.. um temendo desrespeito e violação do direito ao sossego e paz pública …principalmente esses motoqueiros bagunceiros que passam aqui fazendo maior zueira o dia todo, achando que podem violar o direito alheio e fica por isso mesmo, pq não existe fiscalização nenhuma, assim é muito fácil praticar crime, sem nenhuma punição… Isso sim, precisa ser visto pelo poder público…

  8. Absurdo isso… Esse povo não tem o fazer? Isso só iria prejudicar os animais; estimular ainda mais o abandono deles, e desestimular as pessoas a terem um… deveriam era criar multas para quem abandona os Pets, aí sim… e campanhas que estimulam e favoreçam à adoção dos mesmos… Tem que divulgar o nome desses caras, para eles nunca mais serem eleitos… por isso hoje só voto em protetores dos animais, que criam projetos que os beneficiam, como Fred Costa e Osvaldo Lopes..

  9. Absurdo do querem nosso dinheiro pô qual na
    O da nem pra pagar um plano de saúde e temos que esperar ,mais de 2 meses pra uma consulta no SUS

  10. Por isso o Brasil é melhor que Alemanha e EUA pra viver, aqui não existe essa cobrança e nem cobrança pela saúde pública.

  11. Kkkkkkkk Nem pensar.
    É inviável pensar neste tipo de taxa agora quando se a prioridade é economia, educação e saúde.
    Estamos num momento onde o governo dá o parecer de que está tudo bem com suas estatísticas falsas mas que se vc for na esquina tem alguém passando fome e desempregado.
    Agora a pergunta:Quando você recebe seu salário, primeiro paga as contas ou vai farrear e pensar nos tributos dps?
    Dessa forma, o governo no mínimo tem que fazer pra dps pensar em luxo,ou então estamos lidando com crianças no poder.

    90% do Brasil está lutando pra sobreviver e pagar as contas . Esquece revolução social agora , não dá. Se isso for implantado vai sufocar muita gente.

    1. Isso sería TERRORISMO FISCAL!! NÃO PERCEBEM QUE ESTÃO TENTANDO “SACAR” DINHEIRO DE UMA DAS POUCAS FONTES DE CARINHO QUE OS CIDADÃOS TÊM?

  12. Com esta agenda WAKE, aboliu-se a famosa “carrocinhade cachorros e por consequencia o sacrificio dos animais que não eram procurados apos 30 dias. Sou contra o sacrificio (neste momento estou lutando para dar uma sobrevida a minha cachorra Filomena, deixando que ela vá por vontade propria e de Deus). Agora porque não castrar estes pets de rua?

  13. Aqui deveria criar uma multa para quem tem pet e deixa o animal o dia todo trancado no apartamento, sozinho e latindo.
    Péssimo para o animal, que late por se sentir só e muito incomodo para quem fica em casa trabalhando ou estudando, para idosos e pessoas que tem hipersensibilidade auditiva, como altistas.

  14. Não tem preocupação nenhuma com o bem estar animal, tudo papo furado pra criar impostos e arrecadar, aliás, como tem feito muito.

  15. Papo furado. Esse absurdo é apenas uma maneira a mais que os governos falidos encontraram para confiscar ainda mais o povo.
    Acordem, o Estado não quer o seu bem, ele não resolve nada, só atrapalha. O Estado quer apenas se alimentar de você , tal qual um predador faminto que nunca estará saciado.
    Políticos e membros de poder são parasitas e apenas pensam no povo como instrumento de manutenção do poder.
    Os da esquerda são os piores.

  16. Pois é… na Alemanha, pobre nem pet pode ter mais… enquanto o povo for ignorante e continuar votando em gente que só quer aumentar o tamanho do Estado é isso que acontece… como Milei disse: o Estado não produz nada, não gera nada, o Estado apenas arrecada.

  17. Kkkkkkk…
    No Brasil esse imposto não tem retorno.
    É mais um pra bancar farras desses vagabundos.

  18. Não inventa mais ideia não ok..Já acha pouco o que pagamos de imposto? Deveríamos sim ter nossos pets com os gastos que temos em clínica veterinária deduzidos do imposto de renda. Mas não,pagamos caro e não podemos lançar no imposto de renda. Por isso essas clínicas cobram preços exorbitantes e fica por isso mesmo,todos enriquecendo ano a ano e nos os tutores se lascando cada vez mais.

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“TRANS FAKES”: Presas denunciam homens em celas destinadas a mulheres no DF

“Trans fakes”: presas denunciam homens cis em celas destinadas a mulheres. Veja cartas - destaque galeriaImagem: material cedido ao Metrópoles

A Penitenciária Feminina do Distrito Federal, conhecida como Colmeia, vive um cenário de tensão após passar a abrigar mulheres trans. Segundo relatos de internas e dados oficiais, homens heterossexuais teriam se autodeclarado mulheres trans para obter transferência ao presídio feminino, o que levanta questionamentos sobre segurança e aplicação da lei.

Informações da Secretaria de Administração Penitenciária (Seape) mostram que o número de pessoas autodeclaradas trans na unidade saltou de 19, em 2023, para 86 em 2024 — alta de 353%. Somados homens do semiaberto e da ala psiquiátrica, há hoje 155 detentos do sexo masculino na estrutura, o equivalente a 13% da população total de 644 internas.

A maioria das autodeclarações ocorreu após o início do processo judicial e depende de autorização da Vara de Execuções Penais (VEP). Há registros de presos ligados a facções como Primeiro Comando da Capital (PCC), Comando Vermelho (CV) e Comboio do Cão.

Cartas de detentas relatam perda de privacidade, assédio e clima constante de medo. Policiais penais também denunciam insegurança: em questionário aplicado em 2025, servidoras apontam risco físico, diferença de força nas contenções e necessidade frequente de apoio masculino, em desacordo com a Lei de Execução Penal.


Imagem: material cedido ao Metrópoles

O Sindicato dos Policiais Penais do Distrito Federal (Sindpol-DF) critica a falta de estrutura e reforço de efetivo e afirma que garantir direitos não pode gerar violação de outros.

Em nota, a VEP afirmou que todas as decisões seguem a legislação e a Resolução nº 348/2020 do Conselho Nacional de Justiça (CNJ), com análise individual, avaliação multidisciplinar e possibilidade de revisão em casos de abuso ou inconsistência. O órgão diz que a segurança e a dignidade de mulheres cis e servidoras permanecem prioridade.

Com informações da coluna ‘Na Mira’ – Metrópoles

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Serviço Secreto dos EUA mata homem que tentou invadir Mar-a-Lago, resort de Trump na Flórida

Imagem de Mar-A-Lago, clube e residência de Donald Trump na Flórida — Foto: Marco Bello/Reuters

O Serviço Secreto dos EUA informou neste domingo (22) que seus agentes mataram a tiros um homem que tentou entrar ilegalmente no perímetro de segurança do resort Mar-a-Lago, do presidente Donald Trump, em West Palm Beach, Flórida.

O invasor teria entre 20 e 30 anos e não teve sua identidade revelada.

Apesar de viajar frequentemente à Flórida nos finais de semana, Trump se encontrava em Washington no momento do incidente.

A primeira-dama Melania Trump também estava com o presidente na Casa Branca na noite de sábado.

De acordo com o Serviço Secreto, ele foi “visto no portão norte da propriedade de Mar-a-Lago carregando o que parecia ser uma espingarda e um galão de combustível”. O incidente ocorreu à 1h30 da manhã de domingo.

O suspeito, que era da Carolina do Norte, foi dado como desaparecido há alguns dias por sua família. Os investigadores acreditam que ele saiu da Carolina do Norte em direção ao sul, pegando uma espingarda no caminho, disse o porta-voz do Serviço Secreto, Anthony Guglielmi.

A caixa da arma foi encontrada em seu veículo, disse Guglielmi. O homem passou pelo portão norte de Mar-a-Lago enquanto outro veículo saía e foi abordado por agentes do Serviço Secreto. Os agentes confrontaram o homem armado e ele foi morto a tiros. Os investigadores estão trabalhando para traçar um perfil psicológico e a motivação ainda está sendo investigada.

Ele foi baleado por agentes do Serviço Secreto e por um xerife do Condado de Palm Beach, informou a agência.

g1

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PAPO DE FOGÃO: Confira as receitas de bife Wellington de sol; e peixe à Diogo Lopes

BIFE WELLINGTON DE SOL
Ingredientes:
1 colher de sopa de manteiga da terra
180g de filé de sol
2 colheres de sopa de mostarda de Dijon
1 fatia de bacon
60g de queijo Custa Azul
150g de massa folhada pronta
1 Ovo
1 colher de sopa de azeite
Plástico filme

Modo de preparo:
Aqueça a manteiga na frigideira em fogo alto e sele os seis lados do filé por 1 a 2 minutos de cada lado.
Deixe esfriar um pouco e besunte com bastante mostarda.
Envolva com a fatia de bacon e enrole no plástico filme como se fosse um bombom.
Leve a geladeira por 2h ou ao congelador por 50 minutos para firmar.
Rale o queijo e faça uma camada deste, sobre a massa folhada.
Retire o filé do congelador e desembale.
Coloque sobre o queijo e embrulhe com a massa folhada e o queijo, fechando como uma embalagem de presente.
Corte tiras de massa e decore fazendo um xadrez.
Envolva mais uma vez em filme e leve para firmar mais uma vez e estabilizar a preparação por 50 minutos no congelador ou 2h na geladeira.
Pré-aqueça o forno a 165 graus por 10 minutos.
Desembale o Wellington, pincele com uma mistura de ovo e azeite e leve para assar por 15-20 minutos ou até dourar e começar a cheirar.
Retire do forno, deixe descansar por 2 minutos e sirva do jeitinho que você preferir.

Tempo de preparo: 2h30
Tempo de cozimento: 30 min

DICA RÁPIDA
PEIXE A DIOGO LOPES
Ingredientes:
1 posta de peixe de sua preferência
Sal e pimenta do reino a gosto
2 dentes de alho picados
3 colheres de sopa de shoyu
Páprica doce a gosto
Azeite
Pimenta biquinho e cheiro verde para decorar.

Modo de preparo
Coloque sal, pimenta do reino e páprica nos dois lados do peixe.
Acrescente o shyou, o alho, virando dos dois lados e deixe marinar por 10 minutos.
Aqueça bem uma frigideira, coloque um fio de azeite e coloque o peixe pra fritar de 3 a 4 minutos de cada lado, dependendo da altura da posta.
Retire da frigideira, decore com o cheiro verde a pimenta biquinho e sirva com arroz, feijão verde e farofa de búzios.

Tempo de preparo: 15 min
Tempo de cozimento: 8 min

 

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80% das vagas de emprego no Brasil em 2025 foram criadas por micro e pequenas empresas

Foto: Roberto Dziura Jr/AEN

As micro e pequenas empresas foram responsáveis por 80,5% das vagas de emprego criadas no Brasil em 2025, segundo levantamento do Sebrae. O setor gerou 1.030.434 empregos formais, de um saldo total de 1.279.498 postos no ano.

De acordo com o presidente do Sebrae, Décio Lima, os pequenos negócios lideram as contratações com carteira assinada, sobretudo nos setores de serviços e comércio.

Os números são confirmados por dados do Cadastro Geral de Empregados e Desempregados (Caged), do Ministério do Trabalho e Emprego, divulgados no fim de janeiro. Apesar do resultado positivo, o saldo de 2025 foi o menor desde 2020.

Segundo a Confederação das Associações Comerciais e Empresariais do Brasil, as regiões que mais criaram empregos em micro e pequenas empresas foram:

  • Sudeste: 414 mil vagas

  • Nordeste: 287 mil vagas

A CACB defende a atualização da tabela do Simples Nacional. Para o presidente da entidade, Alfredo Cotait Neto, a medida ajudaria a formalizar empresas, estimular investimentos e ampliar a geração de empregos.

Queda em dezembro

Apesar do saldo positivo no ano, dezembro de 2025 registrou fechamento de 618 mil postos de trabalho. Os setores mais afetados foram:

  • Indústria: -135.087 vagas

  • Construção civil: -104.077

  • Comércio: -54.355

  • Agropecuária: -43.836

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CUIDADO: Conselhos de saúde de chatbots de Inteligência Artificial frequentemente estão errados, revela novo estudo

Foto: Freepik

Um estudo publicado na Nature Medicine indica que chatbots com inteligência artificial não são confiáveis para orientar decisões médicas do público em geral. Segundo os pesquisadores, os modelos testados não superaram sequer o Google — já conhecido por falhas em informações de saúde — e, em alguns casos, forneceram dados incorretos ou inconsistentes.

O experimento, o primeiro randomizado do tipo, concluiu que nenhum dos sistemas avaliados está pronto para uso direto no atendimento a pacientes. Participaram mais de 1.200 voluntários no Reino Unido, que receberam cenários médicos detalhados e usaram chatbots comerciais, como o ChatGPT, da OpenAI, e o Llama, da Meta.

Os participantes acertaram a conduta correta em menos da metade das vezes e identificaram corretamente as doenças em apenas 34% dos casos — desempenho semelhante ao grupo que usou métodos tradicionais de busca.

Segundo Adam Mahdi, do Instituto de Internet de Oxford, a medicina real é complexa e incompleta, diferente das questões objetivas em que a IA costuma se sair bem. O estudo também apontou que respostas variavam drasticamente conforme pequenas mudanças na forma de perguntar.

Em cerca de metade dos erros, os próprios usuários deixaram de informar sintomas relevantes. Quando os pesquisadores inseriram o quadro clínico completo diretamente nos sistemas, a taxa de acerto subiu para 94%.

Especialistas destacam que médicos aprendem a identificar quais informações são essenciais — algo que ainda falta aos chatbots. Para Andrew Bean, principal autor do estudo, os modelos deveriam fazer mais perguntas complementares, como ocorre em consultas médicas.

Mesmo assim, os pesquisadores observaram dificuldades dos sistemas em diferenciar casos urgentes de não urgentes e episódios de informações inventadas, incluindo recomendações de números de emergência inexistentes.

A OpenAI afirmou que os modelos atuais do ChatGPT são mais seguros e fazem mais perguntas de acompanhamento do que os avaliados no estudo. A Meta não comentou.

O estudo reforça que, apesar do avanço rápido, chatbots de IA ainda não substituem a avaliação médica profissional — e seu uso exige cautela.

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Comércio, construção e agro seriam setores mais prejudicados por fim da escala 6×1

Foto: Mariangela

O fim da escala 6×1, se aprovada pelo Congresso Nacional, poderia acabar com 600 mil empregos no Brasil, segundo nota técnica do CLP (Centro de Liderança Pública). Os setores mais impactados, de acordo com o documento, seriam o agro, o comércio e o segmento de construção.

Nos três setores, a perda de produtividade seria de 1,3%, o que acarretaria no fechamento de 1,6% dos postos de trabalho. Em números absolutos, a agropecuária fecharia 28 mil vagas; o comércio, 164 mil; e a construção, 45 mil.

Veja impacto nos setores:

Impacto do fim da escala 6×1 (principais setores)

Sobre estes prejuízos, especialistas explicam que o fim da jornada 6×1, sem redução salarial proporcional, aumenta o custo do trabalho no Brasil. E os empregadores tendem a cortar empregos de maneira a manter o equilíbrio dos negócios.

“Como a PEC 6×1 propõe a manutenção do salário com redução abrupta da carga de trabalho, o custo do trabalho vai aumentar muito. Com a produtividade estruturalmente baixa, isso gera um choque negativo na produtividade do trabalho, com efeito colateral no crescimento do PIB”, afirma o economista-chefe da ARX, Gabriel Barros.

A nota técnica mostra que a redução da jornada, considerando o PIB (Produto Interno Bruto) registrada em 2025, resultaria na perda de cerca de R$ 88 bilhões em atividade econômica.

“A possibilidade de mudar a escala de trabalho existe, mas exigiria um esforço muito maior de compreensão dos impactos gerais na economia. Os estudos macro foram que há perda de PIB potencial associada a esse tipo de mudança”, afirma o economista Sérgio Vale, economista-chefe da MB Associados.

Este tipo de medida seria prejudicial ao Brasil devido a sua baixa produtividade — palavra-chave no que diz respeito a essa discussão. Segundo o CLP, entre 2016 e 2025, o crescimento médio da produtividade do trabalhador ao redor do mundo ficou em torno de 1,5% ao ano, enquanto no Brasil ficou em 0,5%.

Opinião dos leitores

  1. Já tá horrível a construção civil e mais com isso agora , esse governo das trevas quer destruir o nosso País, ja basta a roubalheira escancarada e um judiciário político que não faz nada pra defender o povo é so perseguição política, o nosso País esta entregue a corrupção.

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Saúde

Saúde descarta R$ 108 milhões em vacinas e medicamentos; parte ainda estava dentro da validade

Foto: Aline Massuca/Metrópoles

O Ministério da Saúde incinerou mais de R$ 108,4 milhões em vacinas, medicamentos e insumos ao longo de 2025. Desse total, 17,1% — cerca de R$ 18,5 milhões — ainda estavam dentro do prazo de validade no momento do descarte, segundo dados obtidos via Lei de Acesso à Informação.

As informações são da coluna de Tácio Lorran, do Metrópoles. Entre os itens inutilizados estão medicamentos de alto custo, como anticorpos monoclonais usados no tratamento de câncer, além de vacinas contra a dengue e insumos adquiridos por decisão judicial. Há casos de produtos com validade até 2050 que também acabaram incinerados. Apesar da redução em relação aos anos anteriores, o volume segue acima do período pré-pandemia.

Nos três primeiros anos do atual governo do presidente Luiz Inácio Lula da Silva, o montante descartado já chega a R$ 2 bilhões — valor mais de três vezes superior ao registrado em todo o mandato do ex-presidente Jair Bolsonaro, quando foram incinerados R$ 601,5 milhões. O pico ocorreu em 2023, com R$ 1,3 bilhão em perdas.

Após auditoria, a Controladoria-Geral da União apontou falhas na gestão de estoques e recomendou medidas para melhorar controle, logística e monitoramento. O ministério afirma que as recomendações já foram cumpridas ou estão em fase final de execução e nega desperdício, alegando ressarcimento em casos de não conformidade técnica.

Segundo a pasta, a taxa de incineração em 2025 correspondeu a 1,48% do estoque total, com meta de redução para 1% em 2026. O governo atribui os descartes a fatores como judicialização, mudanças em protocolos médicos, variações epidemiológicas e exigências sanitárias que impedem o reaproveitamento de medicamentos devolvidos.

Opinião dos leitores

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VÍDEO: Padre critica homenagem a Lula no Carnaval e compara desfile a “miniatura da Coreia do Norte”

Vídeo: Reprodução/X

Uma homilia celebrada na Quarta-feira de Cinzas ganhou repercussão nas redes sociais após o padre Francisco de Assis, da Paróquia São Paulo, em Frei Paulo (SE), criticar o desfile da Acadêmicos de Niterói, que homenageou o presidente Luiz Inácio Lula da Silva no Carnaval de 2026.

Durante a missa, realizada no dia 18 de fevereiro, o sacerdote afirmou ter se incomodado com trechos da apresentação e disse que, na sua avaliação, o enredo teria ironizado valores considerados centrais pela Igreja, como a família. Ele também comparou a exaltação ao presidente a uma “miniatura da ditadura da Coreia do Norte”.

Na fala, o padre fez críticas diretas ao chefe do Executivo e questionou eleitores do presidente, posicionamento que rapidamente passou a circular em vídeos nas redes sociais, dividindo opiniões entre fiéis e internautas.

O desfile da escola de Niterói já vinha sendo alvo de debates políticos e religiosos desde a apresentação na Marquês de Sapucaí. A agremiação levou à avenida um enredo que retratou a trajetória de Lula, da infância no Nordeste à Presidência da República, o que gerou reações tanto de apoio quanto de contestação.

Até o momento, não houve manifestação oficial da escola ou do Palácio do Planalto sobre as declarações feitas pelo religioso.

Opinião dos leitores

  1. Também comparável à Itália de 1930. Verba pública para culto à personalidade do líder. E esse povo ainda enche a boca pra chamar os outros de fascista.

  2. Só falou verdades, o problema é que falar a verdade num país que vive a democracia relativa, aí o bicho pega.

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VÍDEO: “É preciso dar um paradeiro”, diz Lula ao criticar ameaças de Trump a outros países

Vídeo: Reprodução/Metrópoles

O presidente Luiz Inácio Lula da Silva afirmou neste domingo (22), durante coletiva na Índia, que pretende discutir diretamente com Donald Trump o papel dos Estados Unidos na América do Sul e disse que é “preciso dar um paradeiro” nas ameaças feitas pelo norte-americano a outros países. A declaração ocorre após Trump indicar a possibilidade de ataque ao Irã nos próximos dias.

Lula afirmou que quer saber se os EUA pretendem atuar como parceiros ou como agentes de pressão internacional. Segundo ele, a conversa com Trump, prevista para a segunda quinzena de março em Washington, deve tratar de temas estratégicos e da relação bilateral. O encontro foi combinado por telefone, mas ainda não tem data oficial confirmada.

O presidente brasileiro disse acreditar na “química” pessoal como ferramenta de negociação e destacou que prefere o diálogo direto. “Não tem veto, não tem nada proibido na mesa de negociação”, afirmou, ao citar temas como minerais críticos, cooperação econômica e combate ao crime organizado.

Na mesma coletiva, Lula voltou a comentar a homenagem recebida da Acadêmicos de Niterói no Carnaval. Classificou o desfile como “extraordinário”, agradeceu à escola e evitou entrar nas críticas feitas por setores evangélicos à ala intitulada “neoconservadores em conserva”.

A representação gerou reação de aliados do ex-presidente Jair Bolsonaro, que classificaram a encenação como ofensiva. Lula, no entanto, afirmou que apenas aceitou a homenagem e que não interferiu no conteúdo do enredo.

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Economia

Fim da escala 6×1 pode gerar rombo bilionário e pressionar indústria, alerta entidade

Foto: Drazen Zigic/Freepik/Arquivo

A possível substituição da escala 6×1 por uma jornada semanal menor pode provocar um impacto de até R$ 178,8 bilhões por ano nos custos da indústria brasileira, segundo estimativa da Associação Brasileira da Indústria de Máquinas e Equipamentos. De acordo com o levantamento, caso a carga horária seja reduzida para 36 horas semanais sem corte salarial, a folha de pagamento do setor pode subir 25,1%.

Em um cenário intermediário, com jornada de 40 horas, o impacto financeiro projetado varia entre R$ 58,3 bilhões e R$ 87,5 bilhões anuais, representando aumento de 7,4% a 11,2% nos custos com mão de obra. A entidade afirma que a mudança pode pressionar margens, encarecer produtos e reduzir a competitividade da indústria nacional.

Segundo a Abimaq, cerca de 80% das empresas do setor operam atualmente com jornada de 44 horas semanais no sistema 5×2. Para a associação, qualquer redução de carga horária sem ajuste proporcional de salários tende a gerar efeito cascata, com risco de demissões e até fechamento de empresas.

A discussão ocorre em meio a comparações internacionais, já que países da União Europeia adotam jornadas médias entre 36 e 40 horas semanais, geralmente com mecanismos de compensação negociados entre empresas e sindicatos. No Brasil, embora o limite legal seja de 44 horas, dados do Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística indicam que a média efetiva trabalhada costuma ser inferior ao teto.

A entidade também chama atenção para a baixa evolução da produtividade no setor, que teria crescido, em média, 0,2% ao ano entre 1981 e 2024. O tema deve ganhar força nas negociações coletivas, que já registram milhares de acordos tratando de prorrogação ou redução de jornada.

Com informações do R7

Opinião dos leitores

  1. A esquerda é o retrato do atraso, os idiotas comparam a realidade de hoje com 2, (não é 2 anos, não é 2 meses) é 2 século séculos atrás. Como que o país pode prosperar com essas cabeças ocas

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