Foto: Ricardo Stuckert/PR
Integrantes do entorno do presidente Luiz Inácio Lula da Silva articulam transformar a relação com o presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, em vitrine da agenda internacional para a disputa de 2026. A avaliação dentro do governo é de que a aproximação pode neutralizar o discurso da direita bolsonarista e reduzir o impacto de críticas em temas considerados sensíveis na política externa.
A leitura entre aliados mistura pragmatismo e otimismo. A equipe presidencial avalia que assuntos antes vistos como potenciais desgastes, como a relação com a Venezuela, perderam força após a prisão de Nicolás Maduro neste ano. Além disso, pesa a negociação considerada bem-sucedida para retirar tarifas impostas por Washington a produtos brasileiros, vista como sinal de capacidade de diálogo com a Casa Branca.
O encontro entre Lula e Trump em Nova York, durante a Assembleia Geral da Organização das Nações Unidas, também é citado como marco simbólico dessa reaproximação. Para aliados, a interlocução cordial ajuda a esvaziar o discurso da oposição, historicamente alinhada ao trumpismo.
Especialistas avaliam que o movimento reforça a imagem internacional do presidente, mas ponderam que os dividendos eleitorais tendem a depender mais da agenda doméstica. Ainda assim, viagens e articulações externas são vistas como instrumentos para atrair investimentos, firmar acordos comerciais — como o tratado entre Mercosul e União Europeia — e fortalecer a percepção de liderança global.
Com previsão de ida a Washington nos próximos meses, Lula deve manter compromissos estratégicos no exterior antes de concentrar esforços na campanha. Auxiliares já admitem que, com a aproximação das eleições, a agenda internacional tende a ser reduzida, priorizando pautas internas e articulações políticas no país.
Com informações do Estadão
Loroteiro!
Nada tem haver.
Trump não vota no Brasil.
Aposto os eggs como Lula não tem mais o desepenho da campanha passada aqui no nordeste.
O encanto por esse despreparado, atrazado acabou para muitos.
O medo que faz é só as forças ocultas no resultado da apuração, de resto Flávio Bolsonaro tá eleito.
Tchau papa angu.
Fasta pra lá boi véi, já era.
Rsrs..