Política

Justiça cassa mandato de vereador e anula votos da chapa do PP por fraude a cota de gênero em Poço Branco

Foto: reprodução

A Justiça Eleitoral reconheceu a prática de fraude a cora de gênero do partido PP no município de Poço Branco e determinou a cassação do vereador eleito Rodrigo Marques Lucas de Araújo e inelegibilidade por 8 anos, além de anular os votos do partido.

Segundo denúncia do MP, o Partido Progressistas utilizou candidaturas femininas fictícias para cumprir formalmente o percentual mínimo de 30% exigido pela legislação eleitoral.

As candidatas Juliana Gonçalo e Maria da Conceição da Silva são apontadas como laranjas, sem campanha própria e com votações inexpressivas. Segundo o MP, as duas participaram apenas de eventos organizados por Rodrigo Marques Lucas de Araújo, apontado como mentor da fraude.

Ainda de acordo com o parecer, houve desvio de recursos públicos da campanha de Maria da Conceição em favor de Rodrigo Lucas, configurando não só fraude eleitoral, mas possível crime de falsidade e improbidade administrativa.

Justiça Potiguar 

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Geral

HISTÓRICO: Lucas Pinheiro Braathen conquista medalha de ouro inédita para o Brasil nas Olimpíadas de Inverno

Foto: Rafael Bello/COB

O Brasil entrou para a história dos Jogos Olímpicos de Inverno neste sábado (14). Lucas Pinheiro Braathen conquistou a primeira medalha olímpica do país — e da América Latina — em competições de inverno, e logo no lugar mais alto do pódio, ao vencer o slalom gigante do esqui alpino.

O ouro veio após domínio nas duas descidas da prova. Lucas foi o mais rápido na primeira, com 1min13s92, abrindo quase um segundo de vantagem sobre o suíço Marco Odermatt, que terminou com a prata. O bronze ficou com Loic Meillard.

Na segunda descida, o brasileiro confirmou a liderança ao marcar 1min19s95, fechando o tempo total em 2min25s00 e garantindo o título olímpico.

Até então, o melhor resultado do Brasil em Jogos de Inverno era o nono lugar de Isabel Clark no snowboard cross, em Turim 2006.

Nascido em Oslo, na Noruega, Lucas é filho do norueguês Bjorn Braathen com a brasileira Alessandra Pinheiro de Castro. Ele compete pelo Brasil e se tornou, neste sábado, um nome histórico do esporte nacional.

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CASO MASTER: Polícia Federal prepara relatório sobre menções a Alexandre de Moraes em celular de Vorcaro

Foto: reprodução Oeste/Redes Sociais

A Polícia Federal prepara um novo relatório para o Supremo Tribunal Federal sobre mensagens encontradas no celular do empresário Daniel Vorcaro que fazem menção ao ministro Alexandre de Moraes. O documento será encaminhado ao presidente da Corte, Edson Fachin. A existência do novo relatório foi revelada por Malu Gaspar, em O Globo, e confirmada por fontes ligadas à investigação.

O material segue o mesmo formato do relatório entregue no início da semana com referências ao ministro Dias Toffoli. Classificado como “informação de Polícia Judiciária”, o texto apenas descreve os achados da PF, sem pedir afastamento ou declaração de suspeição.

As mensagens analisadas citam ao menos duas visitas de Moraes à residência de Vorcaro, no Lago Sul, em Brasília. Em uma delas, o ministro teria conversado rapidamente com Paulo Henrique Costa, então presidente do Banco de Brasília. À época, Moraes negou ter participado de reunião com o dirigente.

O episódio ocorreu no período em que Vorcaro buscava viabilizar a venda do Banco Master ao BRB. Paralelamente, a esposa do ministro, Viviane Barci de Moraes, mantinha contrato de consultoria com o Banco Master no valor de R$ 129 milhões.

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VÍDEO: Edilson Capetinha é desclassificado e BBB26 bate recorde de expulsões por agressão

O ex-jogador Edilson Capetinha foi expulso do BBB 26 na manhã deste sábado (14/2). O pentacampeão agrediu Leandro após uma discussão dentro do quarto em que os dois dormem. A decisão foi comunicada aos participantes na casa e a TV Globo se pronunciou por meio de nota.

Em nota, a TV Globo afirmou que Edilson “ultrapassou os limites e descumpriu as regras do programa”.

“Edilson foi desclassificado do BBB 26. Após análise das imagens do participante com Leandro, constatou-se que Edilson ultrapassou os limites e descumpriu as regras do programa. Mais informações serão apresentadas no programa de hoje por Tadeu Schmidt”, afirmou.

As imagens mostram o momento em que o ex-jogador perdeu o controle no meio do bate-boca e atingiu o colega de confinamento. Edilson também teria feito ameaças contra Leandro. Os dois estavam sozinhos no quarto no momento da agressão.

Após o embate entre os dois, Leandro tentou apertar o botão de desistência mas foi contido por outros participantes.

Recorde de expulsões por agressão

Em pouco mais de um mês desde a estreia do BBB 26, quatro participantes deixaram o reality por desistência, desclassificação ou expulsão. Antes de Edilson, Paulo Augusto e Sol Vega deixaram o reality após se envolverem em agressões físicas.

Pedro também saiu do programa após ser acusado de assediar Jordana e decidiu desistir antes de ser desclassificado. Além deles, Henri Castelli precisou deixar a casa do BBB 26 por razões médicas.

Com informações de Metrópoles

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67% dos brasileiros dizem que não se beneficiaram pela nova isenção do Imposto de Renda, diz pesquisa Quaest

Foto: Marcos Serra / g1

Mesmo após a entrada em vigor da nova isenção do Imposto de Renda, a maioria dos brasileiros afirma não ter sentido efeito no bolso. Pesquisa da Quaest mostra que 67% dizem não ter sido beneficiados, nem pessoalmente nem na renda familiar, pela medida que isenta salários de até R$ 5.000 mensais.

O levantamento ouviu 2.004 pessoas em todo o país entre 5 e 9 de fevereiro. Apenas 30% afirmaram ter recebido algum benefício, enquanto 3% não souberam responder.

Entre os que disseram ter sido beneficiados, 50% afirmam não ter percebido mudança na renda. Outros 32% relataram impacto pequeno e só 15% disseram ter notado aumento relevante. O restante não soube avaliar.

O recorte político mostra diferenças claras. Entre apoiadores do presidente Luiz Inácio Lula da Silva, 42% afirmaram ter sido beneficiados. O índice é semelhante entre eleitores da esquerda não lulista (43%). Já entre os apoiadores de Jair Bolsonaro, apenas 12% relataram algum ganho. Na direita não bolsonarista, o percentual foi de 26%, e entre independentes, 29%.

A nova regra isenta do IR quem recebe até R$ 5.000 por mês (R$ 60 mil ao ano) e prevê descontos graduais para rendas de até R$ 7.350. Antes da mudança, a expectativa do governo era de um acréscimo mensal de até R$ 312,89 para quem estava no teto da isenção.

A pesquisa foi encomendada pela Genial Investimentos e tem margem de erro de dois pontos percentuais, com nível de confiança de 95%.

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Carnaval no Cicchetti com buffet todos os dias e rodízio de pizzas no domingo

Para quem vai aproveitar o Carnaval em Natal, seja para curtir a folia, o mar ou até mesmo momentos de puro descanso, o Cicchetti Midway preparou uma experiência gastronômica à altura desses dias especiais. Durante os quatro dias de animação, a casa abre as portas para receber foliões e apreciadores da boa mesa com seu delicioso buffet, servido das 11h30 às 15h.

No salão, a proposta é um passeio de sabores que une o melhor da culinária local, brasileira, além de pratos clássicos da tradição italiana. Entre receitas e preparos que celebram a autenticidade dos ingredientes, o buffet convida a uma degustação sem pressa, e com direito a sobremesas que encerram a experiência com delicadeza e doçura. Tudo isso por R$ 73,90.

E se o domingo ainda pede energia para mais um giro na folia, a pedida perfeita é o rodízio de pizzas, servido das 16h às 22h. Com massa fresca, de textura leve e bordas douradas, e molho de tomate suculento que realça cada cobertura, as “redondas” desfilam em sabores variados, como Pizza Tartufo e a Pizza Pugliese, equilibrando tradição e criatividade. O rodízio custa R$ 69,00, um convite irresistível para fechar o dia com sabor e celebração.

Serviço:
Cicchetti Midway
Shopping Midway Mall – 3º Piso
Av. Nevaldo Rocha, 3775
Tirol – Natal/RN
Fone: (84) 98619-0365
Instagram: @cicchettinatal

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Senadores do PP dizem que não foram consultados sobre nota da Federação União Progressista em apoio a Toffoli

A bancada do Progressistas no Senado negou ter participado da elaboração da nota da Federação União Progressista que saiu em defesa do ministro Dias Toffoli.

Em publicação nas redes sociais, a senadora Tereza Cristina, líder do PP no Senado, afirmou que o posicionamento não foi discutido previamente com os senadores e, por isso, não representa a bancada.

Segundo a nota, não houve anuência dos parlamentares do PP no Senado para a manifestação divulgada pela federação formada por União Brasil e Progressistas.

A nota também foi assinata pelos senadores Dr. Hiran, Esperidião Amin, Luis Carlos Heinze e Margareth Buzetti.

Na sexta-feira (13), a federação divulgou nota em defesa de Toffoli após ele deixar a relatoria do inquérito que apura fraudes no Banco Master. O texto criticou “narrativas” contra o ministro e foi assinado por Antonio Rueda, presidente do União Brasil, e por Ciro Nogueira, presidente nacional do PP.

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CASO MASTER: Nota do STF ‘choca o país’ e ‘aprofunda a degradação institucional brasileira’, diz Transparência Internacional

A reação da Transparência Internacional Brasil à nota do Supremo Tribunal Federal foi dura. A entidade afirmou que o posicionamento da Corte ao descartar a suspeição do ministro Dias Toffoli no caso do Banco Master “choca o país” e aprofunda a degradação institucional brasileira.

Em comunicado divulgado nas redes sociais, a ONG afirmou que o problema deixou de ser pontual e passou a contaminar todo o sistema de Justiça. Segundo a entidade, a postura do STF também deve causar impacto negativo na percepção internacional sobre o Brasil.

A Transparência Internacional citou o fato de Toffoli ter admitido participação societária no Resort Tayayá, posteriormente vendido a um fundo ligado a Fabiano Zettel, cunhado de Daniel Vorcaro, controlador do Banco Master.

Toffoli deixou a relatoria do caso nesta semana. Após reunião interna, ministros do STF divulgaram nota conjunta em apoio ao colega, afirmando que não havia motivo para declarar suspeição e reconhecendo a validade de todos os atos praticados por ele no processo.

A decisão ocorreu depois que a Polícia Federal encontrou conversas entre Toffoli e Vorcaro no celular do banqueiro. Conforme revelou o UOL, o diretor-geral da PF, Andrei Passos, levou novos pedidos de investigação ao presidente do STF, Edson Fachin.

Leia a íntegra da nota abaixo:

Ontem, a nota do STF aprofundou, diante do país e do mundo, a degradação institucional brasileira.

O que começou como a degradação moral de alguns ministros transformou-se em metástase que hoje contamina o tribunal e todo o sistema de Justiça.

A decisão anunciada ontem expôs um STF agora unido em dar mais um largo passo no caminho já trilhado: o da submissão da Constituição a interesses corporativistas e privados. O tribunal já havia derrubado dispositivo legal aprovado pelo Congresso que impedia juízes de atuar em casos envolvendo escritórios de parentes. O Parlamento eleito viu impedimento; o STF viu discriminação contra seus familiares. No conflito entre o interesse constitucional e o interesse dos ministros, venceram os ministros.

Agora, a nota choca o país — e chocará a comunidade internacional — ao afirmar inexistir impedimento ou suspeição na relatoria do ministro Dias Toffoli no caso Master. Um juiz presidindo investigação que, se conduzida com técnica, independência e legalidade, deverá alcançar sua família e, muito provavelmente, ele próprio.

Há semanas, a imprensa revelou negócios altamente suspeitos envolvendo fundo registrado em endereço de fachada, controladores sem respaldo patrimonial e beneficiário final oculto — tudo isso ligando irmãos do juiz a parente do investigado. No dia da própria nota, o ministro relator admitiu que ele também é sócio — até então oculto — do negócio. Apesar disso, o Supremo comunica ao país que não há qualquer suspeição.

Não há suspeição, mas, politicamente, decidiram que a solução mais conveniente seria afastar o relator e publicar um desagravo.

Com isso, o STF promoveu um rebaixamento abissal dos critérios de suspeição aplicáveis a todos os juízes do Brasil — e, junto, flexibilizou o princípio da indeclinabilidade, agora condicionado à conveniência política. São as novas diretrizes para as escolas da magistratura e para as faculdades de direito. Em nome de “altos interesses institucionais”.

A degradação que hoje emana do STF já é, de longe, a maior ameaça à democracia. Em pleno ano eleitoral, o Supremo alimenta feras, estimula o extremismo autoritário e dá razão a quem despreza a razão.

A minoria de ministros que ainda preserva a estatura moral de juízes constitucionais, ao assinar a nota, deu sinais inequívocos de que está subjugada. O resgate da instituição terá de vir de forças democráticas dos outros Poderes e, sobretudo, da sociedade.

O Brasil precisa se unir na defesa da Justiça e da democracia.

Opinião dos leitores

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Geral

PT demonstra cautela com nova relatoria de André Mendonça no caso Master

Foto: Vinícius Schmidt/Metrópoles

Dirigentes do Partido dos Trabalhadores avaliam que o ministro André Mendonça, que assumiu a relatoria do caso Banco Master no Supremo Tribunal Federal, tem adotado postura técnica e discreta no tribunal. Apesar disso, integrantes da sigla demonstram preocupação com o impacto político das investigações em ano eleitoral, especialmente pelo fato de Mendonça ter sido indicado ao cargo pelo ex-presidente Jair Bolsonaro.

A informação é do colunista Paulo Cappeli, do Metrópoles. Nos bastidores, petistas afirmam temer que eventuais desdobramentos do inquérito possam atingir nomes relevantes do cenário político e que o novo relator adote uma linha mais cautelosa em relação a figuras ligadas à direita. A leitura dentro do partido é de que o caso pode envolver lideranças do Centrão, como Ciro Nogueira, além de outros dirigentes partidários com influência no Congresso.

A expectativa no PT é que o andamento das investigações avance nos próximos meses, principalmente após a troca de relatoria que tirou o ministro Dias Toffoli do caso. O processo é considerado sensível dentro do ambiente político, já que envolve suspeitas de irregularidades financeiras e possíveis conexões com agentes públicos.

Na sexta-feira (13), Mendonça e integrantes de seu gabinete se reuniram, de forma remota, com membros da Polícia Federal para discutir os próximos passos do inquérito. A reunião teve como objetivo alinhar procedimentos e atualizar o novo relator sobre o estágio atual das apurações, que seguem sob sigilo.

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Geral

Lula critica crise no STF e comentário sobre Toffoli gera reação política

Foto: Reprodução

Nos bastidores de Brasília, aliados relatam que o presidente Luiz Inácio Lula da Silva teria dito que o ministro Dias Toffoli deveria deixar o Supremo Tribunal Federal para evitar que a crise envolvendo o caso Banco Master contaminasse o governo. A declaração, segundo interlocutores, foi interpretada por opositores como sinal de desconforto do Planalto diante do desgaste institucional provocado pela investigação.

A fala gerou reação de críticos do governo, que passaram a apontar uma suposta interferência do Executivo sobre o Judiciário. Parlamentares da oposição alegam que o presidente trata o Supremo Tribunal Federal como um braço político do governo, citando encontros frequentes entre integrantes dos Poderes fora das agendas oficiais. O Planalto, porém, não confirmou o teor da frase nem comentou oficialmente o assunto.

Nos bastidores, aliados do presidente afirmam que o objetivo seria evitar que o episódio envolvendo o STF e o Banco Master ampliasse o desgaste político em um momento sensível do cenário pré-eleitoral. A avaliação é que qualquer crise institucional prolongada pode afetar a agenda do governo e gerar ruídos na articulação política.

Enquanto isso, o caso segue em análise no Supremo após a saída de Toffoli da relatoria, agora sob responsabilidade do ministro André Mendonça. O episódio reacendeu o debate sobre a relação entre os Poderes e aumentou a pressão política em torno da atuação da Corte em temas de grande repercussão nacional.

Com informações do Diário do Poder

Opinião dos leitores

  1. Esse vei só dá furada kkkkkkk, continua assim, qt mais conversar besteira, se meter onde não deve, melhor, vá falando, vá falando, é bom de mais kkkkkkk, bate com com a lingua nos dentes, aproveita e toma umas de Pitu ou ipioca, faz um bem danado.

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Política

Partido Novo aciona TCU e questiona uso do Planalto na organização de carro alegórico com Janja

Foto: Marcelo Camargo/Agência Brasil

As bancadas do partido Partido Novo na Câmara e no Senado protocolaram uma representação no Tribunal de Contas da União pedindo investigação sobre um suposto uso indevido da estrutura da Presidência da República na organização do Carnaval do Rio de Janeiro de 2026. O foco da ação é a participação da primeira-dama, Rosângela Lula da Silva, no carro alegórico “Amigos do Lula”, da escola de samba Acadêmicos de Niterói.

Segundo o documento encaminhado ao presidente do TCU, ministro Vital do Rêgo, servidores ligados ao cerimonial da primeira-dama — que integra a estrutura do Palácio do Planalto — teriam sido mobilizados para organizar convites e apoio logístico ao desfile. A representação afirma que empresários, políticos, banqueiros e artistas teriam sido convidados a participar do carro alegórico e que até medidas dos participantes teriam sido solicitadas para a produção das fantasias.

Os parlamentares do Novo alegam que a utilização de estrutura pública para viabilizar a participação da primeira-dama pode configurar desvio de finalidade e ausência de interesse público. O texto também cita que a escola de samba teria recebido cerca de R$ 1 milhão em recursos públicos e sustenta possível descumprimento de orientação da Advocacia-Geral da União, que determina que a atuação do cônjuge do presidente respeite princípios constitucionais e tenha base jurídica clara.

Na representação, o partido pede medida cautelar para que o TCU determine a interrupção imediata de qualquer atividade de servidores federais relacionada ao carro alegórico, além de eventual responsabilização de gestores caso irregularidades sejam constatadas. O pedido é assinado por deputados e senadores da legenda, incluindo Adriana Ventura, Marcel van Hattem e Eduardo Girão. Até o momento, a Presidência da República não se pronunciou oficialmente sobre o caso.

Com informações da CNN

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