Política

Lira critica Petrobras e diz que é hora de tirar máscara da empresa

Foto: Paulo Sérgio/Câmara dos Deputados

O presidente da Câmara, Arthur Lira (PP-AL), fez duras críticas à Petrobras nesse domingo (19) e afirmou que “chegou a hora de tirar a máscara” da empresa. Segundo o parlamentar, a Petrobras “não pode ser estatal quando lhe convém e privada nos lucros astronômicos”. Ele defendeu a divulgação de detalhes sobre o funcionamento da empresa e a atuação dos seus funcionários.

“Não queremos confronto, não queremos intervenção. Queremos apenas respeito da Petrobras ao povo brasileiro. Se a Petrobras decidir enfrentar o Brasil, ela que se prepare: o Brasil vai enfrentar a Petrobras. E não é uma ameaça. É um encontro com a verdade”, publicou o deputado em uma rede social.

Os comentários de Lira acontecem dias depois de o presidente Jair Bolsonaro cobrar a instalação de uma CPI (Comissão Parlamentar de Inquérito) para apurar irregularidades na gestão da Petrobras. Já nesta segunda-feira (20), a tendência é de que a Câmara analise a criação do colegiado.

R7

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Política

Prefeitura de São Gonçalo articula ações para garantir o Selo UNICEF 2025-2028

Foto: Divulgação

Representantes de secretarias municipais de São Gonçalo do Amarante participam de reuniões para discutir as metas necessárias à habilitação do município ao Selo UNICEF.

O reconhecimento busca fortalecer e ampliar políticas públicas voltadas a crianças, adolescentes e povos indígenas, com foco em áreas como educação, saúde, proteção e participação social.

São representantes das pastas da Saúde, Educação, Esporte, Assistência Social e Cultura, além do Conselho Municipal dos Direitos da Criança e do Adolescente (Comdica) e do Núcleo de Cidadania de Adolescentes (Nuca).

A convocação para os encontros são feitos pela comissão intersetorial, responsável por coordenar as iniciativas e alinhar as diretrizes para o cumprimento das metas estabelecidas.

Segundo a mobilizadora Ariane de Moura, o objetivo não é apenas criar novas iniciativas, mas mapear e monitorar, de forma rigorosa, o trabalho já desenvolvido pelas secretarias. “Queremos garantir que as crianças participem e tenham voz nesse processo”, afirmou.

“Com o Selo UNICEF, São Gonçalo recupera seu prestígio e fortalece as políticas públicas voltadas à infância e à juventude, além de povos originários e comunidades quilombolas”, destacou a articuladora municipal, Admskelly Rolim.

A partir de agora, com as metas definidas, a comissão iniciará a inserção das informações em plataforma do UNICEF, além da realização de reuniões periódicas para acompanhamento e avaliação dos resultados.

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Política

[VÍDEO] ANÁLISE: Senado impõe maior derrota política a Lula ao rejeitar indicação ao STF

Imagens: Reprodução/CNN/WW

O Senado Federal rejeitou, nesta quarta-feira (29), a indicação de Jorge Messias para o STF, em um movimento que, segundo análise do jornalista Caio Junqueira, representa uma das derrotas políticas mais significativas do presidente Lula (PT) no atual mandato. O placar contrário evidenciou dificuldade de articulação política do governo no Congresso.

De acordo com a análise, a rejeição foi resultado de uma sequência de decisões políticas consideradas equivocadas dentro do governo. Segundo a avaliação, aliados teriam alertado previamente sobre a resistência ao nome indicado, mas a escolha foi mantida.

A articulação política não teria sido suficiente para garantir os votos necessários no Senado, o que acabou se refletindo no resultado final da votação.

O presidente do Senado, Davi Alcolumbre, também é citado no contexto da crise, embora, segundo a análise, a responsabilidade pelo desfecho recaia principalmente sobre decisões do próprio governo.

A leitura reforça que o episódio expõe fragilidades na relação entre o Executivo e o Legislativo, indicando possível impacto nas próximas pautas de interesse do governo no Congresso.

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Política

[VÍDEO] “Acabou o Lula 3”, dispara Rogério Marinho após derrota no STF; veja reação

Imagens: Reprodução/96 FM

A rejeição da indicação do ministro da Advocacia-Geral da União (AGU), Jorge Messias, ao STF provocou forte reação de parlamentares da oposição nesta semana, em Brasília. O senador Rogério Marinho (PL) afirmou que o episódio representa perda de capital político do governo do presidente Lula (PT) e chegou a declarar que “acaba o Lula 3”.

Durante entrevista, Rogério Marinho disse que a atuação da oposição foi determinante para a rejeição do nome indicado ao STF. Segundo ele, o movimento não foi pessoal contra Jorge Messias, mas contra o que o ministro “representa neste momento”.

O senador afirmou ainda que o governo sofre uma “derrota acachapante” e pode perder capacidade de articulação no Congresso. De acordo com Marinho, a situação pode afetar a legitimidade do Executivo nas negociações políticas ao longo dos próximos meses.

Ainda segundo o parlamentar, há expectativa de novas disputas no Legislativo, incluindo a análise de vetos presidenciais relacionados aos atos de 8 de janeiro. Ele defendeu que o Congresso reavalie pontos da legislação, citando, segundo ele, casos de condenações elevadas.

Pré-candidato à Presidência da República, o senador Flávio Bolsonaro (PL) também comentou o cenário e projetou impacto político nas eleições. Ele criticou o governo federal e afirmou que há “fadiga” na gestão. O parlamentar também mencionou temas como economia, segurança e ambiente de negócios ao comentar o momento do país.

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Política

[VÍDEO] Flagra mostra Alcolumbre prevendo derrota de Messias: “vai perder por 8”

Imagens: Reprodução/Uol Notícias

Um vídeo captado pela TV Senado mostra o presidente da Casa, Davi Alcolumbre (União-AP), antecipando o resultado da votação que rejeitou a indicação de Jorge Messias ao STF, segundos antes da divulgação oficial, durante sessão realizada na quarta-feira (29), em Brasília.

Ao conversar de forma reservada com o líder do Governo no Senado, Jaques Wagner (PT-BA), Alcolumbre afirma que a indicação “vai perder por 8”, pouco antes da leitura do placar.

De acordo com o resultado oficial, Jorge Messias recebeu 34 votos favoráveis, abaixo dos 41 necessários para aprovação. A diferença final foi de 7 votos, número próximo ao antecipado na conversa.

Após a repercussão, Alcolumbre divulgou nota afirmando que apenas expressou uma avaliação. Segundo o comunicado, o senador foi questionado por Wagner sobre o placar e respondeu com base em análises feitas por parlamentares nos dias anteriores.

Ainda de acordo com a nota oficial, a fala “reafirma a experiência do presidente da Casa em votações”. A indicação de Messias ao STF havia sido feita no fim de 2025 e, segundo informações de bastidores, enfrentava resistência entre senadores.

Opinião dos leitores

  1. EITA! O LINDINHO E A TRAMBIQUEIRA VÃO CORRER ATRÁS DO XANDÃO PRA ANULAR A VOTAÇÃO. ALGUÉM DUVIDA?

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Política

ANÁLISE: Lula 3 já é visto como governo em desgaste, apesar da possibilidade de Lula 4, diz o Valor Econômico

Foto: Reprodução

A avaliação do governo do presidente Lula (PT) no terceiro mandato registra aumento da percepção negativa, especialmente nas áreas de economia e segurança pública, segundo pesquisa Ipsos-Ipec realizada entre os dias 7 e 11. O levantamento indica piora no humor da população em relação à gestão federal e reforça sinais de desgaste político no atual cenário, analisa o Valor Econômico.

A pesquisa aponta que os índices negativos cresceram em comparação a levantamentos anteriores, com destaque para insatisfação concentrada em temas econômicos e de segurança pública.

Segundo análise do cientista político Tércio Albuquerque, o governo Lula 3 enfrenta dificuldades de articulação política e ausência de uma linha mais clara de comunicação desde o início do mandato, o que contribui para o cenário de perda de confiança.

O especialista avalia ainda que o ambiente atual apresenta sinais semelhantes ao observado em períodos de instabilidade política anteriores, como em 2013, quando houve aumento generalizado da insatisfação social.

De acordo com informações do levantamento e da análise citada em publicação do Valor Econômico, as insatisfações são consideradas amplas e atingem diferentes segmentos da sociedade, o que reforça a leitura de um cenário de desgaste mais generalizado.

Opinião dos leitores

  1. Flávio Bolsonaro ganha no primeiro turno para o bem do Brasil, Flávio vai salvar a nação brasileira das mãos satânica dessa esquerda diabólica criminosa e corrupta

  2. Tá ficando maluco, Valor? O 3 já ninguém aguenta mais, imagina o 4! Esse 3 foi só pra tirar o BOZO, mais até quem descondenou já está arrependido. Chega!!! Pode ter certeza que até quem falou “derrotamos o Bolsonarismo” está arrependido, até pediu pra sair.

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Política

Doador de campanha ganha contrato de R$ 4,9 milhões em Canguaretama, diz denúncia

Foto: Reprodução

A Justiça Eleitoral investiga uma Ação de Investigação Judicial Eleitoral (AIJE) que investiga suspeitas de abuso de poder econômico e possível arrecadação irregular de recursos durante a campanha eleitoral de 2024 no município de Canguaretama. O processo também cita movimentações financeiras via Pix e possíveis pagamentos fora da conta oficial de campanha.

Segundo as alegações finais, houve movimentação de valores em uma conta ligada a Radan Soares da Costa, representante da empresa Potiguar Music Produções, próximo às eleições. A suspeita é de que recursos teriam sido usados fora da prestação oficial de contas.

De acordo com os autos, a quebra de sigilo bancário identificou transferências envolvendo secretários municipais, coordenadores e outros nomes ligados à gestão e ao grupo político investigado. Entre os registros, tem valores enviados e recebidos em datas próximas à campanha, além de pagamentos que não teriam sido declarados na prestação de contas eleitoral.

O processo também cita que um dos envolvidos teria recebido cerca de R$ 720 mil em contrato de dispensa de licitação em janeiro de 2025, após a eleição. Outro ponto da investigação envolve um fornecedor que teria recebido pagamentos declarados e valores adicionais via conta ligada ao mesmo operador financeiro citado no processo.

A investigação aponta ainda que a empresa Plano A, cujo responsável teria feito doações relacionadas à conta investigada, possui contratos e empenhos que somam aproximadamente R$ 4,9 milhões na atual gestão municipal, em 2025.

Movimentações sob análise

Os autos também mencionam a existência de uma lista de arrecadação informal que circulou em aplicativos de mensagem durante a campanha, com valores e chave Pix vinculada ao mesmo nome investigado. A Justiça apura se esse fluxo financeiro teria sido usado para custear eventos políticos e mobilizações eleitorais.

Investigados e testemunhas apresentaram versões divergentes. Parte deles afirmou que os valores eram doações voluntárias para despesas de eventos e confraternizações, enquanto outras defesas alegam que não havia estrutura financeira irregular, e que os eventos teriam ocorrido de forma espontânea.

O Ministério Público Eleitoral analisa o conjunto de provas e depoimentos para decidir se houve irregularidade suficiente para eventual cassação de mandato ou inelegibilidade dos envolvidos por até oito anos. O processo segue em tramitação na Justiça Eleitoral.

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Judiciário

STF chega a 1,4 mil condenados pelos atos de 8 de janeiro

Foto: Reprodução

O STF chegou a 1.402 condenações relacionadas aos atos de 8 de janeiro de 2023, segundo balanço divulgado nesta quarta-feira (29) pelo gabinete do ministro Alexandre de Moraes, relator dos processos. Os dados detalham a distribuição das penas aplicadas e o andamento das ações envolvendo os investigados.

De acordo com o levantamento, as condenações estão divididas em três principais categorias: 431 penas de prisão, 419 penas alternativas e 552 acordos de não persecução penal.

O maior grupo é formado por 404 réus que receberam penas de um ano de prisão, o equivalente a 28,82% do total. Em seguida, aparecem 213 condenações com pena de 14 anos de prisão, representando 15,19% dos casos.

O relatório também aponta que 190 acusados estão presos, sendo 169 com penas já em execução definitiva e 21 em prisão provisória, conforme os dados oficiais divulgados pelo STF.

Em outro trecho do balanço, o tribunal informa que as investigações foram organizadas em diferentes núcleos de atuação, com julgamentos realizados pela Primeira Turma ao longo do último ano, envolvendo réus ligados aos atos investigados desde 2023.

Opinião dos leitores

  1. 🤣🤣🤣 Enquanto isso…👉🏿André do Rap completa 5 anos foragido; Interpol, PF e polícia de SP checaram mais de 40 lugares à procura do traficante do PCC
    Apontado como um dos chefes da fação e condenado a 25 anos de prisão, ele deixou cadeia em 10 de outubro de 2020 👉🏿por decisão do STF👈🏿 😵‍💫😵‍💫😵‍💫

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Política

[VÍDEO] Messias fala após derrota no Senado e solta: “Nós sabemos quem promoveu tudo isso”

Imagens: Reprodução/Instagram/Metrópoles

O advogado-geral da União, Jorge Messias, falou pela primeira vez na noite desta quarta-feira (29) após a rejeição de sua indicação ao STF pelo Senado Federal, que terminou com 42 votos contrários. A decisão representa uma derrota política significativa para o governo do presidente Lula (PT). Em coletiva, Messias afirmou respeitar o resultado e disse que o Senado é “soberano”, mas chamou atenção ao declarar: “Nós sabemos quem promoveu tudo isso”.

Durante a entrevista, Messias adotou tom emocional e afirmou que encara o episódio como parte de sua trajetória pública. “Nós sabemos quem promoveu tudo isso. Agora eu quero dizer com o coração leve, com a franqueza da minha alma, que sou grato a Deus por ter passado por este processo e à confiança do presidente Lula”, disse.

Ele acrescentou que não vê a rejeição como um encerramento de sua carreira. “Eu não encaro isto como um fim. Isto aqui é uma etapa do processo da minha vida”. E reforçou o respeito à decisão do Senado e destacou o caráter democrático da votação. “O Senado é soberano. Agradeço os votos que recebi. Faz parte do processo democrático saber ganhar, saber perder”, afirmou.

Messias ainda afirmou que seguirá atuando na vida pública e destacou sua trajetória como servidor de carreira. “Sou servidor público concursado. Não preciso de cargo para me sustentar. Construí minha vida pelo estudo e pelo mérito”, disse.

Indicação enfrentou resistência

A indicação de Jorge Messias já enfrentava resistência no Senado antes da votação. Em novembro de 2025, o presidente da Casa, Davi Alcolumbre (União Brasil-AP), demonstrava insatisfação com o nome e defendia, nos bastidores, o senador Rodrigo Pacheco (PSD-MG) para a vaga no STF.

 

 

 

Opinião dos leitores

  1. Sou concursado…isso doi em muita gente que espera o político gangar pra pedir um emprego pro irmão!!!!!!

  2. Sai fora Mané,só aguardar para colocarmos abaixo o próximo indicado,os DESGOVERNO do pt no RN e BRASIL entraram em queda livre ,a partir de agora será um salve-se quem puder,o sistema tá ruindo.Chegarar a vez tb daqueles que vestem uma TOGA.

  3. Tá na cara que é culpa do Bolsonaro.
    Xandão meu nobre ministro que nunca condenou inocentes, da logo 24 horas pro Bolsonaro explicar isso.
    Kkkkkkkkkkkkkkkkk…
    Chupa essa Jaboticaba aí Lula.

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Política

Após derrota de Messias no Senado, governo reage e dispara: “Agora é guerra”

Foto: Reprodução

Integrantes do governo do presidente Lula (PT) reagiram com forte tensão à derrota do ministro da Advocacia-Geral da União (AGU), Jorge Messias, no Senado Federal, nesta quarta-feira (29). Segundo interlocutores do Palácio do Planalto, a avaliação interna é de surpresa com o resultado e de agravamento da relação política com o comando da Casa.

De acordo com ministros e assessores próximos ao governo, o resultado da votação não era esperado pelo núcleo político do Planalto, que considerava o cenário mais favorável para o indicado.

Conforme a coluna Milena Teixeira, do Metrópoles, a articulação no Senado teria contado com movimentações de parlamentares do Centrão, o que teria influenciado o resultado final da votação. Não há confirmação pública das acusações feitas nos bastidores.

Diante do resultado, interlocutores afirmam que a relação com o presidente do Senado, Davi Alcolumbre (União-AP), entrou em um novo nível de desgaste político, com avaliação de que o canal de diálogo ficou mais restrito.

Em meio à crise, um ministro resumiu o clima interno do governo com a expressão: “agora é guerra”, indicando endurecimento no posicionamento político do Planalto após a derrota no Senado. Segundo relatos, o governo também passou a monitorar articulações políticas feitas durante o processo de votação.

Opinião dos leitores

  1. Cadê o Estado democrático de direito? Não respeita a democracia? Não aceita a derrota? Canalha!!!

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Política

R$ 270 milhões em emendas foram liberados na véspera de sabatina e escancaram articulação de Lula no Senado

Foto: Reprodução

O governo do presidente Lula (PT) liberou cerca de R$ 270 milhões em emendas parlamentares na véspera da sabatina do advogado-geral da União, Jorge Messias, no Senado Federal. A movimentação ocorreu em meio a uma articulação política intensa para garantir apoio à indicação ao STF, envolvendo aliados, ministérios e a base governista, conforme o Poder360.

De acordo com dados do portal Siga Brasil, a liberação elevou o total de emendas empenhadas no ano para cerca de R$ 13 bilhões, com forte concentração entre partidos da base aliada e do Centrão. Os valores são atualizados diariamente e mostram um aumento expressivo nas semanas que antecederam a sabatina.

O ritmo de liberações já vinha em alta desde 9 de abril, quando o presidente do Senado, Davi Alcolumbre (União-AP), confirmou a data da sabatina na Comissão de Constituição e Justiça (CCJ). Até aquele momento, o volume acumulado era de R$ 2,7 bilhões, segundo os mesmos dados oficiais.

A estratégia política envolveu também articulação direta dentro do Senado. O ministro das Relações Institucionais, José Guimarães (PT), afirmou que o governo trabalhava com estimativa de mais de 41 votos favoráveis para a aprovação de Messias. O líder do governo no Congresso, senador Randolfe Rodrigues (PT-AP), chegou a projetar entre 45 e 46 votos.

No entanto, o resultado final foi diferente do esperado. A indicação de Jorge Messias acabou rejeitada no plenário do Senado por 42 votos contrários e 34 favoráveis, após ter sido aprovada anteriormente na CCJ. A movimentação incluiu mudanças na composição da comissão e reforço de aliados estratégicos na votação.

Opinião dos leitores

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