Foto: Reuters/Evelyn Hockstein
O presidente Luiz Inácio Lula da Silva prepara um discurso de defesa do diálogo diante da escalada de tensões envolvendo o Irã e os Estados Unidos. A expectativa é que o tema esteja no centro de uma possível reunião com Donald Trump, prevista para os próximos dias, caso seja confirmada agenda em Washington.
Nos bastidores, a orientação do Planalto é evitar embates diretos com a Casa Branca, priorizando a defesa de uma saída diplomática. Lula tem acompanhado os desdobramentos no Oriente Médio com sua equipe e avalia reforçar publicamente a necessidade de criação de um canal de negociação para reduzir a tensão militar.
O governo brasileiro sustenta que o presidente já teve protagonismo em articulações internacionais envolvendo Teerã, lembrando a tentativa de mediação realizada em 2010 ao lado da Turquia para tratar do programa nuclear iraniano — iniciativa que acabou não prosperando diante da resistência americana à época.
Além da via diplomática, auxiliares demonstram preocupação com os reflexos econômicos do conflito, especialmente no mercado de energia. Um eventual agravamento da crise, com impacto sobre rotas estratégicas de petróleo, pode pressionar preços internacionais e gerar efeitos na economia global.
A leitura no Palácio do Planalto é que uma transição turbulenta no comando iraniano pode ampliar instabilidades regionais. Por isso, a estratégia brasileira deve apostar em moderação, diálogo e tentativa de construção de pontes entre as partes envolvidas.
Com informações da CNN
Trump vão dar um arroto seguido de uma sola, após Lula vir com essa conversa tosca…
Lula é especialista em guerras, principalmente as do oriente médio. Nas guerras não cabe falácias e sim atitudes. Esse senhor está sempre do lado errado, do lado dos ditadores, daqueles que dizem que mulher é como vacas, que foram criadas por Alá para reproduzir apenas. O que fizemos para merecer um presidente tão incompetente que fundou um clube de seguidores ignorantes e imbecis