
Foto: Gustavo Moreno/Especial Metrópoles
O número de detentos que não retornaram às prisões após desfrutarem das saídas temporárias — as conhecidas “saidinhas” ou “saidões” — passou dos 15 mil no ano passado. A informação consta no Relatório de Informações Penais, que é elaborado pela Secretaria Nacional de Políticas Penais (Senappen).
De janeiro a junho do ano passado, foram 7.630 que não retornaram à unidade prisional, o que representa cerca de 6,3% do total que teve acesso ao benefício. No semestre seguinte, de julho a dezembro, foram 7.619 registros de abandono, uma fatia de 5,6%.
Dispõem do benefício da saída temporária apenas detentos em regime semiaberto e que já tenham cumprido um sexto da pena total e que tenham bom comportamento. Durante o período de liberdade, é proibido que eles frequentem bares e casas noturnas, além de ser exigido o recolhimento à residência visitada no período noturno.
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Executivo, Legislativo, Judiciário e partidos de esquerda são os únicos em condições de absorver esse número de vítimas da sociedade. Eles teriam otimos salários que ajudariam na ressocialização.
Porque o metrópole não disse que 11,9% fugiram em 2023 ? Dividiu por semestre, será que foi para amenizar o impacto do alto índice de fugitivos.
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O melhor dessa história é que estas saidinhas irão diminuir muito o congresso já aprovou a redução de benefícios. E mesmo que o parceiro do crime queira impedir não conseguirá, porque o congresso vetara a sua decisão.
Enquanto isso, o glorioso 9 dedos veta projeto que acaba com essa bagunça.