Para muitas pessoas, o Dia dos Pais é um dia de reviver lembranças de entes queridos que se foram. Tradicionalmente, o cemitério, crematório e funerária Morada da Paz realiza celebrações religiosas que marcam a data com muita emoção e saudade. Em 2024, três missas já estão programadas para o domingo (11), em Emaús e São José de Mipibu.
Em Emaús, a celebração acontecerá em dois horários: às 8h e às 10h30. Já no cemitério de São José de Mipibu, a missa será celebrada a partir das 9h30.
Para quem não puder comparecer presencialmente, é possível deixar homenagens e mensagens on-line, na plataforma Morada da Memória, disponível no site http://moradadamemoria.com.br, onde também é possível compartilhar lembranças, fotos, vídeos e até mesmo acender uma vela virtual.
Entrelaços
As celebrações do Dia dos Pais dão continuidade à campanha “Entrelaços”, promovida pelo Grupo Morada junto às suas marcas – Morada da Paz, Morada da Paz Essencial – Assistência Funeral e Morada da Paz Pet – em 2024.
A campanha deste ano lembra que a conexão com os entes queridos continua a viver por meio das memórias e ensinamentos partilhados.
“O movimento Entrelaços é um lembrete de que, na vida, estamos todos conectados, e cada vida é uma história entrelaçada com muitas outras”, destaca a gerente de marketing do Grupo Morada, Eliza Fonseca.
Serviço
Missas do Dia dos Pais – Morada da Paz
Data: 11 de agosto de 2024, domingo
Locais:
Morada da Paz Emaús – Missas às 8h e 10h30
Morada da Paz Mipibu – Missa às 9h30
Um grupo de ao menos quatro ministros do Supremo Tribunal Federal (STF) avalia que a eventual concessão de prisão domiciliar ao ex-presidente Jair Bolsonaro pode funcionar como uma forma de proteção institucional da própria Corte, diante do agravamento de seu quadro de saúde e dos possíveis desdobramentos políticos do caso. Integrantes do governo e do PT também têm considerado, sob reserva, que a piora clínica indica que chegou o momento de o ex-presidente voltar a cumprir pena em casa.
Reservadamente, os ministros do STF favoráveis à medida passaram a considerar que a manutenção da prisão na Papudinha, em meio a relatos de pneumonia e piora clínica, pode aumentar a pressão sobre o tribunal caso haja uma evolução negativa no estado de saúde do ex-presidente.
Na avaliação desse grupo, uma eventual deterioração poderia expor o STF a um custo político elevado e aprofundar a crise em torno do caso.
Segundo o GLOBO apurou, a leitura ganhou força nos últimos dias após a sinalização de que o quadro de saúde de Bolsonaro acendeu um alerta entre integrantes da Corte. Para esses ministros, a adoção da domiciliar, nesse contexto, poderia reduzir tensões e mitigar riscos ao afastar o tribunal do centro de uma possível crise ainda maior.
Apesar disso, não há consenso no Supremo. Ministros contrários à medida argumentam que o caso de Bolsonaro não se compara ao do ex-presidente Fernando Collor, em que a concessão de domiciliar foi embasada em laudos médicos que apontavam prejuízo concreto à saúde com a manutenção da prisão — o que, até o momento, não está presente no caso atual, sendo que a perícia realizada pela PF não indicou necessidade de tratamento em casa.
Outro ponto levantado por integrantes da Corte é o fato de Bolsonaro ter descumprido medidas cautelares anteriormente, com a violação do uso de tornozeleira eletrônica, o que pesa contra a substituição da prisão preventiva por uma medida mais branda.
A palavra final caberá ao relator do caso, ministro Alexandre de Moraes, que, segundo interlocutores, ainda não deu sinais claros sobre qual caminho pretende adotar.
Bolsonaro cumpre pena de 27 anos e 3 meses de prisão, em regime inicial fechado, após condenação por tentativa de golpe de Estado após as eleições de 2022.
O ex-presidente está internado desde a última sexta-feira em um hospital de Brasília após passar mal durante a madrugada do último dia 13 no 19º Batalhão da Polícia Militar do Distrito Federal, a “Papudinha”, onde cumpre prisão desde janeiro.
Em paralelo, integrantes do governo e petistas têm afirmado, também de forma reservada, que há riscos eleitorais ao petista na hipótese de piora clínica do antigo mandatário na prisão.
O temor é de que isso sensibilize o eleitor indeciso e acabe beneficiando a candidatura do senador Flavio Bolsonaro (PL-RJ) à Presidência. Governistas entendem que qualquer revés relacionado à saúde pode ser colocado na conta de Moraes e Lula.
A avaliação é que é inegável a fragilidade de saúde do ex-presidente e que se ele for para prisão domiciliar, com o conforto de casa e do convívio familiar, haverá menos comoção popular na hipótese de novas hospitalizações ou mesmo agravamento do quadro.
Outra ponderação feita nos bastidores do governo é de que a decisão de mandar Bolsonaro para casa poderia ser encarada como um gesto de Moraes para baixar a temperatura diante dos desgastes gerados à imagem do ministro em meio as escândalo do Banco Master.
O entorno de Lula, no entanto, pondera que um risco de ter Bolsonaro de volta à prisão domiciliar seria o fato de o ex-presidente voltar a ter amplo contato com o mundo político, ter ainda mais influência na campanha de Flavio Bolsonaro.
O Tribunal de Contas do Estado do Rio Grande do Norte suspendeu, em decisão cautelar, atos do Governo do Estado que prorrogavam concessões de terrenos na Via Costeira. A medida atinge áreas destinadas a empreendimentos turísticos que não saíram do papel.
Segundo auditoria, empresas descumpriram obrigações contratuais ao longo de décadas, mesmo após sucessivas prorrogações de prazo — inclusive com novos aditivos firmados em 2024. Há indícios de irregularidades, fragilidade financeira das concessionárias e possível desvio de finalidade no uso dos imóveis.
O TCE também determinou que o Estado suspenda novos atos nessas áreas até decisão final e ordenou à Datanorte a elaboração, em até 90 dias úteis, de um plano para regularização e nova destinação dos terrenos, priorizando licitação.
Mesmo após o Banco Central ter anunciado, nesta quarta-feira (18), uma redução na taxa básica de juros, o movimento não foi suficiente para retirar o Brasil da segunda posição entre as maiores taxas de juros reais do mundo. Com um índice de 9,51%, o país permanece atrás apenas da Turquia, que lidera o levantamento global com 10,38%. Os dados constam no Ranking Mundial de Juros Reais.
A decisão do Comitê de Política Monetária (Copom) estabeleceu um corte de 0,25 ponto percentual, fixando a Selic em 14,75% ao ano. Trata-se do primeiro alívio monetário promovido pela instituição desde maio de 2024, quando a taxa havia sido alterada de 10,75% para 10,5%. A medida confirmou as projeções de analistas que previam uma postura mais conservadora do BC devido ao agravamento do cenário externo.
O atual cenário de guerra no Oriente Médio, envolvendo Estados Unidos, Israel e Irã, gerou uma onda de desconfiança na economia global. O bloqueio do tráfego de embarcações no Estreito de Ormuz pela Guarda Revolucionária Iraniana é o principal ponto de pressão, já que a rota é responsável pelo escoamento de aproximadamente 20% do petróleo mundial. Esse fator pesou na revisão das expectativas do mercado nacional.
Até o início desta semana, o Boletim Focus registrava 23 semanas consecutivas de apostas em um corte mais agressivo, de 0,5 ponto percentual. No entanto, o relatório publicado na segunda-feira (16) já indicava que os investidores “puxaram o freio”, passando a prever o ajuste mais moderado de 0,25 ponto que acabou se concretizando.
O Copom tem novo encontro agendado para os dias 28 e 29 de abril, quando deve reavaliar o patamar da Selic frente aos desdobramentos da crise internacional.
Abaixo, confira os dez países com as maiores taxas de juros reais no ranking global:
O ministro Alexandre de Moraes, do Supremo Tribunal Federal, vai analisar o pedido de prisão domiciliar feito pela defesa de Jair Bolsonaro após a realização de uma perícia médica.
Bolsonaro está internado há uma semana em Brasília com broncopneumonia e ainda não tem previsão de alta. A perícia será determinada após a saída do hospital.
A defesa pede a domiciliar desde o fim do ano passado, mas Moraes já negou ao menos quatro solicitações, com base em laudos que apontam atendimento médico adequado no sistema prisional.
Condenado a 27 anos e três meses por tentativa de golpe, Bolsonaro cumpre pena no Complexo da Papuda desde janeiro.
Nos bastidores, aliados avaliam que uma eventual concessão poderia reduzir pressões sobre o STF. O senador Flávio Bolsonaro se reuniu com Moraes nesta semana para reforçar o pedido.
A eleição de Erika Hilton (PSOL-SP) para a presidência da Comissão da Mulher da Câmara dos Deputados é rejeitada pela maioria dos eleitores mais jovens, segundo pesquisa da Realtime Big Data.
De acordo com o levantamento, 75% dos entrevistados entre 16 e 34 anos dizem discordar da escolha, enquanto 25% afirmam concordar.
A pesquisa foi realizada nos dias 17 e 18 de março, com 1.200 entrevistados em todo o país, e indica que, embora os jovens apresentem menor resistência relativa, a rejeição à escolha de Erika Hilton permanece majoritária em todas as faixas etárias.
A Polícia Rodoviária Federal (PRF) recuperou, um carro com registro de furto há quase duas décadas. O veículo, um VW/Gol, havia sido roubado em 2007, em Fortaleza (CE), e foi localizado durante fiscalização na BR-427, em Caicó (RN).
Durante a abordagem, na manhã de quarta-feira (18), os agentes identificaram irregularidades nos sinais do automóvel. Após consulta, foi confirmado o registro de furto.
O motorista afirmou ter comprado o carro de um terceiro, que alegou tê-lo adquirido em leilão no ano passado. Ele foi encaminhado à Delegacia de Polícia Civil de Caicó e poderá responder por receptação e adulteração de sinal identificador.
Moraes está no centro das atenções do escândalo envolvendo o Banco Master e o banqueiro Daniel Vorcaro. Se Moraes não conceder domiciliar a BolsoInternado, idoso, com risco de broncoaspiração que pode levar à morte, preso e sozinho numa cela do sistema carcerário. Esses são os argumentos que aliados de Jair Bolsonaro têm levado ao ministro Alexandre de Moraes, do STF (Supremo Tribunal Federal), para uma possível prisão domiciliar.naro, a oposição vai lutar ainda mais pelo impeachment.
A concessão de domiciliar pode acalmar os ânimos e tirar Moraes do alvo de aliados de Bolsonaro.
Moraes não tem prazo para decidir sobre o pedido para mandar o ex-presidente para a prisão domiciliar, mas pode autorizar com várias exigências, como tornozeleira, seguranças 24h e monitoramento intenso. Entretanto, ele não tem falado sobre os próximos passos.
Lembrando que Bolsonaro já estava em domiciliar e foi para a cadeia porque tentou quebrar a tornozeleira.
Flexibilização para Collor e Daniel Silveira
Mas já houve casos de saúde em que o ministro flexibilizou. No ano passado, Moraes autorizou saídas temporárias ao ex-deputado federal Daniel Silveira da unidade prisional onde cumpre pena para realizar sessões de fisioterapia após uma cirurgia no joelho.
Também no ano passado, autorizou o ex-presidente da República Fernando Collor de Mello a cumprir pena em prisão domiciliar.
O ministro considerou que a defesa do ex-presidente comprovou que ele sofre de doenças graves e concedeu o benefício em caráter humanitário.
Reuniões com Flávio Bolsonaro e Tarcísio de Freitas
Na terça-feira (17), o senador Flávio Bolsonaro (PL-RJ) se reuniu com Moraes para tratar de uma possível prisão domiciliar para o ex-presidente.
O senador foi recebido na condição de advogado, acompanhado pelo colega de profissão Paulo Bueno, para despachar o novo pedido de prisão domiciliar para o pai. Na ocasião, Moraes disse que analisaria o caso, mas não deu prazo para a decisão.
Na quarta-feira (18), o deputado federal Gustavo Gayer (PL-GO) enviou ao ministro uma lista com mais de 170 deputados federais que pedem a concessão de prisão domiciliar humanitária ao ex-presidente.
Segundo os parlamentares, o quadro clínico de Bolsonaro torna sua permanência no cárcere incompatível com a dignidade da pessoa humana.
Ainda nesta quinta-feira (19), o governador de São Paulo, Tarcísio de Freitas (Republicanos), vai se reunir com o ministro Alexandre de Moraes e também deve citar a possibilidade de uma prisão domiciliar.
Os dados mais recentes da Secretaria de Estado da Saúde Pública (Sesap) divulgados pela Associação Médica do Rio Grande do Norte (AMRN) sobre internações e óbitos por infarto no RN, entre os anos de 2014 e 2024, acendem um alerta importante para a saúde feminina, especialmente a partir da meia-idade. Ao todo, foram registradas 9.506 internações e 4.099 óbitos no período analisado, com uma taxa de letalidade de 43,1%.
A análise por faixa etária revela um padrão claro: o número de óbitos cresce de forma expressiva a partir dos 50 anos, com destaque para mulheres entre 60 e 69 anos, seguido pelo grupo com 70 anos ou mais. Essas mesmas faixas etárias também concentram os maiores índices de letalidade, indicando maior gravidade dos casos.
Em 2014, o número de internações foi de 603 casos. Dez anos depois, em 2024, o total chegou a 1.383 registros, o maior da série histórica analisada. Isso representa um crescimento de aproximadamente 129% em uma década, ou seja, mais que o dobro de casos em comparação com o início do período. Em 2025, os índices continuaram em crescimento, com 1.701 casos de hospitalização por infartos femininos.
Dr. Itamar Ribeiro de Oliveira | Foto: divulgação
Para o médico cardiologista intervencionista, Dr. Itamar Ribeiro de Oliveira, os números destacam a necessidade de investimento em prevenção, diagnóstico precoce e acesso ao tratamento adequado, medidas fundamentais para reduzir o impacto das doenças cardiovasculares na população.
“O estudo reforça um alerta importante: as doenças cardiovasculares continuam entre as principais causas de internação e morte em mulheres no país, com um risco ainda maior para aquelas de meia idade”.
O levantamento estatístico dialoga diretamente com um marco importante na saúde da mulher: a menopausa, que costuma ocorrer entre os 45 e 55 anos. A redução dos níveis de estrogênio nesse período diminui a proteção natural do organismo contra doenças cardiovasculares, aumentando a vulnerabilidade ao infarto.
Antes dessa fase, mulheres tendem a apresentar menor incidência de problemas cardíacos. Após a menopausa, no entanto, o risco cresce significativamente, especialmente quando associado a fatores como hipertensão, diabetes, sedentarismo e obesidade.
De acordo com a médica ginecologista obstetra, Dra. Rosana Rebelo, um estudo publicado, em 2020, na revista Circulation, da American Heart Association, aponta que mulheres que realizam terapia hormonal com o uso do estrogênio apresentam uma redução de aproximadamente 19% no risco de eventos cardiovasculares, incluindo infarto e acidente vascular cerebral, o que reforça sua relevância no cuidado com a saúde da mulher durante a menopausa.
Um repórter britânico escapou por pouco de ser atingido por um míssil quando fazia uma transmissão em uma região no sul do Líbano.
O jornalista Steve Sweeney, que trabalha para a TV estatal russa RT, gravava um vídeo quando um míssil caiu a poucos passos de onde ele estava. A cena foi registada pelo cinegrafista que gravava Sweeney.
Apesar do susto, a RT afirmou que o jornalista e o cinegrafista Ali Rida tiveram apenas ferimentos leves e passam bem.
O cinegrafista acusou Israel de ter atacado a equipe de forma deliberada, apesar de ambos vestirem coletes de identificação da imprensa e portarem credenciais. O governo israelense ainda não havia se manifestado até a última atualização desta reportagem.
Desde a semana passada, Israel tem atacado o sul do Líbano, região onde estava a equipe de reportagem, além da capital do país, Beirute. O governo israelense diz mirar alvos do Hezbollah, o grupo terrorista libanês financiado pelo governo iraniano.
Os ataques são parte da guerra que Estados Unidos e Israel travam contra o Irã. Em resposta, o regime iraniano tem lançado mísseis e drones contra Israel e consta alvos nos países do Golfo Pérsico aliados dos EUA.
O ministro do STF Gilmar Mendes anulou a aprovação de um requerimento da CPI do Crime Organizado que determinava a quebra de sigilos fiscal e bancário de um fundo com participação no Tayayá Resort.
O pedido, apresentado pelo senador Sergio Moro, mirava um fundo ligado à empresa Reag, investigada pela Polícia Federal no caso Banco Master.
Na decisão, Mendes apontou irregularidade na votação em bloco do requerimento, já questionada pelo ministro Flávio Dino.
O fundo investigado adquiriu participação no resort, anteriormente ligada a empresa da qual o ministro Dias Toffoli é sócio. Toffoli afirma não ter relação com os envolvidos nem ter recebido valores ligados ao caso.
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