
Foto: Antonio Augusto/Secom/TSE
Em pouco menos de dois anos como presidente do Tribunal Superior Eleitoral (TSE), o ministro Alexandre de Moraes teve de lidar com a eleição mais disputada desde a redemocratização e o aumento da violência política.
A passagem de Moraes pela Corte termina daqui a pouco menos de um mês, em 3 de junho.
Antes, na próxima terça-feira (7), haverá a eleição que definirá a ministra Cármen Lúcia como nova presidente do TSE, sucessora de Moraes no posto — ele permanece no cargo até o começo de junho. Caberá à ministra comandar as eleições municipais de 2024.
Integrante titular da Corte desde 2020 e presidente a partir de agosto de 2022, Moraes emplacou um endurecimento das normas contra a propagação de notícias falsas e desinformação nas redes sociais, diante de um cenário de falta de regulamentação sobre as novas tecnologias e de intensificação do uso da internet para ataques.
O ministro ainda conduziu aquela que seria a eleição mais disputada desde a redemocratização. O processo eleitoral de 2022 levou Luiz Inácio Lula da Silva (PT) ao seu terceiro mandato e deixou o ex-presidente Jair Bolsonaro (PL) inelegível até 2030.
CNN Brasil
Já vai tarde. O inferno te espera.
Xhandão,você me representa
Obrigado Ministro Alexandre de Moraes.🙏
A HISTÓRIA não o esquecerá…será para sempre conhecido como o Salvador da nossa democracia…🙏
Esses termos que a velha imprensa arranja são muito engraçados quando você tem pensamento crítico: “cerco a fake news”. kkkkkkkk Tipo as “fake news” do banheiro misto, amizade com Maduro e Ortega e liberação do aborto? Ah, se forem essas, TODAS já se provaram verdade. O governo já editou medidas ministeriais nos casos do aborto e banheiro misto, e Maduro, que seria preso se pisasse no Brasil até 2023, foi recebido com pompas como chefe legítimo de Estado, um ditador assassino, que joga opositores para cachorros.
Ele fez a parte da justiça dele, agora é a vez da Carmem Lúcia fazer a justiça dela.
Com a caça da direita.
Uma pena, o homem que teve coragem de peitar uns loucos que se achavam os donos do país. Que a ministra Carmen Lúcia siga seus passos e não se agarche a pressão de certos acéfalos.