O presidente Jair Bolsonaro (PL) disse nesta segunda-feira (6/12) que o ex-ministro da Justiça Sergio Moro (Podemos) tentou copiar o seu slogan de campanha, que tem os dizeres: “Brasil acima de tudo, Deus acima de todos”.
“Para tentar copiar o meu ‘Brasil acima de tudo, Deus acima de todos’, ele botou ‘o povo acima de tudo’. Esse não aguenta 10 segundos de debate”, declarou Bolsonaro, aos risos, durante conversa com apoiadores, no Palácio da Alvorada.
Aos simpatizantes, o presidente ainda criticou o ex-juiz sobre declarações contra o armamento da população. Ao longo do governo, Bolsonaro facilitou a posse e o porte de armas. Em sua autobiografia, intitulada “Contra o Sistema da Corrupção”, lançada na semana passada, Sergio Moro disse que defendia os atos, mas se opôs ao aumento de número de armas que cada pessoa pode ter.
“A vagabundagem tem [arma], pô. Por que essa… O [ex-presidente] Lula falou que vai recolher as armas. O Moro também falou que ele podia ser mais rígido, né… Me peitar mais durante a questão das portarias de armamento dele. Como é que o cara aceita trabalhar comigo sabendo que eu sou armamentista? Tinha que ter caráter, né? Era só falar: ‘Não me interessa trabalhar porque sou de esquerda’”, prosseguiu o presidente.
Não tem mais vergonha em se assumir como mentiroso contumaz. Essa criatura FUGIU de todos os debates, na eleição passada. Discurso “prás nêga” da bolha ver……….
O MINTOmaníaco das rachadinhas deve estar se olhando no espelho quando fala isso… Será que ele vai aguentar quando perguntarem da corrupção feita pela família dele? Muuuu
No primeiro debate ELE se perde.
Vamos para terceiro VIA.
Esse presidente corruptos não aguenta uma pergunta sobre Rachadinha, que pára entrevista, bom humor e vai embora, imagina um debate aprofundado sobre corrupção e a falta de apoio no combate aos crimes de corrupção dos seus familiares, base de apoio, novos aliados e até adversários políticos corruptos. Aí esclarece quem é o traidor dos eleitores que votaram nele pensando que resgatariam a moralidade pública. Traição braba dos eleitores que confiaram nesse presidente inepto e irresponsável.
Minto mentiroso… quem não aguenta debate é ele próprio, pois fugiu dos debates em 2018 contra qualquer adversário e jornalistas… ô minto fogo-de-palha….fraco demais, sem os filhos, esse já tinha desistido de tudo
Concordo, Moro e nenhum outro candidato debateriam mais que 10 segundos com o Messias. O Messias não tem competência cognitiva para falar além desse tempo. Viva o gado!!!
Representantes dos EUA e da Ucrânia classificaram como “muito produtiva” a reunião deste domingo, em Miami, sobre a proposta de paz apresentada por Washington — plano que Kiev inicialmente considerou alinhado demais às exigências russas. O secretário de Estado dos EUA, Marco Rubio, afirmou que houve avanços, mas destacou que a situação é “delicada” e que ainda há “muito trabalho pela frente”, especialmente porque a Rússia também precisará integrar o processo.
O chefe do Conselho de Segurança e Defesa da Ucrânia, Rustem Umerov, elogiou o “trabalho tremendo” dos americanos e definiu o encontro como “produtivo e bem-sucedido”, embora fontes tenham relatado discussões difíceis e travadas em temas sensíveis, como território e garantias de segurança. A versão inicial da proposta americana — com 28 pontos — incluía o reconhecimento de regiões ocupadas pela Rússia e uma redução do Exército ucraniano, pontos que Kiev rejeitou. Após negociações, o plano foi reduzido para 19 itens.
Enquanto isso, o principal negociador dos EUA, Steve Witkoff, segue para Moscou para tratar do tema com Vladimir Putin, e a França convidou Zelensky para conversas paralelas em Paris. O cenário político ucraniano, porém, está abalado por um escândalo de corrupção que levou à queda do chefe de gabinete Andriy Yermak e fortaleceu o discurso do Kremlin, que tenta explorar a crise interna.
Em paralelo às tratativas de paz, a tensão no Caribe aumentou após Donald Trump anunciar que o espaço aéreo venezuelano seria fechado, o que levou a Rússia a cancelar voos turísticos para a região. A Venezuela chamou a declaração de “ameaça colonialista”, e o presidente colombiano, Gustavo Petro, criticou a ação, questionando sob que norma internacional um país pode fechar o espaço aéreo de outro. A escalada ocorre no contexto de operações americanas contra embarcações suspeitas de tráfico, que já deixaram ao menos 83 mortos, e fazem parte do esforço de Washington para pressionar o governo de Nicolás Maduro.
O presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, confirmou, neste domingo (30), que conversou por telefone com o ditador venezuelano Nicolás Maduro.
A confirmação foi dada pelo presidente a repórteres a bordo do Air Force One durante a viagem de retorno a Washington, neste domingo (30). Trump passou o feriado do Dia de Ação de Graças na Flórida.
“Não diria que [a ligação] foi bem ou mal… foi apenas uma chamada telefônica”, afirmou o presidente à imprensa ao ser questionado sobre como foi a conversa.
O New York Times já havia reportado sobre conversa entre os dois líderes, que aconteceu na semana passada, segundo fontes do jornal americano.
A ligação acontece em um momento de escalada das tensões entre EUA e Venezuela. No sábado (29), Trump publicou nas redes sociais que o espaço aéreo venezuelano deveria ser considerado “totalmente fechado”.
A relação entre o Planalto e o Senado voltou a tensionar após o presidente da Casa, Davi Alcolumbre (União-AP), divulgar nota acusando setores do Executivo de tentar associá-lo a negociações de cargos em troca de apoio à indicação de Jorge Messias (AGU) ao Supremo Tribunal Federal. Segundo Alcolumbre, a insinuação é “ofensiva” ao Congresso e representa interferência indevida no processo de análise do nome indicado ao STF.
Horas depois, a ministra das Relações Institucionais, Gleisi Hoffmann, negou qualquer tratativa sobre cargos e afirmou que o governo mantém “o mais alto respeito” por Alcolumbre. Em mensagem publicada no X, a ministra disse que o Planalto “repele” insinuações de fisiologismo e defendeu que as indicações anteriores ao STF, PGR, Banco Central e agências reguladoras ocorreram com transparência e respeito institucional.
A crise se intensificou após Lula escolher Messias para a vaga no Supremo, contrariando a preferência de Alcolumbre pelo senador Rodrigo Pacheco (PSD-MG). Com dificuldades de Messias para reunir votos no Senado, o presidente da Casa marcou a sabatina para 10 de dezembro — prazo considerado apertado por aliados do AGU. O Planalto, no entanto, ainda não enviou a mensagem presidencial formalizando a indicação, etapa necessária para que a votação ocorra.
O senador Otto Alencar (PSD-BA), presidente da CCJ, afirmou que, sem o envio da mensagem, a análise deve ficar para 2026. O recesso parlamentar começa em 18 de dezembro. “Não existe possibilidade de votar sem a mensagem presidencial”, disse.
O deputado federal Alexandre Ramagem (PL-RJ) está foragido nos Estados Unidos. De lá, ele usou as redes sociais, neste domingo (30/11), para desafiar o ministro Alexandre de Moraes, do Supremo Tribunal Federal (STF), a enviar seu pedido de extradição à Justiça norte-americana. Ramagem foi condenado por tentativa de golpe de Estado e teve a prisão determinada por Moraes no último dia 25/11. Ele teria ido para os Estados Unidos em setembro, antes do fim do julgamento.
“Se o Alexandre de Moraes quiser trazer algum pedido para minha extradição, ele vai ter que remeter para a análise de um juiz federal americano toda a ação do golpe que me envolve e o presidente Bolsonaro. Então, eu peço, traga para a análise dos americanos essa ação do golpe e nós vamos ver uma resposta enfática dos norte-americanos do que é uma juristocracia, uma ditadura, uma arbitrariedade que assola o Brasil agora”, disse.
Na Câmara dos Deputados, o parlamentar está de licença médica até 12 de dezembro. Moraes comunicou o presidente da Casa, Hugo Motta (Republicanos-PB), sobre a perda de mandato de Ramagem, o que só é oficializado após declaração da Mesa Diretora.
Realizada neste domingo (30) uma manifestação em Brasília pedindo liberdade ao ex-presidente Jair Bolsonaro (PL). Os manifestantes também cobraram a votação do projeto de anistia aos envolvidos nos atos antidemocráticos de 8 de Janeiro.
A concentração ocorreu no Museu da República e o ato na Catedral de Brasília, iniciando com a execução do hino nacional. A organização destacou que o ato foi comunicado à Polícia Civil do Distrito Federal (PCDF), como determina a Constituição.
Entre os nomes políticos, a manifestação contou com a presença do deputado federal Marcos Pollon (PL-MS) e apoio logístico do senador Izalci Lucas (PL-DF). Em discurso, Pollon criticou o ministro do Supremo Tribunal Federal (STF) Alexandre de Moraes de perseguição contra o ex-presidente, citando o argumento de como uma vigília convocada pelo senador Flávio Bolsonaro (PL-RJ) foi utilizado pelo STF na prisão de Jair Bolsonaro.
O discurso do parlamentar trouxe referências bíblicas para dizer que Deus permitiu a prisão de Bolsonaro para demonstrar abusos e problemas do PT. Ele concluiu dizendo que “eleição sem Bolsonaro é golpe.”
Um dos organizadores do evento, Deuselis Braga André Filho disse, em entrevista à rádio Itatiaia, que a expectativa era de um público maior, mas que as pessoas podem estar “amedrontadas” de sair de casa. “O que importa é manter a chama. A gente vai continuar fazendo”, afirmou. Além disso, ele garantiu que outras manifestações irão ocorrer em cidades como São Paulo, Recife, e novamente em Brasília.
Força Nacional | Foto: Fábio Rodrigues Pozzebom/Agência Brasil
O Partido dos Trabalhadores (PT) propõe, em sua nova cartilha de segurança pública, a criação de uma Guarda Nacional Permanente de Caráter Civil, responsável por substituir a atual Força Nacional de Segurança Pública nas operações de Garantia da Lei e da Ordem (GLO).
Segundo o documento, a medida depende de uma Proposta de Emenda à Constituição (PEC) que alteraria o artigo 144 da Constituição Federal e mudaria a estrutura da atuação federal no setor. A substituição integra um conjunto de mudanças constitucionais defendidas pelo partido.
A cartilha afirma que a Força Nacional é “apenas um programa”, composto por policiais cedidos pelos estados, sem “estrutura hierárquica adequada, código de conduta ou órgão corregedor”. Por isso, o PT defende uma instituição própria da União, com efetivo permanente, ingresso por concurso público e atuação uniforme e ostensiva em todo o território nacional, especialmente em áreas sensíveis como fronteiras e Amazônia Legal.
Com essa mudança, “gradativamente não será mais necessário o emprego das Forças Armadas por meio das operações de Garantia da Lei e da Ordem (GLO)”, diz o documento.
PEC em elaboração
A PEC elaborada pelo partido pode ser apresentada ao Congresso pelo governo federal ou pela própria bancada petista. Embora não estabeleça prazo, o documento afirma que a proposta faz parte de uma reestruturação mais ampla da segurança pública no país.
Segundo a cartilha, a PEC prevê:
criação da Guarda Nacional Civil, com atuação nacional e ingresso via concurso;
substituição da Força Nacional, que deixaria de existir no modelo atual;
inclusão da nova guarda no capítulo constitucional da segurança pública;
transferência da responsabilidade por ações de GLO para a nova força, retirando essa função das Forças Armadas;
reforço da atuação federal em regiões estratégicas, como fronteiras.
Vale ressaltar que a PEC da Guarda Nacional não é a PEC da Segurança Pública, em tramitação na Câmara dos Deputados. Ela é uma outra proposta, dentro do pacote de “mudanças constitucionais” sugeridas pelo PT.
Proposta de criação do Ministério da Segurança Pública
Além da nova guarda, o PT também defende a criação do Ministério da Segurança Pública (MSP), retirando o tema da estrutura do Ministério da Justiça, hoje comandado pelo ministro Ricardo Lewandowski. A ideia é concentrar em uma pasta exclusiva todas as ações e órgãos federais do setor.
Segundo a cartilha, ficariam sob a estrutura do novo ministério:
Polícia Federal (PF)
Polícia Rodoviária Federal (PRF)
Polícia Ferroviária Federal
Polícia Penal Federal
Força Nacional — que seria substituída pela Guarda Nacional caso a PEC avance
Secretaria Nacional de Segurança Pública (Senasp)
O documento afirma que “a União deve coordenar a política de segurança pública, mediante a criação do Ministério da Segurança Pública”, reforçando que a mudança ampliaria a capacidade de planejamento, gestão e integração das políticas do setor.
A cartilha reúne sugestões que, segundo o PT, devem orientar debates internos e embasar futuras iniciativas legislativas do partido na área de segurança pública.
O PT que desarticular as forças armadas e, criar a sua própria força armada, com toda certeza, esses civis que irão compor a nova força, será militantes do MST.
O primeiro-ministro de Israel, Benjamin Netanyahu, enviou um pedido formal de perdão ao presidente Isaac Herzog, segundo informou neste domingo (30/11) o gabinete do premiê. Netanyahu afirma que os processos criminais em andamento prejudicam sua capacidade de governar.
Indiciado em 2019 por suborno, fraude e quebra de confiança, o líder israelense responde ao primeiro julgamento criminal já enfrentado por um premiê no cargo. O processo começou em 2020 e segue sem condenação até agora.
O pedido de perdão ganha peso político porque ocorre logo após o presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, defender publicamente que Netanyahu seja perdoado. Em carta enviada a Herzog neste mês, Trump afirmou que é “hora de permitir que Bibi una Israel, concedendo-lhe o perdão e encerrando de uma vez por todas essa guerra judicial”. O gesto amplia a pressão internacional e abre um novo capítulo na crise que ronda o governo israelense.
Em uma gravação que escandalizou até mesmo investigadores experientes da Polícia Civil goiana, a advogada Tatiane Meireles e o sargento da Polícia Militar de Goiás (PMGO) Hebert Póvoa aparecem realizando uma espécie de “oração da extorsão” sobre maços de dinheiro arrecadados pela quadrilha.
As imagens, gravadas em Luziânia (GO), no Entorno do DF, e obtidas pela polícia durante a operação de sexta-feira (28/11) mostram os dois agradecendo e pedindo que o dinheiro fruto das cobranças violentas fosse “multiplicado”.
No vídeo, Tatiane conduz a reza enquanto o sargento acompanha em silêncio com as mãos sobre o montante. A advogada diz:
“O Senhor nos faz grande e que todos tenham gratidão, e que o dinheiro retorne para nós. Um dinheiro abençoado… e que estamos abençoando essas pessoas. Pedimos a Deus que multiplique esse dinheiro. Pedimos ao Pai amado que nós possamos multiplicar esse dinheiro.”
Frieza e confiança
As imagens, segundo investigadores, simbolizam o nível de organização, frieza e confiança que o grupo tinha em sua atuação criminosa. O dinheiro exibido foi arrecadado mediante humilhação, agressões físicas e ameaças armadas a pessoas endividadas.
A Polícia Civil de Luziânia prendeu seis integrantes da organização criminosa acusada de praticar agiotagem, extorsão, tortura mediante sequestro e lavagem de dinheiro. Entre os detidos estão:
o sargento Hebert Póvoa, ex-candidato a vereador pelo PL;
a advogada Tatiane Meireles, sua esposa;
dois outros policiais militares;
dois civis.
A denúncia que desencadeou a investigação partiu da própria Polícia Militar de Goiás, após constatar indícios de envolvimento de seus integrantes em crimes graves.
Violência brutal
Além da chamada “oração do dinheiro”, a polícia recolheu vídeos que registram a violência cometida durante as cobranças. Em uma das gravações, Póvoa agride uma mulher que havia pegado empréstimo com o grupo:
O sargento aparece armado dentro da casa da vítima, que permanece sentada na cama, acuada.
Ele desfere tapas no rosto da mulher e a insulta chamando-a de “vagabunda” e “piranha”.
Em tom ameaçador, afirma que ela estava “mexendo com vagabundo”.
A vítima chora e afirma que não recebeu o dinheiro cobrado.
Ao ser ameaçada de ter o celular tomado, ela implora para ficar com o aparelho, dizendo que precisava dele para trabalhar.
Em desespero, oferece que o policial olhe o armário para comprovar que não tinha comprado sequer o básico para a própria filha.
Mais agressão
Outros vídeos da quadrilha mostram homens ajoelhados, chorando e sendo espancados com tacos de baseball, cassetetes e chutes. Em um deles, um agressor afirma: “Aqui no Goiás você vai aprender como funciona.”
Tatiane Meireles não se limitava a fornecer apoio jurídico. Em outra gravação, ela aparece golpeando um homem com um cassetete durante uma cobrança, gritando: “Levanta! Levanta o braço, porra!”
Durante o cumprimento dos mandados, os policiais apreenderam:
armas de fogo;
objetos usados em agressões;
cerca de R$ 10 mil em espécie, parte visivelmente relacionada à “oração do dinheiro”.
A Polícia Civil afirma que o grupo operava como uma organização criminosa estruturada.
A ex-primeira-dama e presidente do PL Mulher, Michelle Bolsonaro, foi saudada como “presidenciável” durante o lançamento da pré-candidatura do senador Eduardo Girão (Novo) ao governo do Ceará, na manhã de hoje.
O episódio ocorreu quando Deltan Dallagnol (Novo), ao iniciar seu discurso, cumprimentou “os presidenciáveis presentes”, apontando para Michelle e para o governador de Minas Gerais, Romeu Zema (Novo). Surpresa, Michelle reagiu fora do microfone: “Eu, presidenciável?”. Deltan respondeu: “Pra gente é”.
Mesmo com Zema no palco — ele próprio articulando disputar a Presidência em 2026 — Michelle acabou atraindo maior atenção do público e dos organizadores. Também participaram do evento Damares Alves (Republicanos-DF) e Sóstenes Cavalcante (PL-RJ).
O encontro reuniu siglas de direita para discutir uma “frente ampla” contra o grupo político que governa o Ceará há quase uma década, com gestões sucessivas de Camilo Santana (PT), Izolda Cela (PDT) e, atualmente, Elmano de Freitas (PT).
Essa dupla aí é o que temos de melhor.
Michele tudo indica que vai pro senado junto com a Damares no DF.
Zema é o cara, esse aí é melhor do que Tarcísio misturado, Caiado raposa velha, Ratinho Jr ausente do debate.
Por tanto o Empresário Romeu Zema é o melhor, essa a escolha técnica.
Aqui no RN, Rogério.
Alison é bom prefeito, mas não tem a bagagem e a experiência de Rogério.
A direita vai ter que catar votos de todos os presidenciáveis dela para tentar chegar ao segundo turno. Nenhum deles sozinho tem nome ou história. Eu preferia que Jair fosse candidato e fosse humilado novamente. Tomara que um dia a direita ache um SER HUMANO digno do título para concorrrer.
Falou e disse o IRRACIONAL, prenderam ilegalmente e agora querem que seja candidato, cuidado que mesmo estando fora do jogo momentaneamente, ele ainda possa falar.
O presidente do Senado e do Congresso Nacional, Davi Alcolumbre (União-AP), divulgou neste domingo (30) uma nota dura em que critica setores do Executivo por, segundo ele, tentar criar a “falsa impressão” de que divergências entre os Poderes são resolvidas por meio de “interesses fisiológicos, cargos e emendas”.
A manifestação ocorre em meio ao impasse envolvendo a indicação de Jorge Messias ao Supremo Tribunal Federal (STF), feita pelo presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT). Apesar de a nomeação já ter sido publicada no Diário Oficial da União, a mensagem com a indicação ainda não foi enviada ao Senado, o que, segundo Alcolumbre, representa interferência indevida no calendário da Casa.
Alcolumbre disse que considera “ofensivas” as tentativas de setores do governo de desmoralizar o Legislativo, chamando o movimento de “método antigo” para desqualificar quem diverge. Ele afirmou que nenhum Poder está acima do outro e que se é prerrogativa do presidente indicar um nome ao STF, o Senado também exercerá a sua prerrogativa constitucional de aprovar ou rejeitar o indicado ao STF sem aceitar pressões externas.
O presidente do Senado destacou que o cronograma da sabatina segue o padrão das nomeações anteriores e permitiria concluir o processo ainda em 2025 — algo que, segundo ele, evita “protelações tão criticadas no passado”.
Alcolumbre encerrou afirmando que espera “lisura” no processo e garantiu que nada fora do rito institucional influenciará a decisão dos senadores sobre o nome de Messias.
Fala de quem nunca foi a um debate. É capaz de arrumar outra facada!
Não tem mais vergonha em se assumir como mentiroso contumaz. Essa criatura FUGIU de todos os debates, na eleição passada. Discurso “prás nêga” da bolha ver……….
Kkkkkkkkkkk.
Tu é inteligente que só a po**a neh?
O MINTOmaníaco das rachadinhas deve estar se olhando no espelho quando fala isso… Será que ele vai aguentar quando perguntarem da corrupção feita pela família dele? Muuuu
No primeiro debate ELE se perde.
Vamos para terceiro VIA.
Esse presidente corruptos não aguenta uma pergunta sobre Rachadinha, que pára entrevista, bom humor e vai embora, imagina um debate aprofundado sobre corrupção e a falta de apoio no combate aos crimes de corrupção dos seus familiares, base de apoio, novos aliados e até adversários políticos corruptos. Aí esclarece quem é o traidor dos eleitores que votaram nele pensando que resgatariam a moralidade pública. Traição braba dos eleitores que confiaram nesse presidente inepto e irresponsável.
Minto mentiroso… quem não aguenta debate é ele próprio, pois fugiu dos debates em 2018 contra qualquer adversário e jornalistas… ô minto fogo-de-palha….fraco demais, sem os filhos, esse já tinha desistido de tudo
Concordo, Moro e nenhum outro candidato debateriam mais que 10 segundos com o Messias. O Messias não tem competência cognitiva para falar além desse tempo. Viva o gado!!!