Foto: Rosinei Coutinho/STF
O presidente da CPMI do INSS, senador Carlos Viana, elevou o tom nesta segunda-feira (16) ao afirmar que o ministro Alexandre de Moraes deveria ser afastado do cargo enquanto durarem as investigações envolvendo o chamado Caso Master. Segundo ele, a medida seria padrão em “qualquer país sério”.
A declaração ocorre após a revelação de que mensagens do ex-banqueiro Daniel Vorcaro teriam sido enviadas a um número funcional do Supremo Tribunal Federal. De acordo com Viana, a autenticidade do número já foi confirmada, restando agora identificar quem utilizava o telefone no momento da troca.
Em entrevista ao programa Roda Viva, da TV Cultura, o senador afirmou que pretende acionar oficialmente o STF para obter essa informação. A suspeita levantada é de que o contato estaria ligado a Moraes, hipótese negada pelo próprio ministro.
As mensagens teriam sido enviadas no dia da prisão de Vorcaro. No conteúdo, o banqueiro menciona ter tentado “salvar” uma operação envolvendo o Banco Master e questiona se havia alguma novidade. Como a conversa ocorreu em modo de visualização única, não há registro das respostas.
Em nota, Moraes negou qualquer contato com o investigado e classificou a informação como falsa. Segundo o ministro, trata-se de mais uma tentativa de atingir a imagem do STF em meio às apurações em curso.
Esse país é uma zona e com o desgoverno ptista está de ponta cabeça, literalmente.
Parece piada, Estão tentando identificar quem estava trocando msgs. Será que estão examinando se a letra no zap do careca era dele ou de outra pessoa? (Restando agora identificar quem utilizava o telefone no momento da troca)
País sério, ele nem seria Ministro, essas horas, se fosse, estaria preso.
País sério afastava político corrupto envolvido no escândalo do Master que está presidindo a CPMI, né? Carlos Viana atolado até o pescoço com esquema de emendas para igreja Lagoinha de Fabiano Zetel tentando proteger seu amiguinho na cpmi.
País sério, o nobre ministro estaria preso.
Não pode usar o cargo público para enriquecimento ilícito.