A disponibilidade de dinheiro público não tem sido suficiente para que estado e municípios diminuam as filas para a realização de cirurgias eletivas. De abril a julho, hospitais administrados pelo Estado e por municípios como Parnamirim, Mossoró e Ceará-mirim apresentaram pouco ou quase nenhum percentual de execução das cirurgias previstas no Plano Estadual de Redução de Filas.
O RN tem garantidos recursos na ordem de R$ 10 milhões. Os procedimentos previstos no planejamento são realizados a partir de recursos federais encaminhados pelo Ministério da Saúde. De acordo com a assessora técnica do Conselho das Secretarias Municipais de Saúde do Estado (Cosems/RN), Terezinha Rego, o motivo da lentidão nos municípios acontece tanto pela falta de prestadores suficientes para abarcar as demandas quanto por falta de recursos próprios para procedimentos complementares, como exames.
O senador Flávio Bolsonaro criticou a decisão do presidente Luiz Inácio Lula da Silva de não comparecer à cerimônia de posse do novo presidente do Chile, José Antonio Kast. Em entrevista ao canal chileno 24 Horas, da Televisión Nacional de Chile, o parlamentar afirmou que Lula “não respeita quem pensa diferente”.
Flávio está em Valparaíso, onde acompanha a posse de Kast no Congresso chileno. Durante a entrevista, o senador declarou que o presidente brasileiro “fala o tempo todo com muito ódio e ressentimento no coração” ao comentar a ausência do petista na cerimônia.
Questionado sobre relatos de que sua presença no evento teria influenciado na decisão de Lula de cancelar a viagem, o senador afirmou considerar a situação “muito triste”. Segundo ele, o presidente deveria priorizar relações diplomáticas com o Chile, que classificou como um importante parceiro comercial do Brasil.
Apesar das críticas, apuração da CNN Brasil aponta que a ausência de Lula está ligada à agenda política interna. O presidente teria optado por permanecer no país para tentar avançar em negociações com o Congresso Nacional.
Na entrevista, Flávio Bolsonaro também declarou apoio a José Antonio Kast e elogiou o novo líder chileno, destacando seu perfil conservador e a defesa de pautas como segurança pública, família e valores tradicionais.
Uma pesquisa divulgada nesta terça-feira (10) pelo Ipsos-Ipec aponta que 42% dos brasileiros consideram que a situação econômica do país piorou nos últimos seis meses. Outros 30% avaliam que a economia permaneceu igual, enquanto 25% afirmam que houve melhora no período.
O levantamento indica que a percepção negativa supera a positiva em 17 pontos percentuais. De acordo com o estudo, esse número aumentou em relação à pesquisa anterior, realizada em dezembro, reforçando a avaliação crítica de parte da população sobre o momento econômico do país.
A pesquisa também mostra diferenças entre os perfis de entrevistados. A percepção de piora aparece com maior frequência entre eleitores de Jair Bolsonaro nas eleições de 2022, pessoas com renda mais alta, evangélicos e entrevistados com ensino superior.
Já a avaliação de melhora é mais comum entre eleitores de Luiz Inácio Lula da Silva, moradores do Nordeste, pessoas com menor renda e entrevistados com 60 anos ou mais.
O levantamento ouviu 2 mil pessoas entre os dias 5 e 9 de março em 131 municípios brasileiros. A pesquisa tem nível de confiança de 95% e margem de erro de dois pontos percentuais para mais ou para menos. Além disso, o estudo indica que 51% dos brasileiros desaprovam a forma como Lula governa o país, enquanto 43% aprovam a atual gestão.
Integrantes do Partido dos Trabalhadores pretendem pressionar o presidente Luiz Inácio Lula da Silva a criar o Ministério da Segurança Pública após o avanço da proposta que trata do tema no Congresso Nacional.
A informação é da colunista Milena Teixeira, do portal Metrópoles. A proposta de emenda à Constituição foi aprovada recentemente pela Câmara dos Deputados e agora deve ser analisada pelo Senado Federal nos próximos dias.
Segundo apuração nos bastidores, parlamentares petistas defendem que o governo antecipe a criação da nova pasta antes das eleições de outubro, quando Lula deve disputar a reeleição.
A avaliação dentro do partido é que a medida foi uma promessa de campanha do presidente em 2022 e poderia servir para demonstrar ações mais concretas na área de segurança pública, considerada uma das maiores preocupações da população.
Dirigentes do PT também defendem que, caso o ministério seja criado, a pasta seja comandada por um nome com perfil técnico ligado às forças de segurança, como um delegado ou profissional com experiência policial.
Um caso chocante foi registrado na madrugada desta terça-feira (10) no município de Areia Branca. Criminosos invadiram um cemitério na comunidade Casqueira, violaram uma sepultura e atearam fogo no corpo que estava enterrado no local.
Segundo informações preliminares, o cadáver seria de José Maciel da Silva Dantas, que havia morrido no último domingo após um confronto com a Polícia Militar do Rio Grande do Norte em Mossoró.
Após a morte, o corpo passou por exames no Instituto Técnico-Científico de Perícia do Rio Grande do Norte e foi liberado para a família. O sepultamento ocorreu na segunda-feira, um dia antes da violação registrada durante a madrugada.
A ação criminosa só foi percebida por moradores nas primeiras horas da manhã, quando encontraram o túmulo violado e o corpo queimado dentro do cemitério.
O caso deverá ser investigado pela Polícia Civil do Rio Grande do Norte, que busca identificar os responsáveis e esclarecer a motivação do crime.
O ministro Alexandre de Moraes, do Supremo Tribunal Federal, revogou a prisão domiciliar da aposentada Sônia Teresinha Possa, de 68 anos, condenada pelos atos de 8 de janeiro de 2023. A decisão também determina o envio do caso ao Conselho Nacional de Justiça para investigar o juiz que autorizou a medida.
Sônia, que enfrenta um câncer de pele e outras complicações de saúde, havia recebido prisão domiciliar em setembro de 2025 por decisão do juiz José Augusto Guterres, da Vara de Execuções Penais de Curitiba, com base em laudos médicos que indicavam necessidade de tratamento fora do presídio. Ela utilizava tornozeleira eletrônica e estava em Guarapuava (PR), onde mora seu filho.
Em janeiro deste ano, ao comparecer ao Departamento Penitenciário para apresentar uma resenha de livro para remição de pena, acabou sendo presa novamente por determinação de Moraes. O ministro havia negado anteriormente o pedido de prisão domiciliar com base em parecer da Procuradoria-Geral da República, que avaliou que o tratamento médico poderia ser realizado com escolta a partir do presídio.
Na decisão posterior, Moraes afirmou que o juiz da execução penal cometeu “clara usurpação de competência” ao conceder a domiciliar sem autorização do STF, já que, segundo ele, as execuções das penas relacionadas aos atos de 8 de janeiro permanecem sob supervisão da Corte. O ministro também determinou o afastamento do magistrado da condução dos atos processuais ligados ao caso.
A defesa da aposentada, por outro lado, sustenta que a execução da pena deveria ser conduzida pela Vara de Execuções Penais e não diretamente pelo STF. Advogados afirmam que, até a nova prisão em janeiro, não havia execução penal aberta na Suprema Corte e que a concessão da domiciliar pelo juiz estadual seguiu a legislação vigente.
A Justiça do Trabalho determinou a retomada das execuções trabalhistas contra o ABC Futebol Clube. A decisão foi assinada pela juíza Stella Paiva de Autran Nunes, que também autorizou a penhora de bens do clube para garantir o pagamento de dívidas trabalhistas.
A informação foi publicada pelo repórter Mallyk Nagib, da 96 FM. Na decisão, proferida no âmbito do Tribunal Regional do Trabalho da 21ª Região, a magistrada entendeu que o prazo legal de suspensão das execuções já foi ultrapassado no processo de recuperação judicial do clube, sem que houvesse prorrogação ou aprovação do plano de recuperação pelos credores.
Com isso, segundo a juíza, não há mais justificativa para manter as execuções trabalhistas paralisadas. No despacho, ela afirmou que a recuperação judicial não pode ser usada como instrumento para “perpetuação da inadimplência”, especialmente quando envolve créditos de natureza alimentar, como salários e direitos trabalhistas.
A decisão também determina a efetivação da penhora sobre um bem já identificado nos autos do processo. O documento não especifica qual bem será atingido, mas, na prática, a medida pode envolver patrimônio do clube — incluindo terrenos ou estruturas vinculadas ao patrimônio alvinegro, como o próprio estádio Frasqueirão, dependendo da avaliação judicial.
Além disso, a magistrada determinou o envio de comunicação ao juízo responsável pela recuperação judicial para informar se o bem eventualmente penhorado é considerado essencial para a atividade do clube.
Com a decisão, os processos trabalhistas voltam a tramitar normalmente na Justiça do Trabalho, abrindo caminho para novas medidas de cobrança contra o ABC até que os débitos sejam quitados ou haja nova deliberação judicial sobre o caso.
O Supremo Tribunal Federal enfrenta o que vem sendo apontado como a maior crise de credibilidade de sua história recente. Nos bastidores, o presidente da Corte, Edson Fachin, tem discutido com outros ministros possíveis saídas institucionais para conter o desgaste da imagem do tribunal.
Entre as hipóteses levantadas por juristas estaria o incentivo ao afastamento voluntário de ministros envolvidos em polêmicas recentes, como Dias Toffoli e Alexandre de Moraes. A medida, considerada dura por especialistas, é vista como improvável por não se alinhar ao perfil mais cauteloso de Fachin.
Outra possibilidade seria encaminhar questionamentos à Procuradoria-Geral da República, comandada por Paulo Gonet, embora a atuação do órgão também esteja sendo alvo de críticas.
Dentro do STF, parte dos ministros avalia que a Corte estaria “sob ataque”, defendendo que a presidência do tribunal adote postura de defesa institucional e proteção aos integrantes da Casa.
Nos bastidores, cresce a avaliação de que, caso o próprio STF não adote providências, o Senado Federal poderá ser pressionado a analisar pedidos de impeachment contra ministros, ampliando ainda mais a crise institucional.
Uma declaração do influenciador e empresário João Palazzo provocou forte repercussão nas redes sociais após ele afirmar que nordestinos que votaram no presidente Lula não deveriam ter o direito de se mudar para Goiânia.
Em vídeo publicado nas redes, Palazzo afirmou que quem “faz o L” no Nordeste deveria “sustentar a própria escolha” e permanecer na região. “Quem faz o L lá no Nordeste não deveria ter o direito de mudar para Goiânia para consertar a vida porque lá está uma merda”, declarou.
Na sequência, o influenciador afirmou que pessoas que votaram em Lula acabam transferindo o título eleitoral ao se mudarem e passam a votar na esquerda em outros estados. “Essas pessoas deveriam ser proibidas de sair de lá e vir para cá. Você quer fazer o L? Seu voto é livre. Mas sustenta as suas escolhas”, disse.
Palazzo afirmou que nordestinos “sérios” seriam bem-vindos na cidade. “Quem vem sério para trabalhar merece reconstruir a vida em um lugar próspero”, declarou, ao afirmar que Goiânia seria “a melhor cidade do Brasil”.
O empresário, que é dono de uma marca de produtos de saúde, já havia feito publicações anteriores criticando eleitores de Lula. Em um dos vídeos, ele afirma ter criado uma suposta “cura” para quem “faz o L”, promovendo um suplemento alimentar em tom de deboche.
Em outras declarações, Palazzo também associou o baixo Índice de Desenvolvimento Humano (IDH) de estados nordestinos ao que chamou de “governos de esquerda”, afirmando que regiões governadas por aliados de Lula apresentam piores indicadores sociais — afirmação que também gerou críticas de internautas.
Pesquisa Ipsos-Ipec divulgada nesta terça-feira (10) mostra que o governo do presidente Lula (PT) é desaprovado por 51% dos brasileiros, enquanto 43% afirmam aprovar a gestão. Outros 6% disseram não saber ou preferiram não responder.
Em relação ao levantamento anterior, feito em dezembro, houve leve oscilação: a aprovação subiu um ponto (de 42% para 43%) e a desaprovação caiu um ponto (de 52% para 51%).
Quando perguntados sobre a avaliação do governo, 40% classificam a gestão como ruim ou péssima, enquanto 33% dizem que é boa ou ótima. Outros 24% consideram regular e 3% não souberam responder. Na comparação com dezembro, a avaliação negativa permaneceu no mesmo patamar, enquanto a positiva subiu três pontos percentuais.
O levantamento também mediu o nível de confiança no presidente. Para 56% dos entrevistados, Lula não é confiável, enquanto 40% afirmam confiar no chefe do Executivo. Outros 4% não souberam ou não responderam. Os números são praticamente os mesmos registrados na pesquisa divulgada em dezembro.
A pesquisa ainda mostra percepção negativa sobre o governo e a economia. Para 43% dos brasileiros, a gestão Lula está pior do que esperavam, enquanto 28% dizem que está igual e 25% afirmam que está melhor.
Já sobre a situação econômica do país, 42% avaliam que piorou, 27% dizem que melhorou e 28% consideram que permaneceu igual. O levantamento tem margem de erro de dois pontos percentuais, para mais ou para menos, e nível de confiança de 95%.
O Senado Federal aprovou nesta terça-feira (10) um projeto do Executivo que cria 17,8 mil novos cargos no serviço público federal e prevê reajustes salariais para servidores. A proposta foi aprovada em votação simbólica e agora segue para sanção do presidente Lula (PT). Segundo o governo, o impacto estimado das mudanças pode chegar a R$ 5,3 bilhões em 2026.
De acordo com o Projeto de Lei nº 5.874/2025, serão criados 16,3 mil cargos no Ministério da Educação (MEC) e 1,5 mil no Ministério da Gestão e da Inovação em Serviços Públicos (MGI). O texto também prevê unificação de carreiras, ajustes em remunerações e gratificações, além da criação de novas funções. O governo estima que as medidas podem atingir mais de 200 mil servidores, entre ativos e aposentados.
O valor está previsto na Lei Orçamentária Anual (LOA) deste ano, mas o gasto total depende da implantação de novos institutos federais e da realização de concursos públicos. O projeto já havia sido aprovado pela Câmara no início de fevereiro e, no Senado, teve relatoria do líder do governo no Congresso, Randolfe Rodrigues (PT-AP), que manteve o texto aprovado pelos deputados.
A proposta também autoriza a criação do Instituto Federal do Sertão Paraibano, com sede em Patos (PB), a partir do desmembramento do Instituto Federal da Paraíba (IFPB). Outra mudança prevista no texto altera o processo de escolha de reitores das universidades federais, acabando com a lista tríplice e estabelecendo eleição direta para reitor e vice-reitor.
Está travado mas já está destravando. Fatima costurando e LULA dando o nó
Só se for cultura do o C dos seus eleitores.kkk
É F aqui e L lá, receita pra se lascar!!! 👒😵💫🔨. Sempre!!!😭😭😭😭😭
Eleitor do PT é para se F.. der