Os recursos apresentados por América e Potyguar Seridoense serão analisados nesta quinta-feira (19) pelo Pleno do Tribunal de Justiça Desportiva do Rio Grande do Norte, a partir das 19h.
As duas equipes tentam reverter a decisão da 1ª Comissão Disciplinar, que aplicou a perda de 18 pontos ao América e 15 pontos ao Potyguar no Campeonato Potiguar de 2026, por escalação irregular de atletas, provocando o rebaixamento das equipes para a 2ª divisão.
O julgamento terá transmissão ao vivo pela TV FNF, no YouTube. A sessão presencial será restrita a auditores, representantes dos clubes envolvidos e profissionais da imprensa. Segundo o presidente do TJD/RN, Francisco Honório de Lima Filho, a transmissão busca garantir transparência total ao processo, assim como ocorreu na sessão da Comissão Disciplinar.
A tensão entre Estados Unidos e Irã voltou a escalar após o presidente Donald Trump afirmar que um acordo nuclear precisa ser fechado rapidamente para evitar “coisas ruins”. Segundo ele, os próximos dez dias serão decisivos para definir se a via diplomática seguirá ou se haverá avanço militar.
Enquanto isso, as Forças Armadas americanas já estão posicionadas para um possível ataque ao Irã, com reforço naval e aéreo no Oriente Médio. Israel elevou seu nível de alerta e prepara defesas diante da possibilidade de um conflito iminente, embora Trump ainda não tenha tomado uma decisão final.
O impasse gira em torno do enriquecimento de urânio. EUA e Israel exigem o fim total da atividade nuclear iraniana, enquanto o Irã insiste no direito de manter o processo para fins civis. Autoridades iranianas alertaram que qualquer ataque será respondido, inclusive com a possível obstrução do estreito de Ormuz, rota estratégica para o petróleo mundial.
As negociações realizadas em Genebra terminaram sem avanços concretos. O diretor da Agência Internacional de Energia Atômica, Rafael Grossi, afirmou que a janela diplomática está se fechando, apesar de ainda existirem propostas técnicas em discussão.
Nos bastidores, fontes americanas indicam que o Pentágono se prepara para uma ofensiva conjunta com Israel, caso Teerã não apresente concessões até o fim de fevereiro. Trump, que fez campanha prometendo evitar novas guerras, avalia agora um novo ataque ao Irã, que pode ser mais amplo e duradouro do que a ofensiva realizada no ano passado.
A etapa de abertura do Circuito Mundial de vôlei de praia, marcada para João Pessoa entre 11 e 15 de março, não terá a presença da atleta Carol Solberg. A jogadora foi punida pela Federação Internacional de Voleibol por declarações feitas durante o Mundial do ano passado.
A sanção foi revelada pelo jornalista Juca Kfouri e tem como base o entendimento de que Carol adotou “conduta antidesportiva”. A FIVB considerou inadequada a comemoração pública da prisão do ex-presidente Jair Bolsonaro, feita após a conquista da medalha de bronze no Mundial disputado na Austrália.
Na ocasião, ao lado da parceira Rebecca Silva, Carol afirmou que vivia “um dia incrível” tanto no esporte quanto no campo político, celebrando o episódio ocorrido no Brasil.
Segundo Kfouri, a punição se apoia no artigo 8.3 do regulamento disciplinar da FIVB, que trata de manifestações consideradas ofensivas, não esportivas ou que possam trazer descrédito ao esporte e à entidade.
A Polícia Federal retomou o controle da perícia dos celulares e documentos apreendidos na segunda fase da Operação Compliance Zero, após autorização do ministro André Mendonça, do Supremo Tribunal Federal.
A decisão foi tomada depois de uma reunião entre delegados responsáveis pela investigação e o novo relator do inquérito que apura irregularidades envolvendo o banco Master. Com isso, a PF volta a definir quem atuará internamente na análise do material, atribuição considerada natural da investigação policial.
O inquérito estava sob relatoria do ministro Dias Toffoli, que deixou o caso após a PF encaminhar relatório ao presidente do STF, Edson Fachin, apontando menções a pagamentos ao ministro em dados extraídos do celular de Daniel Vorcaro.
Fontes ligadas à investigação afirmam que a perícia anteriormente indicada não tinha qualificação técnica adequada para análise financeira. Entre decisões agora revertidas está a que determinava que provas da segunda fase ficassem sob custódia da Procuradoria-Geral da República.
Com a nova definição, a PF iniciou a extração e análise de dados de ao menos quatro celulares de Vorcaro, além de documentos e computadores apreendidos na operação.
O banqueiro Daniel Vorcaro, presidente do Banco Master, comunicou a aliados que está disposto a prestar esclarecimentos ao Senado Federal nas duas ocasiões em que comparecerá à Casa na próxima semana. A disposição marca uma mudança de postura.
Há algumas semanas, a defesa do executivo ainda avaliava a possibilidade de ingressar com habeas corpus para desobrigar sua presença na CPMI do INSS, que apura fraudes envolvendo benefícios previdenciários.
Nesta quarta-feira (18/2), o presidente da comissão, o senador Carlos Viana (Podemos-MG), anunciou a antecipação do depoimento de Vorcaro, inicialmente marcado para quinta-feira (26/2), para a próxima segunda-feira (23/2).
Parlamentares querem esclarecimentos sobre o papel do banco em contratos ligados a aposentadorias e pensões do INSS. Com a mudança no calendário, o banqueiro falará primeiro à CPMI. No dia seguinte, terça-feira (24/2), será ouvido pela Comissão de Assuntos Econômicos, presidida pelo senador Renan Calheiros (MDB-AL).
Na CPMI, a expectativa é que os questionamentos se concentrem nos contratos de crédito consignado firmados com beneficiários da Previdência Social. Já na comissão econômica, o debate deve ser mais amplo, com foco também nas relações do controlador do Master com figuras influentes da política nacional.
Até agora, integrantes da comissão econômica realizaram reuniões reservadas com representantes do Banco Central, do Tribunal de Contas da União, da Polícia Federal e do Supremo Tribunal Federal, em busca de subsídios técnicos para orientar os trabalhos e a oitiva do banqueiro.
Foto: Adriano Machado/Reuters; Ana Paula Paiva/Valor
A Polícia Federal registrou pelo menos 10 encontros presenciais entre o ministro do STF Dias Toffoli e o banqueiro Daniel Vorcaro, investigado no caso do Banco Master. O relatório analisado pela investigação aponta que as reuniões ocorreram principalmente em eventos sociais em Brasília.
Segundo a apuração, mensagens e outros indícios corroboram os encontros, que teriam acontecido em jantares e festas na capital federal. O conteúdo do relatório vazado provocou repercussão e abriu uma crise interna no Supremo Tribunal Federal.
Ainda de acordo com a PF, os encontros, que ocorreram entre 2023 e 2024, indicam uma relação de amizade além do que mostra a conversa entre os dois no WhatsApp, na qual o ministro chamou Vorcaro para sua festa de aniversário.
Após a divulgação das informações, os inquéritos relacionados ao Banco Master no STF foram redistribuídos por sorteio ao ministro André Mendonça. A mudança na relatoria ocorre em meio a questionamentos sobre a condução anterior do caso.
Para conter os chamados “supersalários” no serviço público, o ministro Flávio Dino, do Supremo Tribunal Federal, proibiu nesta quinta-feira (19) a criação de novas leis ou atos normativos que autorizem pagamentos acima do teto constitucional, atualmente fixado em R$ 46,3 mil.
A decisão vale tanto para salários quanto para verbas indenizatórias — os chamados “penduricalhos” — frequentemente usados para driblar o limite remuneratório. Dino também vedou o reconhecimento de novos pagamentos retroativos que não estivessem em vigor até 5 de fevereiro de 2026, data da liminar original.
A medida complementa determinação anterior que suspendeu verbas não previstas em lei em órgãos dos três Poderes e de todas as esferas da federação. O objetivo, segundo o ministro, é impedir manobras legais que esvaziem a decisão do Supremo.
Dino manteve o prazo de 60 dias para que órgãos públicos revisem a base legal das remunerações pagas a seus servidores e suspendam valores irregulares. Ele também cobrou do Congresso a edição de uma lei que defina, de forma clara, quais indenizações podem ficar fora do teto.
Na véspera, o presidente Luiz Inácio Lula da Silva vetou uma proposta que criava novos penduricalhos para servidores do Legislativo. Caso o Congresso não legisle sobre o tema, Dino afirmou que o STF poderá estabelecer um regime transitório para suspender os pagamentos.
O Cemitério, Crematório e Funerária Morada da Paz divulgou o calendário oficial das missas que serão realizadas ao longo de 2026. As celebrações, que já fazem parte da rotina espiritual de muitas famílias, são momentos de fé, acolhimento e memória, reunindo pessoas que encontram no espaço um local de oração, reflexão e homenagem aos seus entes queridos.
As missas acontecem mensalmente, sempre às 9h, na Sala de Velório Central do Morada da Paz, na unidade de Emaús (RN). Tradicionalmente aguardadas pelo público, as celebrações reforçam o compromisso do Morada da Paz em oferecer não apenas serviços, mas também cuidado emocional e espiritual às famílias.
Em 2026, as celebrações acontecerão, em sua maioria, no segundo sábado de cada mês. A programação tem três exceções: em maio e agosto, as missas serão realizadas no domingo nas datas especiais do Dia das Mães e do Dia dos Pais; já em novembro, a celebração ocorrerá no Dia de Finados, 2 de novembro, momento simbólico e de grande significado para as famílias.
Confira as datas das missas em 2026:
10 de janeiro (sábado)
14 de fevereiro (sábado)
14 de março (sábado)
11 de abril (sábado)
10 de maio (mês)
13 de junho (sábado)
11 de julho (sábado)
9 de agosto (pais)
12 de setembro (sábado)
10 de outubro (sábado)
2 de novembro (Finados)
12 de dezembro (sábado)
O Morada da Paz informa que, em datas comemorativas e celebrações especiais, a programação pode sofrer ajustes, incluindo a realização de eventos ou missas nos cemitérios.
Com essa agenda anual, o Morada da Paz reafirma seu propósito de ser um espaço de acolhimento contínuo, onde a memória, a espiritualidade e o respeito às histórias de vida seguem sendo cuidados com atenção e sensibilidade.
O ex-prefeito de Natal, Álvaro Dias, elogiou a gestão do prefeito Paulinho Freire e ressaltou que as obras da Avenida da Alegria e da Engorda da Praia de Ponta Negra — hoje os dois principais polos do Carnaval da capital — são fruto de um legado construído em parceria política, que permanece ativa e segue dando resultados.
Segundo Álvaro, as intervenções foram planejadas durante sua gestão com foco no fortalecimento do turismo e na criação de espaços permanentes para grandes eventos, como o Carnaval, e hoje têm continuidade sob a administração de Paulinho. Para ele, o sucesso dos polos carnavalescos comprova que o alinhamento entre as gestões foi correto.
Durante a programação carnavalesca, o ex-prefeito e o atual prefeito circularam juntos em alguns momentos pelos polos da festa, como sinal claro de sintonia política e de reconhecimento público da sucessão sem descontinuidade administrativa.
“A Avenida da Alegria e a Engorda são obras estruturantes, pensadas com visão de futuro. Ver esses espaços consolidados como polos do Carnaval mostra que a parceria deu certo e continua funcionando”, avaliou Álvaro.
O Estado do Rio Grande do Norte iniciou o ano de 2026 em uma situação fiscal crítica, figurando no “cheque especial” das contas públicas brasileiras. Segundo dados do Relatório de Gestão Fiscal (RGF) enviados ao Tesouro Nacional, o governo potiguar começou o exercício com um caixa negativo de R$ 3 bilhões.
O valor se refere aos recursos não vinculados (aqueles que não têm destino carimbado por lei) e revela que o Estado não possui dinheiro suficiente para quitar despesas herdadas de anos anteriores e assumir novos compromissos.
A situação do Rio Grande do Norte é apontada como a mais delicada entre as unidades da federação. Além do déficit bilionário, o governo de Fátima Bezerra (PT) foi o único do país a ultrapassar o limite máximo de gastos com pessoal exigido pela Lei de Responsabilidade Fiscal (LRF).
O Executivo potiguar consumiu 56,41% da sua receita corrente líquida com folha de pagamento, ignorando o teto de 49%. O descumprimento pode levar a sanções graves, como o bloqueio de repasses da União e o impedimento de novos empréstimos.
O cenário financeiro conturbado coincide com o ano de despedida de Fátima Bezerra do comando do Executivo. A governadora deve renunciar ao cargo nas próximas semanas para disputar uma cadeira no Senado Federal.
Para agravar o cenário, o vice-governador Walter Alves (MDB) já comunicou oficialmente a Fátima Bezerra que não assumirá o comando do Estado caso ela renuncie para disputar o Senado. Walter anunciou que será candidato a deputado estadual e que o MDB-RN rompeu com o projeto sucessório do PT.
A decisão de Walter Alves redesenha o tabuleiro eleitoral. O MDB não apoiará a sucessão governista (Cadu Xavier) e fechou aliança com Allyson Bezerra.
Sem o vice para assumir, a eventual saída de Fátima para o Senado obrigaria o presidente da Assembleia Legislativa a assumir o Estado, fazendo com que a máquina caia em mãos opositoras durante a eleição.
Não sei qual a surpresa! Fátima nunca teve competência para gerir uma sala de aula que dirá um estado por 8 anos consecutivos. O PT e a extrema esquerda brasileira não passam de um bando de incompetentes. Midas ao inverso, células neoplásicas malígnas – destroem tudo o que tocam. Um antro de corrupção, banditismo, subversão e anarquia. “Teje entregue”!
Bem que a ciência relata a involução do cérebro quando se passa fome.
Uma irresponsavel que ainda tem anacefalo para ficar babando. Otario, ela era para ser sido impichimada a muito tempo atrás mais tem uns deputados fraquissimos. Cadê os R$ 5.000.000,00 dos respiradores???.
A TV Globo virou alvo de uma ação civil pública movida pelo Ministério Público Federal em Minas Gerais por causa da forma como a palavra “recorde” vem sendo pronunciada em seus telejornais e programas esportivos.
O autor da ação é o procurador da República Cléber Eustáquio Neves, que pede a condenação da emissora ao pagamento de R$ 10 milhões por suposta “lesão ao patrimônio cultural imaterial da língua portuguesa”, além de uma retratação pública em rede nacional.
Na petição, o procurador sustenta que a Globo estaria adotando uma pronúncia incorreta — tratando “recorde” como proparoxítona (“RÉ-cor-de”), quando, segundo ele, a forma correta é paroxítona (“reCORde”). Para fundamentar a acusação, foram anexados vídeos de programas como o Jornal Nacional, Globo Esporte e Globo Rural, incluindo trecho com o jornalista César Tralli.
O MPF argumenta que, por operar concessão pública, a Globo teria o dever de observar rigorosamente a norma culta da língua portuguesa, sob pena de violar o direito coletivo à informação de qualidade. Também foi solicitado pedido liminar para que a correção seja aplicada com urgência.
Procurada, a emissora informou que não comenta processos em andamento. Até o momento, a defesa formal ainda não foi apresentada.
O caso abre um debate inusitado sobre os limites da atuação do Ministério Público e até que ponto a pronúncia de uma palavra pode, de fato, configurar dano coletivo que exija uma ação judicial.
Se for processar o Rede Globo por erros propositais de desinformação e criação de narrativas contra o Povo Brasileiro, teríamos que criar um STF paralelo.
Comente aqui