A Polícia Militar salvou um bebê com apenas 15 de vida que havia se engasgado e não conseguia respirar, no bairro Nossa Senhora da Apresentação, na Zona Norte de Natal. De acordo com os militares, o bebê já apresentava face arroxeada durante o socorro. O caso aconteceu na manhã deste sábado (11).
De acordo com o registro policial, quando o bebê se engasgou, populares acionaram uma viatura do 4º Batalhão de Polícia Militar (4º BPM), que realizava patrulhamento na região, para socorrer um recém-nascido que estaria engasgado e respirando com muita dificuldade.
Ao chegar no local, os policiais realizaram o transporte à unidade de saúde mais próxima. Todavia, durante o deslocamento, os militares perceberam que o quadro de saúde da criança se agravou, e decidiram realizar a manobra de HEIMLICH, técnica de primeiros socorros utilizada em casos de emergência por asfixia, além de realizar a sucção bucal e nasal no bebê, atitude primordial para realizar o desengasgo da criança.
Dessa forma, ao chegar à maternidade Leide Morais, na Zona Norte da capital, uma equipe do Serviço de Atendimento Móvel de Urgência (SAMU) auxiliou o efetivo no socorro e informaram que a criança se encontrava estável e fora de risco.
Passado o susto, o bebê foi entregue aos cuidados pais.
Difamação odienta de Lula. ele nunca falou isso. Ele trata policiais descentes ( a maioria) como trabalhadores que merecem respeito de toda a sociedade.
…policiais decentes…
Parabéns a esse bravo PM, que Deus e Nsa Sra Santana os proteja.
Infelizmente, as crianças Yanomami, não tiveram a mesma sorte, pois encontraram um covarde, que no lugar de cuidar, quase devastou com todos de seu povo.
A necessidade de vomitar pelos dedos é incontrolável
Não sei se o prezado “Holocausto Yanomani”, tem conhecimento de causa ou está replicando o que ouviu falar sobre a situação do povo Yanomani…
É de se estranhar essa situação do povo Yanomani…
Eles vivem numa área maior que muitos Estados e muitos países…
Nessa região há muitos recursos naturais a disposição deles…
Agora, tem uma parte do território deles, que está na destruída Venezuela, e esses sim, estão em condições deploráveis…
Em missão nessa região, posso atestar que os indígenas que vivem no lado brasileiro, estavam que condições normais…
Mas, aqueles que vivem no lado venezuelano a situação é totalmente diferente…
E certo que, nessa região há muitos conflitos com garimpeiros…
Mas, as forças militares, nunca deixaram de combater os garimpos ilegais e o desmatamento…
Meu destacamento mesmo, destruiu várias máquinas e embarcações utilizadas por esses elementos…
Está havendo em nosso País, uma verdadeira “caça as bruxas”, tentando incriminar o governo anterior com fatos que, em grande parte, são “fabricados” e apoiado pela grande mídia…
Antes de fazerem qualquer julgamento de juízo, busquem informações nos diversos sites de busca existentes…
Vale lembrar que, no Governo do PT, na época de Dilma, foi aprovada legislação regulamentando o ouro extraído de forma ilegal…
Isso contribuiu muito, com a proliferação dos garimpos ilegais no nosso País…
Cadê as quase 15 mil ONGs do Amazonas? E a FUNAI estava aonde? O presidente não pode estar em todos os lugares do país. No tempo do governo Lula, os Yanomamis tbm padeciam.
Bolsonaristas se irritam quando lembram que aquilo que lhes traziam atração no líder, hoje está exposto e lhes envergonham. Sim, vocês sabiam o que aconteciam e gostavam do que Bolsonaro fazia com os indígenas.
Devagar que o santo de barro. Santo do pau oco. PT é perda total.
O governador de São Paulo, Tarcísio de Freitas (Republicanos), disse que sua primeira medida caso se torne presidente da República será conceder um indulto ao ex-presidente Jair Bolsonaro (PL). Tarcísio foi questionado se concederia o indulto em entrevista ao Diário do Grande ABC, publicada nesta sexta-feira, 29. “Na hora. Primeiro ato. Porque eu acho que tudo isso que está acontecendo é absolutamente desarrazoado”, afirmou.
O governador voltou a negar, porém, a intenção de se candidatar à Presidência em 2026. “Eu não sou candidato à Presidência, vou deixar isso bem claro. Todo governador de São Paulo é presidenciável, pelo tamanho do Estado, um Estado muito importante. Mas vamos pegar na história recente qual foi o governador de São Paulo que se tornou presidente da República: o último foi Jânio Quadros e o penúltimo foi Washington Luís”, afirmou.
Tarcísio já calibra comunicação, ouve marqueteiros e busca projeção nacional de olho nas eleições de 2026, mas evita dar sinais de campanha antecipada para não virar alvo do bolsonarismo.
Esta foi a primeira declaração do governador citando o indulto como uma ação caso seja eleito para o Planalto. Em julho, Tarcísio havia afirmado acreditar que “qualquer candidato” de centro-direita deveria conceder um indulto a Bolsonaro, caso o ex-presidente seja condenado na ação penal sobre a trama golpista. Na ocasião, Tarcísio afirmou acreditar na inocência do aliado.
Os governadores de Minas Gerais, Romeu Zema (Novo), e Goiás, Ronaldo Caiado (União Brasil), pré-candidatos ao Planalto, já se comprometeram publicamente com a medida.
Tarcísio também disse que não confia na Justiça e que não vê elementos para a condenação de Bolsonaro, que começa a ser julgado por tentativa de golpe na terça-feira, 2, no Supremo Tribunal Federal (STF). “Não acredito em elementos para ele ser condenado, mas infelizmente hoje eu não posso falar que confio na Justiça, por tudo que a gente tem visto”, disse.
O governador ainda defendeu a anistia aos condenados por tentativa de golpe de Estado e a “prerrogativa” do Congresso em construir uma “solução política”. “A gente tem falado com partidos, acredito muito em uma saída política via Congresso, e o Congresso tem que ter sua prerrogativa respeitada para construir uma solução política. Essa solução (anistia) não é novidade, esteve presente em outros momentos do Brasil”, disse, citando episódios desde revoltas do período colonial até o “movimento de 64”.
Na entrevista, Tarcísio ainda cobrou o presidente da Câmara, Hugo Motta (Republicanos-PB), para que paute a anistia. O governador não citou o deputado nominalmente. “Entendo que os presidentes da Casa têm que submeter isso à vontade do plenário, e não pode ter interferência de outro Poder”, disse.
O ABC perdeu para o Itabaiana-SE pelo placar de 1 a 0 na última rodada da Série C e foi rebaixado para a Série D, em 2026. O único gol da partida realizada no Frasqueirão foi marcado a favor da equipe visitante por Dione, em cobrança de falta, no fim do primeiro tempo.
A equipe natalense jogou com um a menos desde os 10 minutos do primeiro tempo, quando o goleiro Pedro Paulo foi expulso após cometer uma falta na entrada da área.
O Alvinegro precisava da vitória contra a equipe sergipana e dependia ainda de uma vitória do Botafogo-PB contra o Anápolis-GO para permanecer na Série C.
O Mais Querido não venceu nenhuma partida como mandante durante a competição.
Pesquisa do Instituto Consult divulgada neste sábado (30) mostra o cenário para a disputa pelas duas vagas do RN no Senado, considerando o 1º e o 2º voto.
Styvenson Valentim lidera com 24,41%, seguido por Zenaide Maia com 12,3%. Em terceiro, Álvaro Dias com 10,82%; em quarto, Fátima Bezerra com 9,15%, seguida por Coronel Hélio 2,71%, Nina com 1,21%, Babá com 0,79% e Luizinho Cavalcante com 0,44%.
Outros 16,23% afirmaram que não votariam em nenhum dos candidatos, e 21,94% não souberam dizer.
O levantamento da Consult foi realizado entre 21 e 23 de agosto. Ao todo foram realizadas 1.700 entrevistas nas 12 regiões do Rio Grande do Norte. A confiabilidade da pesquisa é de 95%, com uma margem de erro de 2,3%.
Pesquisa Consult em âmbito estadual aponta que falta apenas 0,11% para o empate técnico na disputa pelo Governo do Estado entre o prefeito de Mossoró, Allyson Bezerra (União), e o senador Rogério Marinho (PL). De acordo com os números divulgados na edição deste final de semana da Tribuna do Norte – em circulação desde esta tarde de sábado (30) -, a diferença entre os dois caiu para 4,71%, com uma margem de erro de 2,3%. Ou seja, os dois pré-candidatos estão quase no limite do empate técnico, que seria em um intervalo de 4,6%.
De acordo com o levantamento realizado entre 21 e 23 de agosto, Alysson lidera a disputa com 33,18%, enquanto Rogério se aproxima agora com 28,47%. Em terceiro lugar está Carlos Eduardo Xavier (PT), com 4,71%. Outros 13,82% dos entrevistados não apontaram nenhum dos nomes, enquanto 19,82% não souberam dizer. Ao todo foram realizadas 1,7 mil entrevistas nas 12 regiões do Rio Grande do Norte. A confiabilidade é de 95%.
Em maio, o mesmo instituto apontava que o mossoroense tinha 6 pontos de vantagem. Na época, a Consult apontava que o mesmo cenário tinha liderança de Alysson com 30,94%, enquanto Rogério aparecia com 24,94%. Já Cadu possuía 3%.
Em um segundo cenário, sem o nome de Rogério e com a inclusão do ex-prefeito de Natal, Álvaro Dias (Republicanos), a liderança se mantém com Alysson, chegando dessa vez a 36,41%. O ex-gestor natalense tem 22,18% e Cadu aparece com 4,94%. Nenhuma das opções teve 15,18% e 21,29% não souberam dizer. Em maio, o chefe do executivo mossoroense tinha 32,18% e Álvaro 22,41%, enquanto Cadu 3,47%.
Quase dois meses após o desvio quase R$ 1 bilhão de recursos mantidos no Banco Central, hackers atacaram na sexta-feira (29) uma das principais empresas de processamento de pagamentos em atuação no Brasil. A Sinqia afirmou ter detectado atividades suspeitas em seu sistema responsável por conectar bancos ao Pix.
A empresa presta serviço para várias instituições financeiras no Brasil. O nome de eventuais impactados não foram divulgados, e a empresa não confirmou se os hackers conseguiram, de fato, desviar recursos.
A informação foi inicialmente publicada pelo portal Neo Feed, que noticiou que hackers teriam roubado ao menos R$ 400 milhões do HSBC por meio de movimentações via Pix e enviado os recursos para contas de laranjas. Reportagem da Folha de S. Paulo entrou em contato com o banco, mas não obteve retorno até a publicação deste texto.
A Sinqia afirma que iniciou uma investigação sobre o ataque. “Estamos trabalhando com o apoio dos melhores especialistas forenses. Já estamos em contato com clientes afetados, que compreendem um número limitado de instituições financeiras”, afirmou em nota.
“Neste momento, verificamos que o incidente se limita apenas ao ambiente Pix. Não há evidências de atividade suspeita em nenhum outro sistema da Sinqia além do Pix e esse problema afeta apenas a Sinqia no Brasil. Além disso, neste momento, não temos indicação de que quaisquer dados pessoais tenham sido comprometidos”, acrescentou.
De acordo com Vytautas Zumas, delegado da Polícia Civil de Goiás e especialista em cibersegurança, a Sinqia é uma das poucas empresas autorizadas pelo Banco Central a prestar esse tipo de serviço para instituições financeiras.
“O Pix é um produto do Banco Central, então as instituições financeiras precisam se conectar a essa rede do sistema financeiro nacional. E hoje existem empresas especializadas em prover esses sistemas de conexão, que são chamados de coração da instituição financeira com relação aos processos de pagamentos”, explica.
Nesse caso, bancos com operação no Brasil contratam empresas terceirizadas –como a Sinqia– para operarem seus sistemas. “Para a instituição financeira é mais seguro você adquirir isso como um serviço. Ou seja, você compra serviços para que a sua instituição financeira possa se conectar à rede do Sistema Financeiro Nacional”, complementa. “E, ao que tudo indica, foi explorada algum tipo de vulnerabilidade nesse serviço”.
Em julho, um outro ataque hacker desviou cerca de R$ 1 bilhão de recursos mantidos no Banco Central, no maior evento do tipo já registrado no Brasil. Na ocasião, os valores estavam em contas de clientes da empresa C&M Software, que também presta serviços de tecnologia para instituições do setor financeiro, como XP e Bradesco.
Assim como no último ataque, o incidente desta sexta não atingiu a infraestrutura do Pix, que segue operando normalmente. O Banco Central também não retornou às tentativas de contato da reportagem.
A Polícia Penal do Distrito Federal começou na tarde deste sábado (30) a vigilância na área externa da casa do ex-presidente Jair Bolsonaro (PL), por determinação do ministro Alexandre de Moraes, do STF (Supremo Tribunal Federal).
Com a decisão, os policiais penais ficam dentro da casa de Bolsonaro, mas na área descoberta.
O ex-presidente foi avisado da nova medida de monitoramento imposta, bem como sua segurança pessoal.
O secretário de Administração Penitenciária do Distrito Federal, Wenderson Teles, compareceu por volta de 14h ao condomínio onde mora Bolsonaro para supervisionar as equipes que estão no local.
Bolsonaro já está sendo monitorado 24h por dia pela polícia do DF desde a noite da última terça-feira (26), com duas viaturas descaracterizadas e agentes “invisíveis” no condomínio.
A determinação deste sábado também manda que todos os carros que saiam da casa de Bolsonaro sejam revistados. E um relatório diário deve ser feito e enviado ao STF.
A decisão do ministro Alexandre de Moraes determinando o policiamento na área externa da casa usou informações da Polícia Penal sobre “pontos cegos” dentro da casa, que podem atrapalhar o sinal da tornozeleira eletrônica usada.
A Secretaria de Administração Penitenciária do DF informou que Bolsonaro mora em uma casa com “imóveis contíguos nas duas laterais e nos fundos, o que causa a existência de pontos cegos”.
Assim, a polícia penal diz que “especificamente quanto ao sinal da tornozeleira eletrônica, é de se observar algumas limitações técnicas de funcionamento destacadas pelo CIME [central de controle], que podem causar interrupção, lentidão ou retardo no funcionamento do equipamento, de forma intencional ou não”.
O policiamento dentro da casa de Bolsonaro foi uma sugestão da Polícia Federal. A PGR (Procuradoria-Geral da República) foi contrária à medida.
O Governo Federal vai pagar R$ 200 mil a um escritório de advocacia italiano, por meio da Advocacia-Geral da União (AGU), para atuar nas primeiras fases do processo contra Carla Zambelli. Condenada no Brasil a 15 anos de prisão e à perda do mandato, a deputada foi presa na Itália em julho.
O valor do contrato firmado pela AGU com o escritório Gentiloni Silveri se refere à fase atual do processo, chamada fase cautelar, quando é analisada a manutenção da prisão da parlamentar brasileira.
De acordo com informações obtidas pela coluna do jornalista Paulo Cappelli, do Metrópoles, ainda não existe cálculo sobre o custo da contratação para a ação principal contra Zambelli. Para essa etapa, a negociação com o escritório segue em andamento.
A previsão é que o processo se estenda por um longo período, até a possível extradição da deputada, o que interfere no valor final da contratação.
Carla Zambelli foi condenada pelo Supremo Tribunal Federal (STF) por invasão ao sistema do Conselho Nacional de Justiça (CNJ) e falsidade ideológica, em maio. Na semana passada, ela foi sentenciada a mais 5 anos e 3 meses de prisão por porte ilegal de arma de fogo e constrangimento ilegal, após perseguir um homem sob a mira de uma pistola em 2022.
Na quinta-feira (28/8), a Justiça italiana decidiu manter a prisão de Zambelli por considerar “risco máximo de fuga” da deputada. Os três juízes que realizaram a audiência analisaram os laudos médicos apresentados e concluíram que ela tem condições de permanecer na cadeia.
A Polícia Militar do Distrito Federal deteve neste sábado, 30, um homem que afirmava ter explosivos em sua mochila e ameaçava detoná-los na Praça dos Três Poderes, em Brasília. Uma equipe do esquadrão antibombas fez uma varredura do local e inspecionou os pertences do suspeito, e não foi encontrado nenhum explosivo ou arma.
Segundo a corporação, a PM foi acionada às 5h15. “O policiamento local 24h do 6° BPM fez o primeiro contato e iniciou o processo de negociação. Simultaneamente, foram acionados os protocolos das Operações Gerente e Petardo, que incluem o suporte do Batalhão de Operações Policiais Especiais (Bope)”, diz nota da PMDF.
O suspeito foi preso por volta das 6h45. O homem foi identificado como Daniel Mourão e “encontrava-se em estado de agitação”, segundo a PM. Ele foi atendido no local pelo Corpo de Bombeiros Militar do DF e, em seguida, conduzido à Unidade de Pronto Atendimento (UPA) de São Sebastião por “apresentar sinais de distúrbios psiquiátricos”, de acordo com a corporação.
Após o atendimento médico, ele será encaminhado à 5ª Delegacia de Polícia (5ª DP) para os procedimentos cabíveis.
Depois de impor sigilo sobre as visitas do lobista Antônio Carlos Camilo Antunes, o “Careca do INSS”, o Senado Federal agora se recusa a prestar informações sobre a entrada de representantes de outra entidade investigada no esquema da “Farra do INSS”: a Amar Brasil Clube de Benefícios (ABCB).
No início da semana, a coluna da jornalista Andreza Matais, do Metrópoles, apresentou um pedido ao Senado, por meio da Lei de Acesso à Informação (LAI), para obter os registros de entrada dos responsáveis pela ABCB: Felipe Macedo Gomes, Anderson Cordeiro de Vasconcelos e Américo Monte Júnior.
Ao negar o pedido, o Senado alegou que os registros de acesso à Casa constituem informações de caráter pessoal e, portanto, estariam protegidos pela Lei Geral de Proteção de Dados (LGPD).
Enquanto isso, no Poder Executivo, diversas decisões da Controladoria-Geral da União (CGU) e da Comissão Mista de Reavaliação de Informações (CMRI) têm reiterado que os dados sobre a entrada de pessoas em prédios públicos não estão protegidos pela LGPD e devem ser fornecidos.
“Os dados sobre o acesso de pessoas às dependências do Senado Federal consistem em informações de caráter pessoal, haja vista se referirem a pessoa natural identificada”, disse a Casa em resposta ao pedido via Lei de Acesso.
“Pela LGPD, o detentor do dado somente pode dispor dele em função de finalidades específicas, entre as quais não se enquadra a da presente solicitação, motivo pelo qual ela não poderá ser atendida”, completou a resposta.
Quem é a ABCB na “Farra do INSS”
A ABCB é uma das entidades investigadas pela Polícia Federal na Operação Sem Desconto, deflagrada em abril deste ano. A entidade mantinha um Acordo de Cooperação Técnica (ACT) com o INSS, o que lhe permitiu receber milhões de reais em descontos de aposentados.
Em auditoria realizada pela CGU, a ABCB não enviou “qualquer documentação” que comprovasse ter a autorização dos aposentados para realizar os descontos. O órgão solicitou os documentos referentes a uma amostra aleatória de 40 associados, mas a entidade não apresentou nenhum.
Além disso, a ABCB filiou 100.624 novos aposentados em apenas um mês — março de 2024. Para a CGU, o número é indício de que as filiações podem ter sido fraudulentas.
A coluna não conseguiu contato com os representantes da ABCB. O espaço segue aberto para manifestações.
O governo federal conta com R$ 27 bilhões do Programa de Transação Integral (PTI), de negociação de dívidas de grandes empresas, e R$ 31 bilhões da venda futura de participação da União em campos de petróleo para atingir a meta de superávit primário de 0,25% do Produto Interno Bruto (PIB) em 2026. Os números foram divulgados ontem pelos ministérios do Planejamento e Orçamento e da Fazenda no Projeto de Lei Orçamentária Anual (PLOA) do ano que vem.
Além disso, calcula que aumentará a arrecadação em R$ 19,8 bilhões com o corte linear dos benefícios tributários infraconstitucionais, a partir de um projeto de lei elaborado pelo Ministério da Fazenda e protocolado também ontem pelo líder do governo na Câmara dos Deputados, José Guimarães (PT-CE).
Há, ainda, mais R$ 10 bilhões previstos com a nova regra de compensação tributária prevista na Medida Provisória 1.303, de 2025, em tramitação no Congresso Nacional, e cerca de R$ 20 bilhões em dividendos extraordinários.
Essas são as principais receitas incertas que constam na peça orçamentária do próximo ano. Apesar de estarem num volume menor do que em anos anteriores, demonstram que o governo federal ainda precisa recorrer a medidas extras para garantir um Orçamento dentro da meta fiscal proposta, que é de um superávit de 0,25% do Produto Interno Bruto, o equivalente a R$ 34,3 bilhões.
O PTI é um instrumento da Procuradoria-Geral da Fazenda Nacional e da Receita Federal que permite a negociação de dívidas de grandes empresas com a União. Como publicado há duas semanas pelo Valor, o governo federal não contava com esses recursos para fechar as contas de 2026.
Em termos absolutos, a meta de 2026 é de um superávit de R$ 34,3 bilhões. Pelo PLOA 2026, o governo projeta que terá resultado positivo de R$ 34,5 bilhões, ou seja, um pouco acima da meta oficial.
Esse valor desconta R$ 57,8 bilhões em despesas que não serão computadas na meta de 2026, como o pagamento de parte de precatórios.
O texto também prevê aumento de R$ 153,7 bilhões nas despesas obrigatórias em 2026, em relação à previsão de gastos para este ano. Segundo o governo, o maior aumento deve ser na Previdência Social, com previsão de o governo gastar R$ 89 bilhões a mais que neste ano com pagamento de benefícios. Depois, as maiores altas são em gastos com pessoal (alta de R$ 39,7 bilhões); abono e seguro desemprego (R$ 8,8 bilhões); obrigatórias com controle de fluxo (R$ 8,8 bilhões); e Benefício de Prestação Continuada – BPC (R$ 6,2 bilhões).
Já o limite de despesas primárias para 2026 foi fixado em R$ 2,428 trilhões, valor que inclui todos os Poderes. Esse valor representa um aumento líquido de 168 bilhões (7,4%) em relação ao previsto para 2025. Em termos reais, a variação foi de 2,5% acima da inflação, o teto permitido pela lei do novo arcabouço fiscal.
O PLOA prevê, ainda, os seguintes pisos de gastos para 2026: R$ 245,5 bilhões para saúde; R$ R$ 133,7 bilhões para educação; e R$ 83 bilhões para investimentos, incluindo o Novo Programa de Aceleração do Crescimento (PAC). Esses são os valores mínimos a serem gastos pelo governo nessas áreas, podendo ser superados. Por fim, o Orçamento prevê que o salário mínimo passará dos atuais R$ 1.518 para R$ 1.631 no ano que vem.
Parabéns aos bravos guerreiros
O nove dedos disse que policial não é gente.
Difamação odienta de Lula. ele nunca falou isso. Ele trata policiais descentes ( a maioria) como trabalhadores que merecem respeito de toda a sociedade.
…policiais decentes…
Parabéns a esse bravo PM, que Deus e Nsa Sra Santana os proteja.
Infelizmente, as crianças Yanomami, não tiveram a mesma sorte, pois encontraram um covarde, que no lugar de cuidar, quase devastou com todos de seu povo.
A necessidade de vomitar pelos dedos é incontrolável
Não sei se o prezado “Holocausto Yanomani”, tem conhecimento de causa ou está replicando o que ouviu falar sobre a situação do povo Yanomani…
É de se estranhar essa situação do povo Yanomani…
Eles vivem numa área maior que muitos Estados e muitos países…
Nessa região há muitos recursos naturais a disposição deles…
Agora, tem uma parte do território deles, que está na destruída Venezuela, e esses sim, estão em condições deploráveis…
Em missão nessa região, posso atestar que os indígenas que vivem no lado brasileiro, estavam que condições normais…
Mas, aqueles que vivem no lado venezuelano a situação é totalmente diferente…
E certo que, nessa região há muitos conflitos com garimpeiros…
Mas, as forças militares, nunca deixaram de combater os garimpos ilegais e o desmatamento…
Meu destacamento mesmo, destruiu várias máquinas e embarcações utilizadas por esses elementos…
Está havendo em nosso País, uma verdadeira “caça as bruxas”, tentando incriminar o governo anterior com fatos que, em grande parte, são “fabricados” e apoiado pela grande mídia…
Antes de fazerem qualquer julgamento de juízo, busquem informações nos diversos sites de busca existentes…
Vale lembrar que, no Governo do PT, na época de Dilma, foi aprovada legislação regulamentando o ouro extraído de forma ilegal…
Isso contribuiu muito, com a proliferação dos garimpos ilegais no nosso País…
Cadê as quase 15 mil ONGs do Amazonas? E a FUNAI estava aonde? O presidente não pode estar em todos os lugares do país. No tempo do governo Lula, os Yanomamis tbm padeciam.
Bolsonaristas se irritam quando lembram que aquilo que lhes traziam atração no líder, hoje está exposto e lhes envergonham. Sim, vocês sabiam o que aconteciam e gostavam do que Bolsonaro fazia com os indígenas.
Devagar que o santo de barro. Santo do pau oco. PT é perda total.