O balanço anual da Polícia Federal divulgado nesta terça-feira (10) aponta queda no volume de drogas e armamentos apreendidos em 2025 em comparação com o ano anterior.
A apreensão de cocaína recuou de 74,5 toneladas em 2024 para 73,1 toneladas em 2025. No caso da maconha, a PF erradicou 562,9 toneladas no último ano, ante 737,9 toneladas no período anterior.
As apreensões de armas de fogo também diminuíram, passando de 2.741 para 2.471 unidades. Já as munições recolhidas somaram 198.113 em 2025, cerca de 10% a menos do que as 220.082 apreendidas em 2024.
Mesmo com a redução dos volumes, a corporação realizou 3.864 operações ao longo do ano, cumpriu 11.605 mandados de busca e apreensão e efetuou 25.997 prisões, incluindo flagrantes e mandados judiciais.
A PF instaurou 44.091 inquéritos policiais, relatou 46.552 e manteve 47.770 investigações em andamento. O índice de solução foi de 85,25%, com 42.514 pessoas indiciadas.
Segundo a corporação, as ações resultaram em um prejuízo estimado de R$ 9,5 bilhões às organizações criminosas.
O presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) perde para o senador Flávio Bolsonaro (PL) e para o governador de São Paulo, Tarcísio de Freitas (Republicanos), em simulações de segundo turno das eleições de 2026, segundo pesquisa do instituto Futura, em parceria com a Apex Partners, divulgada nesta terça-feira, 10.
2º Turno – Lula x Flávio Bolsonaro
Flávio Bolsonaro: 48,2%
Lula: 42,4%
Ninguém/Branco/Nulo: 8,2%
NS/NR/Indeciso: 1,2%
Na comparação com a pesquisa de janeiro, Lula teve uma leve oscilação positiva, dentro da margem de erro. Flávio se manteve com o mesmo percentual.
No embate com Tarcísio de Freitas, o governador paulista aparece com 47,4%, ante 41,4% do petista.
Nos demais cenários testados, o petista aparece tecnicamente empatado com os governadores Ronaldo Caiado (PSD), Romeu Zema (Novo) e Eduardo Leite (PSD).
No confronto com Ratinho Jr (PSD), Lula tem 42,1%, contra 45,2% do governador do Paraná. Já contra Ronaldo Caiado, os percentuais indicam 43,1% para Lula e 42,3% para o governador de Goiás.
No cenário com Romeu Zema, governador de Minas Gerais, Lula aparece com 43,3%, enquanto Zema soma 42,4%, mantendo a disputa numericamente próxima.
O único cenário em que Lula aparece numericamente à frente de forma mais confortável é contra Eduardo Leite (PSD), com 42,7%, ante 38,5% do ex-governador do Rio Grande do Sul.
Os percentuais de votos nulos, brancos ou em nenhum dos candidatos variam entre 8,2% e 16,5%, dependendo do confronto testado. Já os eleitores indecisos oscilam entre 1,1% e 2,3%.
A pesquisa não incluiu nomes como Jair Bolsonaro, inelegível até 2030, nem Fernando Haddad, atual ministro da Fazenda.
A pesquisa Futura ouviu 2.000 eleitores em 769 cidades brasileiras entre os dias 3 e 7 de fevereiro por meio da CATI (Entrevista telefônica assistido por computador). A margem de erro do levantamento é de 2,2 pontos percentuais para um nível de confiança de 95%.
Durante discurso em Mauá, na região metropolitana de São Paulo, o presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) trocou o nome da primeira-dama Rosângela da Silva, a Janja, pelo de sua ex-esposa, Marisa Letícia.
A confusão aconteceu no momento em que Lula citava a companheira em fala pública. O presidente percebeu o erro e se corrigiu imediatamente, seguindo com o discurso. O episódio ocorreu na segunda-feira (9).
Marisa Letícia foi casada com Lula por mais de quatro décadas e esteve ao seu lado ao longo de sua trajetória política, desde o movimento sindical até o fim do segundo mandato presidencial. Ela morreu em 2017.
A Comissão Especial Processante (CEP) da Câmara Municipal de Natal decidiu antecipar para o dia 26 a conclusão da apuração das denúncias contra a vereadora Brisa Bracchi (PT), um dia antes do prazo inicialmente previsto. A decisão foi tomada em reunião nesta terça-feira (10).
O colegiado também definiu que termina nesta quarta-feira (11) o prazo para que a Fundação Capitania das Artes (Funcarte) cumpra diligências que irão integrar as provas documentais do processo.
As oitivas previstas para esta semana foram adiadas após questionamento da defesa da vereadora. Os depoimentos, incluindo quatro testemunhas indicadas pela defesa, foram remarcados para sexta-feira (13).
Segundo a presidente da Comissão, vereadora Samanda Alves, as mudanças no cronograma foram aprovadas de forma colegiada e não alteram o mérito da apuração, apenas garantem o cumprimento dos trâmites legais.
Com o novo calendário, o relatório final será concluído no dia 26 e encaminhado à Mesa Diretora da Câmara. A votação em plenário deverá ocorrer até 4 de março, prazo final para deliberação do processo.
Reduzir a jornada dos trabalhadores de 6X1 para 5X2 pode ser prejudicial para fatores já ameaçados da economia nacional. Em meio à possibilidade de o fim da escala mais longa avançar no Congresso Nacional, estudos mostram que a redução pode ameaçar empregos e a produtividade no Brasil.
Um levantamento do CLP (Centro de Liderança Pública) aponta que até 640 mil empregos podem ser perdidos caso a jornada semanal seja reduzida de 44 para 40 horas.
O comércio aparece como o setor mais afetado. Segundo o CLP, a produtividade dos trabalhadores do segmento cairia 1,3%, o que, na prática, significaria a eliminação de cerca de 164 mil vagas.
Em seguida, aparecem os setores da construção civil e da agropecuária, com possíveis cortes de 45 mil e 28 mil empregos, respectivamente.
Especialistas alertam que a proposta de reduzir a jornada sem corte proporcional de salários tende a elevar o custo do trabalho em um cenário já marcado por baixa produtividade.
“Como a PEC 6×1 propõe a manutenção do salário com redução abrupta da carga de trabalho, o custo do trabalho vai aumentar muito. Com a produtividade estruturalmente baixa, isso gera um choque negativo na produtividade do trabalho, com efeito colateral no crescimento do PIB [Produto Interno Bruto]”, afirma o economista-chefe da ARX, Gabriel Barros.
Baixa produtividade
Para especialistas, os impactos refletem problemas estruturais do país, especialmente no processo de profissionalização da mão de obra e na baixa produtividade.
Representantes do setor produtivo afirmam que o Brasil ainda está distante dos padrões de eficiência observados em países desenvolvidos.
Enquanto o ganho médio anual de produtividade no mundo ficou em torno de 1,5% entre 2016 e 2025, no Brasil o avanço não ultrapassou 0,5% no mesmo período, segundo o compilador de dados governamentais CEIC Data.
“A possibilidade de mudar a escala de trabalho existe, mas exigiria um esforço muito maior de compreensão dos impactos gerais na economia. Os estudos macro mostram que há perda de PIB potencial associada a esse tipo de mudança”, afirma o economista Sérgio Vale, economista-chefe da MB Associados.
A indústria também sente os efeitos da escassez de trabalhadores qualificados. Uma pesquisa da CNI mostra que, nos últimos cinco anos, a falta de mão de obra adequada quase quintuplicou, saltando de 5% para 23%.
Segundo a confederação, essa escassez trava a competitividade e obriga empresas a investir na requalificação de seus funcionários.
“A gente tá vendo o impacto de números e a gente não está conversando com o trabalhador. Eu entendo que os custos virão, direta ou indiretamente. Então o Brasil não pode mais, via decreto, tutelar o trabalhador de uma forma geral”, disse Sérgio Longen, presidente da Fiems (Federação das Indústrias do Estado de Mato Grosso do Sul).
No programa Meio Dia RN desta terça-feira (10), BG comentou a mensagem anual da governadora Fátima Bezerra à Assembleia Legislativa. ‘Com todo respeito à governadora, mas a mensagem de Fátima foi de uma desonstidade intelectual absurda. O segundo governo de Fátima é muito pior que o primeiro em todos os sentidos’, afirmou BG.
Bruno Giovanni lembrou ainda os atrasos salariais e de pagamentos a fornecedores, o básico da saúde que não funciona e os terríveis índices que colocam o RN entre os piores do país. ‘A senhora sucedeu a senhora mesma. É desonstidade comparar com um governo que deixou o Estado em 2018! Nós estamos em 2026!’
Nenhuma lágrima desse chôro vai mudar os fatos que a Excelentíssima Governadora Professora Fatima Bezerra é a melhor governadora da história do RN. O choro é livre!
Lembrando que o PT participou do governo de Robinson Faria, com várias secretarias, inclusive o deputado Mineiro era o líder do governo na Assembleia. Esse povo tem memória curta.
O Superior Tribunal de Justiça (STJ) decidiu afastar preventivamente o ministro Marco Aurélio Gastaldi Buzzi enquanto prosseguem as apurações sobre denúncias de importunação sexual. A decisão foi tomada por unanimidade nesta terça-feira (10), em sessão extraordinária do Pleno.
O afastamento é cautelar, temporário e excepcional. Durante o período, o ministro ficará impedido de utilizar gabinete, veículo oficial e demais prerrogativas do cargo.
Os ministros também marcaram para 10 de março de 2026 a sessão que analisará o relatório final da Comissão de Sindicância. A reunião foi convocada pelo presidente do STJ, Herman Benjamin, após a repercussão do caso e o surgimento de novas informações.
Antes da decisão, Buzzi já estava afastado por licença médica e havia solicitado prorrogação por mais 90 dias para tratamento psiquiátrico.
Na segunda-feira (9), a Corregedoria Nacional do CNJ abriu nova reclamação disciplinar após indícios de outra possível vítima. O conselho informou que os procedimentos tramitam sob sigilo legal.
A defesa do ministro criticou a divulgação de informações e alegou vazamento de dados ainda não verificados. Os advogados afirmam que não tiveram acesso aos autos e negam qualquer irregularidade, classificando os vazamentos como indevidos.
Em depoimento à polícia, a denunciante relatou contato físico indesejado durante uma viagem ao litoral. Segundo o relato, o episódio teria ocorrido no mar, em local afastado da faixa de areia. A jovem afirmou enfrentar abalos emocionais e realiza acompanhamento psicológico e psiquiátrico.
O advogado da vítima, Daniel Bialski, afirmou confiar no rigor das investigações e destacou a importância de preservar a denunciante e seus familiares.
O Tribunal de Justiça Desportiva do Rio Grande do Norte (TJD-RN) julga nesta sexta-feira (13), às 10h, os recursos apresentados por América e Potyguar de Currais Novos contra decisões da Primeira Comissão Disciplinar.
Os dois clubes foram punidos por escalação irregular de atletas e, até o momento, estão rebaixados matematicamente no Campeonato Potiguar. Em razão dos processos, a competição segue paralisada.
O América perdeu 18 pontos, por maioria de 3 votos a 1, pela utilização irregular do jogador Elias, além de multa de R$ 15 mil. Já o Potyguar foi condenado por 4 votos a 1, com perda de 15 pontos e multa de R$ 2 mil, após escalar os atletas Fabrício e Toró de forma irregular.
As punições foram aplicadas com base no artigo 214 do CBJD, que prevê sanções independentemente do resultado das partidas.
A vice-prefeita de Parnamirim, Kátia Pires, filiada ao União Brasil, anunciou publicamente que rompe com a orientação do partido, que tem o prefeito de Mossoró Allyson Bezerra como seu principal nome ao Governo do Rio Grande do Norte em 2026, e declarou apoio ao pré-candidato Álvaro Dias (Republicanos) ao executivo estadual.
A decisão de Kátia Pires, que também inclui o alinhamento com Babá Pereira, pré-candidato a vice-governador, representa um movimento político relevante e sinaliza uma dissidência em relação ao projeto oficial do União Brasil no estado.
Parnamirim, terceira maior cidade do Rio Grande do Norte e peça estratégica no cenário eleitoral, passa a integrar oficialmente o palanque de Álvaro Dias. A adesão fortalece a articulação política no município e amplia a presença da pré-campanha no segundo maior colégio eleitoral da Grande Natal.
O apoio da vice-prefeita é visto como um passo importante na consolidação do projeto de Álvaro Dias, contribuindo para ampliar a base política no estado, num momento em que os nomes no campo oposicionista buscam consolidar alianças e fortalecer suas candidaturas para a eleição de 2026.
Baba de vice, vai agregar muitos apoios, ele conhece a fundo os caminhos da política municipalista, é muito querido entre os prefeitos, vocês e ex-prefeitos.
Vai apunhalar Álvaro pelas costas. Mais é um excelente sinal pois está sujeita só se aproxima de quem está por cima, de quem vai ganhar a eleição, não é interesseira não, é muito pior que isso.
Cospe no prato que come sem um pingo de remorso.
Em janeiro de 2026, o custo médio de construção do metro quadrado (m²) registrou alta de 1,74% no Rio Grande do Norte, resultado 1,61 ponto percentual superior ao observado em dezembro de 2025 (0,13%). Esse foi o maior avanço para um mês de janeiro desde 2021, quando o indicador apresentou elevação de 2,64%. Em janeiro do ano passado, o aumento havia sido de 0,63%.
Os dados são do Sistema Nacional de Pesquisa de Custos e Índices da Construção Civil (Sinapi) e foram divulgados nesta sexta-feira (10) pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE).
Com o resultado, o custo do metro quadrado no estado passou de R$ 1.749,52, no fim de 2025, para R$ 1.779,98 em janeiro, representando um aumento de R$ 30,46. Ao longo de todo o ano de 2025, o custo acumulou alta de R$ 53,96. No acumulado de 12 meses, a variação foi de 4,99% no Rio Grande do Norte.
A elevação no setor da construção civil foi puxada principalmente pelo aumento no custo da mão de obra, que atingiu o valor médio de R$ 718,66 em janeiro, ante R$ 696,73 em dezembro. Já o componente material ficou em R$ 1.061,32.
De acordo com o gerente do Sinapi, Augusto Oliveira, “a alta na mão de obra decorre do reajuste do salário mínimo nacional em 2026. Em especial para os serventes de obra, categoria profissional que teve aumento em função da adequação a esse reajuste em 11 das 27 unidades da federação”.
Além do Rio Grande do Norte, a adequação foi observada nos estados do Pará, Amapá, Tocantins, Ceará, Alagoas, Sergipe, Bahia, Mato Grosso do Sul e Goiás.
E o Secretário de Segurança pública do RN, diz que é apenas um caso atípico.
Velho Oeste!