Foto: Diogo Zacarias/Ministério da Fazenda
O ministro da Fazenda, Fernando Haddad, anunciou que a reunião que teria com o secretário do Tesouro dos Estados Unidos, Scott Bessent, foi cancelada. O ministro do Governo Lula atribui o cancelamento a uma articulação de grupos de extrema-direita.
Embora não tenha mencionado nomes diretamente, Haddad afirmou que ao ter conhecimento do encontro, o grupo agiu para impedir que ele acontecesse. Ele não citou o deputado Eduardo Bolsonaro, filho do ex-presidente Jair Bolsonaro, mas deu a entender que houve interferência política.
A reunião agora está sem nova data marcada, e segundo o ministro, não há previsão de que ocorra nos próximos dias. Haddad destacou ainda que os Estados Unidos estão promovendo mudanças estruturais em sua política externa, alterando a forma como se relacionam com o mundo, e que isso não se trata apenas de uma questão ideológica.
O ministro também afirmou que Lula não fechou portas para uma eventual ligação com Trump, apesar da declaração recente em que afirmou que “não se humilharia” para fazer esse contato. O ministro destacou ainda que o governo brasileiro tentou, por diversas vezes, remarcar a reunião com o secretário do Tesouro norte-americano, Scott Bessent.
A declaração foi dada durante entrevista ao Estúdio i da GloboNews. Haddad participa ainda hoje de uma reunião, à tarde, com o presidente Lula e com o vice-presidente e ministro Geraldo Alckmin.
Com informações de CBN
Quando o país tiver um economista e um líder de verdade, pode ser que diálogos relevantes aconteçam.
Pudera… os caras lá têm tempo pra debater economia com um expert “em nada”??
Normal, aprendemos com extrema esquerda em toda gestão do extrema presidente Jair Bolsonaro, foram quatro anos a extrema esquerda com a parceria do supremo tribunal federal, sabotando a gestão do Mito, agora aguenta, com o Galeguinho dos olhos azuis o coco é seco.
Vai se desculpar, chorar, correr atrás, arrotar prepotência, burrice, latir fino e não vai resolver.
Não haverá acordo nem conversas enquanto a democracia não voltar a reinar no Brasil.
A carta do Trump sempre foi muito bem clara, se fazem de malucos, dá nisso!