Foto: Fellipe Sampaio/STF
Uma reunião reservada no Supremo Tribunal Federal, realizada no último dia 12 de março, expôs o clima de tensão entre ministros e aprofundou o racha interno em meio às repercussões do caso envolvendo o Banco Master.
O encontro foi articulado por Gilmar Mendes junto ao presidente da Corte, Edson Fachin. Inicialmente restrita aos dois, a reunião ganhou novos participantes poucos minutos depois, com a entrada de Alexandre de Moraes, Flávio Dino e Cristiano Zanin.
Nos bastidores, parte dos ministros cobra de Fachin uma postura mais firme na defesa da imagem do tribunal, especialmente diante de suspeitas que envolvem colegas como Moraes e Dias Toffoli. O presidente, porém, tem adotado um discurso de autocontenção, o que vem sendo interpretado como indireta e gerando incômodo dentro da Corte.
As divergências também passam pela condução institucional da crise. Ministros pressionam para que Fachin assuma protagonismo e lidere uma resposta conjunta, enquanto criticam a aposta do presidente em pautas individuais, como a proposta de criação de um código de ética para magistrados.
Após o encontro, decisões de integrantes do STF foram vistas como reveses a investigações em curso sobre o Banco Master. Ao mesmo tempo, Fachin articulou internamente para acelerar o julgamento que manteve a prisão de Daniel Vorcaro, numa tentativa de conter o desgaste público.
O episódio evidencia um tribunal dividido sobre como reagir à crise e reforça o clima de desconfiança entre ministros em um dos momentos mais delicados recentes do Judiciário brasileiro.
Com informações da CNN
Tem que cairem todos, provisoramente, nomeia-se ministros do stj e depois se providencia nomeações de gente decente para o STF, enquanto se providencia mudanças na Lei para ser ministro do STF, com concurso publico por exemplo, egresso da magistratura superior sem indicação nenhuma de politicos. Competencia, saber juridico e ilibada conduta como é por exemplo nos EUA e outor Paises desenvolvidos.
a imagem negativa e desse ou daquele ministro que pratica crimes e nao do tribunal em si. quem tem que provar que nao praticou crimes sao os citados ou acusados, CHEGA de jogar os maus feitos em baixo do tapete, porque incriminar, indiciar e prender pobre é fácil. tem que passar a limpo toda essa sujeira e condenar os culpados doa a quem doer, independente do poder que exerce. SE TODOS SÃO IGUAIS PERANTE AS LEIS. cadeia para os culpados.