O ministro da Fazenda, Fernando Haddad, afirmou em entrevista a jornalistas nesta quarta-feira (10) que caso não sejam compensadas as perdas do Orçamento com a desoneração da folha 17 setores, se cumprirá a decisão do Supremo Tribunal Federal (STF) e retornará a cobrança dos impostos já neste ano.
Após o STF reconhecer inconstitucionalidade na lei que desonerou os setores, a decisão foi suspensa por 60 dias. Ficou definido em um acordo que a reoneração teria início somente no ano que vem, contanto que as perdas ao Orçamento fossem compensadas.
“Vai vencer o prazo da decisão do Supremo. O presidente [Lula] reiterou que temos que obter uma compensação ou volta a reoneração. Essa é a decisão do Supremo, e decisão do Supremo você cumpre. A decisão diz o seguinte: ou compensa ou reonera. Não há alternativa a isso, até porque não fecha o Orçamento”, disse.
Na conversa com jornalistas após reunião junto ao presidente Lula na manhã desta quarta-feira, Haddad ainda admitiu a possibilidade de adiantar para este ano medidas para corte de gastos que estavam previstas para 2025. Segundo divulgado pelo Ministério da Fazenda anteriormente, este pacote de ações totaliza R$ 26,9 bilhões.
“Algumas coisas podem ser antecipadas para 2024. Há propostas nesta direção”, disse a jornalistas após reunião com o presidente Lula, na manhã quarta-feira (10).
Senadores se comprometeram a apresentar medidas compensatórias na casa dos R$ 17 bilhões para a desoneração. De acordo com o ministro, neste momento, sua pasta presta apenas “assessoria técnica” aos parlamentares, para que os quadros possam tomar a decisão política.
Questionado sobre se a Fazenda calcula impactos da elevação da CSLL como medida compensatória, Haddad indicou que a pasta projeta diversos cenários. É ventilada a possibilidade de o tributo que incide sobre o lucro líquido de pessoas jurídicas ser elevado em 1 ponto percentual.
Não entendo nada de economia.. mas no governo passado, havia a exoneração, pagamento dos servidores tudo em dia , prefeituras no azul, e ainda sobrou 50 BI!!! O que aconteceu?
🚨URGENTE – Flávio Bolsonaro diz que Lula fez lobby para que facções criminosas não sejam classificadas pelo governo americano como organizações terroristas
“O presidente do meu país pressionou a América para proteger organizações terroristas que oprimem meu povo” pic.twitter.com/tjQpGU9qKC
O senador Flávio Bolsonaro afirmou que o presidente Luiz Inácio Lula da Silva teria atuado junto ao governo dos Estados Unidos para evitar que facções criminosas brasileiras fossem classificadas como organizações terroristas. A declaração foi feita durante discurso na Conservative Political Action Conference, realizada no Texas.
Segundo Flávio, Lula teria feito um “forte lobby” para proteger grupos que, segundo ele, atuam no tráfico de drogas e armas. O parlamentar citou uma reportagem do The New York Times, embora o próprio texto mencionado aponte que a articulação junto a autoridades americanas partiu dele e de aliados.
A publicação relata que há uma discussão em andamento nos Estados Unidos sobre classificar organizações criminosas brasileiras como terroristas, o que poderia ter impactos diplomáticos e econômicos. O governo brasileiro acompanha o tema com preocupação, avaliando possíveis interferências no cenário político e até riscos de sanções.
Durante o discurso, o senador também criticou a política externa do governo, classificando-a como “anti-norte-americana” e associando a gestão a problemas econômicos e de segurança pública. Ele ainda citou o avanço de facções criminosas e alegou a existência de escândalos envolvendo o entorno do presidente.
As declarações ampliam o tom de confronto político em meio ao cenário pré-eleitoral, com troca de acusações e disputas de narrativa tanto no Brasil quanto no exterior.
A decisão do Supremo Tribunal Federal de impedir a prorrogação da CPMI do INSS reacendeu críticas e comparações com o inquérito das fake news, conduzido pela própria Corte desde 2019. Enquanto a comissão parlamentar teve seu prazo encerrado, a investigação no STF segue ativa há anos, o que levantou questionamentos sobre possível falta de uniformidade nos critérios.
Durante o julgamento, ministros defenderam limites mais rígidos para CPIs, especialmente quanto ao prazo e ao foco das investigações. O ministro Flávio Dino alertou para o risco de “pescaria probatória” em investigações prolongadas, enquanto Alexandre de Moraes destacou a necessidade de respeito ao chamado “fato determinado”.
Na mesma linha, o ministro Gilmar Mendes reforçou que ampliar o escopo de uma investigação pode indicar desvio do objetivo original da comissão. O entendimento majoritário foi de que a prorrogação da CPMI não é automática e que cabe ao Congresso deliberar sobre o tema, sem interferência direta do Judiciário.
Apesar disso, a comparação com o inquérito das fake news ganhou força no debate público. Críticos apontam que a investigação no STF possui duração prolongada e escopo amplo, argumentos semelhantes aos usados para barrar a continuidade da CPMI, o que alimenta a percepção de incoerência.
Especialistas avaliam que, embora haja diferenças jurídicas entre os instrumentos — CPIs têm prazo definido, enquanto inquéritos judiciais seguem regras próprias — o impacto político é inevitável. A situação reforça questionamentos sobre equilíbrio entre os Poderes e pode afetar a confiança institucional, especialmente em um cenário já marcado por forte polarização.
O governo do presidente Luiz Inácio Lula da Silva articula no Congresso a criação de uma brecha fiscal para viabilizar novos incentivos tributários. A iniciativa foi apresentada por meio de projeto de lei do senador Randolfe Rodrigues, líder do governo.
A informação é do colunista Paulo Cappelli, do portal Metrópoles. proposta prevê exceções às regras fiscais que hoje limitam a concessão de benefícios tributários e a criação de despesas. Pelo texto, medidas desse tipo poderiam avançar sem as restrições habituais, desde que a renúncia de receita já esteja prevista no Orçamento de 2026 ou acompanhada de compensações.
Entre os pontos detalhados, o projeto inclui incentivos relacionados a áreas de livre comércio e operações envolvendo tributos como PIS/Pasep e Cofins. Também abre espaço para concessão de créditos na aquisição de materiais específicos e isenções sobre a venda de resíduos e aparas.
Além da questão tributária, a proposta trata de despesas obrigatórias. O senador inclui regras que permitiriam a implementação de iniciativas como licença-paternidade e salário-paternidade sem a aplicação de limitações fiscais mais rígidas.
As medidas são restritas ao exercício de 2026 e, se aprovadas, entram em vigor imediatamente após a sanção. A proposta deve intensificar o debate sobre responsabilidade fiscal e políticas de incentivo em meio ao cenário econômico e eleitoral.
Gastos com a manutenção de animais no Palácio do Planalto colocaram o governo do presidente Luiz Inácio Lula da Silva no centro de novas críticas. Levantamento aponta que a conta de água destinada ao viveiro de animais já ultrapassa R$ 1,6 milhão ao longo da atual gestão.
Os dados indicam que apenas em 2025 o custo chegou a mais de R$ 636 mil, o maior registrado no período recente. Em 2024, a despesa já havia sido elevada, superando R$ 480 mil, enquanto no primeiro ano do atual mandato o valor também ficou acima de R$ 460 mil.
O espaço abriga milhares de animais, entre aves e outras espécies, mantidos na área do Palácio. Somente no início de 2026, os gastos continuam, com mais de R$ 28 mil registrados apenas no mês de janeiro, o que mantém a tendência de custos elevados.
As despesas, no entanto, não incluem outros gastos associados, como alimentação e cuidados veterinários, nem consideram os animais mantidos na Granja do Torto, outra residência oficial da Presidência.
O tema ganhou repercussão em meio a críticas sobre prioridades do governo, especialmente diante do cenário econômico e de discussões sobre aumento de impostos e custo de vida da população.
Um contrato firmado entre o Banco Master e o escritório ligado à advogada Viviane Barci de Moraes, esposa do ministro Alexandre de Moraes, passou a ser alvo de questionamentos após vir à tona o valor pago pelos serviços de compliance. Segundo apuração, os ganhos podem ter sido até 645 vezes superiores aos pagos a outros profissionais que atuaram em funções semelhantes.
O contrato, que previa até R$ 129 milhões, envolvia a produção, revisão e implementação de políticas internas do banco. Entre fevereiro de 2024 e novembro de 2025, o escritório recebeu cerca de R$ 75,6 milhões, com pagamentos mensais elevados. A equipe coordenada por Viviane teria atuado em áreas como código de ética e diretrizes de governança.
No entanto, documentos analisados indicam que parte significativa dessas políticas já havia sido elaborada anteriormente por funcionários do próprio banco ou por outros escritórios de advocacia. Em alguns casos, os registros digitais apontam autoria de terceiros mesmo durante o período em que o escritório de Viviane prestava serviços.
Especialistas ouvidos apontam que os valores pagos fogem dos padrões de mercado. Estimativas indicam que serviços semelhantes poderiam custar menos de R$ 10 milhões em escritórios de grande porte, o que levanta dúvidas sobre os critérios adotados na contratação.
O caso ganha ainda mais relevância por envolver investigações em curso sobre o Banco Master, que apuram suspeitas de irregularidades financeiras. Até o momento, não houve manifestação pública do ministro Alexandre de Moraes sobre o tema.
O senador Flávio Bolsonaro, que é pré-candidato à presidência da República, afirmou que o governo de Luiz Inácio Lula da Silva (PT) agiu para evitar que “dois maiores cartéis de drogas do Brasil fossem classificados como organizações terroristas”. A menção faz referência ao PCC (Primeiro Comando da Capital) e ao CV (Comando Vermelho).
O governo dos Estados Unidos avalia classificar o PCC e o CV, as duas maiores facções criminosas do Brasil, como organizações terroristas.
Flávio, em discurso em conferência conservadora nos Estados Unidos neste sábado (28), afirmou que o governo Lula “usou lobby pesado com certos conselheiros americanos para evitar que os dois maiores cartéis de drogas do Brasil fossem classificados como organizações terroristas”.
“O presidente do meu país faz lobby na América para proteger organizações terroristas que oprimem meu povo e exportam armas, lavam dinheiro e exportam drogas para os Estados Unidos e o mundo”, completou.
Flávio Bolsonaro discursou na edição de 2026 da CPAC (Conservative Political Action Conference), um dos principais fóruns do movimento conservador dos Estados Unidos.
O presidenciável afirmou que, com o retorno de Lula à presidência, o “Brasil está vivendo outra crise econômica devastadora, uma crise de segurança pública com expansão enorme de cartéis narcoterroristas, e múltiplos escândalos de corrupção envolvendo até membros da própria família do Lula”.
“E quando eu vencer, o povo brasileiro terá novamente um presidente que luta contra interesses das elites globais, contra a agenda ambiental radical, contra a agenda woke que destrói famílias, contra cartéis de drogas, e acima de tudo, luta pela liberdade e valores tradicionais”, disse ainda.
Pesquisa PoderData divulgada neste sábado (28) aponta que 74% dos brasileiros reprovam a escolha da deputada federal Erika Hilton (PSOL-SP), uma mulher trans, para presidir a Comissão de Defesa dos Direitos da Mulher da Câmara dos Deputados.
De acordo com o levantamento, 12% dos entrevistados concordam com a escolha da deputada na presidência da comissão. Outros 14% dos ouvidos preferiram não responder.
Erika Hilton (PSOL-SP), foi eleita presidente da Comissão de Defesa dos Direitos da Mulher da Câmara no dia 11 de março, como primeira mulher transsexual a ocupar a cadeira da Presidência da Comissão.
A pesquisa PoderData entrevistou 2.500 pessoas em todo o país, de 21 a 23 de março, por meio de ligações para celulares e telefones fixos. A margem de erro é de 2 pontos percentuais, para mais ou para menos, com intervalo de confiança de 95%.
O bom é que foram perguntar também aos homens a opinião deles sobre isso. Isso é um assunto para as mulheres. Se elas não acham que essa deputada inteligentíssima as representa bem, elas comuniquem. Agora, entrevistar homens nas ruas a resposta é meio óbvia.
Quatro pessoas ficaram feridas após um carro desgovernado avançar sobre candidatos durante uma prova prática de direção, na manhã dessa sexta-feira (27/3), em Goiânia.
O carro atingiu uma área onde outros candidatos aguardavam para fazer a prova. Uma das vítimas precisou ser levada ao hospital pelo Corpo de Bombeiros. As demais sofreram ferimentos leves e foram atendidas no local.
Um vídeo gravado por uma testemunha, e divulgado pelo Portal 6, mostra o momento após o acidente e relata a correria entre as pessoas que estavam no pátio.
De acordo com o presidente do Detran-GO, Waldir Soares, o veículo utilizado no exame não possuía duplo comando, sistema que permite ao instrutor ou examinador intervir em situações de risco. O uso de carros particulares nessa etapa segue normas federais recentes.
Em nota, o Detran informou que iniciou uma revisão nos protocolos de segurança das provas práticas. Entre as medidas em análise estão mudanças na organização dos espaços, com maior distanciamento entre candidatos e a área de circulação dos veículos.
O órgão também destacou que a discussão sobre segurança nesse tipo de exame é contínua e citou casos anteriores envolvendo acidentes, inclusive com veículos equipados com duplo comando.
A identidade da candidata não foi divulgada. O estado de saúde da vítima hospitalizada também não havia sido atualizado até a última informação.
Com informações da coluna de Mirelle Pinheiro – Metrópoles
É nisso que dá, a bagunça que está agora pra tirar habilitação. Não concordo com os preços abusivos dos centro de formações de condutores, mas qualquer um que cismar que quer tirar habilitação e ir fazer teste, só dá nisso.
O município de Currais Novos, na região do Seridó, registrou quatro tremores de terra ao longo de março, segundo o Laboratório Sismológico da Universidade Federal do RN (LabSis/UFRN).
Os abalos ocorreram entre os dias 13 e 20 e apresentaram baixa magnitude, variando entre 1,6 e 1,9 mR. O maior foi registrado no dia 19:
13 de março – 12h35: magnitude 1,7 mR
17 de março – 12h37: magnitude 1,6 mR
19 de março – 12h39: magnitude 1,9 mR (maior da sequência)
20 de março – 12h43: magnitude 1,7 mR
De acordo com os pesquisadores da Universidade Federal do Rio Grande do Norte, não há relatos de danos, e os tremores dificilmente são percebidos pela população.
O laboratório mantém monitoramento contínuo da atividade sísmica no estado e destaca que os dados são preliminares, podendo ser atualizados após análises mais detalhadas.
O secretário da Thiago Mesquita Meio Ambiente e Urbanismo de Natal (Semurb), Thiago Mesquita lamentou e fez duras críticas ao vereador Daniel Valença após o petista divulgar um vídeo no qual se afirma que a Prefeitura estaria “expulsando o povo, quebrando o material do pessoal, jogando o material do pessoal fora”, quando na verdade, foram os comerciantes que destruíram os próprios materiais, durante ação de fiscalização da Semurb.
“Lamento muito as publicações do Sr Daniel Valença, Vereador do Município de Natal que ao reproduzir vídeos com informações mentirosas falando que nossos agentes quebraram os materiais e que a Semurb não respeitou um prazo inventado de 5 dias, contribui para veiculação da desinformação e vai de encontro a um acordo judicial e as leis de Uso e Ocupação do Solo”, escreveu Thiago Mesquita em uma publicação no Instagram.
Veja abaixo o vídeo publicado por Daniel Valença e as imagens divulgadas pelo secretário Thiago Mesquisa que motram os próprios comerciantes promovendo o quebra-quebra:
Não entendo nada de economia.. mas no governo passado, havia a exoneração, pagamento dos servidores tudo em dia , prefeituras no azul, e ainda sobrou 50 BI!!! O que aconteceu?
A compensação é reduzir os gastos desse governo que só cresce… é muita fome de tributos…
Gustavo Malafra adora pagar impostos para este governo.
Já tá ameaçando ?