A Secretaria de Estado de Saúde Pública (Sesap) informou através de nota que vai fazer uma apuração profunda dos fatos sobre o não atendimento do idoso José William no pronto socorro Clóvis Sarinho, na última sexta-feira (5). O homem, que segundo a Sesap chegou a ser encaminhado ao Hospital dos Pescadores, faleceu. Veja a íntegra da nota abaixo:
NOTA
A Secretaria de Estado de Saúde Pública (Sesap) esclarece que, em relação ao usuário que buscou, na última sexta-feira (5), atendimento no Hospital Walfredo Gurgel (HWG), foi aberta uma sindicância para que se faça uma apuração aprofundada dos fatos, a fim de que sejam tomadas as providências cabíveis.
Importante esclarecer que a Rede de Atenção às Urgências e Emergências (RUE) é constituída de diferentes “portas de entrada”, como as Unidades de Pronto Atendimento (UPA), Unidades Básicas de Saúde (UBS), Portas Hospitalares de Urgência e Emergência, SAMU 192, Serviço de Atendimento Domiciliar (SAD), leitos de retaguarda e sala de estabilização, entre outros.
Cada unidade que compõe a rede tem um perfil específico, que é pactuado e aprovado nas instâncias deliberativas do SUS. Todos os municípios e serviços conhecem os fluxos assistenciais de acesso, desenho da rede e complexidade dos serviços.
Os casos de complexidade intermediária normalmente são encaminhados para as UPA’s ou os Pontos de Atendimento/Socorro (PA/PS) dos Municípios. Quando há necessidade, podem ser encaminhados para um hospital da rede de saúde, onde são realizados procedimentos da alta complexidade.
No caso do paciente citado, informamos que ele foi encaminhado para o Hospital dos Pescadores, que possui o perfil adequado para ofertar o atendimento que o mesmo necessitava, conforme o fluxo assistencial do SUS.
A Direção do HWG e da Sesap lamentam o ocorrido, ao mesmo tempo em que se solidarizam com a família do paciente, colocando-se à inteira disposição da mesma para fornecer mais esclarecimentos que se fizerem necessários.
Não tem haver sindicância, tem que ter um INQUÉRITO POLICIAL, sério p/identificar os ASSASSINOS que omitiram socorro ao cidadadão, não podemos aceitar mais esse tipo de coisa!! Só lembrando que a saúde pública é PAGA por nós e custa muito caro à nação!!!!
Essa nota é conversa para boi dormir, pois a polícia civil tem que abrir um processo para investigar e colocar atrás das grades todos os funcionários que negaram o atendimento de primeiros socorros a esse cidadão de bem que infelizmente veio a óbito. Isso é o que podemos chamar de genocidio praticado pelo governo do estado do RN e seus servidores que negaram assistência a esse cidadão.
Cipriano secretario da saúde genocida, FDP, você e essa governadora genocida, incompetente, o RN estar abandonado não tem saúde, educação e segurança, comandados por pessoas incompetentes e babões, ainda tem gente que vais votar nessa peste
(os vossas exceléncia sáo parte desta corrupção) desta corrupçáo)-um povo que aceita passivamente a corrupção e os corruptos náo merece a liberdade. merece a escravidáo, um pais cujas as leis sáo lenientes e beneficiam bandidos,náo tem vocação para a liberdade.seu povo é escravo por natureza’maquiavel
“Portas de Entrada” é para quando inexiste urgência, ou seja, quando se tem tempo para agendar atendimento. Nesse caso, a “porta de entrada” é a PQP. Não se pode justificar o injustificável. O que ocorreu foi CRIME DE OMISSÃO cujo efeito foi a MORTE do cidadão. Sindicância é apenas para colocar panos quentes e “esquecer” o CRIME por eles praticados. A família DEVE, caso não tenha condições, procurar a OAB ou a DEFENSORIA PÚBLICA para atravessar ações nas áreas administrativa, cível e criminal, sem prejuízo da instauração de IPL, de ofício, pela autoridade policial competente. Gestores incompetentes, irresponsáveis e CRIMINOSOS.
(os vossas exceléncia sáo parte desta corrupção) desta corrupçáo)-um povo que aceita passivamente a corrupção e os corruptos náo merece a liberdade. merece a escravidáo,
um pais cujas as leis sáo lenientes e beneficiam bandidos,náo tem vocação para a liberdade.seu povo é escravo por natureza’maquiavel
E de fazer nojo essas notas emitidas pelas secretaria de saúde lá não e um hospital se tivessem atendido o senhorzinho será que não teriam se recuperado cuidado aos profissionais de saúde que estavam de plantão naquele dia e negaram o atendimento todos vcs tem pai, mãe e vcs também tem vida e bom se coloca no lugar dos outros,mais dou minha cara a tapa se chegar parente de algum profissional que trabalha no hospital não ser atendido cuidado olhe a lei do retorno vcs tem vida também bando de urubu carniceiro
Tenho vergonha de dizer lá fora que moro , nesse lugar terrível isso e abominável abrir uma sindicância o hospital e um lixo sempre foi .se fosse com meu pai eu agiria de outro forma caçava cada um
Engraçado que pra bandidos, vagabundos que bebem e andam de moto sem capacete ou se envolvem em outros eventos traumáticos, o WG, Deoclécio, Santa Catarina sempre estão de portas abertas.
Essa história de “portas de entradas” é coisa para burocrata de sala com ar-condicionado, o que o nosso povo quer é porta aberta durante 24 horas por dia para serem acolhidos e atendidos com um mínimo de dignidade e respeito independente de sua condição social.
Essa coisa de sindicância que não vai dar em nada, haja vista que nunca vão divulgar o resultado final, sem falar que os sindicatos de classes vão atuar para defenderem os seus filiados, aí vai ser um livra, livra da culpa os culpados e responsáveis pelo ato insano, logo vai virar coisa para inglês ver!
Justificativa furreba e sem levar em consideração, em nenhum momento, a situação do paciente. Ele reside nas proximidades do hospital, que negou possibilidade de tratamento, é disso que se trata, infelizmente, se sobrar, vai ser nas costelas da enfermagem, que se submete a esse tipo de situação sem questionamentos e o preparo devido, a porta de entrada para qualquer paciente deve ser a mais próxima, a complexidade quem vai determinar é a clínica do usuário, que nesse caso foi negligenciada, essa conversinha não serve nem para os leigos.
Sério Sesap???? Isso mesmo que eu interpretei??? Isso justifica nao ter prestado o atendimento inicial ao senhor antes de encaminha-lo??? E lembrando: vocês “mandaram” procurar uma upa… ninguém o encaminhou!!!!
Cadê o “JURAMENTO DOS MÉDICOS “???
Morreu sem assistência.
Viva o PT! Viva o PT!
Oxe, M.D.R. Mas os médicos não são “fechados” com Bolsonaro. O que é que tem a ver o PT? O correto é isso mesmo, abrir a sindicância e apurar os culpados. E tomar medida para que isso não ocorra novamente…
Cadê os DIREITOS HUMANOS, que adoram defender FDP BANDIDOS?? cadê os PSOL , PT e cia Ltda ,para sair em defesa dessa família??? Inversões de valores , VERMES RATOS , hipocritas , bando de Vermes , ratos ..
A resposta tem que dá nas URNAS, para tirar esses PILANTRAS, HIPÓCRITAS E TRAIÇÃOES .
Inadmissível criaram uma fluxo de saúde criminoso sem levar em consideração a gravidade das enfermidades , nunca vi tantos absurdos e descasos com a vida humana !!!
Essa equipe q comandaa sesap atualmente pensaq tá na UFRN, estão mudando tudo, só conversas, reuniões sem fim e parando tudo. Visitem os hospitais, tá um caos. Só balela, Dr Cipri e equipe estão acabando com a sesap. Acorda Governadora
viva o sus….OMISSÃO DE SOCORRO, uma vergonha….só viva sus para vacina da covid ne??? enquanto isso não deu uma chance para esse senhor, pelo menos isordil sub lingual…. meu DEUS que descaso.
Desculpas esfarrapadas.
Em quanto isso essa DESGOVERNADORA vai pra Europa.
É imoral.
Será que o povo do RN ainda vai votar nessa paraibana???
Isso é uma vergonha!
Omissão de socorro é um dos crimes previstos no Código Penal brasileiro, em seu art. 135.[1][2] O tipo penal é o exemplo clássico do crime omissivo, e descreve o ato de “Deixar de prestar socorro a quem não tenha condições de socorrer a si próprio ou comunicar o evento a autoridade pública que o possa fazê-lo, quando possível” é crime.
É falta de gestão do Hospital mesmo, lá nunca foi bem administrado, médico tem de rolo, uns sem compromisso , outros não. Mas se fosse melhor administrado não aconteceria isso, merece punição.
Daniel Vorcaro, proprietário do Banco Master, investiu cerca de R$ 30 milhões na FFU (Futebol Forte União), antiga LFU (Liga Forte União), por meio de debêntures, segundo informações divulgadas na 2ª feira (26.jan.2026) pelo jornal Folha de S.Paulo. A FFU é responsável pela comercialização dos direitos de transmissão de jogos de 35 clubes brasileiros.
O investimento foi realizado por meio do fundo Astralo 95, que está sob investigação da PF (Polícia Federal). Segundo a assessoria da FFU, o aporte não configura participação societária, nem concede poder de decisão ou influência na gestão da liga. Ainda de acordo com a Folha, embora se trate de um investimento considerado legítimo, os valores deverão ser liquidados para o pagamento de credores do Banco Master.
De acordo com a liga, o investimento de Vorcaro na FFU foi estruturado por meio de debêntures conversíveis em ações, detidas pelo fundo Astralo 95. O instrumento prevê remuneração fixa, com adicional vinculado ao desempenho da empresa, sem participação direta no negócio enquanto não houver eventual conversão em ações.
O Astralo 95 integra o grupo de fundos investigados no suposto esquema fraudulento atribuído a Vorcaro. Apesar de a aplicação na FFU não estar diretamente relacionada às apurações conduzidas pela Polícia Federal e pelo Banco Central, o ativo entrará na lista de bens a serem liquidados para a quitação de dívidas com credores do Banco Master.
A operação Compliance Zero foi deflagrada em 18 de novembro de 2025 e apura um esquema bilionário de fraudes financeiras que teria utilizado estruturas do mercado de capitais para desviar recursos do banco e ocultar prejuízos. Vorcaro foi detido durante a 1ª fase da operação.
Entre os investigados estão o proprietário do Banco Master e fundos de investimento suspeitos, incluindo o Astralo 95. A FFU não é alvo das investigações, mas terá parte de seu capital impactada pela liquidação dos bens de Vorcaro.
A FFU comercializa os direitos de transmissão de partidas de futebol de 35 clubes brasileiros, dos quais 13 disputam a 1ª divisão, como Corinthians, Vasco, Fluminense, Botafogo e Cruzeiro.
A Sports Media investiu R$ 2,2 bilhões na operação da FFU, que busca reproduzir o modelo da Premier League. O fundo captou recursos no mercado por meio da emissão de debêntures e tem aproximadamente 8.000 cotistas.
Vorcaro também detém cerca de 20% de participação no Atlético-MG por meio do fundo Galo Forte, cujo cotista é o Astralo 95, com investimento total estimado em R$ 300 milhões.
A investigação da operação Compliance Zero prossegue. Na 1ª fase, em novembro, as autoridades se concentraram na venda de aproximadamente R$ 12,2 bilhões em carteiras de crédito consignado fraudulentas ao BRB (Banco de Brasília). A 2ª fase, iniciada em 14 de janeiro de 2026, analisou o uso de fundos de investimento para a compra de “ativos podres”, como certificados de ações do extinto Besc (Banco do Estado de Santa Catarina).
]O procurador-geral da República, Paulo Gonet, pediu ao STF (Supremo Tribunal Federal) para excluir do limite de despesas da União previsto no arcabouço fiscal as verbas obtidas pelo Ministério Público da União para custeio próprio.
Ele solicita que a decisão nesse sentido seja tomada de forma urgente pelo Supremo.
A iniciativa do PGR vem na esteira da permissão que o Supremo concedeu ao Poder Judiciário em julgamento concluído em abril do ano passado, sob relatoria do ministro Alexandre de Moraes –isso porque o Ministério Público tem tratamento isonômico ao da Justiça.
De forma unânime, os ministros decidiram a partir de um pedido da AMB (Associação dos Magistrados Brasileiros) que receitas recebidas pelos tribunais por contratos, convênios, custas processuais e emolumentos não estão mais sujeitas a essa restrição.
O arcabouço fiscal foi o modelo definido pelo governo Lula (PT) para controlar as despesas da União e indicar maior responsabilidade fiscal, com o fim dos déficits primários no médio prazo. Esta lei limita o crescimento das despesas dos três Poderes a uma fórmula que leva em conta o crescimento das receitas da União mais a inflação do período.
Segundo o Portal da Transparência, o MPF recebeu R$ 2 milhões em receitas próprias no ano passado, incluindo ganhos com aluguéis e arrendamentos, multas e juros previstos em contratos e inscrições em concursos e processos seletivos. O número não leva em conta outros ramos do Ministério Público.
O pedido de Gonet também foi vinculado a Moraes, por conexão com a ação da AMB, que pede que o ministro decida por meio de liminar (de forma urgente e provisória) antes de levar o caso ao plenário.
O PGR diz que a decisão não pode demorar para que “a exclusão do limite de gastos das despesas do Ministério Público da União custeadas com receitas próprias seja implementada já no início do atual exercício financeiro”.
“[A medida deve ser deferida] para viabilizar o emprego dos valores relativos às receitas próprias do Ministério Público da União ainda não despendidas no custeio de suas despesas já no início do atual exercício financeiro (com abertura de créditos adicionais), sob o risco de que recursos orçamentários imprescindíveis ao adequado funcionamento do Parquet deixem de ser entregues”, diz Gonet na ação.
A ação da PGR foi protocolada na última quarta-feira (21) no STF, e ainda não há despachos de Moraes sobre os pedidos. O Ministério Público da União tem quatro ramos: o Ministério Público Federal, o Ministério Público do Trabalho, o Ministério Público Militar e o Ministério Público do Distrito Federal e dos Territórios.
Procurada, a PGR disse que seus argumentos e justificativas constam na petição inicial assinada por Gonet. Em 16 de janeiro, o órgão havia peticionado na ação da AMB pedindo a “aplicação automática”, para o Ministério Público, dos efeitos da decisão sobre o Judiciário. Como não houve resposta, decidiu apresentar uma ação independente.
A decisão do Supremo sobre o Judiciário contrariou entendimento do Congresso e do Executivo sobre o tema.
Na ocasião, ambos os Poderes argumentaram que a limitação das despesas do Judiciário era constitucional e visava a economia de recursos públicos. Segundo a Câmara dos Deputados, as normas questionadas cumpriram os trâmites constitucionais e regimentais.
O Senado disse que a inclusão das verbas do Judiciário é necessária para que o ônus do novo arcabouço fiscal seja compartilhado com isonomia entre os Poderes. Ao excluí-las, a limitação de despesas ficará restrita ao Legislativo e Executivo, o que comprometia a economia prevista pela nova regra fiscal.
Em seu voto favorável ao pedido da associação de magistrados, Alexandre de Moraes disse que a autonomia e independência orçamentária entre os Poderes é um princípio basilar da democracia e as verbas próprias do Judiciário devem ser tratadas da mesma forma que as receitas próprias de universidades e de empresas públicas.
“A mudança paradigmática do novo regime fiscal veio a reforçar a autoridade jurídica da norma insculpida no art. 169 da Constituição Federal, no propósito legítimo de afastar dinâmicas de relacionamento predatório entre os Poderes de Estado, a partir de um compromisso fiscal baseado no crescimento sustentável da dívida pública, sem contudo alterar a autonomia do Poder Judiciário”, afirmou Moraes.
O ministro ainda disse que as receitas repassadas pela União para o funcionamento do Poder Judiciário federal estariam sujeitas ao arcabouço fiscal e, portanto, não poderiam crescer mais do que 2,5% ao ano acima da inflação.
A União chegou a entrar com embargos de declaração, uma espécie de recurso, sobre a decisão do Supremo. O relator, Moraes, rejeitou o pedido, disse que não há controvérsia e reafirmou que elas são receitas próprias —portanto, devem ficar fora do arcabouço. O plenário da corte também foi unânime ao seguir o ministro nesse entendimento.
A Polícia Federal esteve na residência do prefeito de Mossoró, Allyson Bezerra (União), na manhã desta terça-feira (27), durante uma megaoperação que investiga um esquema de desvio de recursos públicos e fraudes em licitações na área da saúde no Rio Grande do Norte. Foram levados um smartphone e um notebook.
Apesar de o gestor estar entre os alvos da ação, não procede a informação de que ele tenha sido alvo de condução coercitiva, tampouco de que dinheiro tenha sido encontrado em sua residência. A operação segue em andamento e apura possíveis irregularidades envolvendo recursos públicos.
O ex-ministro Ricardo Lewandowski disse que prestou serviços de consultoria jurídica ao Banco Master. A atuação, segundo ele, ocorreu ao retornar às atividades de advocacia após deixar o STF (Supremo Tribunal Federal), em abril de 2023.
Em nota, Lewandowski esclareceu que, ao ser convidado pelo presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) para assumir o Ministério da Justiça de Segurança Pública, em janeiro de 2024, deixou seu escritório de advocacia e suspendeu o seu registro junto à OAB (Ordem dos Advogados do Brasil).
“O ministro Ricardo Lewandowski, depois de deixar o Supremo Tribunal Federal (STF), em abril de 2023, retornou às atividades de advocacia. Além de vários outros clientes, prestou serviços de consultoria jurídica ao Banco Master. Ao ser convidado pelo presidente Luiz Inácio Lula da Silva para assumir o Ministério da Justiça de Segurança Pública, em janeiro de 2024, Lewandowski retirou-se de seu escritório de advocacia e suspendeu o seu registro na Ordem dos Advogados do Brasil (OAB), deixando de atuar em todos os casos”, diz o comunicado.
O esclarecimento de Lewandowski ocorreu após o portal Metrópoles indicar, nesta segunda-feira (26), que o Banco Master, ainda sob o comando de Daniel Vorcaro, teria pago R$ 5 milhões ao escritório do ex-ministro à época em que ele comandava o Ministério da Justiça.
O nome de Lewandowski não aparece vinculado a escritórios de advocacia, segundo o sistema do Cadastro Nacional dos Advogados, da OAB. Apesar disso, o nome dos familiares ainda constam como sócios do “Lewandowski Advocacia”, que teve o grupo de Daniel Vorcaro como cliente.
Encontro entre Lula e Vorcaro
O esclarecimento do ex-ministro ocorre em meio à repercussão do caso Master que inclui, por exemplo, um encontro entre o presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) e Daniel Vorcaro, dono do banco, em dezembro de 2024, numa reunião fora da agenda oficial. Também participou da reunião o à época indicado à presidência do Banco Central, Gabriel Galípolo.
No encontro, Lula teria ouvido de Vorcaro relatos sobre a situação operacional do Banco Master. Conforme a CNN apurou, no encontro, Lula teria dito que as questões apresentadas pelo banqueiro eram técnicas e deveriam ser direcionadas ao Banco Central.
A reunião teria sido articulada por Guido Mantega, ex-ministro da Fazenda na gestão de Dilma Rousseff (PT). Mantega havia pedido uma reunião com o chefe do gabinete pessoal do presidente da República, Marco Aurelio Santana Ribeiro, conhecido como Marcola, e chegou ao encontro com Vorcaro e o ex-CEO do Banco Master Augusto Lima. Após o despacho, o ex-ministro, junto com Vorcaro e Augusto Lima, tiveram uma conversa com Lula.
Sobre a operação da Polícia Federal (PF) e da Controladoria-Geral da União (CGU), deflagrada nesta terça-feira (27), o BLOGDOBG apurou que secretários da atual gestão de Mossoró também estão entre os investigados.
A ação ocorre em oito cidades: Mossoró, Natal, Parau, São Miguel, Upanema, Serra do Mel, Pau dos Ferros e José da Penha. Ao todo, estão sendo cumpridos 35 mandados.
De acordo com as investigações, há indícios de irregularidades em contratos para fornecimento de insumos à rede pública de saúde. As apurações envolvem empresas sediadas no Rio Grande do Norte que mantinham contratos com administrações municipais de diferentes estados.
Auditorias realizadas ao longo da investigação apontaram falhas na execução contratual, incluindo suspeitas de não entrega de materiais, fornecimento inadequado e prática de sobrepreço.
A Polícia Federal esteve na residência do prefeito de Mossoró, Allyson Bezerra (União), na manhã desta terça-feira (27), durante a megaoperação que investiga um esquema de desvio de recursos públicos e fraudes em licitações na área da saúde no Rio Grande do Norte. O gestor está entre os alvos da ação, conforme apuração da TV Globo.
Além do cumprimento de mandados na casa do prefeito, a PF arrombou a sede da empresa Dismed – Distribuidora de Medicamentos Ltda, que também é alvo da investigação. A empresa, que atua no fornecimento de insumos para a rede pública de saúde, é apontada como uma das peças centrais do suposto esquema criminoso.
Foto: Divulgação
De acordo com as investigações, baseadas em auditorias da Controladoria-Geral da União (CGU), há indícios de falhas graves na execução de contratos, incluindo compra de materiais que não teriam sido entregues, fornecimento inadequado de insumos e sobrepreço nos produtos adquiridos por prefeituras.
A operação apura contratos firmados com administrações municipais de diversos estados, envolvendo empresas sediadas no Rio Grande do Norte. Os investigados poderão responder por crimes como desvio de recursos públicos e fraudes em contratações administrativas.
Imagens da operação mostram a presença da Polícia Federal na casa do prefeito de Mossoró, reforçando o avanço das investigações. A PF ainda não divulgou o número total de mandados cumpridos nem o valor estimado do prejuízo aos cofres públicos. Mais informações devem ser divulgadas ao longo do dia.
A Polícia Federal (PF) deflagrou, na manhã desta terça-feira (27), uma operação para desarticular um esquema criminoso de desvio de recursos públicos e fraudes em processos de licitação de saúde no Rio Grande do Norte (RN).
A TV Globo apurou que o prefeito de Mossoró, Allyson Bezerra (União), está entre os alvos da operação.
Segundo as investigações, há indícios de irregularidades em contratos de fornecimento de insumos para a rede pública de saúde, envolvendo empresas sediadas no Rio Grande do Norte que atuavam junto a administrações municipais de diversos estados.
A operação tem como base auditorias da Controladoria-Geral da União (CGU). Documentos do órgão apontam que há falhas na execução contratual. Inclusive, indícios de compra de materiais que não foram entregues, fornecimento inadequado de insumos e sobrepreço dos produtos.
Os investigados poderão responder por crimes relacionados a desvios de recursos públicos e fraudes em contratações administrativas.
Em pleno ano eleitoral, o presidente Luiz Inácio Lula da Silva decidiu apertar o passo na reforma agrária e reacender a aliança com o Movimento dos Trabalhadores Rurais Sem Terra (MST). O governo anunciou um pacote de R$ 2,7 bilhões para novos assentamentos e oficializou a desapropriação de terras em estados como São Paulo, Bahia, Pará, Pernambuco, Sergipe e Maranhão, gesto interpretado como aceno direto a um dos movimentos historicamente ligados ao PT.
O anúncio foi feito durante o encontro nacional do MST, em Salvador, com a presença de Lula. Segundo o ministro do Desenvolvimento Agrário, Paulo Teixeira, as medidas têm como objetivo resolver “conflitos antigos e históricos” no campo. Entre as áreas incluídas está a Fazenda Nova Alegria, em Minas Gerais, palco do assassinato de cinco trabalhadores do MST em 2004, e a Fazenda Santa Lúcia, no Pará, onde ocorreu o massacre de Pau D’Arco, em 2017.
A reaproximação ocorre após críticas públicas do movimento, que no ano passado acusou o governo de lentidão na reforma agrária. Pressionado, Lula passou a acelerar entregas e retomou discursos alinhados ao MST, inclusive defendendo maior engajamento político do grupo nas eleições deste ano. O movimento, inclusive, já anunciou 18 candidaturas ao Legislativo em 2026.
Nos bastidores, a ofensiva do Planalto também deve provocar reação da bancada do agronegócio, que aguarda a publicação oficial da lista de terras desapropriadas. Sem maioria no Congresso e dependente de bases tradicionais, Lula aposta na mobilização social e em alianças históricas para tentar manter força política em um cenário cada vez mais disputado.
O ministro do Supremo Tribunal Federal (STF) Alexandre de Moraes concedeu liminar, nesta segunda-feira (26), suspendendo uma decisão do Tribunal Superior do Trabalho (TST) que obrigava os Correios a pagar o chamado vale-peru, benefício extra de fim de ano, aos trabalhadores da estatal. A determinação havia sido fixada em dissídio coletivo.
Além do vale-peru, Moraes também suspendeu cláusulas que previam pagamento de plano de saúde, adicional de 200% para trabalho em dias de repouso e gratificação de férias de 70%. A decisão ainda precisa ser analisada pelo plenário do STF. O ministro atuou como presidente da Corte, substituindo Edson Fachin, que cumpre agenda oficial na Costa Rica.
O pedido partiu dos Correios, que alegaram impacto financeiro de R$ 1,9 bilhão com a implementação dos benefícios. Segundo Moraes, a empresa demonstrou de forma detalhada a gravidade da situação financeira e o alto custo de cada parcela. Só o plano de saúde representaria um impacto de R$ 1,45 bilhão, enquanto o vale-peru chegaria a R$ 213 milhões.
Na decisão, Moraes afirmou que o STF já declarou inconstitucional o princípio da ultratividade, que permitia a manutenção automática de cláusulas de acordos coletivos vencidos. Para o ministro, o TST extrapolou seu poder normativo ao impor benefícios sem considerar a realidade financeira da estatal.
Sobre a gratificação de férias, o magistrado destacou que o percentual de 70% “mais que dobra” o adicional mínimo previsto na Constituição. “As alegações sinalizam indevida extrapolação do poder normativo da Justiça do Trabalho”, escreveu.
Em nota, o Sintect-SP criticou a decisão e afirmou que o TST só precisou intervir porque os Correios se recusaram a fechar acordo com os sindicatos. A entidade sustenta que não houve criação de novos benefícios, mas apenas a manutenção de direitos já existentes para evitar perdas aos trabalhadores.
A Polícia Federal realizou, nas primeiras horas da manhã desta terça-feira (27), uma ação em um condomínio residencial em Mossoró, na região Oeste do Rio Grande do Norte.
A movimentação ocorreu no Ninho Residencial, condomínio de alto padrão da cidade. Um vídeo recebido pelo Blog do BG mostra viaturas da PF no local durante a operação, que chamou a atenção de moradores.
Até o momento, não há informações oficiais sobre o alvo da ação, se houve mandados de prisão ou apreensões, nem sobre o motivo da operação.
Não vai da em nada .Dão um jeito de tirar os deles da reta. TERIA qu ser a Promoria e o CRM
Não tem haver sindicância, tem que ter um INQUÉRITO POLICIAL, sério p/identificar os ASSASSINOS que omitiram socorro ao cidadadão, não podemos aceitar mais esse tipo de coisa!! Só lembrando que a saúde pública é PAGA por nós e custa muito caro à nação!!!!
o que seremos de nos com uma governadora dessa imcopetente ,corupta.
A justiça não faz nada? vai abrir alguma vaga de desembargador no TJ?
Essa nota é conversa para boi dormir, pois a polícia civil tem que abrir um processo para investigar e colocar atrás das grades todos os funcionários que negaram o atendimento de primeiros socorros a esse cidadão de bem que infelizmente veio a óbito. Isso é o que podemos chamar de genocidio praticado pelo governo do estado do RN e seus servidores que negaram assistência a esse cidadão.
Cipriano secretario da saúde genocida, FDP, você e essa governadora genocida, incompetente, o RN estar abandonado não tem saúde, educação e segurança, comandados por pessoas incompetentes e babões, ainda tem gente que vais votar nessa peste
(os vossas exceléncia sáo parte desta corrupção) desta corrupçáo)-um povo que aceita passivamente a corrupção e os corruptos náo merece a liberdade. merece a escravidáo, um pais cujas as leis sáo lenientes e beneficiam bandidos,náo tem vocação para a liberdade.seu povo é escravo por natureza’maquiavel
“Portas de Entrada” é para quando inexiste urgência, ou seja, quando se tem tempo para agendar atendimento. Nesse caso, a “porta de entrada” é a PQP. Não se pode justificar o injustificável. O que ocorreu foi CRIME DE OMISSÃO cujo efeito foi a MORTE do cidadão. Sindicância é apenas para colocar panos quentes e “esquecer” o CRIME por eles praticados. A família DEVE, caso não tenha condições, procurar a OAB ou a DEFENSORIA PÚBLICA para atravessar ações nas áreas administrativa, cível e criminal, sem prejuízo da instauração de IPL, de ofício, pela autoridade policial competente. Gestores incompetentes, irresponsáveis e CRIMINOSOS.
FÁTIMA BEZERRA – (DES)GOVERNDAORA GENOCIDA! O SEU DESCASO E IMCOMPETENCIA ESTA FAZENDO ISSO COM O POVO DO RN…
FORA FÁTIMA
(os vossas exceléncia sáo parte desta corrupção) desta corrupçáo)-um povo que aceita passivamente a corrupção e os corruptos náo merece a liberdade. merece a escravidáo,
um pais cujas as leis sáo lenientes e beneficiam bandidos,náo tem vocação para a liberdade.seu povo é escravo por natureza’maquiavel
FÁTIMA BEZERRA A GOVERNADORA GENOCIDA! O POVO MORRE SEM SAÚDE, SEM SEGURANÇA E A (DES)GOVERNADORA TORRANDO NOSSO DINHEIRO NA EUROPA…
FORA FÁTIMA
E de fazer nojo essas notas emitidas pelas secretaria de saúde lá não e um hospital se tivessem atendido o senhorzinho será que não teriam se recuperado cuidado aos profissionais de saúde que estavam de plantão naquele dia e negaram o atendimento todos vcs tem pai, mãe e vcs também tem vida e bom se coloca no lugar dos outros,mais dou minha cara a tapa se chegar parente de algum profissional que trabalha no hospital não ser atendido cuidado olhe a lei do retorno vcs tem vida também bando de urubu carniceiro
Desculpas esfarrapadas. Governo vagabundo.
Que nota vergonhosa !!! Tentam justificar o injustificável.
Tenho vergonha de dizer lá fora que moro , nesse lugar terrível isso e abominável abrir uma sindicância o hospital e um lixo sempre foi .se fosse com meu pai eu agiria de outro forma caçava cada um
Diante de tudo isso, fica claro que não bom para o estado dar mais 4 anos a esse governo. Outra coisa é que tem que punir os culpados dessa barbárie.
Engraçado que pra bandidos, vagabundos que bebem e andam de moto sem capacete ou se envolvem em outros eventos traumáticos, o WG, Deoclécio, Santa Catarina sempre estão de portas abertas.
Fátima é GENOCIDA!! E ainda depois de tudo viajou para EUROPA. Viva o PT!!
Essa história de “portas de entradas” é coisa para burocrata de sala com ar-condicionado, o que o nosso povo quer é porta aberta durante 24 horas por dia para serem acolhidos e atendidos com um mínimo de dignidade e respeito independente de sua condição social.
Essa coisa de sindicância que não vai dar em nada, haja vista que nunca vão divulgar o resultado final, sem falar que os sindicatos de classes vão atuar para defenderem os seus filiados, aí vai ser um livra, livra da culpa os culpados e responsáveis pelo ato insano, logo vai virar coisa para inglês ver!
Justificativa furreba e sem levar em consideração, em nenhum momento, a situação do paciente. Ele reside nas proximidades do hospital, que negou possibilidade de tratamento, é disso que se trata, infelizmente, se sobrar, vai ser nas costelas da enfermagem, que se submete a esse tipo de situação sem questionamentos e o preparo devido, a porta de entrada para qualquer paciente deve ser a mais próxima, a complexidade quem vai determinar é a clínica do usuário, que nesse caso foi negligenciada, essa conversinha não serve nem para os leigos.
Sério Sesap???? Isso mesmo que eu interpretei??? Isso justifica nao ter prestado o atendimento inicial ao senhor antes de encaminha-lo??? E lembrando: vocês “mandaram” procurar uma upa… ninguém o encaminhou!!!!
Cadê o “JURAMENTO DOS MÉDICOS “???
Morreu sem assistência.
Viva o PT! Viva o PT!
Oxe, M.D.R. Mas os médicos não são “fechados” com Bolsonaro. O que é que tem a ver o PT? O correto é isso mesmo, abrir a sindicância e apurar os culpados. E tomar medida para que isso não ocorra novamente…
Cadê os DIREITOS HUMANOS, que adoram defender FDP BANDIDOS?? cadê os PSOL , PT e cia Ltda ,para sair em defesa dessa família??? Inversões de valores , VERMES RATOS , hipocritas , bando de Vermes , ratos ..
A resposta tem que dá nas URNAS, para tirar esses PILANTRAS, HIPÓCRITAS E TRAIÇÃOES .
Inadmissível criaram uma fluxo de saúde criminoso sem levar em consideração a gravidade das enfermidades , nunca vi tantos absurdos e descasos com a vida humana !!!
Essa equipe q comandaa sesap atualmente pensaq tá na UFRN, estão mudando tudo, só conversas, reuniões sem fim e parando tudo. Visitem os hospitais, tá um caos. Só balela, Dr Cipri e equipe estão acabando com a sesap. Acorda Governadora
viva o sus….OMISSÃO DE SOCORRO, uma vergonha….só viva sus para vacina da covid ne??? enquanto isso não deu uma chance para esse senhor, pelo menos isordil sub lingual…. meu DEUS que descaso.
Desculpas esfarrapadas.
Em quanto isso essa DESGOVERNADORA vai pra Europa.
É imoral.
Será que o povo do RN ainda vai votar nessa paraibana???
Isso é uma vergonha!
CRIME DE OMISSÃO DE SOCORO.
HOMICÍDIO.
Omissão de socorro é um dos crimes previstos no Código Penal brasileiro, em seu art. 135.[1][2] O tipo penal é o exemplo clássico do crime omissivo, e descreve o ato de “Deixar de prestar socorro a quem não tenha condições de socorrer a si próprio ou comunicar o evento a autoridade pública que o possa fazê-lo, quando possível” é crime.
Não vai dar em nada. Quem morreu devido a falta de respeito com as pessoas, foi que ferrou-se. Vamos aguardar.
É falta de gestão do Hospital mesmo, lá nunca foi bem administrado, médico tem de rolo, uns sem compromisso , outros não. Mas se fosse melhor administrado não aconteceria isso, merece punição.