Foto: Antonio Augusto/STF
O presidente do Supremo Tribunal Federal, Edson Fachin, admitiu que ainda não há consenso dentro da Corte sobre quem deve fiscalizar a conduta dos próprios ministros em um eventual Código de Ética.
A informação é da colunista Manoela Alcântara, do portal Metrópoles. Durante conversa com jornalistas nesta terça-feira (31), Fachin destacou que existe resistência entre os integrantes do tribunal quanto à criação de uma comissão responsável por monitorar e eventualmente punir desvios de comportamento. Segundo ele, a definição de quem integraria esse grupo ainda é um dos principais entraves.
O ministro afirmou que, na prática, o principal mecanismo de controle pode ser o próprio constrangimento interno. Para Fachin, ministros que descumprirem regras éticas devem reconhecer erros, fazer autocrítica e corrigir a conduta. “Somos todos seres humanos. Aqui não estava bem. Reconheço isso e vamos voltar para o caminho adequado”, declarou.
Apesar da defesa de um Código de Ética, Fachin ressaltou que a proposta envolve uma mudança cultural dentro da Corte e ainda enfrenta dúvidas entre os magistrados. Parte dos ministros, inclusive, avalia que o momento pode não ser o mais adequado para avançar com a medida.
A expectativa do presidente do STF é que o tema seja discutido ao longo de 2026. O objetivo do código seria estabelecer regras claras de conduta, tanto para proteger a imagem institucional quanto para dar mais segurança aos próprios ministros. No entanto, o debate segue aberto e sem definição.
Parabéns BG pelo sucesso do blog.
Em um País onde os os seus magistrados e ministros da sua SUPREMA CORTE, precisam de um código de ética? Tem que dizer mais alguma coisa.
a solução é simples, colocar a população para votar, o que tiver a maior votação todo ano, sai do STF… isso fará eles pensarem 2x. O mesmo para qualquer político! Isso resolveria o problema do brasil rapidinho.
Esse STF chegou no fundo do poço, tem que ser deletado e começado do Zero, com o afastamento desses ministros e nomeados juízes de carreira sem vinculação política, não tem outra saída.
Se depender desse senado atual, com Acolumbre na presidência, senadores esquerdistas, e alguns fingindo serem conservadores, o país caminha a passos largos rumo ao abismo