(Foto: Cristiano Mariz/VEJA)
Além das já conhecidas características desabonadoras, Eduardo Cunha, de fato, possui uma inteligência diferenciada.
Absorve e compreende com muita velocidade assuntos de diversas áreas, se expressa como poucos e sabe manusear as forças políticas como ninguém.
E passou a vida ouvindo elogios sobre a própria capacidades cognitiva.
Hoje, porém, ele reconhece que o excesso de auto-confiança e a certeza de estar acima dos demais foi determinante para terminar na cadeia.
Quando alguém o classifica como brilhante, Cunha concorda, mas, desde que está preso, costuma fazer um acréscimo à frase do interlocutor: “Sou, mas é justamente por isso que vim parar onde estou”.
Não só por isso…
Radar On-Line, Veja
Inteligência é para os bons; agora, esperteza é para gente da qualidade de Cunha e seus iguais.
Ensina isso aos irresignados petistas… quem sabe assim, vão tudim para na cadeia, tal qual o tão querido ex-presidente….???
Todo excesso é prejudicial principalmente o da vaidade, do orgulho e do egoísmo.