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Confiança do comércio atinge maior índice desde abril de 2014: 114,5 pontos

Índice de Confiança do Empresário do Comércio, comparado com março de 2017, acusou aumento de 14,6% em razão da alta de 36,2% nas condições atuais, de 5,4% nas expectativas e de 13,2% nas intenções de investimento. Foto: Arquivo/Agência Brasil

O Índice de Confiança do Empresário do Comércio, medido pela Confederação Nacional do Comércio de Bens, Serviços e Turismo (CNC), subiu 2,1% de fevereiro para março e atingiu 114,5 pontos em uma escala de zero a 200. Esse é o maior patamar do indicador desde abril de 2014.

O resultado ocorre, principalmente, por conta da melhora de 4,5% na avaliação das condições atuais pelos comerciantes, apesar de ainda situar-se na zona negativa. Apesar disso, o subindice das condições atuais ficou em 92,9 pontos, ainda em uma zona negativa (abaixo de 100 pontos).

As expectativas dos comerciantes no curto prazo são as maiores desde dezembro de 2013, já que, com um aumento de 1%, chegaram ao patamar de 155,6 pontos.

O subíndice que mede as intenções de investimento do comércio teve leve aumento mensal de 0,8%, com destaque para o aumento da intenção de contratação de funcionários (1,4%).

Variação anual

Na comparação com março de 2017, o Índice de Confiança do Empresário do Comércio acusou aumento de 14,6% em razão da alta de 36,2% nas condições atuais, de 5,4% nas expectativas e de 13,2% nas intenções de investimento.

Segundo a CNC, a avaliação mais positiva dos varejistas deve-se à recuperação do comércio, que se baseia principalmente no consumo, aliada à manutenção do cenário favorável de inflação e melhores condições de crédito.

Para a Confederação Nacional do Comércio, o processo de recuperação, mesmo lento, do emprego e da renda tende a impulsionar ainda mais a confiança dos empresários.

Agência Brasil

 

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Índice de Confiança do Comércio atinge maior nível desde abril de 2014

O Índice de Confiança do Comércio, medido pela da Fundação Getulio Vargas (FGV), avançou 0,4 ponto de janeiro para fevereiro e atingiu 95,5 pontos, em uma escala que vai até 200. Esse é o maior nível desde abril de 2014 (97,8).

Segundo a FGV, a alta do indicador foi percebida em oito dos 13 segmentos comerciais pesquisados.

O avanço do indicador foi provocado por um aumento da confiança no momento presente, medida pelo Índice da Situação Atual, que cresceu 4,8 pontos e atingiu 92,8 pontos, o maior patamar desde agosto de 2014 (93,1 pontos).

Já a opinião do empresários do comércio em relação ao futuro pioraram. O Índice de Expectativas caiu 4,0 pontos no mês, para 98,4 pontos.

“Um aspecto positivo dos resultados do primeiro bimestre de 2018 é o expressivo avanço dos indicadores de satisfação com a situação atual, retratando um quadro de recuperação de vendas e margens. No extremo oposto, o retorno do indicador de expectativas a um patamar inferior aos 100 pontos sugere que a recuperação continuará ocorrendo de maneira gradual”, diz nota da FGV.

De acordo com a metodologia da fundação, o índice 100 indica neutralidade; de zero a 99 indica pessimismo e de 101 a 200 indica otimismo.

Agência Brasil

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