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O presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, voltou a mirar o ditador venezuelano Nicolás Maduro e deixou claro que a paciência acabou. Em entrevista ao site Politico, nesta terça-feira (8), Trump disse que Maduro “está com os dias contados” e não descartou operações em solo venezuelano. Questionado sobre uma possível invasão, ele não confirmou — mas avisou: “vamos atingir eles em terra muito em breve”.
Trump reforçou uma acusação que repete desde a campanha: segundo ele, o regime chavista teria enviado milhões de imigrantes para os EUA, incluindo criminosos, traficantes e até pacientes de hospitais psiquiátricos. A afirmação, embora contestada, alimenta o debate mais quente da política americana hoje — a crise migratória na fronteira.
O republicano também voltou a atacar o ex-presidente Joe Biden, dizendo que a antiga gestão “abriu as portas” para a entrada de criminosos.
Segundo Trump, há estrangeiros tão perigosos que os EUA evitam até deportar, porque “eles sempre dão um jeito de voltar”. Para ele, muitos são “assassinos de sangue frio” liberados graças à fragilidade das políticas democratas.
A tensão entre EUA e Venezuela cresce num momento em que a ditadura de Maduro segue isolada internacionalmente, e a oposição tenta sobreviver em meio à repressão.
Ao contrário do que muitos imaginam, o interesse dos EUA, neste caso, não se resume à cobiça por petróleo. A questão crucial é estratégica e diz respeito à área político-militar. Os EUA, além de prováveis interesses econômicos, têm forte temor da instalação de uma base militar de Rússia ou China a poucas horas do seu território. E qual o país no continente americano mais à esquerda alinhado ideologicamente aos dois e que poderia franquear seu território pra algo do tipo? Exatamente, a Venezuela. Por isso, eles farão de tudo para evitar que um governo passível de estabelecer esse tipo de relação permaneça em atividade. A ideia é derrubar o regime, a fim de que se estabeleça um governo moderado ou que pelo menos seja mais alinhado a eles que por Russia ou China. E isso vale pra qualquer um na América do Sul, até para o Brasil.
Balela…
Na verdade ele só quer o petróleo da Venezuela (tem as maiores reservas do mundo)
sem problemas, pelo menos ele vai recuperar o dinheiro que gastou tirando um ditador do poder. Ele dando o recado para a américa latina, ele pode pegar todo petróleo que quiser, eu não ligo.
Tem quantidade, mas a qualidade é muito ruim, os PeTralhas entende pouco de políticas externa, só ler o blog 247. Vergonha! O problema é outro cara pálida.
Se assim fosse, ele já teria, Maduro já ofereceu tudo pelo paz “para ele”.
Não é bem assim: ele quer mesmo é acabar com o narcotráfico em seu País. Está certíssimo!