Apesar de os professores terem entrado em greve nesta segunda-feira (22), se somando aos técnicos-administrativos que já estavam paralisados, a Universidade Federal do Rio Grande do Norte (UFRN) decidiu não suspender o calendário acadêmico, ao menos por enquanto.
Segundo o reitor da instituição, Daniel Diniz, as atividades administrativas e acadêmicas permanecem, respeitando a decisão de cada técnico e docente pela adesão ou não à greve.
Ou seja, no caso dos professores que não aderirem à greve, as aulas continuam normalmente.
A greve dos professores foi discutida entre o reitor e os gestores da administração central, diretores de centros e unidades acadêmicas especializadas.
Durante a reunião, Daniel Diniz explicou que a UFRN fará a discussão sobre possíveis alterações após a finalização da greve, tendo em vista que as representações das categorias anunciaram paralisação por tempo indeterminado.
Fonte: Portal 98Fm

É simples senhores, em ambientes democráticos como devem ser as universidades, as pessoas têm liberdade para aderir ou não à greve. A greve é um instrumento do trabalhador para pressionar o empregador quando este não quer ser justo com a força de trabalho que faz as atividades acontecerem, seja numa empresa ou no governo. Alguns empregados (ou servidores públicos) não têm consciência de que é preciso protestar, sobretudo quando já estão há anos sem reajuste salarial e estão sendo penalizados pela perda do poder de compra devido à inflação. No governo anterior, não existia negociação com as categorias, existia apenas um presidente que durante as entrevistas pela manhã anunciava que seria dado “aumento” aos servidores e à tarde o ministro da fazenda dizia que não dariam “aumento” pois não tinha dinheiro. Ninguém tinha espaço para protestar e toda greve seria ilegal. O governo fascista foi tirado e agora, em ambiente democrático, as pessoas cobram do governo um tratamento menos desigual em relação às outras carreiras do executivo. Espero que só terminem a greve quando o governo parar com essa desculpa esfarrapada de que não tem dinheiro e começar a tratar os servidores de maneira digna. E os que não aderiram à greve, pensem também na possibilidade de renunciar aos ganhos obtidos por aqueles que não vacilaram em se indispor com a sociedade em nome dos trabalhadores da categoria.
Chinelo caia na real,difícil brigar com a realidade dos fatos.
ainda tem trouxa com doutorado acreditando no cachaceiro? eu não acreidto nisso! nem pra fazer uma greve esse pessoal da esquerda se une! são uns verdadeiros egoístas! cada um por si!
É a greve do amor! O amor venceu.